Sergio Vieira Holtz Filho

Temos visto muitos manuais de procedimentos bem encadernado, livros, apostilas e TCCs — e como abundam as apostilas e TCCs! Alguns até bem escritos! Vemos o orgulho e a satisfação ao apresentar para a sociedade os diplomas ou certificados por eles conferidos. Mais raro de se ver, é gente que dele usufrua. Sim, muitos planos e projetos, descrições da missão, política, objetivo, mas na prática…

Qualquer semelhança é mera coincidência! Para todos os efeitos, o que nós escrevemos aqui trata-se de obra de literatura pseudo-científica-ficcional. Ok?!

Será que a tradição bíblica, baseada num apanhado de livros todo-poderosos, confere ao papel — folha seca e fina feita com toda a espécie de substâncias vegetais reduzidas a massa, para escrever, imprimir, embrulhar, etc. — o poder de “resolver” todo nó, toda angústia e levar à satisfação dos desejos?

É claro que não! É preciso viver! Penso, na minha ignorância feliz, que a mensagem de Jesus, o nazareno — que não escreveu nenhum memorando, diga-se de passagem — era para vivermos O conhecimento. “Não vim revogar, vim promulgar!” — acho que era mais ou menos assim que ele dizia, viver O conhecimento que já estava disponível.

Mas não é possível! Esse cara está possuído! “Cortem-lhe a cabeça, cortem-lhe a cabeça!” diria a rainha de copas. “Se você voltasse agora, muitos lhe condenariam outra vez. / Com cabelos longos quem sabe, e a calça desbotada talvez. / E os jornais de certo iriam publicar / Que morreu um doido que não quis calar.” Diz Silvio Brito, grande menestrel contemporâneo.

Mas, um abismo iiimmmeeennnsssooo separa a letra do dia-a-dia!

Como transpor esse abismo? O que posso fazer para realmente viver aquilo que se escreve, e se pendura nas paredes de várias organizações? Como “estimular e fomentar o ideal de servir, como base de todo empreendimento digno, promovendo e apoiando: PRIMEIRO. O desenvolvimento do companheirismo como elemento capaz de proporcionar oportunidades de servir; SEGUNDO. O reconhecimento do mérito de toda ocupação útil e a difusão das normas de ética profissional; TERCEIRO. A melhoria da comunidade pela conduta exemplar de cada um em sua vida pública e privada; QUARTO. A aproximação dos profissionais de todo o mundo, visando à consolidação das boas relações, da cooperação e da paz entre as nações.

Já viram isto nalguma parede por aí! Quem sabe num manual!

A Prova, traduzida em mais de 100 idiomas, consiste nas seguintes perguntas: Do que nós pensamos, dizemos ou fazemos

  1. É a VERDADE?
  2. É JUSTO para todos os interessados?
  3. Criará BOA VONTADE e MELHORES AMIZADES?
  4. Será BENÉFICO para todos os interessados?

Ou ainda aquela outra, do “velho” Sócrates:

– Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?

– Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.

– A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?

Envergonhado, o homem respondeu:

– Devo confessar que não.

– A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?”

Então, tudo isso já está escrito. Tudo nós já sabemos. Sabemos, só nos falta aprender.

Meditando, meditando, estudando, procurando uma razão que me pareça razoável, lembro das aulas de história, ou de religião, onde ouvimos falar dos faraós, dos reis e imperadores. Sinceramente, eu penso que de fato eram representantes de Deus na terra. A bagunça começou quando generais, gente do povo, Zés Ninguéns como você e eu, usurparam o posto pelo poder que poderiam auferir. Tinham uma gana em mandar na vara — coletivo de porcos! Talvez Ramsés, tomado de ciúmes, tenha sido o primeiro a por fora toda sabedoria ancestral? Será que ele perseguiu Israel por causa da saudade do seu irmão Moisés? Foi só daí que Ramsés percebeu que havia perdido a “Jóia do Nilo”? Correu, correu, correu e se afogou nas águas profundas… Desde então, nós que não nos lançamos à travessia do mar, quando não nos afogamos, chafurdamos.

Veja só! Não é de hoje que a turma se perde nos manuais. A interpretação da letra não depende de ortografia e gramática, nem da qualidade do papel, mas da poesia que elas encerram. Sim, o entendimento de qualquer manual pressupõe a vivência; pressupõe um vocabulário advindo do resultado emotivo, psicológico, intelectual de uma experiência. Nessa linha de raciocínio, o melhor cardiologista deve ser aquele que já sofreu um enfarto. Os erros ensinam mais do que os acertos — dizem (?).

Onde está O conhecimento, então? Ele está no meio de nós. “O SENHOR teu Deus, o poderoso, está no meio de ti, ele salvará” (Sofonias, 3:17). “Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós” (Josué 3:10). “Está o SENHOR no meio de nós, ou não?” (Êxodo 17:7). “…porquanto rejeitastes ao SENHOR, que está no meio de vós” (Números 11:20). “Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós” (Lucas 17:21). “mas no meio de vós está um a quem vós não conheceis” (João 1:26). E assim por diante, muitas e muitas citações do Livro, já que a tradição diz que o Livro tem razão.

– Ah! Mas assim você está forçando a barra!

Então tá! Olha, no nosso trabalho, realizado em organizações de todos os tipos, oferecido às pessoas em situação de mudança, em busca de uma melhor condição de viver, cansadas de sobreviver, nós não temos como explicar, nós fazemos e mostramos o resultado intelectual, psicológico e emocional. A mudança que ocorre é resultado de aprendizado efetivo. Se não houve mudança, não houve aprendizado. Não é uma questão de adquirir mais conhecimento, desses que estão nos livros. Você nem imagina o que é elaborar o conhecimento. Preparar, organizar, ordenar, formar (a pouco e pouco e com trabalho). Isso é viver o evangelho! Na prática. Dia-a-dia.

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William James afirmava que a maioria das pessoas vive física, intelectual ou moralmente num círculo muito restrito do seu potencial de ser. Todos têm um reservatório de vida para evoluir, com o qual nem sonham. Faz-se uso de uma porção muito pequena das possibilidades dda consciência. Existem técnicas para se conscientizar desses reservatórios de vida ou potenciais transpessoais, as quais são parte de uma arte e de uma tecnologia que têm sido aprimoradas através de milênios em centenas de culturas e constituem o núcleo contemplativo das grandes tradições religiosas do mundo (James apue Fadiman; Frager, 1986).

Há dois princípios fundamentais e seis elementos em comum na arte da transcendência, constatados em diferentes enfoques. O primeiro princípio é o da percepção da realidade em estados de vigília é limitada. O estado usual de consciência é insatisfatório — apresenta obscuridade, distorção, ilusão, fascínio, descontrole. O segundo princípio é o de que a mente em consciência de vigília é parcial. Apesar disso, no entanto, existem técnicas para desenvolver e ampliar sua percepção e extensão. Ela não tem fronteiras. Pode ser treinada e clarificada, catalisando potenciais transpessoais (Saldanha, 2008, p.205).

Treinamento ético
Treinamento da atenção
Transformação emocional
Motivação
Percepção refinada
Sabedoria

Esses seis elementos da arte da transcendência podem ser estimulados na educação e na orientação Transpessoal. Essa perspectiva dá ao indivíduo condições de autonomia e discernimento mental, bem como a possibilidade de manter uma mente alerta e serena.

Abraham Maslow, em uma de suas publicações, escreveu mais de cem páginas sobre o tema da transcendência, pontuando esses aspectos e legitimando a humanidade por meio da própria transcendência, sem a qual o homem não seria plenamente e de fato humano (Maslow, 1990, apud Saldanha, 2008, p. 208).

Enquanto a transcendência não for objeto da sua atenção, a auto-imagem é alimentada pela mente coletiva e gera compulsão e angústia cada vez maiores. A carência e a insatisfação são profundas; surgem comportamentos patológicos, a normose e síndromes orgânicas. Mas nem tudo é mal em si mesmo: esses sintomas poderão servir de estímulos para a evolução. Poderão mobilizar o combustível da transformação. É preciso olhar para a pessoa humana que está por trás dos sintomas, dos conflitos, para identificar o que eles comunicam (idem, p. 240).

Não é fácil. Mas é simples.


Saldanha, Vera. Psicologia Transpessoal : abordagem integrativa : um conhecimento emergente em psicologia da consciência. Ijuí : Ed. Unijuí, 2008. 344 p.

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Sergio Vieira Holtz Filho

A imagem pública do ser humano — imposta à força pelo conteúdo da publicidade — é de uma máquina propensa a constantes avarias, se não for supervisionada por médicos e tratada com medicamentos. A noção do poder de auto-cura do organismo e a tendência natural para manter-se saudável não é comunicada nem nas escolas, onde se esperava que houvesse educação, não sendo valorizada a confiança do indivíduo em seu próprio organismo. Talvez possa parecer que já se começa a valorizar a relação entre saúde e hábitos de vida, mas, segundo a mesma publicidade, sempre acompanhada de uma drágea ou duas todos os dias, ou uma colher de uma mistura supehiperflagilistealidous sobre a sua salada de frutas matinal ou ainda de um equipamento revolucionário de ultra-tecnologia desenvolvida lá na terra da mesma publicidade, que pode ser inteiramente seu por muitas pequenas parcelas mensais no seu cartão de crédito. Lindo, não!

É desconcertante e até irônico que os próprios médicos sejam os que mais sofrem em decorrência da concepção mecanicista de saúde por desprezarem tal incoerência evidente e pelas circunstâncias estressantes de suas próprias vidas — existem excessões, é lógico! Só para ilustrar, a expectativa de vida entre os médicos é de dez a quinze anos menos que a da média da população, e eles apresentam taxas elevadas de doenças físicas, além de altos índices de alcoolismo, abuso de drogas, suicídio e outras patologias sociais[1].

 

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Ainda tem gente que considera todos os fenômenos associados a uma consciência humana, como mente ou idéias, entidades inexistentes, “inventadas para fornecer explicações espúrias”. Ainda tem muita gente pensando assim, e sofrendo as consequências desse pensamento — as únicas explicações sérias sãs as baseadas na concepção mecanicista dos organismos vivos.

Nas tradições filosóficas e religiosas sempre se considerou a mente e o corpo como unidade, por isso desde o oriente muitas técnicas foram desenvolvidas para abordar a consciência a partir do nível físico. O significado terapêutico dessas abordagens filosóficas e religiosas está cada vez mais sendo praticado, e muitos terapeutas estão incorporando técnicas meditativas de trabalho integrativo, como a Yoga, o Tai-Chi, a Capoeira, e, especialmente, a respiração. Tanto a respiração yogui tanto a holotrópica de Grof, adquirem reconhecida importância no processo de re-integração física e mental para obter saúde — física e mental –, ou seja, é possível sim atingir o equilíbrio psicossomático através da mente.

Temos que reconhecer plenamente o papel das substâncias e das intervenções cirúrgicas e ainda defendermos vigorosamente a implantação de uma política social de estímulo à saúde — diferente de uma política de prevenção às doenças. Mas, sabemos que um estado de desequilíbrio é gerado pelo estresse prolongado, que é canalizado através de uma determinada configuração da personalidade, dando origem a distúrbios específicos. No caso do câncer — um fenômeno típico, uma doença característica de nosso tempo –, as tensões cruciais parecem ser aquelas que ameaçam algum papel ou alguma relação central da identidade da pessoa, ou as que criam uma situação para a qual, aparentemente, não há escapatória.

Estudos detalhados do organismo físico, a partir dessa perspectiva, mostram que as distinções convencionais entre nervos, músculos, pele e ossos parecem não refletir nem mesmo a realidade física (Capra, p. 339). As manifestações dinâmicas do organismo humano — físico e mental, psíquico e emocional — seus movimentos contínuos e os vários processos de fluxo e flutuação, envolvem o sistema como um todo — indivíduo, indivisível –. Tensões críticas, podem gerar sentimentos de desespero, impotência e desesperança e em consequência, uma doença grave e até a morte podem tornar-se consciente ou inconscientemente aceitáveis como solução potencial (Capra, p. 347).

Embora muitos detalhes desse processo ainda estão por ser esclarecidos, é evidente que o estresse emocional tem dois efeitos principais: inibe o sistema imunológico e, ao mesmo tempo, acarreta desequilíbrios hormonais. Assim, estão criadas as condições excelentes para o desenvolvimento de doenças físicas — e psíquicas –.


[1] Sobaugh, Robert e Yergin, Daniel (orgs.). Energy future: report of the energy project at the Harvard Business School, Ballantine, Nova York, 1979. pp. 258 e ss. apud Capra, 1990. p. 139.

[2] Capra, Fritjof. O ponto de mutação : A ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo, Círculo do Livro e Cultrix, 1990. 449 p.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

O PROFISSIONAL FAMOSO QUE ESTUDA O MEIO AMBIENTE E O CRESCIMENTO DA ECONOMIA COM A PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS.

O BIÓLOGO

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Mas, quem é mesmo o Biólogo?

O Biólogo é justamente aquele profissional importantíssimo que atualmente tanto se destaca na vida da sociedade. É ele quem orienta a todos nós – e o público em geral – nos ensinando como preservar a natureza e o meio ambiente para que não seja destruído. Ele orienta as cidades, os parques naturais e zoológicos, os jardins, as escolas de todos os níveis, as indústrias, as empresas… Dedica-se ao árduo trabalho do controle da poluição do ar e das águas, no reflorestamento e recuperação de florestas e rios, de ambientes degradados… Pesquisa novos produtos de qualidade para indústria alimentícia, farmacêutica, de extração vegetal… Realiza análise genética, controle de pragas, controle de epidemias, vigilância sanitária…

Dia 3 de Setembro é o Dia do Biólogo.

Foi no dia 3 de Setembro de 1979 que a profissão de Biólogo foi regulamentada pela Lei 6.684 e desde então as suas atribuições estão bem definidas.

O Biólogo é um tipo de pessoa muito curiosa. É observadora, pesquisadora e investigadora, tem boa memória e capacidade de concentração. Gosta de estudar e tem facilidade de lidar com plantas, animais, corpo humano e tudo o que se relacione com a vida. É muito organizada, meticulosa e perseverante. Conhece muito bem todos os recursos naturais. Sabe trabalhar em equipe.
No seu trabalho profissional o Biólogo consegue excelente remuneração. Realiza projetos para a preservação de toda a natureza, para a proteção ambiental, para implantação da ISSO 14000. Realiza pesquisa científica nas instituições públicas e privadas, laboratórios de exames biológicos e patológicos. Além disso, também recombina DNA para descobrir medicamentos e estuda a ação de enzimas para produzir, por exemplo, um sabão em pó que torne a roupa mais limpa. Também pode trabalhar como professor de Biologia nos vários níveis de ensino e em museus da área biológica.

É por tudo isso que o Biólogo precisa ser formado pelo Curso Superior de Ciências Biológicas e obter o registro no CRBios (Conselho Regional de Biologia) que fiscaliza o seu trabalho.

Durante o Curso Superior de Ciências Biológicas ele é capacitado para pensar e executar em mais de 50 áreas, mostrando “O que” se deve fazer e “Como” se deve fazer para viver com respeito a todos os seres vivos. No curso ele estuda todos os organismos vivos sua origem, estrutura, evolução, processos de reprodução, classificação e distribuição das espécies no planeta Terra, suas diferentes formas de expressão e suas funções em relação a nós e a todo meio ambiente.

Atualmente, todas as pesquisas básicas na área das Ciências Biológicas, que utilizam técnicas aplicadas à biotecnologia são realizadas por Biólogos, nos Institutos de pesquisa, universidades, indústrias farmacêuticas, zoológicos… Para a medicina, a agricultura (no controle de pragas), a preservação da natureza na sua totalidade.

Hoje, estão em grande expansão, os serviços prestados pelo Biólogo na área ambiental das indústrias, do comercio, da reciclagem e outros tantos tipos de empresa. Para isso ele realiza cursos de pós-graduação e especializa-se em Zoologia, Zootecnia, Engenharia genética, Biologia Marítima, Biologia Celular, Botânica, Ecologia e meio ambiente… E pode trabalhar em todas as áreas de gestão ambiental: ecotoxicologia, ecoturismo, paisagismo e jardinagem, controle e licenciamento ambiental, bioinformática, engenharia genética, genômica, melhoramento genético ambiental e animal, reprodução humana assistida, biologia forense, banco de sangue, citopatologia…

No dia 03 de Setembro… Viva o Biólogo! Tão importante e indispensável para a nossa qualidade de vida.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

Eles têm habilidade especial em expressar o que é Belo e conseguem despertar emoções com a sua imaginação criadora.

OS ARTISTAS

A palavra arte é derivada do latim “ars” que significa habilidade. Habilidade de desenvolver inúmeras ações especializadas com o uso da imaginação criadora sempre em conexão com o belo, para um mundo melhor… Desde a jardinagem… Ao jogo de xadrez.

Dia 24 de Agosto é o Dia dos Artistas

Curso online de Arteterapia

Os Artistas são antes de tudo pessoas com vocação religiosa. A sua aguçada sensibilidade faz com que sintam necessidade de estarem permanentemente “re-ligados” ao Criador… A única fonte do belo e da criatividade. Através da sua arte eles conseguem trabalhar com leveza, e até humor sutil, o cotidiano da vida. Interpretam o mundo, os acontecimentos e as mudanças da sociedade buscando sempre “o diferente” onde todos veem “o igual”. São pessoas inconformadas e visionárias que, com a sua arte, procuram incomodar mostrando à sociedade o que ela ainda não consegue ver.

Os Artistas possuem grande inteligência e muita força da própria vontade. Com grande capacidade de reflexão realizam o seu trabalho artístico com paciência… Até chegarem ao que imaginaram… E depois, admiram com intensa alegria a obra criada com o seu eterno companheiro… O Criador. É assim que eles revelam engenho e talento ao expressar seus sentimentos e seu capricho na relação com o belo, sempre procurando provocar nas pessoas, emoções capazes de mudar o seu comportamento. Aliás, é a característica principal de um trabalho artístico… Mudar o modo de pensar e agir das pessoas.

Os Artistas dedicam a sua vida às belas artes – as mais variadas expressões do belo – com a intensão de disseminar a beleza e os maiores valores humanos ao maior número de pessoas. O seu enorme valor está justamente nessa capacidade de comunicar aos outros, os seus sentimentos e suas mensagens, através de algo concreto utilizando os seus órgãos dos sentidos… Música, dança, pintura, escultura, teatro, jardinagem, gastronomia, perfumaria, artesanato…

Os Artistas autênticos estão sempre interessados em que apareça primeiro a sua arte antes do seu nome. Sabem que a sua arte é sua companheira para sempre e que nunca o abandonará, até o fim da sua existência. Sabem também, que agindo com honestidade ela poderá lhes oferecer um caminho agradável de… Satisfação pessoal acima de tudo… Possível fama… Ganho financeiro.

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Assim, os Artistas põem em ação o seu engenho e o seu talento, altamente desenvolvidos, com a intensão de se impor como arte pura da expressão do belo e provocar o máximo de emoções e de mudanças. Daí, surgirem na História, movimentos de arte de acordo com os variados estilos de expressão… “O Maneirismo” com suas manias… ”O Barroco” com sua rudeza… “O Rococó” com seus exageros… “O Fauvismo” com a arte selvagem… “O Surrealismo” com a sua alienação da realidade…

Pablo Picasso, pintor espanhol famoso no mundo inteiro, define… “Os Artistas são ao mesmo tempo um ser político, sempre alerta aos acontecimentos tristes, alegres, violentos, aos quais reage de todas as maneiras. Não, a pintura não é feita para decorar apartamentos. É um instrumento de guerra para operações de defesa e ataque contra o inimigo”.

Os Artistas sabem que a sua missão é melhorar as pessoas e melhorar o mundo com a sua arte, através das manifestações do belo.

No dia 24 de Agosto… Parabéns a todos os Artistas… Pessoas especiais que sonham e trabalham por um mundo melhor.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Herman Holtz foi um dos autores mais prolíficos de livros para o consultor. Ele é autor de mais de 70. Passou em fevereiro 2001. Seu conhecimento sobre consultoria e negócios se extende sobre todo o mundo dos negócios e que ele compartilhava generosamente com o leitor.

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Ele dizia que o adjunto adnominal torna-se importante na identificação de um consultor individual e na definição de sua especialidade ou campo profissional e serviços. Temos consultores de marketing, editoriais, administrativos e outros, mas estes adjuntos definidores muitas vezes são genéricos demais. Temos consultores de marketing de diversos tipos — de projetos, de mala direta, de publicidade, … “Você também pode ser um consultor ou uma consultora Jequiti… A única que oferece a oportunidade do consultor (a) e sua cliente participarem do programa Roda a Roda Jequiti e ganhar um prêmio extra de 1 milhão de reais em barras de ouro.” E viva o Silvio Santos!

Brincadeiras à parte, devemos ter em mente que a consultoria pode ser uma carreira alternativa viável para qualquer pessoa que exerça qualquer profissão. Embora continuemos a fazer referência à profissão de consultoria, é apenas por conveniência e não deve distorcer a compreensão do que realmente é: maneiras e métodos especiais de exercer uma determinada função útil ao meio.

Muitos profissionais relutam em se identificar como consultores, talvez por causa das zombarias e dos epítetos… Não faltam piadas sobre o consultor. Mesmo algumas grandes firmas — Deloitte Touche Tohmatsu, Ernst & Young, PwCKPMG, só para citas as Big4 — apresentan-se como serviços profissionais e contadores, embora sejam bem conhecidas como consultores administrativos.

 

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Esta é uma dica importante para definir um consultor: Identifica-o como um especialista em uma profissão, representa uma maneira de exercê-la mas não a profissão em si. No meu próprio caso, devo me identificar primeiro como especialista em planejamento, segundo como especialista em planejamento estratégico e sistemas de gestão e terceiro como especialista para outras atividades que precisem de planejamento e sistemas de gestão, especialmente para negócios em situação de mudança e particularmente no que se refere às pessoas que têm que gerir negócios em situação de mudança.

Também posso me considerar um escritor — blogueiro, que dá consultoria para outras pessoas que precisam de ajuda para desenvolver o seu negócio. Se você tem uma idéia na cabeça, eu ajudo a colocá-la na terceira dimensão!

Mas as diferenças são mais do que semânticas: tem muito a ver com o modo como os clientes vêem o que estou fazendo por eles — em que posso ajudar os clientes e o que eles percebem que faço por eles.

Bom! O importante é que a consultoria é uma maneira de exercer uma profissão — uma função útil ao meio. Isto é, não é realmente uma profissão em si e por si mesmo.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

O aluno é uma pessoa em pleno desenvolvimento e necessita de muita atividade, participação, liberdade responsável, conhecimentos e esclarecimentos do porque de tudo o que lhe é ensinado, atribuído e exigido.

Curso online de Educação para Era Digital

O Orientador Pedagógico é responsável pela aprendizagem dos alunos, isto é, pela verificação da mudança de comportamento desejável a uma vida realizadora, em relação ao conteúdo ensinado em cada área de ensino. Então…

  1. O Orientador Pedagógico deve empenhar-se na sua atividade para que o ensino tenha uma direção orientada para a o desenvolvimento da vida pessoal, familiar e para o trabalho, preparando concretamente os alunos para um frutuoso futuro pessoal e profissional.
  2. Propor um sistema de ensino adequado aos objetivos educativos de formação de uma personalidade equilibrada e acompanhar o desempenho junto a cada professor e aos alunos, através dos resultados das mudanças de comportamento por aprendizagem.
  3. Realizar antes do ano letivo, reuniões de Planejamento do ensino como também da Orientação Pedagógica necessária a cada área do ensino esclarecendo aos professores a respeito da verdadeira mudança de comportamento por aprendizagem esperada dos alunos, em relação ao conteúdo que é ensinado.
  4. Promover atualização pedagógica e didática dos professores em sentido geral e específico de cada área de ensino ajudando-os a conseguirem mudanças de comportamento por aprendizagem, aplicando os “Três tempos do ensino”: concreto, semi-concreto e abstrato.
  5. Realizar “re-uniões” pedagógicas com a assiduidade necessária com atividades que proporcionem sempre mais união e amizade entre os professores.
  6. Promover o entrosamento dos professores e alunos com os trabalhos administrativos e serviços gerais da escola.
  7. Acompanhar de perto a estrutura e o funcionamento eficiente da biblioteca e estimular a frequência dos alunos nela.
  8. Manter cada área de ensino suficientemente provida de material didático, tanto as áreas “teóricas” como as indispensáveis e necessárias áreas práticas de atividades religiosas, artísticas e físicas que promovem o equilíbrio da personalidade.
  9. Vigiar para que as áreas de ensino estejam sempre integradas entre si e que as avaliações sejam honestas em relação ao progresso de cada aluno em relação a si mesmo, com o objetivo de prepara-lo para a vida real e aprender a vencer-se sempre e não a se comparar com os outros.
  10. Realizar Reuniões Festivas para os pais e familiares a cada encerramento periódico do ensino, apresentando e exibindo os resultados concretos da aprendizagem alcançada.

Ser uma alma livre, feliz no trabalho, feliz na amizade e feliz no amor aos outros; ou ser um miserável fardo de conflitos, odiando-se e odiando a humanidade – tanto uma coisa como outra são o legado que pais e professores dão a cada criança. Lembre-se de que a ação toca o inconsciente onde as palavras não podem chegar (Neill).

 

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Sergio Vieira Holtz Filho

Resposta a Cléo Valério – aluna  concluinte do curso de Pedagogia da URCAMP – Bagé/RS 1º semestre 2011.

A Profa. Maria Luiza me pediu que te respondesse excepcionalmente, na qualidade de editor e agente do trabalho de divulgação da Pedagogia Empresarial.

Curso online de Pedagogia Empresarial

Nossa sugestão é que você não dê atenção ao empecílio, porque todos (ou 99,99%) dos professores, inclusive os de pedagogia, não acreditam que a Pedagogia possa ser exercida noutro ambiente que não seja a sala de aula. Você já deu uma olhada no artigo “Existe vida além do quadro negro”? disponível em: http://www.mh.etc.br/blog/pedagogia-empresarial/83

Para começar a mudar esse conceito, mude-o em você. Veja, por exemplo, como os psicólogos atuam na ânsia de ser um pedagogo! Sim, porque todo psicólogo tem a pretensão (ou o desejo) de conduzir alguém, e é o pedagogo que tem os elementos científicos e cognitivos e intuitivo para “conduzir o menino”, a criança dentro de cada um de nós.

Dessa maneira, todo pedagogo poderia clinicar, atender às pessoas, no seu consultório, como faz a Profa. Maria Luiza, há mais de 30 anos; pessoas que precisassem — e quisessem — orientação para a sua vida. Não me refiro ao atendimento das psicopatologias, mas das dificuldades de aprendizagem perante a vida… Isso não tem nada a ver com a escola. Hoje em dia as escolas tornaram-se fábricas medíocres de contribuintes felizes para um governo qualquer, de um estado sabe-se lá para que serve! O sistema de educação vigente nas escolas é, na melhor das hipóteses, um embrião mal formado do sistema comunista, nazista ou fascista, com aquelas carteirinhas alinhadas, as aulas programadas por alguém a quilômetros de distância, a avaliação “exo-comparativa punitiva”… Você sabe do que eu estou falando!

A forma como a Profa. Maria Luiza tem auxiliado é através do atendimento individual — orientação pedagógica, coaching, consulta, etc… — ou com palestras em Universidades, para Prefeituras, ONGs, Cooperativas, Congressos e Seminários, quando convidada; além, é lógico, do trabalho incansável de divulgação na web, que fazemos desde 1998. Sim, a Profa. Maria Luiza já era blogueira antes de existir o blog.

Assim, aqui vai o nosso conselho e o exemplo da Profa. Maria Luiza Marins Holtz para que você ouse.

Fuce no nosso blog. Temos muitas dicas e orientações compartilhadas. Mas, pedagogicamente falando, não recomendamos nenhuma fórmula. Não trabalhamos com pacotes prontos, cada projeto é desenhado para cada cliente, dentro da sua capacidade, da sua possibilidade, da sua demanda.

Um abraço e Sucesso

 

Tecnologia associada a mudanças na organizacao do trabalho

Paulo Freire adaptado para administração de empresas

Aspectos sociotécnicos das TI & Relacionamento Humano & Sinergia

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Sergio Vieira Holtz Filho

Quem analisa superficialmente os acontecimentos não consegue formar uma ideia objetiva da opinião pública de nossos dias, e acaba aceitando a opinião corrente de que o mundo caminha homogênea e inelutavelmente para uma irreligião.

Curso online de Sociologia Contemporânea

Será que a sensação de isolamento, de vazio e de carência de afeto autêntico, do homem contemporâneo seria fruto de uma crise existencial? Existir para que?

Escuta, Zé Ninguém!“Tens medo de olhar para ti próprio, tens medo da crítica, tal como tens medo do poder que te prometem e que não saberias usar. Nem te atreves a pensar que poderias ser diferente: livre em vez de deprimido, direto em vez de cauteloso, amando às claras e não mais como um ladrão na noite. Tu mesmo te desprezas, Zé Ninguém, Dizes: “Quem sou eu para ter opinião própria, para decidir da minha própria vida e ter o mundo por meu?” E tens razão: Quem és tu para reclamar direitos sobre a tua vida? Deixa-me dizer-te.”

Nas palavras do Papa, “Os Santos manifestam de diversas forma A presença poderosa e transformadora do Ressuscitado”.

O que significa ser Santo? Quem é chamado a ser santo? Ainda somos levados a pensar que a santidade é uma meta reservada a poucos eleitos. São Paulo, ao contrário, fala do grande desígnio de Deus e afirma: “N’Ele escolheu-nos antes da criação do mundo para sermos santo e imaculados diante d’Ele na caridade” (Ef 1,4).

Não te excites, chefezinho de todos os democratas e de todos os proletários do mundo. É minha firme convicção de que a tua futura liberdade real depende mais da tua resposta a esta pergunta do que de milhares de resoluções dos teus congressos de Partido… Poderias ter escolhido entre a crueldade da Inquisição e a verdade de Galileu. Escolheste torturar Galileu, de cujas descobertas ainda hoje beneficias, submetendo-o a toda a espécie de humilhações, e, em pleno século XX, continuas a utilizar os mesmos métodos da Inquisição.

A santidade, a plenitude da vida cristã, não consiste em realizar empreendimentos extraordinários, mas em unir-se a Cristo Ressuscitado, em fazer nossas as suas atitudes, pensamentos e comportamentos.

Continuarás através dos séculos a seguir embusteiros e energúmenos, cego e surdo ao apelo da VIDA, A TUA PRÓPRIA VIDA. Porque tu temes a vida, Zé Ninguém, e a destróis na crença de que o fazes em nome do “socialismo”, ou do “Estado”, ou da “honra nacional”, ou da “glória de Deus”. Há algo, no entanto, que não sabes ou não queres saber: Ninguém é excluído do chamado à santidade.

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Nas minhas andanças pelo empreendorismo de inovação, criei uma empresa com com Marcelo Morgan, para produção de podcasts, alguns meses depois do lançamento dessa tecnologia, ou seja, em setembro de 2004 Adam Curry lançou o RSS, em fevereiro de 2005 Marcelo e eu começamos o Ideiacast, em junho de 2005 a Apple atualizou o iTunes para suportar os podcasts. Portanto estamos entre pioneiro do desenvolvimento de podcasts (e videocasts).

Como no Brasil a disponibilidade de banda era (era?) limitada, optamos por um servidor mundial e tivemos que adquirir know-how para gerir essa tecnologia, tanto de produção dos podcasts e videocasts, como de gestão de servidores. Estudamos muito, fizemos parcerias sem fronteiras e passamos a participar de uma comunidade que desenvolve tecnologia a partir das experiências e das necessidades dos usuários — usabilidade. Encontramos o mundo hacker, e a ética hacker.

Com tudo isso passamos a prestar consultoria na crítica de conteúdo para Internet. Sim, não basta ter um site bonito, tem que funcionar! E funcionar na rede significa resultar em cliques, significa relacionamento humano. Veja o sucesso do Facebook! Óbvio! Não, não é tão óbvio assim. A Internet já desenvolveu a sua linguagem própria. Existe um roteiro que funciona na Internet, que é diferente do roteiro de rádio ou de TV. Também não funciona tratar o site como um folhetos eletrônico ou como outdoor. Fica bonitinho mas ordinário!

Esta semana mesmo, em visita a um grande e respeitadíssimo veículo de informação em Sorocaba, vi que eles ainda não tem uma estrutura funcional de gestão de correspondência eletrônica – o velho e-mail, que todo mundo usa e não sabe bem pra que que serve (além de mandar os PPS). Estão discutindo o layout da página e nem se dão conta das “barbaridades” visíveis que cometem na gestão da estrutura da informação — matéria prima do negócio. Digo isto não para falar mal, mas para mostrar que, mesmo empresas do ramo de comunicação ainda não entenderam o que é a Internet, para que serve, e como se servir dela a um custo razoável. Nada daqueles orçamentos estratosféricos!

Temos um cliente, um jovem empreendedor que nos contratou para gerir a estrutura funcional de comunicação das suas duas empresas, a partir das ferramentas já disponíveis e gratuitas. Somos os terrores da empresas que vendem “sistemas”. Mas, nós damos para os nossos clientes a funcionalidade que eles nunca terão com um pacote sapo, ou um dataisso ou um microqualquercoisa. Além de desenvolver autonomia. Sinto muito a sinceridade, mas temos que ser honestos com nossos clientes, assim exige a ética hacker.

E o que isso tem a ver coaching? Meu! Não dá para começar a falar em gestão da estrutura de comunicação sem antes “treinar” o cara. A primeira intervenção, é (tem que ser) uma verdadeira seção de coaching. Se nós não tirarmos os véus, não pusermos um pouco de luz naquilo que o indivíduo quer, a coisa não vai funcionar e ele vai cair no colo de uma dessas “fábricas de sites”. Tudo bem! É uma forma legítima de ganhar dinheiro, mas pode ser melhor! Bem melhor!

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Muitos acontecimentos trazem muito conhecimento.

O acúmulo de conhecimento é sintoma de gula ou de avareza. Saber, saber e saber, e querer saber cada vez mais é sinal de fome. Fome crônica.

– Quando é que eu vou estar saciado?

– Quando passar a dar.

– Dar conhecimento?

– Não, nada disso! Vou estar saciado quando passar a dar o resultado do conhecimento elaborado em mim.

Não existe uma escola fora de mim que me dê o resultado do conhecimento adquirido. Dei uma olhada em volta… Quantos dos meus professores acredito que são felizes? Não, não! Não é sabendo mais que se consegue mais. É sim, fazendo mais, interagindo no meio.

– Mas eu já trabalho 18 horas por dia!

– Talvez esteja na hora de fazer a mesma coisa em menos horas. Sim, valorizar os elementos inteligentes que já fazem parte de mim. Isso mesmo! Sim, eu posso fazer aquele curso que tanto quero! Sim, eu posso fazer aquela viagem. Sim, eu posso…

– Ah! Mas isso e mais aquilo!… Entes, eu tenho que…

Estou diante de uma doença ocidental conhecida como normose.

– Então não faço nada. Acordo mais cedo, pra passar mais tempo reclamando que não tenho tempo.

R. D. Laing é, há muitos anos, uma das personalidades mais estimulantes e controversas da psiquiatria contemporânea. Desafiando tanto a psiquiatria tradicional como a sociedade ocidental, ele afirma que a sanidade da nossa cultura é, na melhor das hipóteses, uma “pseudo-sanidade” e que a chamada doença mental não é a verdadeira loucura. Sua contribuição para essa antologia, “A Relação entre a Experiência Transcendental, a Religião e a Psicose”, tem especial interesse por exprimir a atitude lainguiana diante das experiências místicas e da espiritualidade.

 

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

O Prato mais apreciado, degustado e consumido hoje nas grandes e pequenas cidades brasileira… A deliciosa PIZZA!

Há uma pesquisa que afirma que no Brasil, a cada 12 segundos sai uma Pizza do forno. São milhares e milhares de Pizzas assadas por dia para os brasileiros, seus maiores degustadores no mundo.

Esse alimento inspirado na antiquíssima massa de pão já existia, há 5.000 anos atrás, com outro nome, é claro. É uma criação culinária que tem a forma de um disco de massa fermentada de farinha de trigo, coberta com tomates, muzzarella (ou também outros tipos de queijo), temperos, carnes defumadas e ervas finas (orégano e manjericão), assada de preferencia em forno a lenha. É a delícia dos brasileiros.

Dia 10 de Julho é O Dia Nacional da Pizza.

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Foi no dia 10 de Julho de 1985, ao final de um concurso onde foram eleitas as 10 melhores receitas de Pizza Muzzarella e Margherita, que Caio Luiz de Carvalho, Secretário de Turismo de SP instituiu o Dia Nacional da Pizza… E ficou.

Você sabe como surgiu a deliciosa Pizza… Que em Portugal se escreve Piza?

Não foi na Itália como nós pensamos. Os italianos de Nápoles sim a aperfeiçoaram depois que conheceram o tomate, levado das Américas pelos conquistadores espanhóis, e o acrescentaram à cobertura da massa, que no início era dobrada como um sanduíche (calzone).

Mas, por que Nápoles na Itália se tornou a cidade da Pizza, mais famosa do mundo?

Porque na Idade Média, os turcos muçulmanos levaram para a Itália – através do porto de Nápoles – o costume que adquiriram dos egípcios, babilônios, hebreus, fenícios, gregos e romanos que já assavam “picea” (massa fermentada de trigo em forma de disco) e faziam o “Pão de Abraão” (semelhante ao “pão árabe” ou “pão sírio” que conhecemos hoje), e cobriam com azeitonas, carne e cebola, e ervas aromáticas.

No início, em Nápoles e todo o sul da Itália, “picea” era servido por ambulantes na rua para a população mais simples, coberto com ingredientes baratos na época (alho, azeite, toucinho, peixe frito, queijo e ervas regionais…) de onde derivou a palavra Pizza.

A Pizza era tão deliciosa e sua fama crescia tanto que estimulou a inauguração em 1830, da primeira Pizzaria em Nápoles a “Port`Alba” onde os artistas famosos, se reuniam para degustá-la. Até o Rei Umberto e a Raínha Margherita da Itália, quiseram experimentar a famosa Pizza, quando o padeiro napolitano Don Raffaelo Esposito e sua mulher foram levados à cozinha do palácio e prepararam diversos tipos de pizza. Mas, a rainha se encantou com a Pizza coberta com as três cores da Itália… O vermelho do tomate, o branco da muzzarella, o verde do manjericão acompanhada de um vinho saboroso e uma canção aveludada. Dom Raffaelo imediatamente batizou essa pizza de “All Marguerita” em honra à sua rainha… Que lhe rendeu imensos lucros no seu restaurante. Desde então, a Pizza Margherita e a Pizza típica Napolitana – com sua massa elástica, trabalhada com as mãos e dobrada nas bordas – são as pizzas mais degustadas em toda a Itália, Europa e o mundo.

Então, os italianos imigrantes trouxeram a Pizza para as Américas e já em 1905, em Nova York, Estados Unidos, abriram a primeira Pizzaria “A Lombardi`s”. E no Brasil, a Pizzaria “Dom Carminiello” de Carmino Corvino, no bairro do Brás em São Paulo. E, até os anos 1950 a Pizza só era encontrada nas colônias italianas.

Hoje, já faz parte da nossa cultura brasileira, com a expressão típica do Brasil… “Tudo acabou em Pizza”, que quer dizer… Discussões e desavenças sempre se resolvem com uma deliciosa Pizza. Essa expressão surgiu na mídia, depois de uma longa e tensa reunião, dos diretores do Clube Palmeiras, que no final, saboreando pizzas e um bom vinho, terminaram a reunião sem nenhum desentendimento.

Que tal saborearmos uma Pizza hoje, para comemorar… O que? A benção de sermos brasileiros.

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Sergio Vieira Holtz Filho

 

Existem várias organizações que promovem cursos de formação em Coaching. Todas são excelentes na sua proposição!

Um coach deve ter experiência naquilo que ele orienta. Vamos emprestar alguns exemplos dos esportes, para ilustrar: um treinador de natação, por exemplo, não precisa ter sido um campeão olímpico, mas tem que ter experiência com natação, tem que ter entrado na água muitas vezes. Um treinador de volei, deve ter jogado volei, e assim por diante. Não adianta você assistir a todos os campeonatod de Judô, e nunca ter entrado no tatame!

Curso online de Coaching

Daí você já começa perceber que para ser médico, advogado, engenheiro, administrador de empresas, pedagogo, psicólogo, … qualquer profissão, precisa mais do que boas notas na faculdade! O Tempo ensina. Uma das maneiras de multiplicar o seu tempo disponível, é “conversar” com quem já percorreu um tempo, naquilo que você quer, naquilo que você precisa. Para isso você elege um coach.

Sabe, aquele antigo sistema de aprendiz, oficial e mestre? Quando o ajudante aprendia a assentar “uns tijolinhos” era chamado de “meia-colher”? Só era pedreiro depois de assentar muitos tijolos, ter feito a fundação, a cobertura, as esquadrias, hidráulica, elétrica… aí sim ele era “o Pedreiro”. Não, você não precisa voltar a fazer estágio, mas contratar, combinar com alguém que tem experiência naquilo que você deseja aprimorar, ou precisa resolver, ou quer desenvolver.

Existem muitas técnicas de ensino e aprendizagem, e muitas opiniões sobre qual é a melhor, e mais eficiente delas… Ainda não se chegou a um acordo. Cada professor professa a sua teoria baseada na colcha de retalhos das teorias de outros professores, no resultado da sua experiência, etc. Mas o coach que você escolher, pode não ter sido preparado para ensinar. Afinal de contas ele passou o tempo colhendo resultados de outras experiências, que não tinham nada a ver com ensino e aprendizagem… Mas o Tempo ensinou.

Talvez ele não saiba nada sobre inteligência emocional, sobre a quarta onda, sobre psicodinâmica do aprendizado…. Mas ele tem o resultado prático daquela experiência, o resultado bom e o não-bom. Claro! Nem nos contos de fadas a vida se expressa só de “cor-de-rosa”. Tem que ter a bruxa! Tem que ter o lado negro da Força!

 

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Sergio Vieira Holtz Filho

Mais um rótulo interessante: Coaching.

Todo mundo comenta que o brasileiro é um macaquinho imitador, talvez por causa da tradição colonial, talvez herança da “indolência dos gentios”, diziam os colonizadores dos nativos que não se submetiam à “superioridade” européia. Quam sabe? Darcy Ribeiro já deu forma e conteúdo ao processo de formação dos povos americanos. Mas, vamos ao rótulo!

O que Coaching tem a ver com Pedagogia empresarial?

Curso online de Pedagogia Empresarial

De todos os lados surgem descobertas e iniciativas, as mais diversas, à procura de caminho seguro para o melhor desenvolvimento integral do ser humano. Como cachorro do caipira que roda, roda e roda antes de deitar, ficamos dando voltas em busca da varinha mágica. Coaching não é a varinha mágica.

Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o profissional e o cliente de acordo com a meta desejada pelo cliente, onde o coach orienta o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazo, através da identificação e uso das próprias competências desenvolvidas.

A Pedagogia é a ciência que estuda e aplica doutrinas e princípios visando um programa de ação em relação à formação, aperfeiçoamento e estímulo de todas as faculdades da personalidade das pessoas, de acordo com ideais e objetivos definidos.

Percebeu a semelhança?

Ora, os clientes vêm ao choach, porque eles querem ajuda para efetuar mudanças. Estas não são as mudanças físicas, como as que poderíamos obter ao ir a um cabeleireiro ou um cirurgião plástico. Assim, os coaches se encaixam na categoria geral de “agentes de mudança psicossocial”.

Ora, aprender não pode ser só acumular conhecimento, aprender efetivamente é mudar!

O Conselho Nacional de Pesquisa do s Estados Unidos, através do Comitê de Desenvolvimento da Ciência da Aprendizagem, encomendou uma pesquisa, que resultou no livro “Como as Pessoas Aprendem : Cérebro, Mente, Experiência e Escola”, publicado em português pela editora SENAC. Brilhante! Completo! Interessantíssimo! Ao final das suas 381 páginas, deixamos o livro com muito conhecimento e sem sabem exatamente o que fazer hoje.

Curso online de Coaching

O processo de mudança, ou seja, o processo de ensino e a consequente aprendizagem é objeto de estudo da Pedagogia. Não adianta só ter conhecimento, precisa ser o conhecimento. Na prática! No final das contas todo psicólogo deseja ser um pedagogo. Todo sociólogo objetiva um resultado pedagógico. Todo empresário (de qualquer natureza) pretende implantar mudanças. Então, na empresa nós usamos Pedagogia Empresarial, pessoalmente eu uso Coaching.

— Ah, Sergio! Mas não dá pra fazer coaching organizacional?

– É claro que dá! “Iguar que na escola. Das veiz funciona!”

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Sergio Vieira Holtz Filho

Está muito difundido entre nós tentar restaurar o passado mediante uma terapia. É sem dúvida útil que se faça uma revisão terapêutica da própria história. Mas, muitas vezes, alguns se voltam ao seu passado à procura de justificativas para o fato de que alguma coisa não vai bem. “Mas, por que a minha vida é tão difícil?” “Por que não sou bem-sucedido?”

Consciente do seu passado, devidamente enquadrado no DSM-IV tr (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), a vida continua difícil ou, na melhor das hipóteses, segue medíocre como a de “todo mundo”. Daí resulta que muitas pessoas, empreendem uma busca espiritual noutras paragens, nas tradições orientais, por exemplo. Afinal de contas, o desejo de desenvolvimento e iluminação internos é bem aceito no Oriente onde há procedimentos e técnicas para facilitar este processo.

O “velho” Jung acreditava, entretanto, que a sistematização do processo de crescimento tinha seus perigos. Há séculos, a Ioga congelou-se num sistema fixo. Tal como nós a conhecemos hoje em dia, tornou-se um método de treinamento espiritual que é ensinado aos iniciados de cima para baixo… “o que é extremamente o oposto daquilo que eu faço”.

Jung argumentou que os procedimentos orientais para a individuação, como Ioga e Budismo, são geralmente inadequados para os ocidentais. Os ocidentais que têm procurado doutrinas orientais tenderam a repudiar sua herança ocidental, tentando imitar a cultura oriental tanto quanto possível e desligando-se de importantes partes de suas próprias psiques.

Mas você pode encontrar um caminho na tradição cristã, que corresponda aos seus anseios mais profundos. Não é um caminho moralizante, nem ascético propriamente, mas o caminho místico de uma prática, que conduz cada vez mais à liberdade e ao amor. Este caminho tem muitas semelhanças com os caminhos místicos que nos oferecem as religiões, ou tradições, orientais.

Nessa altura, é benéfico, é saudável o impulso que nos faz entrar na presença de Deus – ou de uma Força Maior, se vc preferir – sem recalcar o passado. Quando estou inteiramente presente a mim mesmo, esqueço-me de mim próprio, e de gravitar à minha volta e à volta do meu passado. Estou simplesmente no momento presente. E neste estar puro e simples, tudo é bom. Sinto a presença de Deus.

É claro que o meu passado virá sempre “prá cima” de mim. Então não devo ignorá-lo, mas oferecê-lo, orientando para Ele o desejo que irrompeu em mim, por causa da história da minha vida. Então, apesar de todas as feridas que há em mim, sentirei o desejo de amor, que me retira do passado e me transporta para um mero estar presente. Entendo que este é um caminho terapêutico que a espiritualidade cristã nos pode oferecer (Pe. Anselm Grün, 2008).

ANÔNIMO do séc. XIV. A nuvem do não-saber. Apresentação, tradução do inglês medieval e notas de Lino Correia Marques de Miranda Moreira ; Prefácio de Anselm Grün. 2. ed. – Petrópolis, RJ : Vozes, 2008. 188 p.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Quando dei entrevista para a Revista arq&design, a jornalista me falou que ficou surpresa porque acreditava que “esse negócio de coaching fosse só pra gente cheia da grana”. Não! Coaching é para qualquer pessoa, expliquei, qualquer pessoa que queira ir direto ao ponto. Não quer fazer um curso disto ou daquilo.

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Como repórter você poderá querer aprimorar seu estilo de redação, por exemplo, e entrar em contato com um roteirista que você admire, e pedir para que ele te oriente, ensine, acompanhe,… que seja seu coach, naquele objetivo específico, por um tempo determinado. Ou ainda, você poderá querer melhorar o seu desempenho nas ferramentas de informática, um processador de texto online, um  sistema que viabilize atividades colaborativas, e para isso você contrata um coach em informática para você se aprimorar como usuário. Não é curso de informática. Não é “comprar um programa”. É coaching.

E para melhorar relacionamentos com os filhos, familiares ou colegas de trabalho? Também! Você escolhe, elege o profissional que você acredita, que você confia. Pode ser um psicólogo? Sim, pode. Pode ser um pedagogo? Sim, pode. Pode ser um filósofo? Sim, pode. Mas você não se torna um coach fazendo um curso de formação de coaching.

Dizem que os números do coaching no Brasil crescem vertiginosamente. Segundo a revista Time & Business News, a demanda nos Estados Unidos é tão alta que o Coach cobra de 600 a 2.000 dólares por sessão. O mercado de coaching geral cresceu 18% no ano passado e movimentou mais de 2,5 bilhões de dólares. No Brasil a “coisa” é um pouco diferente.

Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o profissional e o cliente de acordo com a meta desejada pelo cliente, onde o coach orienta o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazo, através da identificação e uso das próprias competências desenvolvidas.

A diretoria de uma certa empresa me pediu para fazer coaching com o seu gerente. Eu expliquei que não funcionaria. Isso de mandar o gerente fazer coaching para ver se ele melhora… tisc, tisc… Não adianta achar que o outro tem que melhorar. É você que tem que fazer a “lição de casa”. E a gestão de negócios tem que ser feita a partir da identificação dos processos necessários para o sistema de gestão… Bom! Isso é outro assunto.

Dá pra entender que coaching não é profissão! Coaching é uma forma de prestação de serviços. Primeiro o coach tem que ser reconhecido – por você que contrata – como competente em alguma coisa que te interesse. Um profissional que tem uma excelência que você admira. Aí sim!… em comum acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente) de acordo com a meta desejada pelo cliente.

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Sergio Vieira Holtz Filho

O discurso que hoje desconhece a interdisciplinaridade não pode mais ser levado a sério.

Existem pessoas no campo da ciência que se fecham à espiritualidade; e pessoas de grupos religiosos que se fecham a qualquer abordagem da ciência. Em ambos os casos entendo que haja fanatismo, ou seja, falta-lhes a razão. “Ora, não somente um religioso pode se tornar fanático, reforçando somente suas idéias, seu ponto de vista, sua prática religiosa, quanto um cientista pode tornar-se fanático, quando se fecha a outros diálogos, a outras ‘escutas’, igualmente importantes e fundamentais sobre o ser humano (VALLE, 2011, p. 15)”

Andar com fé eu vou

Que a fé não costuma faiá…

Certo ou errado até

A fé vai onde quer que eu vá

Ôô, a pé ou de avião

Mesmo a quem não tem fé

A fé costuma acompanhar

Ôô, pelo sim, pelo não

Afinal de contas, quem foi que tirou Deus das nossas vidas?

VALLE, Isac Isaías. A cura do “eu” interior : o encontro e diálogo entre fé e ciência – São Paulo : Palavra & Prece, 2011. 119 p.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

MILHARES DE PRODUTOS SÃO COMERCIALIZADOS NO BRASIL INTEIRO FATURANDO MILHÕES DE REAIS GRAÇAS AO

REVENDEDOR OU REPRESENTANTE COMERCIAL

Atualmente centenas de pessoas exercem a profissão de Revendedor ou Representante Comercial com uma renda mensal significativa. São profissionais de vendas que representam comercialmente uma empresa, sem vínculo empregatício com ela. E por isso, podem representar várias empresas ao mesmo tempo. Podem ter seu estabelecimento comercial, instalar escritório próprio, trabalhar “porta a porta” e através da internet.

Dia 20 de Junho é o Dia do Revendedor.

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Os Revendedores ou Representantes Comerciais vêm oferecendo tantos benefícios, ao comércio e á indústria desde a década de 1960, que lhes garantem, cada vez mais, status elevado e muito prestígio na sociedade brasileira. Tornaram-se por isso, importantíssimos e de grande influencia nas relações comerciais entre as indústrias e os clientes. São Revendedores de combustíveis, de veículos, de imóveis… De inúmeros produtos.

O Revendedor ou Representante Comercial competente é interessado e extremamente dedicado. Por isso, se torna tão precioso para as indústrias e o comércio que chega a trabalhar para as mesmas empresas durante muitos anos… Até se aposentar. É o tipo de profissional que tem características muito especiais de personalidade… É honesto, responsável, muito organizado e de raciocínio rápido. Além disso, é alegre, simpático, paciente, e relaciona-se facilmente… Sabe cultivar amizade.

Não é exigida formação universitária para o Revendedor. Mas, os melhores profissionais geralmente frequentam Cursos de Propaganda e Marketing que proporcionam excelência ao seu trabalho.

Centenas de empresas sobrevivem espetacularmente faturando mensalmente milhões de Reais, graças ao trabalho “porta a porta” dos Revendedores ou Representantes Comerciais. São homens e mulheres que, com seu esforço e dedicação, conseguem ampliar satisfatoriamente sua renda mensal – muitas vezes maior que o próprio salário – utilizando as horas vagas da labuta diária para sair às ruas (ou mesmo dentro do local de trabalho)… E, vendem muito… Milhares de artigos, de inúmeras naturezas, até nos lugares mais difíceis de chegar, oferecendo produtos de beleza, artigos religiosos, utilidades domésticas, alimentos, roupas, materiais de limpeza, joias e bijuterias, livros…

O trabalho do Revendedor ou Representante Comercial é antiguíssimo. E aqui no Brasil já é conhecido desde o começo do século XX, porém não como profissão. Quando esse trabalho foi regulamentado por lei – como profissão – passou a haver um grande equilíbrio nas relações entre os Revendedores e as empresas… Foi com a Lei 4.886 de 09/12/65… “Exerce a representação comercial autônoma a pessoa jurídica ou a pessoa física, sem relação de emprego, que desempenha em caráter não eventual por conta de uma ou mais pessoas, a mediação para a realização de negócios mercantis, agenciando propostas ou pedidos, para transmiti-los aos representados, praticando ou não atos relacionados com a execução dos negócios.” Essa lei estimulou a criação do Conselho Federal dos Representantes Comerciais que fiscaliza e normatiza em todo o país a atividade profissional de milhares de Revendedores.

Os Revendedores ou Representantes Comerciais merecem mesmo a nossa admiração pois estão sempre nos proporcionando bem estar com sua simpatia e atenção, próprias do seu jeito de ser.

Dia 20 de Junho… Parabéns a todos os tipos de Revendedores do Brasil!

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

CONHEÇA O BELO TRABALHO DE PROMOVER A INCLUSÃO SOCIAL E ECONÔMICA DE PESSOAS, FAMÍLIAS E GRUPOS EXCLUIDOS SOCIALMENTE…

DOS ASSISTENTES SOCIAIS.

O Assistente Social é o valoroso profissional de nível superior muito reconhecido pela sociedade, que, trabalha para contribuir com a construção da ordem social, política e econômica da comunidade. O seu trabalho profissional consiste em promover a inclusão socioeconômica de pessoas, famílias ou grupos excluídos, auxiliando-os na solução de suas dificuldades em relação à pobreza, à fome, ao desemprego, às diversas carências materiais e existenciais…

Dia 15 de Maio é o Dia do Assistente Social.

Então, veja como o Assistente Social realiza o seu trabalho… Através de atividades especiais e técnicas específicas desenvolve nas pessoas assistidas, a capacidade de criar habilidades para que consigam resolver suas próprias dificuldades tornando-se mais independentes, seguras e conscientes dos próprios valores a fim de que lutem, construam, e contribuam para a igualdade social.

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O Assistente Social se dedica justamente à solução dos problemas criados pela desigualdade social, através de atendimentos individuais e de grupos… Relacionados à criança em situação de risco, abandonada e moradora de rua, doente, internada, vitima de conflito familiar, sem escola, com deficiências, toxico dependente… Ao adulto desempregado, aprisionado, em conflito familiar, hospitalizado, idoso asilado, em defesa de direitos, deficiente, morador de rua, viciado dependente químico… E, esse trabalho social atinge a excelência quando ele conhece muito bem a realidade socioeconômica do país, é hábil no relacionamento humano, é calmo e tranquilo, sabe ouvir mais e falar menos, mantem-se neutro, sem julgar, diante das dificuldades das pessoas assistidas.

A formação profissional do Assistente Social tem a duração de 4 anos nas Escolas Superiores de Serviço Social, fundamentadas nas Ciências Sociais que estudam a pessoa humana na sociedade, com os conhecimentos de Sociologia, Psicologia, Economia, Ciência Política, Filosofia, Antropologia, Pedagogia…. Então, se especializa em pesquisar e analisar a realidade social, elaborar e executar propostas de programas de políticas públicas, empresariais e de movimentos sociais, com benefícios – para enfrentar e vencer as desigualdades sociais – sempre buscando garantir às camadas populares mais necessitadas, o acesso aos seus direitos à justiça social.

Como surgiu o Assistente Social?

Surgiu da necessidade urgente de promoção humana em 1898 em Nova Iorque. Com o aparecimento das classes sociais: burguesia dominante e classe proletária houve a necessidade de um trabalho profissional que cuidasse e assistisse às dificuldades da classe proletária.

No Brasil foi em 1936, com o inicio da industrialização brasileira, quando a população começava a se transferir da zona rural para a urbana com todas as suas dificuldades, insatisfações e pobreza. A emergência das desigualdades sociais, econômica e cultural, exigiu urgentemente um trabalho profissional de promoção humana, que atendesse, assistisse e buscasse no potencial das próprias pessoas a solução e a diminuição das desigualdades sociais… E que não fosse caritativo nem assistencial beneficente.

Uma resposta espetacular aconteceu. Nesse mesmo ano foi criado o primeiro Curso de Serviço Social na PUC/SP para formar profissionais que se comprometessem com os valores e princípios humanos e sociais que, até hoje, expressam o compromisso ético-político assumido pela profissão. Esse compromisso foi tão seriamente assumido que estimulou em 1942 a criação da LBA – Legião Brasileira de Assistência para cuidar dos Serviços de Assistência Social no Brasil, O SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, O SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial e em 1943 a CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. Logo em 1946 mais dois órgãos sociais para atendimento, assistência e promoção humana dos trabalhadores: O SESI – Serviço Social da Indústria e O SESC – Serviço Social do Comercio, e também a ABESS – Associação Brasileira de Escolas de Serviço Social.

Hoje há 90 escolas de Serviço Social no Brasil e todas as iniciativas públicas, e empresariais que tem a intensão de promover a pessoa humana para que ela mesma, descubra o seu potencial, vença a desigualdade social e todas as dificuldades decorrentes dela, são produtos da competência e da criatividade do Assistente Social e do Bacharel em Serviço Social.

No Dia 15 de Maio… Parabéns e a nossa admiração… A todos os Assistentes Sociais do Brasil… Valorosos profissionais do Serviço Social.

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