Os alegres feirantes

OS ALEGRES FEIRANTES
Maria Luiza Marins Holtz
A profissão de Feirante é antiqüíssima e tradicional no mundo todo e pelos registros encontrados ela já existia desde a época de Cristo, como está descrito em Marcos 11,17.
Dia 25 de Agosto é o Dia do Feirante.
As feiras sempre foram lugares muito movimentados e animados pela alegria contagiante bem característica dos feirantes…
Vários feirantes ao serem entrevistados expressaram… “Acordar de madrugada e continuar o trabalho braçal durante o dia fazem parte da nossa rotina diária”. Porém,
“É uma profissão cansativa, mas muito compensadora”, “É um trabalho bom e gratificante”, “Não penso em deixar esse trabalho”, “É gostoso trabalhar com pessoas e fazer muitos amigos…”
As feiras são as responsáveis pela formação e desenvolvimento dos feirantes e fundamentais para definir o mercado porque proporcionam o encontro de compradores e vendedores para trocarem seus produtos.
A origem do aparecimento das feiras e logicamente dos feirantes foi um fenômeno natural gerado pela necessidade urgente dos produtores conseguirem um ambiente onde reunisse todos os tipos de produtos disponíveis, para poderem trocar o seu excedente de produção com mercadorias que necessitavam. Com as sobras de uns e as faltas de outros se iniciou o intercambio de mercadorias, inicialmente num local móvel onde a busca de se conseguir o necessário era mais intensa e posteriormente num local fixo.
As atividades comerciais dos produtos do Oriente na Idade Média… Especiarias, perfumes, jóias, sedas, tapetes… Distribuídos através do Mar Mediterrâneo estimularam a maior formação e também a oficialização das feiras. As autoridades da época ofereciam benefícios aos feirantes em relação aos impostos e a segurança, para que instalassem feiras em suas regiões porque elas provocavam um grande fluxo dos recursos do próprio local e vindo também de outros. Assim, promoviam o progresso e desenvolvimento.
Em São Paulo há registros da existência das feiras livres semanais desde o século XVII.
Nas feiras livres, de todas as cidades a grande freguesia dos feirantes sempre foi composta de mulheres e o maior atrativo que fez com que as essas feiras milenares permaneçam no mundo, até hoje, é a diversidade de produtos e a alegria dos feirantes e o calor do relacionamento humano e da sociabilidade.
Atualmente no mundo os negócios as feiras continuam insubstituíveis, porém, já não são tão simples… Feiras bienais dos setores da indústria e do comércio… Feiras com exposição de animais e produtos agrícolas… Movimentam milhares de compradores e vendedores voluntários que realizam a melhor forma de mercado, a que atende a todos sem prejuízo de ninguém.
No dia 25 de Agosto, vamos parabenisar os alegres feirantes que nos oferecem semanalmente, produtos tão fresquinhos.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

A profissão de Feirante é antiqüíssima e tradicional no mundo todo e pelos registros encontrados ela já existia desde a época de Cristo, como está descrito em Marcos 11,17.

Dia 25 de Agosto é o Dia do Feirante.

As feiras sempre foram lugares muito movimentados e animados pela alegria contagiante bem característica dos feirantes…

Vários feirantes ao serem entrevistados expressaram… “Acordar de madrugada e continuar o trabalho braçal durante o dia fazem parte da nossa rotina diária”. Porém,

“É uma profissão cansativa, mas muito compensadora”, “É um trabalho bom e gratificante”, “Não penso em deixar esse trabalho”, “É gostoso trabalhar com pessoas e fazer muitos amigos…”

As feiras são as responsáveis pela formação e desenvolvimento dos feirantes e fundamentais para definir o mercado porque proporcionam o encontro de compradores e vendedores para trocarem seus produtos.

A origem do aparecimento das feiras e logicamente dos feirantes foi um fenômeno natural gerado pela necessidade urgente dos produtores conseguirem um ambiente onde reunisse todos os tipos de produtos disponíveis, para poderem trocar o seu excedente de produção com mercadorias que necessitavam. Com as sobras de uns e as faltas de outros se iniciou o intercambio de mercadorias, inicialmente num local móvel onde a busca de se conseguir o necessário era mais intensa e posteriormente num local fixo.

As atividades comerciais dos produtos do Oriente na Idade Média… Especiarias, perfumes, jóias, sedas, tapetes… Distribuídos através do Mar Mediterrâneo estimularam a maior formação e também a oficialização das feiras. As autoridades da época ofereciam benefícios aos feirantes em relação aos impostos e a segurança, para que instalassem feiras em suas regiões porque elas provocavam um grande fluxo dos recursos do próprio local e vindo também de outros. Assim, promoviam o progresso e desenvolvimento.

Em São Paulo há registros da existência das feiras livres semanais desde o século XVII.

Nas feiras livres, de todas as cidades a grande freguesia dos feirantes sempre foi composta de mulheres e o maior atrativo que fez com que as essas feiras milenares permaneçam no mundo, até hoje, é a diversidade de produtos e a alegria dos feirantes e o calor do relacionamento humano e da sociabilidade.

Atualmente no mundo os negócios as feiras continuam insubstituíveis, porém, já não são tão simples… Feiras bienais dos setores da indústria e do comércio… Feiras com exposição de animais e produtos agrícolas… Movimentam milhares de compradores e vendedores voluntários que realizam a melhor forma de mercado, a que atende a todos sem prejuízo de ninguém.

No dia 25 de Agosto, vamos parabenisar os alegres feirantes que nos oferecem semanalmente, produtos tão fresquinhos.

TEORIA SISTÊMICA, TAMBÉM CHAMADA DE TEORIA ORGANICISTA

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Na Teoria Sistêmica, também chamada de Organicista porque aplica nas Ciências Sociais algumas teorias das Ciências Biológicas (tomando como referência a relação Célula-Tecido-Órgão-Sistema-Organismo), o conceito de Administração pode ser dado pelo ato ou efeito de organizar, de criar organismos, que compreendem um conjunto de órgãos, que, por sua vez constituem uma empresa.

Uma empresa é um conjunto organizado de meios com vista a exercer qualquer atividade que produza e ofereça bens e/ou serviços, com o objetivo de atender a alguma necessidade humana.

A concepção de uma empresa, seja ela grande ou pequena, com ou sem fins lucrativos, torna-se possível com a adoção de uma série de princípios administrativos que engendrarão a organização e o consequente desenvolvimento da empresa.

Sem fins lucrativos não significa que não deve haver superavit no exercício de sua atividade. Pense!

Segundo a Teoria Sistêmica, esses princípios administrativos são dados por quatro fatores, os quatro passos para o sucesso (diriam os treineiros de plantão):

  • Planejamento,
  • Organização
  • Coordenação
  • Controle.

Existem muitos ‘quatros’, ‘cincos’, ‘setes’ alguma coisa. São artifícios mnemônicos — que ajuda a memória… Não pense muito!

A racionalização, importante fator de organização, é “toda ação reformadora que visa a substituir processos rotineiros e arcaicos por métodos baseados em raciocínios sistemáticos”. É comumente substituída pelo termo “Organização e Método” — O&M — nome bonito com objetivo expresso, mas que foi deposto por outros modismos.

Raciocínio sistemático também não quer dizer uma fórmula definitiva, uma receita de bolo que se reproduz em toda e qualquer cozinha.

Na velha e boa ISO 9000, tão cantada em verso e prosa, encontramos uma frase, logo no início, muitas vezes esquecida dos auditores e consultores ‘especializados’, que diz assim: “Não é intenção desta Norma impor uniformidade na estrutura de sistemas de gestão da qualidade ou uniformidade da documentação.”

Conclusão: Invente, tente, faça alguma coisa diferente.

 

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Monografias – orientação IV

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Paula, nós recebemos muitas consultas para monografias, por isso publiquei a tua e outras consultas que considerei inteligentes.

Adorei o tema. Está ótimo! Realmente a educação é um desafio, inclusive na empresa. Vê-se que tu valorizas os elementos inteligentes que te constituem.

O problema proposto, já não me encantou tanto porque, sinceramente, o empresário não percebe o papel nem do pedagogo nem de ninguém mais que não lhe aufira lucro; e ele não está errado nisso. Chega de conversa fiada! Principalmente em tempos de mudança.

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Talvez o problema seja (meu ponto de vista) “a utilidade da pedagogia (e do pedagogo) na identificação de oportunidades e na condução de processos de mudança de comportamento e aprendizagem (ou aprendizagem e mudança de comportamento).”

Nós, aqui da família MH – Marins Holtz, não fazemos apologia da pedagogia de licenciatura, que só aflige alguns (poucos) acadêmicos. O que fazemos sim, por vocação e orientação da Profa. Maria Luiza, é a defesa, a justificação, o discurso para louvar, defender ou justificar a Pedagogia como arte da educação e do ensino, como estudo dos ideais de educação, segundo uma determinada concepção de vida, e dos processos mais eficientes para concretizar esses ideais. Isto sim, acreditamos, se aplica tanto nas empresas quanto em qualquer organismo social.

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Os mesmos princípios que se aplicam na educação da criança servem à educação do adulto. Isto que a Profa. Maria Luiza já postulava em 1976, quando começamos a trabalhar pedagogicamente as atividades de formação de mão-de-obra em empresas, foi confirmado pelo Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos, Comitê de Desenvolvimento da Ciência da Aprendizagem, no livro “Como as pessoas aprendem: cérebro, mente, experiência e escola“, organizado por John D. Bransford, Ann L. Brown e Rodney R. Cocing, tradução de David Szlak. – São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2007. Vale a pena conferir.

Paula, mais uma vez, muito obrigado pelo respeito que tu expressas pelo nosso trabalho. Aceite os nossos sinceros votos de Muito Sucesso.

Avante!

Sergio Vieira Holtz Filho

editor

www.mh.etc.br

2009/3/21 PAULA ROBERTA BORBA <____@___.com.br>:

> Ola Sérgio, como está?

> Desculpa não ter entrado em contato, suas dicas sobre o projeto foram muito

> validas tanto que ele foi aprovado agora tenho que partir para a parte de

> construção e pesquisa. Mudei meu problema. “tema: Pedagogia Empresarial: o

> desafio da educação na empresa” o que acha? Problema “como o empresario

> percebe o papel do pedagogo nas organizações empresariais?” o que acha? sua

> opinião é muito importante para mim. Outra coisa estava lendo as postagens

> do MH e encontrei um e-mail nosso postado “orientação básica para a

> monografia” legal jamais pensei encontrar isto. O auxílio do grupo MH é

> muito importante pois vcs são a base dos trabalhos na área. Que tipos de

> subtitilos vc acha importante desenvolver no meu trabalho? Abraços aguardo

> reposta.

>

> Paula Borba

> Graduanda em Pedagogia – Uruguaiana/RS

>

Educação a Distância