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Maria Luiza Marins Holtz

Foi surpreendente ficar sabendo o quanto todos nós necessitamos da existência dos Profissionais da Limpeza, os “Lixeiros”, os ”Garis” e as “Margaridas”, que também tem um dia especial para celebrar o seu trabalho. Dia 16 de Maio.

Vestidos com uniforme azul, ou laranja ou branco, esses admiráveis e valorosos Profissionais da Limpeza são os responsáveis por impedir a contaminação de doenças e as epidemias provindas da falta de higiene sanitária e asseio da população, com o acúmulo de lixo dentro de casa, nas ruas, nos terrenos baldios, nos jardins e outros lugares públicos… nas indústrias, nos edifícios comercias da cidade…

Lamentavelmente, apesar do seu imenso valor, esses profissionais são muitas vezes menosprezados por tantas pessoas, porque ignoram a sua importantíssima função. Mesmo assim, eles continuam executando, o seu trabalho sério, essencial e imprescindível na defesa da saúde dos moradores de todas as cidades do mundo.

Esses milhares e milhares de abençoados Profissionais da Limpeza varrem, coletam e transportam todo o lixo da cidade inteira, cortam a grama de todos os jardins, lavam e desinfetam todas as vias e todos os lugares públicos de maior movimento…

Para a seleção dos Profissionais da Limpeza, as empresas de recrutamento exigem qualidades excepcionais… Preparo físico, agilidade, rapidez, responsabilidade, capacidade de atenção, gosto por movimentação ao ar livre e por limpeza, conhecimento de higiene sanitária e saúde pública e transmissão de doenças. 

Os povos antigos, ainda nômades, não precisavam de água canalizada, rede de esgotos ou de “Lixeiros” para a remoção de lixo. Desde que começaram a viver em locais fixos, passaram a sofrer, até hoje, com os problemas sérios de doenças e epidemias causadas pela ausência de higiene e asseio pessoal, residencial e público, com o acúmulo de lixo.

A necessidade urgente e a importância dos “Lixeiros” foram crescendo com o progresso dos conhecimentos científicos de Higiene Sanitária e Saúde Pública.

Em 753 a.C, Roma já possuía rede de água e esgoto e a melhor rede de estradas da época. Porém, não tinha serviçais da Limpeza Pública. Os romanos sofriam com as doenças geradas pelo acúmulo de lixo jogado na cidade inteira.

Assim… Durante muitos séculos as doenças, as pestes e epidemias se alastravam, dizimando populações.

Somente em 1354, Londres foi a primeira cidade a estabelecer que o lixo da frente das casas deveria ser juntado e removido uma vez por semana. Mas, a população jogava o lixo nos rios. Até que em 1407 toda a população foi instruída a juntar e guardar o lixo dentro de casa até ser coletado pelos trabalhadores “Lixeiros”, que o transportavam.

Em 1500 Paris era considerada a cidade mais suja da Europa. Apesar do governo proibir a população de continuar a jogar lixo nas ruas e nos rios, somente em 1919, foi decretado o uso obrigatório de cestos de lixo, e 300 veículos com os “Lixeiros” faziam a coleta na cidade.

Em Portugal, desde o século XIX, os Profissionais da Limpeza são chamados de “Varredores” ou “Os Almeidas”, em homenagem a um excelente diretor geral da Limpeza Pública de Lisboa com o nome de Almeida.

No Brasil, os serviços de limpeza pública sempre foram da responsabilidade dos municípios.

Em 1876, na época do Império, no Rio de Janeiro, os “Lixeiros” começaram a ser chamados de ”Garis”, em homenagem ao francês Aleixo Gary que se destacou na história pelo seu eficiente trabalho na Limpeza Urbana da cidade. Até 1891 ele promoveu uma revolução na Limpeza Pública do Rio de Janeiro, que até então também era um imenso lixo nas ruas, nas praias e nas lagoas. Ele reunia diariamente um grupo de trabalhadores, que os cariocas chamavam “a turma do Gary”, com carros mecânicos que ele mesmo construía, usando muitas vezes a tração animal, para a coleta e transporte do lixo das casas e lavagem e limpeza das ruas da cidade inteira.

Em 1970, pela necessidade de mão de obra para a Limpeza Pública foram contratadas mulheres. O desempenho delas deu tal resultado positivo teve tanto sucesso e foi tão elogiado que muitas outras cidades repetiram a experiência. Elas receberam a denominação de “Margaridas” por ser a flor que simboliza a mulher e os uniformes brancos da cor que simboliza limpeza.

Hoje, graças a Deus, com o progresso da Ciência e Tecnologia, os “Lixeiros” os “Garis” e as “Margaridas” foram passando… Da coleta de lixo manual, para a coleta com tração animal, depois pela tração mecânica, em seguida para os caminhões de lixo e atualmente com a coleta semi automatizada dos conteiners, que mantém o lixo fechado, pelos caminhões compactadores e novos equipamentos e ferramentas de trabalho… Esses maravilhosos “Profissionais da Limpeza” cumprem a sua bela missão de defender e proteger a nossa saúde. Passam diariamente de casa em casa, em todas as ruas, jardins e locais públicos de todas as cidades… Sempre varrendo, limpando, lavando, desinfetando…

No dia 16 de Maio… O nosso Muito Obrigado e Parabéns a todos os “Lixeiros”, “Garis” e “Margaridas”.

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Nos sítios industrializados (país é um conceito abstrato em extinção), nosso relativo alto padrão de vida nos poupa de refletir sobre a dimensão existencial de nosas vidas. A maioria dos conflitos desenvolve-se em um caminho destrutivo porque as pessoas não são capazes de (ou não querem) assumir responsabilidades por sí próprias. Apenas a perspectiva da morte traz tais pensamentos.

Não coincidentemente, doenças sérias ou fatais estão entre as fontes mais poderosas de mudança, inspirando-nos a desafiar nossa própria boa criação. Confrontados com a morte, muitos de nós alteram, num instante, todos os nossos preconceitos elementares. Deixamos de ser extrinsecamente para ser intrinsecamente controlados.

Eu estimo que para cada cem adultos, vinte e quarenta anos de idade, talvez dois ou três sejam capazes de assumir resonsabilidade por suas próprias vidas. Tradicionalmente, a criação e as teorias educacionais enfatizam a responsabilidade social e nem citam a responsabilidade pessoal.

Quando as crianças são criadas para serem conscientes sobre sua responsabilidade social, elas frequentemente tornam-se socialmente responsáveis. De fato, muitas delas tornam-se até superresponsáveis. Ocorre que essas pessoas socialmente superdesenvolvidas, muitas vezes tem falta de responsabilidade pessoal. Por outro lado, quando as crianças são criadas para desenvolve sua responsabilidade pessoal, natural, elas também tendem a se tornar altamente responsáveis socialmente como parte do processo.

Esse fenômeno contradiz a crença de que a natureza egocêntrica da criança deve ser reprimida em consideração à comunidade. Também contradiz a crença daqueles que assumem que é necessário comprometer a integridade de uma pessoa para que ela seja de valor para a sua comunidade.

Redescobrimos, graças a Deus, o estreito relacionamento entre responsabilidade social e responsabilidade pessoal.

Talvez ainda haja tempo

Com essa nova compreensão do interrelacionamento entre responsabilidade pessoal e social, se você realmente quer contribuir para o crescimento e o desenvolvimento da sua comunidade, seja ela uma empresa, uma igreja, uma cooperativa, uma associação de bairro, ou um continente, não importa a extensão da tua consciência, ao trabalhar (carpe diem), conviver, você deve:

  • salvaguardar a integridade pessoal deles, e
  • intervir quando sentir que as pessoas estão cooperando em um grau excessivo.

Agindo assim, “adultos” garantem que suas “crianças” desenvolvam uma autoestima saudável e um bom grau de autorresponsabilidade… Lógico que social!

Baseado em Sua criança competente / Jasper Juul ; tradução de Marco Antônio Castilho. — Osasco : Editora Novo Século, 2002.

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Essa “história” começou na França, em 1564, com a mudança do calendário Juliano para o atual calendário Gregoriano, quando o Rei Carlos IX determinou que o Ano Novo passaria do dia 25 de Março, início da Primavera, para o dia 1o de Janeiro. As pessoas mais desenvolvidas entenderam e aceitaram e, começaram a fazer brincadeiras mentirosas e ridículas, no dia 1o.de Abril, com aquelas que resistiram à mudança e não quiseram aceitar o novo calendário, que já vigorava para todo o mundo cristão.

Considerando a origem do “dia da mentira” reconhecemos que a criação desse dia foi um menosprezo para com as pessoas do tipo que não aceitam a evolução, as mudanças e o progresso.

Mesmo que seja uma “brincadeirinha” será que é “uma boa” comemorar o dia da mentira? “Gozar” das pessoas fazendo-as de bobas, desprezando a sua dignidade humana? Ou, fazendo papel de bobo nas “gozações” das pessoas conosco? Aliás, o dia 1o. de Abril em alguns países como a Inglaterra é chamado de “O dia dos bobos”.

A Psicologia ensina que a virtude de sermos verdadeiros e transparentes faz com que nos sintamos muito bem conosco mesmo e o vício da mentira impossibilita a paz de espírito e a alegria de viver e nos causa um sentimento de tristeza e infelicidade.

O vicio da mentira é um dos nossos comportamentos inimigos que “tramam” contra nós.

O Catecismo da Igreja Católica também, ao tratar do Oitavo Mandamento ou Oitava Lei de Deus focalizar o vício da mentira nos ensina como Viver na Verdade e sentir paz.

As 10 Leis de Deus (ou 10 Mandamentos) são as Leis da Felicidade para a humanidade. São 10 regras benéficas para o comportamento humano, fundamentadas na Lei Natural. E, Jesus Cristo não veio “abolir as Leis e sim ensinar a praticá-las” para garantir, com segurança, a nossa permanente Aliança natural com Deus que é A Verdade e Felicidade. Nem que seja “brincadeirinha”, o vício da mentira causa um rompimento dessa Aliança natural da nossa pessoa com Deus e, por isso sentimos infelicidade.

Na Oitava Lei (da felicidade) ou Oitavo Mandamento – ”Não apresentarás um falso testemunho contra teu próximo” Ex. 20,16 – o Catecismo da Igreja Católica nos oferece várias razões para nos livrarmos dos efeitos desastrosos do vício da mentira:

  • “Deus é única fonte de toda a Verdade”
  • “O ser humano tende naturalmente para a virtude da verdade”. Portanto é mais fácil e gratificante viver na verdade e receber seus efeitos benéficos.
  • “Em Jesus Cristo a Verdade se manifestou plenamente. Ele e tudo o que ensinou, é “cheio de graça e verdade”.
  • Seguir e imitar os comportamentos de Jesus Cristo é viver do “Espírito da Verdade”. E, “Se dissermos que estamos em comunhão (unidos) com Ele e andamos nas trevas (vícios e sofrimentos) mentimos e não praticamos a verdade”. Jô 1,6.
  • “A virtude da verdade na retidão do agir é veracidade, sinceridade franqueza.”
  • “A virtude da verdade consiste em mostrar-se verdadeiro no agir e no falar, rejeitando a duplicidade, a simulação e a hipocrisia, a falsidade.”
  • Por justiça, “uma pessoa deve honestamente a outra a manifestação da verdade”. Porque, “A virtude da verdade devolve ao outro o que lhe é devido”.

Então! Será que é “uma boa” mentir e “comemorar” o Dia da Mentira?

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Um homem, um dia, resolveu empreender uma atividade mercantil (ou industrial, ou de prestação de serviço, ou qualquer coisa) e noutro dia essa mesma empresa cresceu e tomou proporções que escaparam das mãos do empresário. Ela cresceu!

O fluxo da vida pode conduzi-la (a empresa) com mais ou menos atritos e perturbações que outras empresas semelhantes, concorrentes (que correm juntas), companheiras. Algumas empresas, movidas pela maior ou menor capacidade de introspecção do seu criador, o dono (ou os diretores), só percebem que estão em movimento nas paradas, nas partidas e curvas súbitas, como numa viagem de trem, quando não se olha pela janela.

Mas pode acontecer da empresa crescer mais do que o seu criador e adquirir personalidade própria, a personalidade jurídica. É certo que esta personalidade sempre estará influenciada pela personalidade do criador, mas, num determinado momento ela adquire características próprias, levada, na maioria das vezes, pela inconsciência do empresário do fluxo da vida.

Muitos têm criticado este ponto de vista porque não apresenta um material sistematizado, Mas esquecem-se de que o material propriamente dito é a experiência viva, carregada de emoção, irracional e mutável por natureza, não se prestando a sistematizações a não ser de modo muito superficial. A administração experimental alcançou os mesmos limites que defrontam a física quântica: os cientistas têm de admitir que não sabem exatamente o que é a luz. Podem dizer apenas que em certas condições parece consistir de partículas, enquanto em outras parece consistir de ondas. Mas ignora-se o que é a luz “em si”.

Aquele processo, que Jung chamava de individuação, em geral começa infligindo uma lesão à personalidade (jurídica), acompanhada do consequente sofrimento. Sofre a empresa, sofre o empresário, sofrem todos que dela participam, todos os órgãos e todas as células daquele ser vivo de personalidade jurídica sofrem. Este choque inicial é uma espécie de “apelo”, apesar de nem sempre ser reconhecido como tal. Ao contrário, o ego (do dono, dos diretores e gerentes, gestores acadêmicos…) se sente tolhido nas suas vontades ou desejos e geralmente projeta esta frustração sobre qualquer objeto exterior. Isto é, o ego passa a acusar Deus, ou a situação econômica, ou o chefe, ou o cônjuge como responsável por esta frustração.

O remédio para afastar o mal é sempre único e difícil de ser encontrado. Muitos mitos e contos de fadas descrevem simbolicamente este estágio do processo de individuação. Observamos nos mitos que a magia ou o talismã capaz de curar a desgraça de um rei ou de seu país (leia-se empresa e empresário) é sempre alguma coisa muito peculiar: pode ser um peixe com um anel nas guelras, um cálice sagrado, três cabelos dourados da cabeça do Diabo. 

Acontece exatamente o mesmo na crise existencial de uma pessoa jurídica. Procura-se algo impossível de achar ou a respeito do qual nada se sabe. Nesses momentos, qualquer conselho bem-intencionado e sensato é completamente inútil – conselho para que a pessoa (jurídica) seja mais responsável, que diminua o ritmo (ou que aumente o ritmo), que analise seus balanços patrimoniais, que visite seus clientes regularmente, etc… Nada disso traz ajuda. Só há uma atitude que parece alcançar algum resultado: voltar-se para as trevas que se aproximam, sem nenhum preconceito e com a maior simplicidade, e tentar descobrir qual o seu objetivo secreto (objeto social) e o que ela precisa fazer para cumpri-lo.

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Ano novo, e o clima de Natal, de Fraternidade, de Amizade e Respeito, já começa a se desfazer, dando lugar às agruras, amarguras do cotitiano no planeta Terra. Ao menos por enquanto! Afinal de contas temos que trabalhar, ressarcimento a um Deus colérico pelo pecado original. E a luta continua… Guerras, guerras e mais guerras, não apenas as guerras entre os patronos transnacionais (pode-se dizer países?), mas aquela guerra interna…

“Eu vim lançar fogo à terra, e que tenho eu a desejar se ele já está aceso?” (Lucas 12, 49)

E assim é, as empresas estão doentes. As pessoas estão doentes nas empresas… Em casa, no trabalho, na família (quando ainda resta uma família), as pessoas sofrem de angústia e ansiedade. Uma tensão desgraçada (sem graça mesmo!), uma correria desvairada em busca de nada. Relatórios e relatórios inúteis, e todo mundo sabe que não servem para nada, com seus prazos impossíveis, estão resultando em cardiopatas com 35 anos de idade, úlcera nervosa aos 21… Stress já virou conversa de botequim.

“Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade. Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?” (Ecl 1, 2-3)

Por vezes sinto que menos de 10% da nossa população pensa (concordando com Patch Adams, no Roda Viva).

“Nunca pensa. Nunca! Trezentos e sessenta e cinco dias por ano, acho que 90% da população (…) nunca faz o que se chama de “pensar”. (…) é preciso dizer “pensamento crítico”, porque nos distanciamos tanto do pensar que precisamos dar-lhe o apoio do pensamento crítico [risos]. Quando o pensamento não é crítico? Isso foi bem descrito pelo escritor tcheco Capek ou por Kafka. É o que temos: robôs a serviço da saúde. Estou aqui para incentivar as pessoas a ser a revolução na vida. Uma revolução é ser cordial.”

Meus queridos! Vamos usar de generalização e pensar um pouco e, talvez, admitir que o que temos são robôs a serviço da saúde, da indústria, do comércio,…

Imagine o seu ambiente de trabalho… Imagine todos aqueles programas de atividades do departamento de recursos humanos…

Na continuação da entrevista ao programa Roda Viva… continue formando as imagens do seu ambiente de trabalho…

Patch Adams: Não concordo com “rir é o melhor remédio”. Eu nunca disse isso. A amizade claramente é o melhor remédio. É a coisa mais importante na vida. São nossas relações com aqueles que amamos. Infelizmente, os meios de comunicação [os departamentos de RH nas empresas?], sendo como são, muito antes de me conhecer, imaginam que rir seja o melhor remédio. Então, quando escrevem o artigo, põem essa frase porque o fazem, na realidade, sem pensar. Também quero corrigir a idéia de que rir seja uma terapia. Também nunca penso em música como terapia, nem em arte, nem em dança. Nunca precisam da palavra “terapia”, que é pequena para ajudar. A arte não precisa de ajuda da palavra “terapia”. É a cultura humana. Não fazemos terapia de cultura. Se estamos saudáveis, fazemos cultura. Para mim, humor é contexto. No nosso hospital [como seria na nossa empresa?], exigimos que o pessoal seja alegre, gozado, carinhoso, cooperativo, criativo e atencioso. É um modo para uma comunidade humana saudável integrar-se, para não haver violência, para um cuidar do outro. Portanto, nunca penso… também nunca penso na diferença entre levar humor para uma criança moribunda e ser cordial com um homem de negócios no elevador. Para mim, são experiências iguais.

;-)

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O Fred é um cara mais que competente, ele é apaixonado. Quando re-desenhou nossa página, foi uma coisa muito louka, o resultado foi: de 600 visitas/mês para mais de 20.000 por semana. Muito obrigado Fred!

Embora ele trabalhe com Design, o alicerce é pedagogia pura porque desenvolve formas, maneiras de entender e de conduzir o comportamento humano. Ora, conduzir é ‘quase sinônimo’ (para não ferir os puristas léxicos) de ensino e aprendizagem, de educação, que é a especialidade do pedagogo.

Ainda existe por aí, um pré-conceito estético da conduta que devemos ter “quando formos gente grande”. O primeiro é que temos que trabalhar, e o trabalho é o castigo de Deus pelo nosso pecado original. Como se trata de castigo, no trabalho nós devemos nos comportar de determinada maneira, vestir determinadas roupas, seguir determinadas regras que, na maioria das vezes, servem de expiação ao pecado e não ao objeto social da empresa da qual participamos.

Mas isto já está mudando. As crises constantes ajudam a nos dirigir para uma nova mente coletiva, se não para evoluir conscientemente, pelo menos para sobreviver, mas de qualquer maneira sempre para melhor.

Vamos praticar generalização.

Meu amigo Fred escreveu:

“Jogos são excelentes exemplos de mediação social. Desde os jogos de tabuleiro até os jogos multi-player online, a interação social é o principal motivo pelo qual as pessoas jogam esses jogos. Apesar do vencedor elevar seu status social, o mais interessante do jogo são as conversas, as situações inusitadas, a sensação de pertencer a um grupo, a descoberta da personalidade da outra pessoa, a comparação entre você e os outros e por aí vai.

Enquanto a indústria de jogos já trabalha intensamente com o contexto social há tempos, a indústria de aplicativos ainda está engatinhando. Os computadores só se tornaram populares quando começaram a oferecer ferramentas viáveis para interação social. Se os projetistas desses aplicativos observassem melhor como as pessoas interagem naturalmente, poderiam tornar a mediação muito mais adequada.”

Usabilidoido ; Tudo depende do contexto

Considerando o texto acima:

  1. o que você poderia dizer quando ao papel dos jogos na construção da nova mente coletiva e da nova estética da conduta de “gente grande”? De onde viemos e para onde vamos, se é que vamos?
  2. Enquanto a indústria de jogos já trabalha intensamente com o contexto pedagógico há tempos, as outras indústrias ainda estão engatinhando. Comente.

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Brincar faz parte do ser criança. A brincadeira instintivamente é usada pelo bebê para descobrir o mundo. Brincando a criança descobre o mundo, como ele funciona, aprende, se desenvolve, experimenta. Brincando a criança adquire noções espaciais, produz sons, desenvolve o cérebro para funções como a fala e o andar, auxiliando no seu desenvolvimento global.

Os tipos de brincadeira e a forma de brincar se modificam de acordo com a etapa de desenvolvimento que a criança apresenta. Criança exercita e organiza o pensamento, a noção de individualidade, a linguagem, a necessidade de perseverar entre outros.

Trabalho de criança

A criança leva muito a sério o que ela faz. Tem respeito e responsabilidade pelo que faz. A criança TRABALHA… Muito!

Se o brincar é algo tão importante no desenvolvimento da criança, é também fundamental para o desenvolvimento do ser humano. Mas, existe um momento na sua vida que a sociedade, a mente coletiva, diz que brincar é coisa de criança, e que você agora já está bem crescido e não pode mais… Agora você tem que levar as coisas mais a sério. Não pode mais brincar. Agora você vai ter que trabalhar.

Nesse momento, muitos de nós passamos a nortear nossas vidas a partir de nossos problemas, e isso nos têm tornado insensíveis, duros de coração e alheios à tudo o mais. Infelizes!

“Deixai vir a mim as crianças. Não as proibais, porque o Reino de Deus é dos que são como elas. Em verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele. Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos”. (Mc 10, 14-16)

Um mundo novo se faz a partir de homens novos, de atitudes novas. A sua casa, o lugar onde você vive e trabalha pode mudar se você não puser mais “lenha na fogueira”. Nós podemos mudar, mudar todos os nossos relacionamentos, as nossas atitudes, as nossas conversas.

Assim, aplicar a pedagogia às pessoas nas organizações, nas atividades empresariais, é atender e orientar a criança que existe dentro de você, e de todos nós. É brincar (isso é muito sério!). É trabalhar… Muito! Como criança.

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Durante muitos e muito anos, seculi seculorum, fomos conduzidos por pedaços desintegrados do grande livro, ou pela interpretação pautada pelo não entendimento ou pelo entendimento parcial do conhecimento ou por outros interesses.

A cultura ocidental, ironicamente nascida no oriente próximo, foi forjada a partir dos preceitos bíblicos, do Pentateuco, da Torah. Esses pedaços, trechos cuidadosamente escolhidos para justificar interesses nem sempre consoantes com os preceitos mais importantes da Lei: a Justiça, a Misericórdia, a Fidelidade. (Mt 23,23).

 

Curso online de Sociologia Contemporânea

 

Vejamos, por exemplo, o trecho “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto” (Gen 3,19). Se perguntares a alguém se conhece essa afirmação, provavelmente todos a conhecem e sabem que pertence à Bíblia. Reconhecem-na e aceitam-na com tamanha santidade e naturalidade que seus semblantes se modificam quando a ouvem, dado o temor (ou seria o temer?) nutrido por mais de três mil anos na face da Terra. Pronunciar… nem pensar. Quem é que quer comer o pão com o suor próprio?

O nosso pequeno estudo poderia ir um pouco mais adiante, e perguntaríamos em seguida: “O que está escrito logo em seguida?” Ninguém saberia. Não é exagêro afirmar que ninguém saberia dizer o que vem depois de “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto”; se é um ponto, um parágrafo, uma vírgula, o que seja. Quem o saberia, sem titubear?

Mas o que isso tem a ver? Que importância tem isso? Você pode perguntar. Está na Bíblia e pronto! Outros ainda poderão esbravejar.

Consideremos então o conceito: se o que vier depois for um ponto final, com parágrafo na outra linha, a idéia está concluída. É isso e ponto final! Mas, se for uma vírgula quer dizer que a idéia não termina aí. Tem mais alguma coisa, uma explicação ou uma solução. Tem saída. E talvez essa saída não seja a redenção somente depois da sua morte, como era conveniente que acreditássemos nesses seculi seculorum. Talvez a solução esteja aqui e agora “Pois o Reino de Deus já está dentro de vós.” (Lc 17,21). Ponto final, parágrafo na próxima linha.

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A palavra equinócio vem do Latim e significa “noites iguais”. Os equinócios acontecem em março e setembro, as duas ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. O equilíbrio entre Luz e Trevas.

As festas Cristãs são relacionadas com o ciclo dos astros. As festas móveis são reguladas pela Páscoa, que é a festa reguladora de todas as demais festas eclesiásticas móveis do ano. A fixação da Páscoa para os judeus e cristãos se baseia na Lua Cheia posterior à entrada do Sol em Áries (equinócio de primavera no hemisfério Norte). É do hemisfério Norte que provêm a maioria do material alegórico como os conhecemos atualmente e como eram conhecidos pelos antigos. 

Atualmente poucas pessoas guardam algum conceito do significado das festas eclesiásticas. Ainda que as Igrejas Católica Romana e Anglicana observem tais festividades, seu significado tem se perdido. Essas datas incluíam grandes espetáculos dramáticos representativos dos fenômenos da Natureza. Contudo, é a idéia de Primavera que importa para a alma. 

A Ressurreição (nova vida) “pertence” ao Equinócio da Primavera.

O Equinócio da Primavera é um dos pontos culminantes do ano. Sua palavra-chave é Liberdade, que lhe proporciona a expansão da Vida. É uma época propícia para romper com os conceitos mesquinhos que limitam seu acesso a planos mais elevados de consciência.

A natureza comemora a Festa da Anunciação, da Vida.

O Santo Espírito da Primavera há de ser exaltado pelos poetas enquanto o esplendor verdejante e florido da Natureza evidencia o retorno das forças de vida, triunfante ao impulso da Ressurreição.

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A propósito do artigo “Quem foi que tirou Deus das nossas vidas“, espiritualidade e preocupações do dia-a-dia seguem, muitas vezes, percursos separados. Orat et labora – o convite para orar e trabalhar – é uma regra de vida beneditina que traduz uma sabedoria de 1500 anos e que une num mesmo caminho estes dois aspectos da vida.

Um grande mérito dessa sabedoria é a integração da espiritualidade no próprio trabalho cotidiano. De fato, a partir dessa mística, constata-se que não é preciso deixar para trás o mundo com suas preocupações para experimentar Deus em sua vida, pois Deus se deixa encontrar no centro da vida e dos afazeres do trabalho.

  • Orar e trabalhar / Anselm Grün, Fidelis Ruppert; tradução de Carlos Almeida Pereira. – Petrópolis, RJ : Vozes, 2005.

 

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Quem foi que tirou Deus da minha vida e o colocou dentro de uma caixa de alvenaria? Como é que nós fomos adestrados a parar de trabalhar para descansar, parar de descansar para ir trabalhar…? Hora de almoçar, hora de lazer, hora da família, e hora para falar com Deus, somente aos domingos, dentro da caixa de alvenaria.

“… Assim, se for segunda-feira, e são 7h30…
é preciso se desadaptar do meio doméstico…
e se readaptar a um meio completamente diferente.
8h00 significa que todos devem parecer ocupados.”
* (The Gods Must Be Crazy, ou Os deuses devem estar loucos, filme lançado em 1980, escrito e dirigido por Jamie Uys.)

Aos domingos, e somente aos domingos, “como escolhidos de Deus, santos e amados, vistam-se de sentimentos de compaixão, bondade, humildade, mansidão, paciência. Suportem-se uns aos outros e se perdoem mutuamente, sempre que tiverem queixa contra alguém.” (Cl 3, 12-13)

No Antigo Testamento, Pentateuco, Êxodo 25, 8, encontraremos algo mais ou menos assim: “Faça um santuário para mim, e eu habitarei entre eles.” Algumas traduções trazem este versículo dizendo: “… habitarei dentro deles.”

Há, evidentemente, dezenas de outros versículos que trazem esse mesmo pensamento.

Repare que YHWH não diz que habitará no santuário, mas, ao invés disso, Ele habitará dentro do povo. O propósito da construção de um santuário, de um templo, era dar ao povo um lugar central para se reunirem. O Templo não tinha, e não tem, por objetivo ser estrutura permanente (baseado em texto de Tom Mordechai Mitchell, traduzido por Sha’ul Bentsion). Hoje, temos muitos templos construídos majestosamente, porém…

A resposta se torna clara: “Vocês abandonam o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens.” (Mc 7,8)

Na hora do lanche, na hora do trabalho, na hora do lazer, na hora da família, no bar com os amigos, ganhando dinheiro, gastando dinheiro… Quem disse que Deus não está lá… Ou aqui… bem aqui… “Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’ ou: ‘está ali’, porque o Reino de Deus está dentro de vocês.” (Lc 17, 21)

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Se se atira uma pérola à lixeira, nem por isso ela perde o seu valor. Tampouco se faz mais preciosa ao ser tratada com ungüento de bálsamo, mas aos olhos do proprietário conserva sempre o seu valor. O mesmo ocorre com os filhos de Deus onde quer que estejam, pois conservam seu valor aos olhos do Pai.
(Evangelho de Felipe, 48)

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Maria Luiza Marins Holtz

Profa. Maria Luiza Marins Holtz

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Introdução

Estou convencida de que somos bons vendedores quando conseguimos demonstrar que somos bons amigos.

Sei que somos vendedores desde a infância, quando sabemos vender com sucesso, aos mais velhos, pai, mãe, avós, tios, professores… nossas idéias e consequentemente nossos desejos.

Percebemos desde cedo, que para convencer alguém do que queremos, precisamos antes conquistá-lo. E é o que praticamos procurando agradar aos mais velhos, antes de pedir alguma coisa.

Sabemos que primeiro temos que ser bonzinhos, para depois conseguir, com facilidade, “fazer a cabeça deles”.

Através de alguns conhecimentos de Psicologia Educacional, quero mostrar às pessoas de vendas, as bases científicas do processo de conquistar, para depois vender.

Vamos ver, o que determina o nosso comportamento e como podemos usar esses conhecimentos para conquistar amigos e vender melhor. Quero que ajude no seu dia a dia.

Maria Luiza Marins Holtz

O Cliente é um Amigo

Vamos focalizar o cliente como o amigo que compra o “nosso” produto.

Vamos também lembrar que somos um cliente, e gostamos de comprar os produtos que as pessoas que se mostram amigas, oferecem.

Pensando bem. Somos muito mais que meros compradores de produtos. Somos pessoas, que temos dentro de nós, um “mundo”, contendo necessidades, motivações, emoções positivas e negativas, pensamentos, inteligência….

Temos que considerar que todo esse “mundo” está envolvido, no processo de comprar alguma coisa.

Se conseguirmos sentir e compreender esse “mundo” do cliente, enquanto nos relacionamos com ele, nossa conduta o conquista, porque ele sente que somos amigos. E se isso não acontece, o decepcionamos e desestimulamos a compra.

Para isso, temos que saber, que somos diferentes uns dos outros. Temos gostos diferentes, desejos diferentes, nos vestimos diferente, nos relacionamos diferente, temos valores diferentes…

A Psicologia Educacional, ajuda a compreendermos as diferenças e semelhanças entre as pessoas, quando ensina os “determinantes do comportamento humano“. Considera esse aspecto, de fundamental importância.

Os determinantes do comportamento humano são as nossas necessidades naturais e as nossas motivações.

A Psicologia Educacional ensina também que as frustrações, são aqueles sentimentos que buscam a satisfação das nossas necessidades naturais, fisiológicas e psicológicas.

Esse anseio natural de satisfazer as nossas necessidades, (o estado de frustração), é um “impulso” que determina a direção do nosso comportamento. Esse “impulso” pode ser direcionado para a compra de produtos. E freqüentemente fazemos isso. Compramos por impulso.

Necessidades humanas

Relembrando. A Psicologia Educacional ensina que quando estamos em estado de necessidade, nos sentimos frustrados. A sensação de frustração produz um “impulso” , gerado pelo anseio de satisfazer uma ou mais necessidades, ora insatisfeitas.

No momento em que conseguimos satisfazer as necessidades, desaparece a sensação de frustração. Isso poderá acontecer, momentaneamente, no ato da compra de um produto.

Quais são as nossas necessidades? Para facilitar o conhecimento, a Psicologia Educacional classificou, as necessidades humanas , em 2 grupos: – necessidades fisiológicas e necessidades psicológicas.

1 – As necessidades fisiológicas – são as mais simples de serem satisfeitas. São:

  • necessidade de alimento (fome)
  • necessidades de líquido (sede)
  • necessidade de sono
  • necessidade de repouso (atividades relaxantes, recreativas…)
  • necessidade de atividade (ocupação que seja produtiva, com utilidade)
  • necessidade de abrigo e temperatura (roupas e habitações adequadas)
  • necessidade sexual (a convivência natural expontânea com o sexo oposto).

2 – As necessidades psicológicas – são mais complicadas de serem satisfeitas, e freqüentemente, procuramos satisfazê-las através da compra de objetos ou produtos, que nos agradam. São:

  • necessidade de afeto (atenção, compreensão, carinho, calor humano…)
  • necessidade de ser aceito (segurança emocional, sentir a aceitação do nosso jeito de ser, pelas pessoas importantes da nossa vida .)
  • necessidade de independência (ter opiniões, desejos., idéias próprias…)
  • necessidade de realização (dos próprios planos e sonhos… ),
  • necessidade de aprovação social ou status (de ser reconhecido e admirado pelos grupos da nossa convivência)
  • necessidade de auto-estima (gostar de si mesmo) a mais forte de todas as nossas necessidades.

Auto-Estima e Produtividade

As pesquisas sobre a necessidade de auto-estima nunca estiveram tão intensas. Principalmente depois das descobertas da PNI – Psiconeuroimunologia, que confirmam a força positiva das pessoas que reconhecem suas próprias qualidade e valores. Essas pessoas apresentam excelente saúde, ótima qualidade de vida, estilo sadio de viver e são bem sucedidas em suas atividades profissionais.

A PNI descobriu que antes dos 6 anos de idade, nós não sentimos necessidade de auto-estima. Somos felizes conosco, e nos aceitamos como somos, de maneira maravilhosa, apesar das críticas, acusações e condenações dos adultos. Até essa idade somos sempre alegres. As broncas dos adultos nos atingem apenas momentaneamente, e não guardamos mágoas nem ressentimentos. Sabemos perdoar verdadeiramente e por isso esquecemos com facilidade e voltamos rapidamente a ser alegres.

Depois de 6 anos aparece em nós, o sentimento de auto-rejeição. Parece que é somente nessa idade, que começamos a acreditar nas acusações e condenações que ouvimos. Ë nessa idade que começamos a nos sentir mais tristes conosco, passando a nos acusar.

Esse sentimento de auto-rejeição faz com que nos sintamos merecedores de “castigos”. E passamos a atrair situações de “castigos” para nós. Segundo a PNI esses castigos podem ter várias formas:- dificuldades na escola, doenças, dificuldades de fazer amigos, dificuldades financeiras, relacionamentos humanos difíceis, dificuldades nas atividades profissionais, etc…

Como a auto-estima é uma necessidade humana, um impulso forte dentro de nós, estamos sempre buscando satisfaze-la. A maior dificuldade é encontrarmos uma razão forte para conseguirmos voltar a gostar de nós.

A solução que tem dado excelentes resultados, no tratamento das doenças resistentes, na solução de dificuldades pessoais e profissionais, causadas pela auto-rejeição, é o reconhecimento da nossa origem divina. O reconhecimento de que fomos criados à imagem e semelhança de Deus, de que temos as qualidades divinas, precisando apenas exercitá-las para manifestá-las.

Os conhecimentos sobre Deus e as manifestações de Deus, e a consciência de que somos uma centelha Dele, são desenvolvidos através dos Exercícios da Auto-estima.

Motivações

Ao sentirmos as necessidades naturais durante a nossa vida e em busca da satisfação delas, criamos motivações (motivos para a ação), que determinam o tipo de comportamento que vamos assumir.

A grande motivação humana é o desejo de felicidade.

Para satisfazê-la criamos outras motivações que foram separadas em 3 grandes grupos.

São basicamente:

  • desejo de saúde (ânimo, disposição, beleza física…)
  • desejo de riqueza ( conforto material, bens móveis e imóveis, dinheiro…)
  • desejo de sucesso ( admiração, lideranca, aplausos, status, importância…)

Tudo que nos parece capaz de atingir esses motivos (desejos) nos levam à ação.

Existe uma ligação perfeita entre as nossas necessidades e as nossas motivações. Através de um “bate-papo”, conseguimos descobrir a motivação mais forte do nosso amigo-cliente, e as suas necessidades mais urgentes de satisfação. Podemos oferecer nosso produto como um meio dele se sentir melhor.

Esses conhecimentos ajudam o profissional de vendas a vender melhor. Dá a ele condições de compreender e respeitar os sentimentos envolvidos no relacionamento com o cliente-amigo, na hora da venda.

O Atendimento ao Amigo Cliente

Considero atendimento ao amigo-cliente, a nossa conduta em relação a ele, nos momentos antes da venda e depois da venda. Afinal ele compra de nós.

São os momentos em que dedicamos a ele, o nosso afeto e a nossa ATENÇÃO, (necessidade psicológica), fazendo-o sentir-se compreendido e aceito( necessidade psicológica). Sem julgá-lo,(certo, errado, bom, mal), nesses momentos nos mostramos amigos do cliente e ele se torna nosso cliente de sempre.

Diante dos conhecimentos vistos acima, conseguimos entender, respeitar e compreender o cliente como pessoa humana.

Temos condições de compreender porque muitas vezes compramos produtos, e muitas vezes não.

Sabemos quais são os verdadeiros “motivos” que nos levam a comprar.

Sabemos quais os argumentos que podemos usar para que uma compra seja feita, sem conflitos.

Agora, encontrando um cliente pela primeira vez, estamos preparados para entender que provavelmente é uma pessoa sentindo frustração em alguma necessidade.

Se tivermos o cuidado de percebermos durante a conversa, qual é a sua maior necessidade, psicológica ou fisiológica, podemos mostrar como o nosso produto poderá satisfazê-lo.

Conseguiremos, se formos peritos em ouvir mais, do que falar.

Ouvindo a maior parte do tempo, temos facilidade de identificar as necessidades frustradas. Se o produto apresentar possibilidade de satisfação, seguramente ele o comprará.

Um dos maiores segredos para vender bem, é comprar.

Já está provado que não conseguimos vender aquilo que não “compramos” primeiro. Sentir as qualidades do produto, quais as necessidades que poderão ser satisfeitas através dele, se fisiológicas ou psicológicas. Sentir quais as objeções que o produto pode sugerir e como as qualidades podem superar as objeções. Só conseguiremos tudo isso, se comprarmos antes, pelo menos que seja mentalmente.

É essencial sermos admiradores do produto que vendemos e da empresa que representamos.

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A noção de pessoa ocupa lugar a parte entre as noções de psicologia. O tema mais central de toda a Psicologia é a personalidade. Os estudos do comportamento humano sempre se deparam em seu caminho com a personalidade e a pessoa. A palavra pessoa deriva do latim, persona, que na origem significa máscara, mas a sua etimologia é desconhecida.

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Há línguas que apresentam a dupla forma Pessoa-Personalidade, derivadas do latim clássico com alguns significados diferentes;

  1. Aparência exterior (da idéia de máscara).
  2. O próprio papel representado (o ator que encarrega-se de um papel no grupo social).
  3. O ator – a pessoa que representa o papel (a minha própria pessoa).
  4. O personagem – com um sentido de valor.

Em relação à aparência exterior encontra-se significações populares:

  • Uma pessoa, um presente, um traje… tem personalidade quando se distingue das outras
  • Um indivíduo é uma personalidade quando tem influencia sobre os outros.

Em relação ao personagem com sentido de valor encontram-se as significações:

  • Os significados jurídicos – “as personalidades morais”, “as personalidades jurídicas”…
  • Os significados pejorativos – “este vil personagem”.
  • Os significados laudatórios – “eis que chegam as personalidades”

Em relação à pessoa que representa um papel encontram-se as significações:

  • Teológica – As pessoas da Santíssima Trindade
  • Filosófica – A substancia pensante.
  • Psicológicas:
  1. a personalidade é o conjunto de todas as disposições inatas e adquiridas do indivíduo para se adaptar ao seu meio.
  2. a personalidade é a organização das disposições individuais.
  3. William James distinguiu; – um eu material – um eu social de múltiplas faces – um eu espiritual que unifica as tendências discordantes do indivíduo – um eu puro que do ponto de vista psicológico se confunde com o eu espiritual.

AFINAL, QUANDO É QUE NOS REFERIMOS A PERSONALIDADE OU À PESSOA?

A origem das significações modernas de pessoa está em Sêneca, quando sentiu e disse com clareza, que a pessoa existe para si mesma: a grande questão é guardar-se para si mesma, reconquistar-se e construir-se.

Seja cada um o proprietário do seu tempo. Esteja de acordo consigo mesmo, seja O amigo de si próprio. Cumpre realizar em si, a unidade e a identidade da sua pessoa. Muitos homens colocam a sua pessoa em lugar onde ela não está. Não está no corpo. Não está nos bens materiais ou sociais. Está sim, na adesão do espírito, no livre uso das próprias representações. A personalidade é uma tarefa social. Para encontrar a pessoa tem-se de ultrapassar o traje e o papel e ir até o ‘ator’“.

A pessoa quando entra em si mesma encontra forças que a ultrapassam: Deus está no homem. Somos os filhos de Deus. “Deus nos vê, nos interpenetra, nos inspira, nos move”.

Então, onde começa e onde acaba o eu, a pessoa? Estamos na transcendência ou na imanência?

O CRISTIANIMO EXPLICA E COMPLETA.

É interessante notar que a maneira como os ocidentais pensam e concebem como pessoa, sofreu influencia da filosofia cristã. Mas é importante perceber que a noção de pessoa não é psicológica, e sim, metafísica, teológica mesmo.

Quase tudo que sabemos da filosofia da pessoa está nos pensadores da Idade Média, nas questões sobre a Teologia da Trindade.

Etienne Gilson mostra como os metafísicos cristãos realizaram, no Ocidente, o desenvolvimento da noção de pessoa. “A pessoa já designada pelo seu nome persona é ao mesmo tempo alma e corpo, pois aquilo que recebeu o pensamento e a razão não é a alma, mas o homem. Logo, a pessoa é individual.

Mas, a individualidade não basta para fazer uma pessoa.

O metafísico São Boaventura afirma: “A noção de pessoa implica individualidade e dignidade, pois esta individualidade é uma substancia que recebe seu valor da razão”.

Boécio, no século VI, encontrara uma fórmula sintética para a noção de pessoa: “A pessoa é a substancia individual de um ser racional”.

Daí em diante não se deveria dizer mais, o homem, mas sim, a pessoa humana.

Atualmente, profissionais da Filosofia afirmam que a pessoa (a essência individual) é sempre um para-si, ligado ao que tem maior preço, a honra e o amor, a razão e Deus.

– Deus, nas três pessoas (substancias individuais) da sua Santíssima Trindade – é Pai, é Filho e é Espírito Santo.

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Compaixão é a atitude interior de sensibilidade pela dor, pela infelicidade e pelas dificuldades do outro, que conduz a um comportamento de apoio, de amparo e disposição para a animação das pessoas constantemente preocupadas, tristes e angustiadas.

A compaixão é o resultado da mudança de comportamento gerada pelo conhecimento e pelas práticas religiosas, que promovem experiências pessoais profundas da onipresença de Deus Amor.

Nos relacionamentos humanos a compaixão produz “milagres” na transformação de personalidades que sofrem desequilíbrios emocionais decorrentes de experiências negativas.

As pessoas que sentem compaixão são mais evoluídas, têm auto-estima forte e o seu comportamento com os outros serve de âncora que impede o “afogamento”. São pessoas muito procuradas porque se dedicam ao aconselhamento, à cura, ao atendimento espiritual… Sua atenção e ocupação estão continuamente dirigidas aos outros. “Amam o próximo como a si mesmo”.

A compaixão gera muita paz interior, tranqüilidade, segurança e sentimento perene de felicidade porque alimenta o desejo e a busca de conseguir fazer os outros felizes.

A compaixão é alcançada, como conseqüência da evolução espiritual. Faz florescer do nosso interior vários sentimentos e comportamentos construtivos, diferentes da maioria das pessoas. Sentindo compaixão…

· Conhecemos as razões e os motivos reais que geram a animação nas pessoas.

· Queremos ajudar as pessoas à não caírem em sentimentos destrutivos.

· Passamos a estimular as pessoas a se equilibrarem.

· Aprendemos a ouvir com interesse e atenção os lamentos.

· Respeitamos o direito de chorar e desabafar.

· Conseguimos ser suporte nos momentos de fragilidade do outro.

· Conseguimos contemporizar, dar um tempo, de acordo com as circunstancias.

· Compadecemo-nos das dificuldades e desesperança das pessoas.

· Compreendemos o sofrimento do outro.

· Sentimos a dor alheia.

Interessante é que quanto mais a compaixão é desenvolvida, é mais forte a auto-estima, maior a disposição de estimular o ânimo das pessoas e o sentimento de felicidade torna-se permanente.

A compaixão surge como resultado da busca de religião, de saciar a “fome” de Deus-Amor, inata no ser humano.

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Maria Luiza Marins Holtz
Profa. Maria Luiza Marins Holtz

O SEGREDO DO CRISTÃO BEM SUCEDIDO NAS RELAÇÕES HUMANAS

Os ensinamentos de Jesus Cristo nos conduzem seguramente a viver sempre felizes, mesmo diante das dificuldades. Ele ensinou assumirmos atitudes e comportamentos que garantem a criação do Reino dos Céus na Terra, isto é, viver a paz e a harmonia conosco e com as pessoas com quem convivemos.
1 “Brilhe a sua Luz diante dos homens”. Ilumine sempre a vida das pessoas.
2 “Não se irrite nem se enfureça com os outros”.
3 “Não trate o outro como imbecil, louco, sem juízo…”
4 “Reconcilie-se com seu irmão, antes de fazer as suas ofertas a Deus ou aos outros”.
5 “Faça acordo com o seu adversário, antes que ele o entregue ao juiz”.
6 “Não rejeite sua esposa ou esposo”.
7 “Não jure em hipótese alguma. Diga SIM se é sim ou NÃO se é não”.
8 “Não enfrente a pessoa má. Se alguém lhe bater na face direita, ofereça também a esquerda; se tomar a sua túnica, dá-lhe também a capa; se o forçar a andar 1000 passos com ela, ande 2000”.
9 “Doe a quem lhe pedir emprestado”.
10 “Ame o seu inimigo, reze pelos que lhe maltratam e perseguem”.
11 ”Dê esmolas sempre em segredo. Não anuncie e Deus o recompensará”.
12 “Quando rezar faça sem se exibir. Reze em segredo. Não use muitas palavras, reze PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU……
13 “Quando jejuar faça em segredo; não demonstre o rosto abatido e se mantenha alegre”.
14 “Não acumule riquezas materiais da terra. Acumule riquezas do céu (amor, bondade, compreensão e boas ações) para que sempre esteja lá o seu coração”.
15 “Sirva sempre a Deus (ao Amor a todos), nunca ao dinheiro”.
16 “Não se preocupe com coisas materiais, roupas, comidas… Procure primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, (o Bem e a felicidade para todas as pessoas) e tudo o que você quiser lhe será acrescentado”.
17 “Viva alegre o dia de hoje, (amando todas as pessoas) e não se preocupe com o dia de amanhã. Deus sabe mesmo do que você precisa”.
18 “Não julgue o outro (certo ou errado), pois do mesmo modo que você o julgar, você será julgado; e com a medida que você medir os outros, você será medido”.
19 “Tire primeiro a trave que está no seu olho (as suas falhas e erros) e só depois poderá ajudar a tirar a palha (as falhas) do olho do seu irmão”.
20 “Peça e lhe será dado. Todo aquele que pede (com fé e certeza), recebe”.
21 “Bata e lhe será aberto. Procure e achará”.
22 “Tudo o que você quer que as pessoas lhe façam, faça você mesmo a elas. Esta é a LEI de Ouro”. A Lei e os Profetas.
23 “Cuidado com os falsos profetas, (que pregam Jesus), pelos seus frutos (o modo deles viverem) você os reconhecerá”.
24 “Faça tudo e aja sempre na vontade do PAI; não basta falar Senhor…Senhor…”
25 “Se você praticar estes ensinamentos, (você vencerá tudo) nunca será derrubado pelas tribulações e sofrimentos”.

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“A impossibilidade é uma condição momentânea, e quem sabe disto não desiste. E nenhuma outra postura é tão instigadora de criatividade e intuição quanto o ‘não desistir’. O simples fato de permanecer no ‘jogo’ abre opções que, fora dele, ao se ‘jogar a toalha’, obviamente não existem.” Segundo Nilton Bonder, casado, engenheiro e rabino, no seu livro “Ídiche Kop : O segredo judaico de resolução de problemas” – Rio de Janeiro : Imago Ed., 1995. 168 p.

E diz mais, peço licença para citar, porque não tem como explicar:

… os segredos da recontextualização estão… observação cautelosa da realidade. Desde tempos muito antigos, a tradição cabalística afirmava que a realidade existe em camadas, como uma cebola. Desfazer uma a uma estas camadas permite dissecar a realidade com índices de eficácia muito maiores do que sua percepção reduzida a uma única dimensão.

A simplicidade que uma resolução pode assumir quando não comprometida com ‘resoluções estéticas’ chega a ser experimentada de forma cômica por um observador.

O que torna uma resolução tão difícil é não sabermos o que queremos e o quanto queremos.

Impossível não compartilhar.

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 Maria Luiza Marins Holtz
Profa. Maria Luiza Marins Holtz

SEGURANÇA ÍNTIMA E CONFIANÇA

Está comprovado que há uma coincidência em todos os relacionamentos humanos. As pessoas que têm fé são as que mais progridem e conseguem grandes realizações. Aliás, a fé é o elemento fundamental das realizações.

A fé é a energia poderosa da concretização dos nossos sonhos.

Em matéria de fé, vejam o que ensina o maior “best seller” do mundo, a Bíblia.

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e uma certeza das coisas que não se vê.” (Hebreus 11–1)

“Vai, e como creste te será feito.” (Mateus 8-13)

“Por que temeis, homens de pouca fé?.” (Mateus 8-26)

A presença do medo é sinal de ausência de fé.

Existem algumas características que se repetem nas pessoas que tem fé:

  • Sentem-se felizes em qualquer situação;
  • Confiam profundamente na bondade de Deus;
  • Acreditam que Deus é onipresente, que vive nelas e elas em Deus;
  • São convictas da disponibilidade de Deus para elas;
  • Acreditam que todo o poder é somente de Deus;
  • Dominam facilmente o medo;
  • Sentem que a vida é boa;
  • Sabem que tudo o que acontece a elas é o melhor para elas;
  • Vivem intimamente seguras e confiantes;
  • Vivem com fé.

EXERCITANDO A FÉ

“É um grande erro lutar para produzir fé viva dentro de si. Isso só pode resultar em fracasso. Deve-se, isso sim, agir como se tivesse fé. Represente o que você deseja que aconteça, e estará expressando fé verdadeira. Esta é a maneira certa de usar a vontade de ter fé, compreendida cientificamente.” Emmet Fox

Felicidades.

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Você já parou para pensar qual é o fascínio que a arte, e os artistas, exercem sobre cada um de nós?

Sergio Vieira Holtz Filho

Nestes tempos conturbados, de alta velocidade, os computadores invadindo os lares, os bares e as empresas, o homem passa a ter outra importância.

Sabemos que não basta cursar uma boa faculdade. Os dirigentes de Harvard e de Oxford criticam incessantemente sua postura e sua utilidade para este “novo” mundo que se apresenta para nós.

Soube duma escola de criatividade na Itália, que reúne profissionais de áreas as mais diferentes possíveis. São médicos, arquitetos, advogados, banqueiros, industriais, altos funcionários de governo, artistas, juntos numa sala, uma vez por semana, durante um ano, para um curso de pós-graduação em criatividade.

Solução prática

E isso não tem nada a ver com lazer. Esses profissionais vão desenvolver a sua criatividade para colocar em prática na solução de problemas de todos os tamanho, em suas respectivas áreas de trabalho.

Durante muitos anos estivemos amarrados às teorias de Taylor, Ford e Faiol, sem questionarmos o porque é que deram certo para eles, naquela época.

No começo deste século, o povo não conhecia muita coisa além do armazém da esquina ou do pharmaceutico que lhes aliviava as dores com vomitórios, purgantes e sangrias. Não preciso dizer que hoje é um pouco diferente.

Éh! O mundo mudou. O homem caminha, corre, para um mudo desconhecido onde a única coisa certa é a incerteza.

Percebendo as coisas do mundo

É aí que entra a arte. Pela arte, através do artista, desenvolvemos a sensibilidade e ampliamos a percepção das coisas do mundo que nos cercam.

Assim como o jogo do xadrez desenvolve o raciocínio, a arte nos aproxima do desconhecido e amplia a capacidade de “receber” idéias que, quando acionadas, darão a agilidade necessária para fazer acontecer o que desejamos.

Ouvir boa música, apreciar pinturas, esculturas, assistir a peças de teatro, ou cinema (mesmo que seja em casa), é tão importante quanto ler bons livros.

É impressionante a quantidade de boas idéias que você poderá ter para a sua empresa, assistindo a uma ópera ou ouvindo a uma orquestra sinfônica.

Felicidades!

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Dr. Masaharu Taniguchi

Dr. Masaharu Taniguchi

“Um sábio medíocre torna-se um eremita e se esconde numa montanha” , isto é, foge da vida. Mas se ele der um guinada de 360 graus, ele verá a vida e seu trabalho como construção do Reino de Deus.

1. Você precisa sorrir para a vida. Não importa que tipo de fisionomia a vida lhe mostre. importa a fisionomia com que você encara a vida. Quando você compreender que o aspecto daquele que está a sua frente é o reflexo do que está oculto em algum ponto da sua mente, não mais sentirá revolta com a incompetência e a improdutividade das pessoas, como causa dos problemas do seu negócio.
2. Não é com disputa que se consegue a provisão. O que você concebeu na mente e expressou muitas vezes em pensamentos e palavras é que surge no seu mundo, assim como no mundo dos outros empresários. Não adianta competir. A mente humana é como um sistema de transmissão e recepção de ondas. Se você demonstrar com atos, estima pelas pessoas da sua convivência, confiar nelas e elogiá-las, elas também reagirão da mesma forma em relação a você. Aquele que detém a estima das pessoas jamais terá problemas financeiros.
3. Pratique atos de bondade e gentileza. Mentalize repetidamente a estima que você tem pelas pessoas, principalmente as mais íntimas, e traduza essa mentalização na prática de atos de bondade e gentileza com elas. Não seja mesquinho.
4. Pratique a esperança. Somente aquele que visualiza uma grande colheita e se empenha, com alegria, no trabalho para sua concretização, sem poupar esforços necessários para tanto, obtém realmente a grande colheita. As pessoas só podem revelar a sua capacidade ao máximo, quando brilha a esperança da vitória infalível. Quando o empresário pensa no fracasso e na falência de sua empresa, deixa de se esforçar ao máximo. Porém, quando os funcionários percebem a esperança, e a garra do empresário, dão a sua capacidade ao máximo.
5. A prosperidade necessita de fertilizante. Quando o empresário fica repetindo “o movimento está fraco”- “a receita caiu”… está matando a prosperidade. Jamais alguém colheu prosperidade, pensando, lendo e falando sobre depressão econômica ou enfraquecimento do seu negócio. Jamais alguém prosperou, enxergando a decadência e prevendo a infelicidade. O fertilizante necessário para a planta chamada “Prosperidade do Empreendimento” é incentivo e esperança radiosa partilhada com os participantes da empresa. Lembre-se que atraímos para nosso ambiente, aquilo em que estamos sempre concentrando a nossa mente. Nós próprios somos o alvo dessa concentração mental. Vitória ou fracasso.
6. Supere seu complexo de inferioridade. Faça tudo para negar mentalmente todas as idéias de inferioridade, tais como; – fraquezas, defeitos, limitações, impotência, desarmonias com familiares, etc…Saiba que a sua essência é perfeita e possui todas as possibilidades de se manifestar, com a sua decisão de vencer.
7. A quantidade de provisão recebida é proporcional à quantidade do que foi doado. Sem dar a nossa própria força, não poderemos obter nada. A provisão necessária para nosso negócio é uma energia que está a nossa disposição. Basta tomarmos a iniciativa de recebê-la, doando nosso próprio ser. A lei é “Dá primeiro e receberás”. Temos que nos entregarmos ao trabalho, doando nosso ser, buscando as oportunidades. Então receberemos as provisões.
8. Não se mortifique com pequenos problemas. Prender-se a pequenos problemas e deixar-se arrastar por eles, dando importância excessiva à coisas sem tanta importância, bloqueia a capacidade de receber a sabedoria necessária para solucionar os problemas reais e essenciais da empresa.
9. Faça com que a organização seja perfeita. Desde que haja perfeita organização, é possível conseguir os maiores resultados com o mínimo esforço. É o princípio da fisiologia do corpo humano. As tarefas precisam se desenvolver naturalmente, automaticamente, compassadamente e sem pressa. As mentes ficarão serenas, surgirão boas idéias, reduzir-se-ão as despesas e aumentarão as receitas. Quando não existe organização, as forças de cada um são conduzidas isoladamente, produzindo desperdício de tempo, de talentos e de dinheiro. A organização facilita o trabalho. Quando a organização é perfeita possibilita localizar imediatamente os defeitos e os pontos estagnados e o empresário pode controlar somente os pontos cruciais.
10. Saiba que você é um “canal” da energia de Deus. Isso possibilita o aumento do seu rendimento no trabalho. Sua mente fica serena , mais lúcida e você não se cansará por mais que trabalhe, porque surgirá em você uma grande força. Não é você que trabalha, é Deus quem trabalha em você. A mesma consciência pode ser desenvolvida nos funcionários, com os mesmos efeitos.
11. A alegria aumenta o rendimento, melhora a dedicação e a qualidade do trabalho. Castigos, repreensões, ausência de reconhecimento pelos trabalhos prestados, punições com atraso ou descontos no salário, causam efeitos contrários e depressão. O funcionário precisa sentir a retribuição da sua dedicação ao trabalho. Se o funcionário sentir o trabalho como sofrimento, ele está vendendo o seu trabalho como um trabalho-escravo. Não recebe o estímulo necessário par a sua motivação.
12. Liberte-se da idéia de trabalhar com o único objetivo de ganhar dinheiro. Isso é vender o seu trabalho que é uma manifestação do dom que Deus lhe deu. A Vida vendida torna-se apática e a Vida que não se vende vibra intensamente. Quando aVida vibra intensamente, atrai a prosperidade.
13. Tolerância, generosidade amor e compreensão. Por melhor que seja o empresário, ele sozinho não conduz uma empresa . Pessoas despóticas são vítimas de forte egoísmo e sempre acabam caindo. Na mão delas o negócio nunca chega a crescer. Com a abertura de si mesmo para o outro, suplantando seu egoísmo e passando a usar de generosidade, tolerância amor e compreensão, se torna capaz de implantar um sistema de administração com estreita relação de colaboração mútua, com total liberdade de revelação das idéias, qualidades e capacidades pessoais, condições que contribuem para a prosperidade do empreendimento. Diante de um líder despótico, muitos empregados competentes, sentem medo de fazer qualquer coisa e serem sabotados pelo chefe, perdem a capacidade, retraem-se e deixam de expor as idéias que surjam. Os subordinados não trabalham unidos com pessoas despóticas.
14. O estado mental do líder se reflete imediatamente no estado mental dos subordinados, e volta como eco. O líder nunca deve ficar com fisionomia sisuda. Ao contrário, deve sim, elogiar, incentivar e agradecer os subordinados com alegria e entusiasmo. Cada empresa possui uma atmosfera que é a atmosfera mental do líder e passa a ser a atmosfera dos funcionários. Por isso, se o líder pensar somente em seus problemas e ficar insensível quanto as condições de vida dos subordinados, estes também desrespeitarão o líder, defenderão somente os próprios interesses, diminuirão a dedicação ao trabalho e abandonarão a qualidade do serviço, chegando a prejudicar o líder.
15. Proporcione satisfação aos empregados. “Quem rouba será roubado; Quem doa, recebe” . A tentativa de extrair ao máximo do empregado, provoca uma reação que impede que tal aconteça. O empregado se fecha. Lance mão de todos os meios para que seus subordinados sintam muita satisfação. Procure mais dar , do que extrair deles. Bons salários, benefícios, lazer, elogios, agradecimentos, incentivos para os empregados são investimentos não- material. É necessário criar um espírito de amor ao empregador, para que o empreendimento prospere.
16. O funcionário projeta no empregador o seu “pai” e age como “filho”. Não adianta o pai falar para o filho: – “Seja bom filho para mim, pois fui eu que o criei”, sem amá-lo, sem confiar sinceramente nele, sem respeitá-lo como homem ou mulher.. Do mesmo modo não adianta o empregador achar e pensar “Eu sustento com o salário, portanto é obrigação deles trabalharem com dedicação”, sem agir com compreensão, amor respeito e sem atos que conduzam à felicidade e satisfação deles. Isso provoca indiferença e desinteresse. O empregado espera que o empregador tenha ações de preocupação e de interesse pela qualidade da sua vida, assim como um bom pai deve fazer com seus filhos.
17. Quando o empregador aponta defeitos em seus funcionários ou colaboradores, estes procurarão os defeitos na vida e na conduta do empregador. Assim, os funcionários encontram justificativas para seus próprios defeitos e condutas. Os participantes de uma empresa são “cartazes propagandas” que andam e falam em todos os lugares que freqüentam. Se comportam falsamente na presença do empregador, quando este não age com respeito e compreensão para com eles.

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