— Pedagogia Empresarial

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Religare

Sergio Vieira Holtz Filho

Extraído na íntegra do blog do Kaká Werá, amigo de labuta, companheiro de jornada, recém nos reencontramos.

O aprendiz perguntou ao Velho Pajé qual o ritual mais poderoso, qual o grande ritual que poderia trazer benefícios para toda a vida, e qual o ritual que poderia derrubar inimigos.

O Velho Pajé acendeu o fogo no chão e jogou umas folhas secas que exalaram um perfume prazeroso e tranquilizador. O chão de terra batida e limpo da oca promovia o sagrado do clima. A luz do fogo clareou o ambiente, era um momento âmbar, quase dourado.

O Velho Pajé olhou para a ansiedade do jovem:

– Pequeno caminhante, antes de mais nada, um ritual é um diálogo que se realiza com o espírito do tempo, o espírito do espaço e o espírito das intenções que se promove. Toda intensão perversa, maledicente, vingativa, caluniadora, e outras procedências ruins, não possuem o verdadeiro e mais profunda poder, portanto, não são poderosas. Além disso, um ritual pode se transformar em um hábito, uma crença, ou uma tradição, ou seja, pode se transformar em uma ação contínua e degradante, se for mal intensionado.

– Então não existe ritual poderoso!

– Sim, existe. O ritual mais poderoso é o de poder ajudar alguém a se re-erguer nos momentos de debilidade ou desarmonia. E isto só é possível com um coração preenchido da compaixão, do amor incondicional, e da sabedoria para orientar de acordo com a necessidade e a possibilidade de cada momento. Este é o grande ritual da vida!

É isso!

\o/

 

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

Você sabia que a Ação de Graças a Deus é o exercício da nossa fé na Providencia Divina infalível e que nos prepara para receber os milagres divinos?

O DIA NACIONAL DE AÇÃO DE GRAÇAS

No Brasil o Dia Nacional de Ação de Graças foi instituído em 1949 pela Lei 781 de 17 de Agosto e foi regulamentado em 1966 pela Lei 5.110 para ser celebrado na…

4ª QUINTA FEIRA DO MÊS DE NOVEMBRO.

Porque um Dia Nacional de Ação de Graças? Porque quando enumeramos tudo de bom que Deus tem nos feito e nos concedido, o nosso coração se enche de imensa alegria e gratidão que nos possibilita receber cada vez mais. Ao focalizar especialmente a necessidade premente de agradecer sempre a Deus e a Sua Providencia Divina por todos os bens recebidos reconhecemos profundamente que na verdade é Ele quem nos sustenta e sempre sabe o que é melhor para nós… Ao invés de perdermos a força da fé em reclamações e lamentações pelo que, providencialmente, não recebemos.

 

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Esse dia foi Inspirado nas grandes comemorações e celebrações de Ação de Graças a Deus realizadas pelo povo dos dois países mais avançados do mundo… Os Estados Unidos e o Canadá. Lá o povo celebra a gratidão com feriado, festas, desfiles e jantares em todas as casas… Agradecendo a Deus tudo que receberam durante o ano… Os alimentos, o sol, a chuva, a água, os animais, a vegetação, os frutos, as flores, os vestuários, a habitação, a saúde, as escolas, o divertimento… Enfim, tudo que é lhes é concedido por Deus durante o ano todo.

Interessantíssimo… O jantar desse dia repete em todas as casas, até hoje, o mesmo cardápio do primeiro Dia de Ação de Graças celebrado, pelos primeiros ingleses com os índios. Quando eles chegaram à América do Norte, diante dos sofrimentos, especialmente a fome, receberam ajuda dos índios que os ensinaram a caçar e assar perus selvagens, cultivar e cozinhar o milho e colher amoras nativas. São os três componentes principais do cardápio dos jantares (peru assado, milho cosido e amoras) para a Celebração de Ação de Graças nesses dois países, até hoje. Será coincidência, um dia especial de Celebração de Ação de Graças fazer parte da cultura dos dois países mais avançados do mundo?

Celebrar Ação de Graças a Deus, Agradecer – em grego “Eucharisteo” e em português “Eucaristia” – nos torna abertos a receber os milagres divinos porque representa a forte manifestação da nossa fé, do nosso profundo reconhecimento e eterna gratidão a Providencia Divina que nos sustenta através dos vários canais que Ela escolhe… Seja o nosso trabalho profissional, os diversos serviços que prestamos, seja a benevolência alheia…

A Celebração de Ação de Graças mais completa e mais forte que se conhece é realizada diariamente pela Igreja Católica no mundo inteiro… A Celebração da Eucaristia. Na Oração Eucarística da celebração reza-se assim… “Na Verdade é justo e é necessário, é nosso dever e salvação DARMOS GRAÇAS sempre em todo o lugar ao Senhor Pai Santo, Deus Eterno Todo Poderoso…”. Por Cristo, com Cristo e em Cristo… Os Católicos do mundo inteiro tem a oportunidade de participar diariamente ou mesmo semanalmente dessa forte Celebração de Ação de Graças. Porem, nem todos reconhecem essa oportunidade e nem se lembram de enumerar tudo de bom que recebem e dar Ação de Graças a Deus Pai Provedor de tudo.

 

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Podemos oferecer diariamente singelas Ações de Graças a Deus demonstrando a nossa profunda gratidão… Quando damos atenção especial às pessoas queridas da nossa família, aos amigos e conhecidos… Quando cuidamos com capricho do nosso corpo, da nossa alimentação, da nossa saúde… Quando limpamos as coisas e locais que estão sujos… Quando consertamos o que está quebrado… Quando conservamos as coisas para que não se estraguem… Quando arrumamos e decoramos a nossa casa… Quando cuidamos, lavamos e limpamos as nossas roupas, os nossos sapatos, o nosso carro, o nosso jardim, os nossos vasos de flores… E bem dizemos todas as coisas que Deus nos concede e nos servem enquanto vivemos.

A História conta que O Dia de Ação de Graças a Deus sempre foi celebrado pelos povos mais antigos com profundo reconhecimento e gratidão por todos os bens recebidos… Chineses, Judeus, Gregos e Romanos sempre celebraram com muita festa o Dia de Ação de Graças reconhecendo principalmente a abundancia das colheitas e dos alimentos concedidos por Deus.

Especialmente no dia 27 de Novembro deste ano vamos lembrar… MUITO OBRIGADO SENHOR DEUS DO UNIVERSO!… Por TUDO o que nos concede diariamente e durante a nossa vida!

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Sergio Vieira Holtz Filho

Temos visto muitos manuais de procedimentos bem encadernado, livros, apostilas e TCCs — e como abundam as apostilas e TCCs! Alguns até bem escritos! Vemos o orgulho e a satisfação ao apresentar para a sociedade os diplomas ou certificados por eles conferidos. Mais raro de se ver, é gente que dele usufrua. Sim, muitos planos e projetos, descrições da missão, política, objetivo, mas na prática…

Qualquer semelhança é mera coincidência! Para todos os efeitos, o que nós escrevemos aqui trata-se de obra de literatura pseudo-científica-ficcional. Ok?!

Será que a tradição bíblica, baseada num apanhado de livros todo-poderosos, confere ao papel — folha seca e fina feita com toda a espécie de substâncias vegetais reduzidas a massa, para escrever, imprimir, embrulhar, etc. — o poder de “resolver” todo nó, toda angústia e levar à satisfação dos desejos?

É claro que não! É preciso viver! Penso, na minha ignorância feliz, que a mensagem de Jesus, o nazareno — que não escreveu nenhum memorando, diga-se de passagem — era para vivermos O conhecimento. “Não vim revogar, vim promulgar!” — acho que era mais ou menos assim que ele dizia, viver O conhecimento que já estava disponível.

Mas não é possível! Esse cara está possuído! “Cortem-lhe a cabeça, cortem-lhe a cabeça!” diria a rainha de copas. “Se você voltasse agora, muitos lhe condenariam outra vez. / Com cabelos longos quem sabe, e a calça desbotada talvez. / E os jornais de certo iriam publicar / Que morreu um doido que não quis calar.” Diz Silvio Brito, grande menestrel contemporâneo.

Mas, um abismo iiimmmeeennnsssooo separa a letra do dia-a-dia!

Como transpor esse abismo? O que posso fazer para realmente viver aquilo que se escreve, e se pendura nas paredes de várias organizações? Como “estimular e fomentar o ideal de servir, como base de todo empreendimento digno, promovendo e apoiando: PRIMEIRO. O desenvolvimento do companheirismo como elemento capaz de proporcionar oportunidades de servir; SEGUNDO. O reconhecimento do mérito de toda ocupação útil e a difusão das normas de ética profissional; TERCEIRO. A melhoria da comunidade pela conduta exemplar de cada um em sua vida pública e privada; QUARTO. A aproximação dos profissionais de todo o mundo, visando à consolidação das boas relações, da cooperação e da paz entre as nações.

Já viram isto nalguma parede por aí! Quem sabe num manual!

A Prova, traduzida em mais de 100 idiomas, consiste nas seguintes perguntas: Do que nós pensamos, dizemos ou fazemos

  1. É a VERDADE?
  2. É JUSTO para todos os interessados?
  3. Criará BOA VONTADE e MELHORES AMIZADES?
  4. Será BENÉFICO para todos os interessados?

Ou ainda aquela outra, do “velho” Sócrates:

– Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?

– Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.

– A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?

Envergonhado, o homem respondeu:

– Devo confessar que não.

– A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?”

Então, tudo isso já está escrito. Tudo nós já sabemos. Sabemos, só nos falta aprender.

Meditando, meditando, estudando, procurando uma razão que me pareça razoável, lembro das aulas de história, ou de religião, onde ouvimos falar dos faraós, dos reis e imperadores. Sinceramente, eu penso que de fato eram representantes de Deus na terra. A bagunça começou quando generais, gente do povo, Zés Ninguéns como você e eu, usurparam o posto pelo poder que poderiam auferir. Tinham uma gana em mandar na vara — coletivo de porcos! Talvez Ramsés, tomado de ciúmes, tenha sido o primeiro a por fora toda sabedoria ancestral? Será que ele perseguiu Israel por causa da saudade do seu irmão Moisés? Foi só daí que Ramsés percebeu que havia perdido a “Jóia do Nilo”? Correu, correu, correu e se afogou nas águas profundas… Desde então, nós que não nos lançamos à travessia do mar, quando não nos afogamos, chafurdamos.

Veja só! Não é de hoje que a turma se perde nos manuais. A interpretação da letra não depende de ortografia e gramática, nem da qualidade do papel, mas da poesia que elas encerram. Sim, o entendimento de qualquer manual pressupõe a vivência; pressupõe um vocabulário advindo do resultado emotivo, psicológico, intelectual de uma experiência. Nessa linha de raciocínio, o melhor cardiologista deve ser aquele que já sofreu um enfarto. Os erros ensinam mais do que os acertos — dizem (?).

Onde está O conhecimento, então? Ele está no meio de nós. “O SENHOR teu Deus, o poderoso, está no meio de ti, ele salvará” (Sofonias, 3:17). “Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós” (Josué 3:10). “Está o SENHOR no meio de nós, ou não?” (Êxodo 17:7). “…porquanto rejeitastes ao SENHOR, que está no meio de vós” (Números 11:20). “Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós” (Lucas 17:21). “mas no meio de vós está um a quem vós não conheceis” (João 1:26). E assim por diante, muitas e muitas citações do Livro, já que a tradição diz que o Livro tem razão.

– Ah! Mas assim você está forçando a barra!

Então tá! Olha, no nosso trabalho, realizado em organizações de todos os tipos, oferecido às pessoas em situação de mudança, em busca de uma melhor condição de viver, cansadas de sobreviver, nós não temos como explicar, nós fazemos e mostramos o resultado intelectual, psicológico e emocional. A mudança que ocorre é resultado de aprendizado efetivo. Se não houve mudança, não houve aprendizado. Não é uma questão de adquirir mais conhecimento, desses que estão nos livros. Você nem imagina o que é elaborar o conhecimento. Preparar, organizar, ordenar, formar (a pouco e pouco e com trabalho). Isso é viver o evangelho! Na prática. Dia-a-dia.

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William James afirmava que a maioria das pessoas vive física, intelectual ou moralmente num círculo muito restrito do seu potencial de ser. Todos têm um reservatório de vida para evoluir, com o qual nem sonham. Faz-se uso de uma porção muito pequena das possibilidades dda consciência. Existem técnicas para se conscientizar desses reservatórios de vida ou potenciais transpessoais, as quais são parte de uma arte e de uma tecnologia que têm sido aprimoradas através de milênios em centenas de culturas e constituem o núcleo contemplativo das grandes tradições religiosas do mundo (James apue Fadiman; Frager, 1986).

Há dois princípios fundamentais e seis elementos em comum na arte da transcendência, constatados em diferentes enfoques. O primeiro princípio é o da percepção da realidade em estados de vigília é limitada. O estado usual de consciência é insatisfatório — apresenta obscuridade, distorção, ilusão, fascínio, descontrole. O segundo princípio é o de que a mente em consciência de vigília é parcial. Apesar disso, no entanto, existem técnicas para desenvolver e ampliar sua percepção e extensão. Ela não tem fronteiras. Pode ser treinada e clarificada, catalisando potenciais transpessoais (Saldanha, 2008, p.205).

Treinamento ético
Treinamento da atenção
Transformação emocional
Motivação
Percepção refinada
Sabedoria

Esses seis elementos da arte da transcendência podem ser estimulados na educação e na orientação Transpessoal. Essa perspectiva dá ao indivíduo condições de autonomia e discernimento mental, bem como a possibilidade de manter uma mente alerta e serena.

Abraham Maslow, em uma de suas publicações, escreveu mais de cem páginas sobre o tema da transcendência, pontuando esses aspectos e legitimando a humanidade por meio da própria transcendência, sem a qual o homem não seria plenamente e de fato humano (Maslow, 1990, apud Saldanha, 2008, p. 208).

Enquanto a transcendência não for objeto da sua atenção, a auto-imagem é alimentada pela mente coletiva e gera compulsão e angústia cada vez maiores. A carência e a insatisfação são profundas; surgem comportamentos patológicos, a normose e síndromes orgânicas. Mas nem tudo é mal em si mesmo: esses sintomas poderão servir de estímulos para a evolução. Poderão mobilizar o combustível da transformação. É preciso olhar para a pessoa humana que está por trás dos sintomas, dos conflitos, para identificar o que eles comunicam (idem, p. 240).

Não é fácil. Mas é simples.


Saldanha, Vera. Psicologia Transpessoal : abordagem integrativa : um conhecimento emergente em psicologia da consciência. Ijuí : Ed. Unijuí, 2008. 344 p.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

Eles têm habilidade especial em expressar o que é Belo e conseguem despertar emoções com a sua imaginação criadora.

OS ARTISTAS

A palavra arte é derivada do latim “ars” que significa habilidade. Habilidade de desenvolver inúmeras ações especializadas com o uso da imaginação criadora sempre em conexão com o belo, para um mundo melhor… Desde a jardinagem… Ao jogo de xadrez.

Dia 24 de Agosto é o Dia dos Artistas

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Os Artistas são antes de tudo pessoas com vocação religiosa. A sua aguçada sensibilidade faz com que sintam necessidade de estarem permanentemente “re-ligados” ao Criador… A única fonte do belo e da criatividade. Através da sua arte eles conseguem trabalhar com leveza, e até humor sutil, o cotidiano da vida. Interpretam o mundo, os acontecimentos e as mudanças da sociedade buscando sempre “o diferente” onde todos veem “o igual”. São pessoas inconformadas e visionárias que, com a sua arte, procuram incomodar mostrando à sociedade o que ela ainda não consegue ver.

Os Artistas possuem grande inteligência e muita força da própria vontade. Com grande capacidade de reflexão realizam o seu trabalho artístico com paciência… Até chegarem ao que imaginaram… E depois, admiram com intensa alegria a obra criada com o seu eterno companheiro… O Criador. É assim que eles revelam engenho e talento ao expressar seus sentimentos e seu capricho na relação com o belo, sempre procurando provocar nas pessoas, emoções capazes de mudar o seu comportamento. Aliás, é a característica principal de um trabalho artístico… Mudar o modo de pensar e agir das pessoas.

Os Artistas dedicam a sua vida às belas artes – as mais variadas expressões do belo – com a intensão de disseminar a beleza e os maiores valores humanos ao maior número de pessoas. O seu enorme valor está justamente nessa capacidade de comunicar aos outros, os seus sentimentos e suas mensagens, através de algo concreto utilizando os seus órgãos dos sentidos… Música, dança, pintura, escultura, teatro, jardinagem, gastronomia, perfumaria, artesanato…

Os Artistas autênticos estão sempre interessados em que apareça primeiro a sua arte antes do seu nome. Sabem que a sua arte é sua companheira para sempre e que nunca o abandonará, até o fim da sua existência. Sabem também, que agindo com honestidade ela poderá lhes oferecer um caminho agradável de… Satisfação pessoal acima de tudo… Possível fama… Ganho financeiro.

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Assim, os Artistas põem em ação o seu engenho e o seu talento, altamente desenvolvidos, com a intensão de se impor como arte pura da expressão do belo e provocar o máximo de emoções e de mudanças. Daí, surgirem na História, movimentos de arte de acordo com os variados estilos de expressão… “O Maneirismo” com suas manias… ”O Barroco” com sua rudeza… “O Rococó” com seus exageros… “O Fauvismo” com a arte selvagem… “O Surrealismo” com a sua alienação da realidade…

Pablo Picasso, pintor espanhol famoso no mundo inteiro, define… “Os Artistas são ao mesmo tempo um ser político, sempre alerta aos acontecimentos tristes, alegres, violentos, aos quais reage de todas as maneiras. Não, a pintura não é feita para decorar apartamentos. É um instrumento de guerra para operações de defesa e ataque contra o inimigo”.

Os Artistas sabem que a sua missão é melhorar as pessoas e melhorar o mundo com a sua arte, através das manifestações do belo.

No dia 24 de Agosto… Parabéns a todos os Artistas… Pessoas especiais que sonham e trabalham por um mundo melhor.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Quem analisa superficialmente os acontecimentos não consegue formar uma ideia objetiva da opinião pública de nossos dias, e acaba aceitando a opinião corrente de que o mundo caminha homogênea e inelutavelmente para uma irreligião.

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Será que a sensação de isolamento, de vazio e de carência de afeto autêntico, do homem contemporâneo seria fruto de uma crise existencial? Existir para que?

Escuta, Zé Ninguém!“Tens medo de olhar para ti próprio, tens medo da crítica, tal como tens medo do poder que te prometem e que não saberias usar. Nem te atreves a pensar que poderias ser diferente: livre em vez de deprimido, direto em vez de cauteloso, amando às claras e não mais como um ladrão na noite. Tu mesmo te desprezas, Zé Ninguém, Dizes: “Quem sou eu para ter opinião própria, para decidir da minha própria vida e ter o mundo por meu?” E tens razão: Quem és tu para reclamar direitos sobre a tua vida? Deixa-me dizer-te.”

Nas palavras do Papa, “Os Santos manifestam de diversas forma A presença poderosa e transformadora do Ressuscitado”.

O que significa ser Santo? Quem é chamado a ser santo? Ainda somos levados a pensar que a santidade é uma meta reservada a poucos eleitos. São Paulo, ao contrário, fala do grande desígnio de Deus e afirma: “N’Ele escolheu-nos antes da criação do mundo para sermos santo e imaculados diante d’Ele na caridade” (Ef 1,4).

Não te excites, chefezinho de todos os democratas e de todos os proletários do mundo. É minha firme convicção de que a tua futura liberdade real depende mais da tua resposta a esta pergunta do que de milhares de resoluções dos teus congressos de Partido… Poderias ter escolhido entre a crueldade da Inquisição e a verdade de Galileu. Escolheste torturar Galileu, de cujas descobertas ainda hoje beneficias, submetendo-o a toda a espécie de humilhações, e, em pleno século XX, continuas a utilizar os mesmos métodos da Inquisição.

A santidade, a plenitude da vida cristã, não consiste em realizar empreendimentos extraordinários, mas em unir-se a Cristo Ressuscitado, em fazer nossas as suas atitudes, pensamentos e comportamentos.

Continuarás através dos séculos a seguir embusteiros e energúmenos, cego e surdo ao apelo da VIDA, A TUA PRÓPRIA VIDA. Porque tu temes a vida, Zé Ninguém, e a destróis na crença de que o fazes em nome do “socialismo”, ou do “Estado”, ou da “honra nacional”, ou da “glória de Deus”. Há algo, no entanto, que não sabes ou não queres saber: Ninguém é excluído do chamado à santidade.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Está muito difundido entre nós tentar restaurar o passado mediante uma terapia. É sem dúvida útil que se faça uma revisão terapêutica da própria história. Mas, muitas vezes, alguns se voltam ao seu passado à procura de justificativas para o fato de que alguma coisa não vai bem. “Mas, por que a minha vida é tão difícil?” “Por que não sou bem-sucedido?”

Consciente do seu passado, devidamente enquadrado no DSM-IV tr (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), a vida continua difícil ou, na melhor das hipóteses, segue medíocre como a de “todo mundo”. Daí resulta que muitas pessoas, empreendem uma busca espiritual noutras paragens, nas tradições orientais, por exemplo. Afinal de contas, o desejo de desenvolvimento e iluminação internos é bem aceito no Oriente onde há procedimentos e técnicas para facilitar este processo.

O “velho” Jung acreditava, entretanto, que a sistematização do processo de crescimento tinha seus perigos. Há séculos, a Ioga congelou-se num sistema fixo. Tal como nós a conhecemos hoje em dia, tornou-se um método de treinamento espiritual que é ensinado aos iniciados de cima para baixo… “o que é extremamente o oposto daquilo que eu faço”.

Jung argumentou que os procedimentos orientais para a individuação, como Ioga e Budismo, são geralmente inadequados para os ocidentais. Os ocidentais que têm procurado doutrinas orientais tenderam a repudiar sua herança ocidental, tentando imitar a cultura oriental tanto quanto possível e desligando-se de importantes partes de suas próprias psiques.

Mas você pode encontrar um caminho na tradição cristã, que corresponda aos seus anseios mais profundos. Não é um caminho moralizante, nem ascético propriamente, mas o caminho místico de uma prática, que conduz cada vez mais à liberdade e ao amor. Este caminho tem muitas semelhanças com os caminhos místicos que nos oferecem as religiões, ou tradições, orientais.

Nessa altura, é benéfico, é saudável o impulso que nos faz entrar na presença de Deus – ou de uma Força Maior, se vc preferir – sem recalcar o passado. Quando estou inteiramente presente a mim mesmo, esqueço-me de mim próprio, e de gravitar à minha volta e à volta do meu passado. Estou simplesmente no momento presente. E neste estar puro e simples, tudo é bom. Sinto a presença de Deus.

É claro que o meu passado virá sempre “prá cima” de mim. Então não devo ignorá-lo, mas oferecê-lo, orientando para Ele o desejo que irrompeu em mim, por causa da história da minha vida. Então, apesar de todas as feridas que há em mim, sentirei o desejo de amor, que me retira do passado e me transporta para um mero estar presente. Entendo que este é um caminho terapêutico que a espiritualidade cristã nos pode oferecer (Pe. Anselm Grün, 2008).

ANÔNIMO do séc. XIV. A nuvem do não-saber. Apresentação, tradução do inglês medieval e notas de Lino Correia Marques de Miranda Moreira ; Prefácio de Anselm Grün. 2. ed. – Petrópolis, RJ : Vozes, 2008. 188 p.

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Sergio Vieira Holtz Filho

O discurso que hoje desconhece a interdisciplinaridade não pode mais ser levado a sério.

Existem pessoas no campo da ciência que se fecham à espiritualidade; e pessoas de grupos religiosos que se fecham a qualquer abordagem da ciência. Em ambos os casos entendo que haja fanatismo, ou seja, falta-lhes a razão. “Ora, não somente um religioso pode se tornar fanático, reforçando somente suas idéias, seu ponto de vista, sua prática religiosa, quanto um cientista pode tornar-se fanático, quando se fecha a outros diálogos, a outras ‘escutas’, igualmente importantes e fundamentais sobre o ser humano (VALLE, 2011, p. 15)”

Andar com fé eu vou

Que a fé não costuma faiá…

Certo ou errado até

A fé vai onde quer que eu vá

Ôô, a pé ou de avião

Mesmo a quem não tem fé

A fé costuma acompanhar

Ôô, pelo sim, pelo não

Afinal de contas, quem foi que tirou Deus das nossas vidas?

VALLE, Isac Isaías. A cura do “eu” interior : o encontro e diálogo entre fé e ciência – São Paulo : Palavra & Prece, 2011. 119 p.

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Maria Luiza Marins Holtz

Dia 08 de agosto é o dia do Pároco

AFINAL, O QUE É UM PÁROCO E O QUE ELE FAZ?

Procurei informações sobre a vida e o serviço do Pároco… Conhecendo mais sobre a vida de um Pároco reconheci o valor imenso do seu serviço que aumentou ainda mais a admiração pelos Párocos.

A palavra Pároco vem do grego paróikos “aquele que mora junto”, cruzado com párochos “dono da casa”… Sacerdote encarregado de uma Paróquia… Palavra que também vem do grego paroikia, “localidade”… Divisão territorial de uma diocese sobre a qual o sacerdote, designado como Pároco, tem jurisdição ordinária. (Aurélio).

O Promotor de Justiça do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica na Santa Sé, Fr. Nikolaus Schöch OFM concedeu longa entrevista em que reconhece nos Párocos a consciência dos seus deveres e as enormes dificuldades enfrentadas por eles. Procurei resumir aqui…

Todo Pároco sabe…

  • Que a sua função é acima de tudo um serviço que vem para ele diretamente do Senhor… Através do Bispo. E, que não é uma profissão com horário de trabalho.
  • Que é pessoa humana, – frágil como qualquer um de nós – cujo serviço próprio de Orientador da Comunidade deriva da sua relação íntima com Cristo, Cabeça e Pastor e com a força do Espírito Santo. Portanto, ele sabe que deve se dedicar intensamente a alcançar a santidade… Através da vida de profunda oração, da celebração diária da Eucaristia, da busca do sacramento da Reconciliação, da prática e do anuncio da Palavra de Deus.
  • Que a Paróquia é um órgão vivo do único Corpo de Cristo, da única Igreja, que deve acolher todas as pessoas – paroquianos ou não – que necessitem de ajuda e orientação e que também desejem dar ação de graças a Deus nos seus momentos mais significativos.
  • Que como ele participa da ação diretiva de Cristo Cabeça e Pastor deve enfrentar o individualismo arraigado nas pessoas e “fazer da Igreja a casa e a escola da comunhão” e atendendo às expectativas mais profundas do mundo de hoje ser “o homem que procura unir a Paróquia”.
  • Que ao prestar o seu serviço deve se dedicar principalmente à celebração dos sacramentos, tendo o seu ponto vital e culminante na força da Celebração Dominical da Eucaristia e do sacramento da Penitencia. E que a sua atenção especial deve estar dirigida prioritariamente para o atendimento das confissões individuais e direção espiritual… Acolhendo, orientando, ajudando, compreendendo, apoiando, criando esperança, curando…
  • Que nas grandes cidades não conseguirá conhecer e atender o grande número de paroquianos… E, que – diante da carência de padres – deve auxiliar a diocese, a outros padres e também ser auxiliado por eles e por muitos leigos consagrados ou não.
  • Que diante da realidade social e cultural da Paróquia, não é obrigado a realizar pessoalmente as atividades pastorais… Mas é o responsável pela fidelidade à doutrina da Igreja Católica, à disciplina da Igreja e ao Evangelho de Cristo. Assim, ele sofre excessiva dispersão diante de tantas variadas e crescentes atividades pastorais, sem muitas vezes conseguir priorizar aquela mais urgente.
  • Que a administração da Paróquia deve ser delegada – quando possível - a leigos que sejam pessoas com pelo menos um conhecimento básico do assunto, que apresentem conduta ética e honesta e que sejam disponíveis.
  • Além de procurar cumprir todos esses deveres o Pároco também sabe que enfrentará contínua e injusta incompreensão dos paroquianos e das outras pessoas batizadas, que estão afastadas das práticas religiosas católicas… Mas… Mesmo assim corre…

O risco de ser Pároco” (do site “Padres Inquietos”).

-Se prega dez minutos… Nunca mais acaba. -Se fala de contemplação… Está voando. -Se aborda temas sociais… Mete-se na política. -Se trabalha… Não tem nada que fazer. -Se se preocupa com a paróquia… Não se compromete com o mundo. -Se usa cabelo comprido… É revolucionário. -Se usa cabelo curto… É antiquado. -Se batiza e casa muita gente… Desperdiça os sacramentos. -Se é exigente… Afasta os fiei. -Se está na igreja… Abandona os paroquianos -Se faz visitas… Abandona a paróquia. -Se promove convívio… Na paróquia não faz nada. -Se realiza obras na igreja… Desperdiça dinheiro. -Se não faz obras…Tem tudo abandonado. -Se lança um Conselho Paroquial… Deixa-se manejar. -Se não tem Conselho Paroquial… É um individualista. -Se é jovem… Não tem experiência. -Se é idoso… Deveria reformar-se. -Se… Mas quando se afasta ou morre… Era realmente insubstituível!

No Dia 08 de Agosto … Parabéns e Muito Obrigado queridos Párocos.

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Na hora do lanche, na hora do trabalho, na hora do lazer, na hora da família, no bar com os amigos, ganhando dinheiro, gastando dinheiro… Quem disse que Deus não está lá… Ou aqui… bem aqui… “Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’ ou: ‘está ali’, porque o Reino de Deus está dentro de vocês.” (conforme Lucas) Quem foi que tirou Deus das nossas vidas?

Entre tantos corinthianos e palmeirense, flamenguistas e botafoguenses, colorados e gremistas – eu não sou a pessoa mais indicada para discutir futebol — reconheço que as diferenças não diminuem a paixão pelo futebol, apesar de alguns maus exemplos de conduta. Soube que a FIFA reúne mais países do que a ONU, e considero as suas reuniões quadrianuais um bom exemplo de integração e elevam o valor do esporte ao de promotor da união entre os povos.

Assim, cada seita tem as suas características próprias, cada empresa tem as suas características próprias, e isso não diminui a busca pela excelência (s. f. Grau elevado de perfeição, de bondade; superioridade.), talvez porque isso seja natural.

Tenho estudado, mais para ordenar meus pensamentos do que para ensinar alguém, e, espero, isso oriente minha conduta nos trabalhos de consultoria e assessoramento que realizo. Nesse estudar, deparei-me com o livro “Jesus de Nazaré : primeira parte : do batismo no Jordão à transfiguração / Joseph Ratzinger ; tradução de  Jose Jacinto Ferreira de Farias. — São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2007.” e ouso deixar marcado um trecho que me impressionou, entre tantos outros.

Entretanto, desenvolveu-se em vastos círculos, especialmente da Teologia católica, uma interpretação secularista do pensamento do Reino, que originou uma nova visão do cristianismo, das religiões e da história em geral, e com esta profunda transformação o que se pretendia era tornar apropriável a alegada mensagem de Jesus. Diz-se então que antes do Concílio dominara uma perspectiva eclesiocêntrica, tendo sido a Igreja colocada como o ponto central do cristianismo. Depois, ter-se-ia passado para uma visão cristocêntrica e consequentemente se ensinaria Cristo como o ponto central de tudo. No entanto — diz-se –, não só a Igreja que é fator de divisão, mas também Cristo, na medida em que Ele pertence apenas aos cristãos. E assim se passou do cristocentrismo para o teocentrismo e pensava-se que se estaria mais próximo da comunidade das religiões. Mas com isto não fora ainda atingido o objetivo, porque também Deus  pode ser visto como fator de divisão entre as religiões e os homens.

Por isso deveria ser dado o passo para o reinocentrismo, para a centralidade do Reino. Este fora, de fato, o centro da mensagem de Jesus e este deveria ser o caminho certo para finalmente unir todas as forças positivas da humanidade para o acesso ao futuro mundo. “Reino”: isso significa simplesmente um mundo no qual domina o respeito pela criação, a justiça e a paz. Não se trata de mais nada. Este “Reino” devia ser constituído como objetivo final da história. E esta seria a verdadeira tarefa das religiões: o trabalho conjunto para a vinda do “Reino”. Elas poderiam, entretanto, conservar as suas tradições, cada qual viver a sua identidade, mas deveriam, com as suas respectivas diversidades, trabalhar juntas pelo “Reino”, isto é, por um mundo no qual são determinantes o respeito pela criação, a justiça e a paz.

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Que em tudo Deus seja glorificado.

Como em um só corpo temos muitos membros e cada um dos nossos membros tem diferente função, assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo, e cada um de nós é membro um do outro. Temos dons diferentes: Aquele que tem o dom da visão estratégica, exerça-o com confiança razoável. Aquele que tem gerência de negócios próprios, alheios ou políticos, dedique-se a administração. Se tem o dom de ensinar, que ensine; o dom de aconselhar, que aconselhe; aquele que distribui benefícios, faça-o com simplicidade, que não se espere retribuição; aquele que preside, presida com zelo; aquele que exerce a misericórdia, que o faça com afabilidade. Que vossa caridade não seja fingida. Aborrecei o mal, apegai-vos solidamente ao bem.

Não significa ficar rezando enquanto trabalho, mas que cada ato, que cada pensamento, cada palavra, cada silêncio, seja uma homenagem à uma Força Maior. Existe uma Força Maior!

Deve sim, caracterizar o comportamento no trabalho e na convivência com as pessoas. Que o próprio trabalho seja realizado numa atitude espiritual.

Não significa não ter lucro. Não significa deixar de receber seu salário – retribuição pecuniária do serviço executado. Não atarás a boca ao boi que debulha… A parte que te cabe deste latifúndio.

A cada um seja dado o que ele necessita, quer dizer, quem precisa mais dever receber mais, quem precisa de menos deve também receber menos. Parece uma coisa muito razoável. Assim, não haverá nenhum necessitado.

Repartia-se então a cada um deles conforme a sua necessidade.

Na Idade Antiga — ou Antiguidade, foi o período que se estendeu desde a invenção da escrita (4000 a.C. a 3500 a.C.) até a queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.) e início da Idade Média (século V), o serviço mútuo era considerado considerado coisa de escravo, e até hoje ainda existe um “vermezinho” desse preconceito.

Mas, o serviço mútuo é uma coisa natural e evidente. Justamente nos trabalhos simples cada um pode mostrar disposição para o serviço mútuo, e isso não diminui ninguém, ao contrário, aumenta seu tamanho, aumenta seu poder.

O amor não precisa estar aí no início. Pois se deve contar com a possibilidade de alguns realizarem este serviço a contragosto, ou de surgirem também coisas desagradáveis, podendo ocorrer que o serviço seja realizado com resistência e mau humor. Temos consciência das dificuldades que esta exigência implica, de certo porque para muitos ele não é natural.

É certo que com a prática, o exercício constante, o serviço simples, útil, também adquire um mérito especial, e que ele aumenta o amor. No início talvez a caridade do serviço não seja grande, talvez o serviço marcado mais pela obrigação do que pelo amor. Mas o amor pode crescer, por meio da ação.

Não escrevo para ensinar ninguém, mas para orientar meus pensamentos, e esclarecer minhas dúvidas e, tomara, conduzir minha conduta.

Orar e Trabalhar, Anselm Grün e Fidelis Ruppert, Editora Vozes, 2005

http://www.bibliacatolica.com.br/

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

Dia 07 de Maio é o Dia do Silencio.

Ao pesquisar, buscando informações sobre o Silencio, fiquei admiradíssima ao saber a respeito da força, do poder e dos benefícios do Silencio.

Silêncio… Do Latim silentium, silere… Tem o sentido de calar… “Abstenção voluntária de falar, de pronunciar qualquer palavra ou emitir qualquer som, de escrever, de manifestar os pensamentos”. Michaelis

Estudos científicos sobre o comportamento humanos e já comprovados pela medicina, descobrem que a prática diária do Silencio é um excelente remédio contra o estresse.

O Silencio gera a harmonia, a serenidade, o relaxamento interior… Estimula a atenção consciente e a intuição criativa e melhora muito o desempenho pessoal e profissional no dia a dia… Porque o Silencio é muito mais eficaz do que mais de mil palavras.

Quando estamos angustiados, perdidos e incapazes de nos acalmar… Quando o nosso interior está barulhento… Quando estamos vivendo numa constante perturbação… Quando os nossos pensamentos estão agitados como num rodamoinho… Quando falamos demais achando que estamos sempre certos e não somos ouvidos… Quando nossas palavras são deturpadas e mal interpretadas… Está na hora certa de praticar o Silencio…Tanto no calar como no evitar qualquer ruído com os pés, com as mãos, com os movimentos, com os sons de TV, de rádio… Procurando – mesmo na cidade – ouvir apenas os sons da natureza… Vento, árvores, pássaros, chuva…

Um tempo diário de Silencio equivale a horas de repouso, a um delicioso descanso e uma trégua para que as nossas inquietações não tenham força e poder sobre nós.

A prática diária do Silencio – sem medo – faz com que nos conheçamos melhor e a nossa realidade… Então, admitimos nossas imperfeições… Encontramos a melhor maneira de agir… Atingimos a tranqüilidade… E percebemos que os outros são diferentes de nós.

O nosso Silencio se arma de tal força que faz manifestar a nossa fortaleza, grandeza e bravura de personalidade… E nos livra da necessidade de responder provocações, vingar ofensas, contestar o que discordamos… Porque o Silencio intimida e faz com que o ofensor escute e receba de volta, como um bumerangue, tudo o que ele falou. Pois, falar demais demonstra pequenez, fraqueza, insegurança, medo…

Permanecer em Silencio é confiar a Deus tudo o que está fora do nosso alcance ou da nossa capacidade… É reflexão… É meditação… É uma poderosa oração de louvor…

Um longo tempo de Silencio é especial e único para uma profunda comunhão (comum união) tranqüila com Deus que – para “falar” conosco – precisa da quietude da nossa alma e não de palavras e sons. Assim… Envolvidos pelo Seu Espírito Santo, que habita em nós para apaziguar o nosso coração, acalmar as nossas emoções, rever nossa conduta, nos avaliar, nos amadurecer… Nos tornamos livres para receber as soluções que somente Ele nos pode dar… Alem de conter os nossos impulsos de agredir e machucar com pensamentos e palavras.

O nosso Silencio purifica e valoriza as palavras que ouvimos. Permite a ampliação da nossa percepção, a interiorização e nos deixa prontos para entender e aprender qualquer coisa.

Quando silenciamos antes de falar – criando uma intenção de acolhimento, de amor, de paz, de boa vontade, de alegria, os nossos pensamentos – através das nossas palavras – tem força e poder até de transformar pessoas e ambientes.

Viver com simplicidade facilita e estimula muito a atingirmos o nosso Silêncio interior que nos conduz à contínua comunhão com Deus e à paz permanente da nossa alma.

“Já não corro atrás de grandezas ou das coisas fora do meu alcance… Meus desejos se acalmaram… Estou sossegado e tranqüilo como uma criança satisfeita no colo da mãe… Espera no Senhor, desde agora e para sempre” Salmo 131(130).

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Conflito e paz : uma resposta /  Bert Hellinger ; tradução Newton A. Queiroz. — São Paulo : Cultrix, 2007. p.59

Nada é mais difícil de suportar do que a felicidade.

Muitos suportam facilmente a desgraça; não porém, a felicidade. Os infelizes, em sua maioria, sentem-se ligados à própria família por sua própria infelicidade. Sentem-se inocentes e com boa consciência, e isso é um grande consolo em sua desgraça. Inversamente, quem está feliz enquanto pessoas de sua família estão sofrendo, costuma sentir consciência pesada. Então faz todo o possível para voltar a ser infeliz, e acaba ficando feliz na desgraça.

Assim, quando alguém está feliz ou obteve alguma vantagem, ao mesmo tempo em que outros em volta dele estão infelizes ou ficaram em desvantagem, ele se sente culpado em relação a eles. E também se sente culpado em relação ao destino ou a Deus. Quando alguém fica feliz porque se curou de uma doença grava, o que faz ele se for devoto? Oferece a Deus um sacrifício para pagar por sua felicidade. Muita gente acha que sua felicidade será tanto maior quanto mais ele pague por ela. Nunca pude confirmar a verdade dessa crença. Quem paga muito perdeu muito mas dificilmente ganhou algo, exceto sua sensação de inocência.

O que se deve fazer então para conservar a felicidade?

Primeiro, é preciso agradecer, pois a felicidade geralmente não é merecida. Ela é uma dádiva. Aceitá-la simplesmente como tal, sem contrapartida, é difícil para nós. Mas é mais fácil aceitá-la quando o fazemos com gratidão.

Para que ousemos conservar a felicidade precisamos fazer algo mais: que os outros compartilhem dela. Quando passamos um pouco de felicidade adiante deixamos também felizes outras pessoas. Assim a felicidade aumenta e pode permanecer. Esse é um de seus segredos.

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Os bons, os pretensos bons que desejam ir para o céu, não querem absolutamente encontrar lá pessoas diferentes deles. Isso ocorre sob o influxo da consciência. Ela cria o céu e o inferno. Ao desejar o inferno para os maus, os pretensos bons também se revelam maus.

Essa é uma das formas do “mau”, e tem um caráter mais ou menos pessoal.

Quando olhamos para Jesus e pensamos no que ele fez, como homem de bem, e no grande amor que nos manifestou, e em sua maravilhosa sentença: “Sede misericordiosos como meu pai no céu é misericordioso para com todos, pois faz brilhar o sol sobre bons e maus e faz chover sobre justos e injustos”, temos que reconhecer que para ele não havia bons e maus. Entretanto como terminou ele? Na cruz. Ali atuou uma força adversa, contrária?

Sempre que alguém cresce demais, a Força traz ao equilíbrio — para glória de Deus. Portanto, de onde vem as forças (adversas?), esse grande “Mal”? De Deus.

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Teia EFEeerreeneaenedea,
Queuaenedeo ceoeneveerreesseaemeoesse esseobeerree eesseceerreeveeerre oesse eneoemeeesse deaesse eneoteaesse…
Tia Fernanda,
Quando conversamos sobre escrever os nomes das notas…
Tudo começou porque vi no caderno de flauta da minha filha os nomes das notas escritos sobre as notas na partitura. Procurei a coordenação da escola porque percebi a qualidade da atenção que se dá ao ensino da música, que é proporcional ao conhecimento que se tem da ferramenta pedagógica e dos efeitos na formação de seres humanos.
O argumento que apresentei é que quando nos ensinaram a ler e a escrever com esta nossa grafia, simplemente nos apresentaram um caracter gráfico e disseram-nos seu nome, e sua função foi sendo agregada cognitivamente com o uso, com a prática. Por isso ninguém escreve como eu escrevi no alto deste texto, soletrando. Da mesma maneira quando se ensina a ler partituras, o processo mais eficiente, o caminho mais curto, mais lógico é o mesmo.
Assim, da mesma forma que um “C” é um “C”, e não um “CE”, um Dó tem a sua grafia própria.
A música tem seu valor como atividade lúdica sim e pode ser considerada como diversão e fonte de prazer, ou pode ainda ser considerada como ferramenta de formação, promoção e valorização do ser humano.
É uma ilusão e um erro filosófico pensar que se deva ensinar música somente para formar músicos. Para ser um historiador de arte, não é necessário pintar; para estudar poesia, não é necessário ser um poeta; e podemos estudar música sem tocar um instrumento. Assim, quando se aprende a ler partitura não se aprende música. Música é o momento em que o músico toca. Fora desse momento não tem música. Partitura é projeto de música e disco é apenas um traço do que já foi música, segundo Malcolm Braff. (O pianista e compositor Malcolm Persson Braff nasceu no Brasil, morou onze anos no Senegal e vive na Suíça desde o início da adolescência.)
No mundo globalizado o conhecimento de outro idioma passa a ser condição de sobrevivência. Não podemos nos dar ao luxo de não conhecer outro idioma, tanto na forma falada, quanto na forma escrita. O ensino da escrita musical, na medida em que predispõe para uma outra maneira de ler e de escrever, uma outra razão de pensar, não linear, e de entender uma mensagem, contribui muito para o aprendizado de qualquer outra língua, de aprender como pensa outra cultura, como pensar diferente de como pensamos hoje. Porque do jeito como pensamos só chegaremos onde já estamos.
“…perché del manetenersi della musica nei comportamenti dell’uomo attraverso l’evoluzione hanno portato alla produzione di alcune ipotesi, tra le quali ricordiamo la funzione di coesione sociale (la musica può dare un contributo incrementando la capacità di compiere azioni coordinate collettive finalizzate ad un obiettivo comune), di rafforzamento del gruppo (la musica può facilitare la coordinazione del lavoro del gruppo nello strutturare la difesa dai predatori o nel preparare un attacco), di selezione sessuale naturale (nel mondo animale la capacità di esibire particolari piumaggi o comportamenti atti a dimostrare una buona capacità fisica aumenta le probabilità di accoppiamento, così nell’uomo la capacità di produrre musica), e così via (per approfondire, vedi Moretti e Nistri, HYPERLINK “http://www.neuroscienze.net/index.asp?cat=idart&arid=469″“L’Uomo Artista”, Ed. Idest, 2004). Biomusicologia – Editoriale; di: Francesco Albanese
A música, estimula o surgimento de novas idéias e visões, contribui para a disciplina, tanto individual, quanto na vivência em grupo, desperta o jovem para o mundo, mostrando as belezas criadas por Deus. É imanente ao ser humano, ou seja, todos possuem habilidade musical, apenas deve ser estimulada na hora exata.
A música é uma lingua universal e tem o mesmo valor do ensino de outro idioma:
“… Actually, many researchers want do discover why music is present in all human cultures of the world. We think music is directly connected with language, especially with spoken language. According to a phylogenetic investigation we believe that verbal language is an evolution consequence of gesture and sound. In our opinion we face three-points of the same structure of evolution: gesture-sound-word (Napoli Marcello, Bertirotti A., 2004, in print). This research context, studying music role inside language and especially spoken language is at least asking ourselves what music is.
Music has an ambivalent relationship with human language. Every question on sound and its role for human evolution involves the two major vocal communication systems: music and spoken language.
The language/music relationship can be considered on many levels of analysis. Music and language are connected to each other on evolutionary terms. …” (Theoretical Aims on Music for Prosody in Speech Therapy Setting. An Evolutionary Perspective, di: Alessandro Bertirotti)
A música é irmã da matemática porque a música envolve proporções, frações e seqüências – tudo o quê, está subjacente ao raciocínio matemático.
“Aprender música pode ajudar crianças a terem melhor desempenho em matemática. Quando um pesquisador numa recente conferência em Nova Iorque trouxe à tona esses estudos, ele obteve um auditório cheio de risadas (era o óbvio). Ainda assim, esse elo, reportado em 1997 por Gordon Shaw, Irvine, e Frances Rauscher na Universidade de Wisconsin, continua válido. No ano passado, Shaw comparou três grupos de alunos da segunda série: 26 tiveram aula de piano mais prática com um videogame de matemática; 29 receberam aulas extras de inglês mais o jogo matemático e 28 não tiveram nenhuma aula especial. Após quatro meses, as crianças que recebiam aulas de piano, apresentaram resultados de 15% a 41% superiores em testes de proporções e frações do que as outras crianças. Este ano, Shaw reportou que a música pode ajudar a superar o hiato socioeconômico. Ele comparou alunos de segunda série do Distrito Central (mais pobre) de Los Angeles, com alunos de quarta e quinta séries do condado de maior renda, de Orange, na Califórnia. Após um ano, os alunos de segunda série que receberam aulas de piano duas vezes por semana na escola, apresentaram desempenho em testes de matemática, tão bom quanto os alunos que não tiveram aulas de música, da quarta série; e metade dos alunos da segunda série, apresentou um desempenho igual aos da quinta série.” (A Música na Mente (By Sharon Begley). Tradução de trecho da revista NEWSWEEK de 24 de julho de 2000 – da seção SOCIEDADE & A ARTE).
A música também é irmã da educação física porque desenvolve fisicamente o linha-tronco que conecta os dois emisférios cerebrais.
“O cérebro parece ser uma esponja para a música e, como uma esponja na água, é mudado por ela. Os hemisférios direito e esquerdo do cérebro são conectados por uma grande linha-tronco chamado corpus callosum. Quando compararam os corpus callosum de trinta músicos profissionais de piano e de cordas, com os de trinta indivíduos que não eram músicos, pesquisadores liderados por Dr. Gottfried Schlaug do Centro Médico Beth Israel Deaconess em Boston, descobriram diferenças marcantes. A parte frontal deste grosso cabo neurônico é maior em músicos, especialmente se eles iniciaram seus treinamento, antes da idade de sete anos. A parte frontal do corpus callosum conecta os dois lados do córtex pré-motor, onde as ações são mapeadas antes de elas serem executadas. “Estas conexões são críticas para a rápida coordenação de movimentos ambidestros”, tais como aqueles que as mãos dos pianistas executam no movimento de allegro, diz Schlaug. A via expressa neural conectando os lados direito e esquerdo do cérebro podem explicar alguma coisa a mais, também. O lado direito é ligado à emoção, o esquerdo à cognição. Os maiores músicos, é claro, não são somente mestres na técnica mas também adeptos em fundir sua atuação com a emoção. Talvez esta seja a razão.” (A Música na Mente (By Sharon Begley). Tradução de trecho da revista NEWSWEEK de 24 de julho de 2000 – da seção SOCIEDADE & A ARTE)
O cérebro também precisa de exercício. Assim como o corpo precisa de  movimento para manter os músculos fortes, o cérebro requer exercício para preservar a flexibilidade do sistema nervoso  e desenvolver a capacidade de raciocínio.
“É uma questão de demanda: se  você usa os neurônios, eles são mantidos; se não usa,  eles simplesmente se perdem”, constata HYPERLINK “http://cecae.usp.br/”Gilberto Xavier, pesquisdor e professor da HYPERLINK “http://www.usp.br/”USP, que fez doutorado em psicologia no Brasil,  pós-doutorado na Inglaterra e na Dinamarca e, há vários anos estuda a relação entre o funcionamento cerebral e os  tipos de memória. Ele explica que o cérebro é uma  estrutura flexível e dinâmica, composta de bilhões de  neurônios. Cada um desses neurônios recebe projeções de  outros 10 mil e se projeta para mais 10 mil aproximadamente, o que resulta num número infinito de arranjos possíveis. É nessa rede de interconexões, formada em função da  história de vida e dos estímulos recebidos, que se estabelecem as bases da personalidade de cada indivíduo –  sua forma de pensar, de sentir e de encarar o mundo.” (Artigo publicado no “LHYPERLINK “http://www.livcultura.com.br/”ivraria Cultura NEWS” – n.º 76 – 1999.)
O ensino da música nas escolas não carece de notas ou avaliações porque, como dizia Adam Smith, preço e valor são funções distintas e muitas vezes não se relacionam entre si, ou seja, o que tem valor não tem preço. Ouso dizer que a música pode cumprir todos os artigos, dos fins e dos objetivos, dos Regimentos Escolares, como por exemplo:
…, está a serviço das necessidades e características de desenvolvimento e aprendizagem dos educandos, independentemente de sexo, etnia, cor, situação sócio-econômica, credo religioso e ideologia política, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana e contrário a qualquer forma de preconceito ou discriminação.
…, tem por finalidade promover o desenvolvimento integral da criança, complementando a ação da família e da comunidade.
…, tem por objetivo geral assegurar à criança atividades curriculares estimuladoras proporcionando condições adequadas para promover o bem-estar e o desenvolvimento da criança, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual, linguístico, moral e social, mediante a ampliação de suas experiências e o estímulo ao interesse pelo conhecimento do ser humano, da natureza e da sociedade.
…, além do objetivo geral e dos previstos na Constituição da República Federativa do Brasil, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB, nº 9394/96, na Declaração Universal dos Direitos da Criança e no Estatuto da Criança e do Adolescente, tem ainda os seguintes objetivos específicos:
I – criar um ambiente favorável ao desenvolvimento e ao ajustamento social e afetivo:
II – propiciar à criança o desenvolvimento da criatividade, especialmente como elemento de auto-preservação;
III – proporcionar à criança seu desenvolvimento individual para que ela tenha capacidade de estabelecer novas relações entre situações já vivenciadas e as que serão apresentadas e nas quais deverá se integrar;
IV – estimular a curiosidade, a iniciativa e a independência da criança;
V- desenvolver a psicomotricidade que favoreça o desenvolvimento da personalidade e melhor preparar para o aprendizado da leitura e da escrita;
VI – promover iniciação à matemática e ao pensamento científico;
VII – propiciar o desenvolvimento de hábitos de asseio, ordem, economia e iniciativa;
VIII – semear virtudes cívicas, sociais e morais que conduzam ao amor à Pátria, ao bem comum, bem como o respeito aos seus semelhantes e à natureza;
IX – promover o senso de auto-disciplina consciente;
X – propiciar o desenvolvimento de habilidades específicas para a eficiência da aprendizagem na escola de ensino fundamental;
XI – possibilitar o diagnóstico oportuno e preventivo das deficiências do desenvolvimento da criança, orientando e encaminhando a profissionais especializados.
Peço desculpas pela arrogância e presunção, pois não quero fazer parecer que o ensino de música nas escolas seja mais (nem menos) importante que qualquer outra disciplina, mas sim, quero me colocar a disposição dos professores, pais e alunos para melhor aproveitar uma ferramenta que oferece mais do que utilidade para a construção de um mundo bem melhor.
“Arte nas empresa
Você já  parou para pensar qual é o fascínio que a arte, e os artistas, exercem sobre cada um de nós? Nestes tempos conturbados, de alta  velocidade, os computadores invadindo os lares, os bares  e as empresas, o homem passa a ter outra importância.
Sabemos que não basta cursar uma  boa faculdade. Os dirigentes de Harvard e de Oxford  criticam incessantemente sua postura e sua utilidade para  este “novo” mundo que se apresenta para nós.
Soube uma escola de criatividade na  Itália, que reúne profissionais de áreas as mais  diferentes possíveis. São médicos, arquitetos,  advogados, banqueiros, industriais, altos funcionários  de governo, artistas, juntos numa sala, uma vez por  semana, durante um ano, para um curso de pós-graduação  em criatividade. Solução prática! E isso não tem nada a ver com  lazer. Esses profissionais vão desenvolver a sua  criatividade para colocar em prática na solução de  problemas de todos os tamanho, em suas respectivas áreas  de trabalho.
Durante muitos anos estivemos  amarrados às teorias de Taylor, Ford e Faiol, sem  questionarmos o porque é que deram certo para eles,  naquela época. No começo deste século, o povo  não conhecia muita coisa além do armazém da esquina ou do pharmaceutico que lhes aliviava as dores com  vomitórios, purgantes e sangrias. Parece que hoje é um pouco diferente. É! O mundo mudou. O homem caminha, corre, para um mudo desconhecido onde a única coisa certa é a incerteza.
Percebendo as coisas do mundo
É aí que entra a arte. Pela arte,  através do artista, desenvolvemos a sensibilidade e  ampliamos a percepção das coisas do mundo que nos cercam. Assim como o jogo do xadrez  desenvolve o raciocínio, a arte nos aproxima do desconhecido e amplia a capacidade de “receber”  idéias que, quando acionadas, darão a agilidade  necessária para fazer acontecer o que desejamos.
Ouvir boa música, apreciar  pinturas, esculturas, assistir a peças de teatro, ou  cinema (mesmo que seja em casa), é tão importante  quanto ler bons livros. É impressionante a quantidade de boas idéias que você poderá ter para a sua empresa,  assistindo a uma ópera ou ouvindo a uma orquestra sinfônica. ( HYPERLINK “http://www.mh.etc.br/9904a_arteempresa.htm” http://www.mh.etc.br/9904a_arteempresa.htm)
E para finalizar…
“The usual change of conscience is a present experience in the 90% of human societies (Bourguignon, 1986); and can be considered part of psychological heritage and the main need of that “ceremonial animal” that is the man (Wittegenstein,1975).
Many important historical personalities were familiar with the music spiritual language as a privileged means of communication with the divinity. Thinkers and philosophers such as Pitagora and Kierkegaard, musicians such as Mozart (who composed masonic music) the Russian Skryabin (who, at the beginning of the twentieth-century, was inspired by blavatsy teosophy and steiner) and many other classical musicians (such as Bach, Beethoven, Liszt…) dedicated an important part of their production to the holy music.
The contemporary personalities seem to have forgotten the close relation between music and spirituality. The sufi master Hazrat Inayat Khan has written that “today the prevalent use of music for the spiritual fulfilment and the soul recovery don’t very often recur anymore. The music has become an hobby, the way of forgetting God, instead of understanding him”. (Music and non ordinary states of conscience; di: Angela Spagna)
Atenciosamente,
Sergio Vieira Holtz Filho

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Teia EFEeerreeneaenedea,

Queuaenedeo ceoeneveerreesseaemeoesse esseobeerree eesseceerreeveeerre oesse eneoemeeesse deaesse eneoteaesse…

Tradução:

Tia Fernanda,

Quando conversamos sobre escrever os nomes das notas…

Argumento:

Tudo começou porque vi no caderno de flauta da minha filha os nomes das notas escritos sobre as notas na partitura. Procurei a coordenação da escola porque percebi a qualidade da atenção que se dá ao ensino da música, que é proporcional ao conhecimento que se tem da ferramenta pedagógica e dos efeitos na formação de seres humanos.

O argumento que apresentei é que quando nos ensinaram a ler e a escrever com esta nossa grafia, simplesmente nos apresentaram um caracter gráfico e disseram-nos seu nome, e sua função foi sendo agregada cognitivamente com o uso, com a prática. Por isso ninguém escreve como eu escrevi no alto deste texto, soletrando. Da mesma maneira quando se ensina a ler partituras, o processo mais eficiente, o caminho mais curto, mais lógico é o mesmo.

Assim, da mesma forma que um “C” é um “C”, e não um “CE”, um Dó tem a sua grafia própria.

A música tem seu valor como atividade lúdica sim e pode ser considerada como diversão e fonte de prazer, ou pode ainda ser considerada como ferramenta de formação, promoção e valorização do ser humano.

É uma ilusão e um erro filosófico pensar que se deva ensinar música somente para formar músicos. Para ser um historiador de arte, não é necessário pintar; para estudar poesia, não é necessário ser um poeta; e podemos estudar música sem tocar um instrumento. Assim, quando se aprende a ler partitura não se aprende música. Música é o momento em que o músico toca. Fora desse momento não tem música. Partitura é projeto de música e disco é apenas um traço do que já foi música, segundo Malcolm Braff. (O pianista e compositor Malcolm Persson Braff nasceu no Brasil, morou onze anos no Senegal e vive na Suíça desde o início da adolescência.)

No mundo globalizado o conhecimento de outro idioma passa a ser condição de sobrevivência. Não podemos nos dar ao luxo de não conhecer outro idioma, tanto na forma falada, quanto na forma escrita. O ensino da escrita musical, na medida em que predispõe para uma outra maneira de ler e de escrever, uma outra razão de pensar, não linear, e de entender uma mensagem, contribui muito para o aprendizado de qualquer outra língua, de aprender como pensa outra cultura, como pensar diferente de como pensamos hoje. Porque do jeito como pensamos só chegaremos onde já estamos.

“…perché del manetenersi della musica nei comportamenti dell’uomo attraverso l’evoluzione hanno portato alla produzione di alcune ipotesi, tra le quali ricordiamo la funzione di coesione sociale (la musica può dare un contributo incrementando la capacità di compiere azioni coordinate collettive finalizzate ad un obiettivo comune), di rafforzamento del gruppo (la musica può facilitare la coordinazione del lavoro del gruppo nello strutturare la difesa dai predatori o nel preparare un attacco), di selezione sessuale naturale (nel mondo animale la capacità di esibire particolari piumaggi o comportamenti atti a dimostrare una buona capacità fisica aumenta le probabilità di accoppiamento, così nell’uomo la capacità di produrre musica), e così via (per approfondire, vedi Moretti e Nistri, “L’Uomo Artista”, Ed. Idest, 2004). Biomusicologia – Editoriale; di: Francesco Albanese

A música, estimula o surgimento de novas idéias e visões, contribui para a disciplina, tanto individual, quanto na vivência em grupo, desperta o jovem para o mundo, mostrando as belezas criadas por Deus. É imanente ao ser humano, ou seja, todos possuem habilidade musical, apenas deve ser estimulada na hora exata.

A música é uma lingua universal e tem o mesmo valor do ensino de outro idioma:

“… Actually, many researchers want do discover why music is present in all human cultures of the world. We think music is directly connected with language, especially with spoken language. According to a phylogenetic investigation we believe that verbal language is an evolution consequence of gesture and sound. In our opinion we face three-points of the same structure of evolution: gesture-sound-word (Napoli Marcello, Bertirotti A., 2004, in print). This research context, studying music role inside language and especially spoken language is at least asking ourselves what music is.

Music has an ambivalent relationship with human language. Every question on sound and its role for human evolution involves the two major vocal communication systems: music and spoken language.

The language/music relationship can be considered on many levels of analysis. Music and language are connected to each other on evolutionary terms. …” (Theoretical Aims on Music for Prosody in Speech Therapy Setting. An Evolutionary Perspective, di: Alessandro Bertirotti)

A música é irmã da matemática porque a música envolve proporções, frações e seqüências – tudo o quê, está subjacente ao raciocínio matemático.

“Aprender música pode ajudar crianças a terem melhor desempenho em matemática. Quando um pesquisador numa recente conferência em Nova Iorque trouxe à tona esses estudos, ele obteve um auditório cheio de risadas (era o óbvio). Ainda assim, esse elo, reportado em 1997 por Gordon Shaw, Irvine, e Frances Rauscher na Universidade de Wisconsin, continua válido. No ano passado, Shaw comparou três grupos de alunos da segunda série: 26 tiveram aula de piano mais prática com um videogame de matemática; 29 receberam aulas extras de inglês mais o jogo matemático e 28 não tiveram nenhuma aula especial. Após quatro meses, as crianças que recebiam aulas de piano, apresentaram resultados de 15% a 41% superiores em testes de proporções e frações do que as outras crianças. Este ano, Shaw reportou que a música pode ajudar a superar o hiato socioeconômico. Ele comparou alunos de segunda série do Distrito Central (mais pobre) de Los Angeles, com alunos de quarta e quinta séries do condado de maior renda, de Orange, na Califórnia. Após um ano, os alunos de segunda série que receberam aulas de piano duas vezes por semana na escola, apresentaram desempenho em testes de matemática, tão bom quanto os alunos que não tiveram aulas de música, da quarta série; e metade dos alunos da segunda série, apresentou um desempenho igual aos da quinta série.” (A Música na Mente (By Sharon Begley). Tradução de trecho da revista NEWSWEEK de 24 de julho de 2000 – da seção SOCIEDADE & A ARTE).

A música também é irmã da educação física porque desenvolve fisicamente o linha-tronco que conecta os dois emisférios cerebrais.

“O cérebro parece ser uma esponja para a música e, como uma esponja na água, é mudado por ela. Os hemisférios direito e esquerdo do cérebro são conectados por uma grande linha-tronco chamado corpus callosum. Quando compararam os corpus callosum de trinta músicos profissionais de piano e de cordas, com os de trinta indivíduos que não eram músicos, pesquisadores liderados por Dr. Gottfried Schlaug do Centro Médico Beth Israel Deaconess em Boston, descobriram diferenças marcantes. A parte frontal deste grosso cabo neurônico é maior em músicos, especialmente se eles iniciaram seus treinamento, antes da idade de sete anos. A parte frontal do corpus callosum conecta os dois lados do córtex pré-motor, onde as ações são mapeadas antes de elas serem executadas. “Estas conexões são críticas para a rápida coordenação de movimentos ambidestros”, tais como aqueles que as mãos dos pianistas executam no movimento de allegro, diz Schlaug. A via expressa neural conectando os lados direito e esquerdo do cérebro podem explicar alguma coisa a mais, também. O lado direito é ligado à emoção, o esquerdo à cognição. Os maiores músicos, é claro, não são somente mestres na técnica mas também adeptos em fundir sua atuação com a emoção. Talvez esta seja a razão.” (A Música na Mente (By Sharon Begley). Tradução de trecho da revista NEWSWEEK de 24 de julho de 2000 – da seção SOCIEDADE & A ARTE)

O cérebro também precisa de exercício. Assim como o corpo precisa de movimento para manter os músculos fortes, o cérebro requer exercício para preservar a flexibilidade do sistema nervoso  e desenvolver a capacidade de raciocínio.

“É uma questão de demanda: se  você usa os neurônios, eles são mantidos; se não usa, eles simplesmente se perdem”, constata Gilberto Xavier, pesquisdor e professor da USP, que fez doutorado em psicologia no Brasil,  pós-doutorado na Inglaterra e na Dinamarca e, há vários anos estuda a relação entre o funcionamento cerebral e os  tipos de memória. Ele explica que o cérebro é uma  estrutura flexível e dinâmica, composta de bilhões de  neurônios. Cada um desses neurônios recebe projeções de  outros 10 mil e se projeta para mais 10 mil aproximadamente, o que resulta num número infinito de arranjos possíveis. É nessa rede de interconexões, formada em função da  história de vida e dos estímulos recebidos, que se estabelecem as bases da personalidade de cada indivíduo –  sua forma de pensar, de sentir e de encarar o mundo.” (Artigo publicado no “Livraria Cultura NEWS” – n.º 76 – 1999.)

O ensino da música nas escolas não carece de notas ou avaliações porque, como dizia Adam Smith, preço e valor são funções distintas e muitas vezes não se relacionam entre si, ou seja, o que tem valor não tem preço. Ouso dizer que a música pode cumprir todos os artigos, dos fins e dos objetivos, dos Regimentos Escolares, como por exemplo:

…, está a serviço das necessidades e características de desenvolvimento e aprendizagem dos educandos, independentemente de sexo, etnia, cor, situação sócio-econômica, credo religioso e ideologia política, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana e contrário a qualquer forma de preconceito ou discriminação.

…, tem por finalidade promover o desenvolvimento integral da criança, complementando a ação da família e da comunidade.

…, tem por objetivo geral assegurar à criança atividades curriculares estimuladoras proporcionando condições adequadas para promover o bem-estar e o desenvolvimento da criança, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual, linguístico, moral e social, mediante a ampliação de suas experiências e o estímulo ao interesse pelo conhecimento do ser humano, da natureza e da sociedade.

…, além do objetivo geral e dos previstos na Constituição da República Federativa do Brasil, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB, nº 9394/96, na Declaração Universal dos Direitos da Criança e no Estatuto da Criança e do Adolescente, tem ainda os seguintes objetivos específicos:

I – criar um ambiente favorável ao desenvolvimento e ao ajustamento social e afetivo:

II – propiciar à criança o desenvolvimento da criatividade, especialmente como elemento de auto-preservação;

III – proporcionar à criança seu desenvolvimento individual para que ela tenha capacidade de estabelecer novas relações entre situações já vivenciadas e as que serão apresentadas e nas quais deverá se integrar;

IV – estimular a curiosidade, a iniciativa e a independência da criança;

V- desenvolver a psicomotricidade que favoreça o desenvolvimento da personalidade e melhor preparar para o aprendizado da leitura e da escrita;

VI – promover iniciação à matemática e ao pensamento científico;

VII – propiciar o desenvolvimento de hábitos de asseio, ordem, economia e iniciativa;

VIII – semear virtudes cívicas, sociais e morais que conduzam ao amor à Pátria, ao bem comum, bem como o respeito aos seus semelhantes e à natureza;

IX – promover o senso de auto-disciplina consciente;

X – propiciar o desenvolvimento de habilidades específicas para a eficiência da aprendizagem na escola de ensino fundamental;

XI – possibilitar o diagnóstico oportuno e preventivo das deficiências do desenvolvimento da criança, orientando e encaminhando a profissionais especializados.

Peço desculpas pela arrogância e presunção, pois não quero fazer parecer que o ensino de música nas escolas seja mais (nem menos) importante que qualquer outra disciplina, mas sim, quero me colocar a disposição dos professores, pais e alunos para melhor aproveitar uma ferramenta que oferece mais do que utilidade para a construção de um mundo bem melhor.

Arte nas empresa

Você já  parou para pensar qual é o fascínio que a arte, e os artistas, exercem sobre cada um de nós? Nestes tempos conturbados, de alta  velocidade, os computadores invadindo os lares, os bares  e as empresas, o homem passa a ter outra importância.

Sabemos que não basta cursar uma  boa faculdade. Os dirigentes de Harvard e de Oxford  criticam incessantemente sua postura e sua utilidade para  este “novo” mundo que se apresenta para nós.

Soube uma escola de criatividade na  Itália, que reúne profissionais de áreas as mais diferentes possíveis. São médicos, arquitetos,  advogados, banqueiros, industriais, altos funcionários  de governo, artistas, juntos numa sala, uma vez por  semana, durante um ano, para um curso de pós-graduação  em criatividade. Solução prática! E isso não tem nada a ver com  lazer. Esses profissionais vão desenvolver a sua criatividade para colocar em prática na solução de  problemas de todos os tamanho, em suas respectivas áreas  de trabalho.

Durante muitos anos estivemos  amarrados às teorias de Taylor, Ford e Faiol, sem questionarmos o porque é que deram certo para eles,  naquela época. No começo deste século, o povo  não conhecia muita coisa além do armazém da esquina ou do pharmaceutico que lhes aliviava as dores com  vomitórios, purgantes e sangrias. Parece que hoje é um pouco diferente. É! O mundo mudou. O homem caminha, corre, para um mudo desconhecido onde a única coisa certa é a incerteza.

Percebendo as coisas do mundo

É aí que entra a arte. Pela arte,  através do artista, desenvolvemos a sensibilidade e ampliamos a percepção das coisas do mundo que nos cercam. Assim como o jogo do xadrez  desenvolve o raciocínio, a arte nos aproxima do desconhecido e amplia a capacidade de “receber”  idéias que, quando acionadas, darão a agilidade  necessária para fazer acontecer o que desejamos.

Ouvir boa música, apreciar  pinturas, esculturas, assistir a peças de teatro, ou  cinema (mesmo que seja em casa), é tão importante  quanto ler bons livros. É impressionante a quantidade de boas idéias que você poderá ter para a sua empresa,  assistindo a uma ópera ou ouvindo a uma orquestra sinfônica.

E para finalizar…

“The usual change of conscience is a present experience in the 90% of human societies (Bourguignon, 1986); and can be considered part of psychological heritage and the main need of that “ceremonial animal” that is the man (Wittegenstein,1975).

Many important historical personalities were familiar with the music spiritual language as a privileged means of communication with the divinity. Thinkers and philosophers such as Pitagora and Kierkegaard, musicians such as Mozart (who composed masonic music) the Russian Skryabin (who, at the beginning of the twentieth-century, was inspired by blavatsy teosophy and steiner) and many other classical musicians (such as Bach, Beethoven, Liszt…) dedicated an important part of their production to the holy music.

The contemporary personalities seem to have forgotten the close relation between music and spirituality. The sufi master Hazrat Inayat Khan has written that “today the prevalent use of music for the spiritual fulfilment and the soul recovery don’t very often recur anymore. The music has become an hobby, the way of forgetting God, instead of understanding him”. (Music and non ordinary states of conscience; di: Angela Spagna)

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

Quero compartilhar com vocês uma orientação, em nível elevado, ao pensamento do empresário, por Masaharu Taniguchi.

Sou Filho de Deus! Deus é meu Pai e minha Mãe.

Meus empreendimentos foram a mim confiados por Deus. Por isso, eles estão impregnados da atmosfera divina de progresso e prosperidade.  Como eles são expressão da Vida de Deus são cheios de vitalidade, progridem sempre através de constantes inovações e não permanecem estagnados um dia sequer.

A Sabedoria de Deus orienta sempre os meus empreendimentos. Ela não falha, e, portanto não ocorrem falhas nos meus empreendimentos.

Como Deus é Amor, ama toda a humanidade. Por isso, meus empreendimentos, protegidos pelo amor de Deus têm a intenção de proporcionar felicidade ao maior número de pessoas, e não a de lucrar. Por essa razão, a procura é grande, o giro de capital é rápido e a margem de lucro tende a aumentar cada vez mais.

Meu trabalho, orientado pela Sabedoria de Deus, é sempre original e inovador e não conflita com os concorrentes. Assim, a prosperidade dos meus empreendimentos não prejudica ninguém, ao contrário, mantém relacionamento de cooperação e co-prosperidade com os demais empreendimentos e é muito benquisto por todos.

Com a proteção do Amor de Deus e a orientação da Sabedoria de Deus, nada têm a temer no futuro. Avançam firme a caminho do progresso, sem nenhum risco de fracasso.

Sendo auto-realização da Vida de Deus, meus empreendimentos caracterizam-se pelo bom atendimento, pelos serviços prestados com amor e impressionam bem os clientes. Os lemas dos meus empreendimentos são honestidade, alegria, imparcialidade, amabilidade e bom atendimento.

Os trabalhos orientados pela Sabedoria de Deus e protegidos pelo Amor de Deus recebem sempre a inspiração de novas idéias. Colocando-as em prática, meus empreendimentos correspondem à expectativa da humanidade e seguem o caminho da eterna prosperidade.

A humanidade que se renova sem parar, está sempre à procura de produtos e serviços que representem novas idéias. Meus empreendimentos recebem constantemente novas idéias de Deus para servir a humanidade, e progridem eternamente, pois a procura dos nossos produtos e serviços torna-se cada vez maior.

Venham e vejam! Eis os meus empreendimentos prósperos, abençoados e administrados por Deus, que oferecem idéias sempre novas à clientela!

Agradeço profundamente a Deus! Muito Obrigado!

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Educação a Distância

Minha amiga Mariangela Monezi, consultora há mais de vinte anos em Direito Societário, escreveu um artigo muito interessante:

Há cerca de dois mil anos os recrutamentos e seleções eram muito mais rígidos que hoje em dia.

Na porta de entrada do Instituto de Pitágoras lia-se.

Profanos, afastai-vos!

Um criterioso processo de seleção vetava muitos dos candidatos à escola. Pitágoras era extremamente difícil na admissão dos noviços, dizendo que

nem toda a madeira serve para esculpir um Mercúrio.”

Os jovens que queriam entrar na associação deveriam passar primeiro por um período de provas. Permitia-se, no começo, a entrada no ginásio pitagórico, onde se entregavam aos jogos próprios da sua idade.

O recém-chegado era convidado a tomar parte na conversação dos noviços, como se ele fosse já um dos seus. Animado, o pretendente mostrava depressa e abertamente a sua verdadeira maneira de ser.

Durante esse tempo, os mestres observavam-no de perto, sem o reprimirem. Pitágoras vinha de imprevisto estudar-lhe os gestos e as palavras, atentando particularmente ao modo de caminhar e de rir dos moços. O riso, dizia ele, manifesta o caráter por uma maneira indubitável, e não há dissimulação possível que embeleze o riso do mau. Fizera da fisionomia humana um estudo tão profundo que, por ela, desvendava o fundo das almas.

Passados alguns meses, vinham as provas decisivas, que lembravam as da iniciação egípcia, porém suavizadas e adaptadas à natureza grega. Aqueles que fossem aprovados, iam para a prova moral. Sem preparação prévia, trancava-se o candidato em uma cela triste e nua. Deixavam-lhe uma ardósia e ordenavam-lhe que descobrisse o sentido de um dos símbolos pitagóricos.

O neófito passava doze horas encerrado na cela com a sua ardósia e o seu problema, sem outra companhia mais que um jarro com água e pão seco. Depois, conduziam-no a uma sala, à presença de todos os noviços que, nessa circunstância, tinham ordem de escarnecerem sem piedade o infeliz. Era nesse momento que o mestre observava com uma atenção profunda a atitude e a fisionomia do candidato.

Irritado pela troça, machucado pelos sarcasmos, humilhado por não ter podido decifrar o enigma incompreensível, deveria fazer um esforço enorme para se subjugar. Alguns choravam de raiva; outros respondiam por palavras cínicas; outros, fora de si mesmos, partiam com furor a ardósia, cobrindo de injúrias a escola e o mestre.

Pitágoras aparecia então e dizia, cheio de calma, ao moço, que tendo ele suportado tão mal a prova do amor-próprio, lhe pedia para não voltar mais a uma escola, de que fazia uma opinião tão má, e na qual a amizade e o respeito do mestre deveriam constituir virtudes elementares. O candidato expulso retirava-se envergonhado, tornando-se por vezes um inimigo irredutível da ordem.

Aqueles que, pelo contrário, suportavam os ataques com firmeza, que respondiam às provocações por meio de reflexões justas e espirituosas, e declaravam que estariam prontos a recomeçarem cem vezes a prova, para obterem uma única parcela da sabedoria, eram solenemente admitidos ao noviciado recebendo felicitações entusiastas por parte dos seus novos condiscípulos. Só então começava o noviciado chamado “preparação”, que durava, no mínimo, dois anos, podendo prolongar-se até cinco.

Os noviços, ou “ouvintes” eram submetidos à regra absoluta do silencio, durante o tempo das lições: não tinham o direito de fazer uma única objeção aos seus mestres, ou de discutirem os seus ensinamentos. Deveriam recebê-los com respeito, e meditar longamente sobre eles depois, consigo mesmos.

Pitágoras acreditava que exercitar alguém na dialética e no raciocínio, antes de lhe dar o sentido da vida, só serviria para produzir cabeças ocas e sofistas pretensiosos. O que ele ambicionava desenvolver, antes de tudo, nos seus discípulos, era a faculdade primordial e superior do homem: a intuição.

Pitágoras dizia que para atingir a suprema sabedoria, era preciso amá-la, e aqueles que fossem amantes do saber, seriam filósofos. E neste caso, não basta apenas especular, pensar sobre a verdade. Tem de estar conectado com ela através do coração. A busca não pode ser apenas intelectual; ela tem de ser profundamente intuitiva, tem de alcançar o próprio centro do seu ser.

A passagem para o próximo grau, da “purificação”, era um dia feliz, um dia de ouro. Era quando Pitágoras recebia o noviço na sua moradia, consagrando-o solenemente como seu discípulo. Começava por entrar em relações diretas com o mestre, penetrava no interior da sua habitação, reservada unicamente aos seus fiéis. Essa relação consistia em iniciá-lo nos conhecimentos esotéricos mais profundos.

Pitágoras estabeleceu no seu Instituto uma seção para mulheres. As mulheres por ele iniciadas recebiam os princípios supremos da sua função – dando a elas a consciência do seu papel no mundo. Mostrava que o homem, pela sua vontade criadora, é capaz de fecundar a alma feminina, de a transformar pelo ideal divino. E esse ideal a mulher lhe devolve multiplicado nos seus pensamentos vibrantes, nas suas sensações sutis, nas suas adivinhações profundas: ela lhe devolve à sua imagem, transfigurada pelo entusiasmo, quer dizer, ela “torna-se” o seu ideal, porque o “realiza” na sua própria alma.

Os graus seguintes faziam parte da Grande Iniciação, da Suprema Instrução. Eram para aqueles que já tinham a visão do alto. Para esses, Pitágoras pregava os mais altos e belos ideais de aperfeiçoamento humano e espiritual. Era quando, então, o mestre gostava de dar as suas aulas longe do dia profano e indiscreto. Preferia a noite, à beira do mar, nos terraços do templo de Ceres, sob as longínquas luzes da Via Láctea.

Assim, o Instituto Pitagórico, sediado na Magna Grécia (Itália), em Crotona, tornou-se, ao mesmo tempo, uma academia de ciência, um colégio de educação e uma pequena cidade-modelo, sob o governo de um grande iniciado. O seu fim não era, simplesmente, o de ensinar a doutrina esotérica a um circulo de discípulos escolhidos, mas ainda o de aplicar os seus princípios à educação da mocidade e à vida do Estado.

Pitágoras dizia:

Educai as crianças e não será preciso punir os homens.

Seu objetivo era fundar uma escola de ciência e de vida, donde sairiam não políticos e sofistas, mas sim homens e mulheres iniciados, verdadeiras mães e puros heróis! Pitágoras partia dos sentimentos naturais, dos deveres primários do homem ao entrar na vida, mostrava-lhes a sua relação com as leis universais. Logo de início, procurava incutir no espírito dos jovens o amor pela família. Louvava a amizade. Ele dizia que “o amigo é um outro nós-mesmos. É necessário honrá-lo como a um deus”.

As energias individuais eram despertadas, a moral tornava-se viva e poética, a disciplina aceita com amor deixava de ser um constrangimento, tornando-se propriamente a afirmação de uma individualidade. Ele pretendia que a obediência fosse um assentimento. O ensino moral preparava o ensino filosófico, pois as relações que se estabeleciam entre os deveres sociais e a harmonia do Cosmos faziam pressentir uma lei maior. Era nessa lei que residia o princípio dos mistérios, da doutrina oculta e de toda a filosofia. O espírito do educando habituava-se, assim, a encontrar sob a realidade visível o cunho de uma ordem invisível. É como o inseto alado, agora verme da terra, logo borboleta celeste. Quantas vezes têm ela sido crisálida e quantas mariposa? Não o saberá nunca; porém, sente que tem asas!

Pitágoras representa, pois, o adepto de primeira ordem. Uma grande época tem sempre na sua origem um grande inspirador; e os seus discípulos e os discípulos daqueles formam a cadeia magnética que propagam o seu pensamento. A ordem subsistiu durante muitos anos e quanto às idéias do mestre, essas vivem ainda em nossos dias, pois a escola pitagórica conheceu a realização interna e viva da Verdade – pela fecundidade do exemplo!

Educação a Distância

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Maria Luiza Marins Holtz

Foi surpreendente ficar sabendo o quanto todos nós necessitamos da existência dos Profissionais da Limpeza, os “Lixeiros”, os ”Garis” e as “Margaridas”, que também tem um dia especial para celebrar o seu trabalho. Dia 16 de Maio.

Vestidos com uniforme azul, ou laranja ou branco, esses admiráveis e valorosos Profissionais da Limpeza são os responsáveis por impedir a contaminação de doenças e as epidemias provindas da falta de higiene sanitária e asseio da população, com o acúmulo de lixo dentro de casa, nas ruas, nos terrenos baldios, nos jardins e outros lugares públicos… nas indústrias, nos edifícios comercias da cidade…

Lamentavelmente, apesar do seu imenso valor, esses profissionais são muitas vezes menosprezados por tantas pessoas, porque ignoram a sua importantíssima função. Mesmo assim, eles continuam executando, o seu trabalho sério, essencial e imprescindível na defesa da saúde dos moradores de todas as cidades do mundo.

Esses milhares e milhares de abençoados Profissionais da Limpeza varrem, coletam e transportam todo o lixo da cidade inteira, cortam a grama de todos os jardins, lavam e desinfetam todas as vias e todos os lugares públicos de maior movimento…

Para a seleção dos Profissionais da Limpeza, as empresas de recrutamento exigem qualidades excepcionais… Preparo físico, agilidade, rapidez, responsabilidade, capacidade de atenção, gosto por movimentação ao ar livre e por limpeza, conhecimento de higiene sanitária e saúde pública e transmissão de doenças. 

Os povos antigos, ainda nômades, não precisavam de água canalizada, rede de esgotos ou de “Lixeiros” para a remoção de lixo. Desde que começaram a viver em locais fixos, passaram a sofrer, até hoje, com os problemas sérios de doenças e epidemias causadas pela ausência de higiene e asseio pessoal, residencial e público, com o acúmulo de lixo.

A necessidade urgente e a importância dos “Lixeiros” foram crescendo com o progresso dos conhecimentos científicos de Higiene Sanitária e Saúde Pública.

Em 753 a.C, Roma já possuía rede de água e esgoto e a melhor rede de estradas da época. Porém, não tinha serviçais da Limpeza Pública. Os romanos sofriam com as doenças geradas pelo acúmulo de lixo jogado na cidade inteira.

Assim… Durante muitos séculos as doenças, as pestes e epidemias se alastravam, dizimando populações.

Somente em 1354, Londres foi a primeira cidade a estabelecer que o lixo da frente das casas deveria ser juntado e removido uma vez por semana. Mas, a população jogava o lixo nos rios. Até que em 1407 toda a população foi instruída a juntar e guardar o lixo dentro de casa até ser coletado pelos trabalhadores “Lixeiros”, que o transportavam.

Em 1500 Paris era considerada a cidade mais suja da Europa. Apesar do governo proibir a população de continuar a jogar lixo nas ruas e nos rios, somente em 1919, foi decretado o uso obrigatório de cestos de lixo, e 300 veículos com os “Lixeiros” faziam a coleta na cidade.

Em Portugal, desde o século XIX, os Profissionais da Limpeza são chamados de “Varredores” ou “Os Almeidas”, em homenagem a um excelente diretor geral da Limpeza Pública de Lisboa com o nome de Almeida.

No Brasil, os serviços de limpeza pública sempre foram da responsabilidade dos municípios.

Em 1876, na época do Império, no Rio de Janeiro, os “Lixeiros” começaram a ser chamados de ”Garis”, em homenagem ao francês Aleixo Gary que se destacou na história pelo seu eficiente trabalho na Limpeza Urbana da cidade. Até 1891 ele promoveu uma revolução na Limpeza Pública do Rio de Janeiro, que até então também era um imenso lixo nas ruas, nas praias e nas lagoas. Ele reunia diariamente um grupo de trabalhadores, que os cariocas chamavam “a turma do Gary”, com carros mecânicos que ele mesmo construía, usando muitas vezes a tração animal, para a coleta e transporte do lixo das casas e lavagem e limpeza das ruas da cidade inteira.

Em 1970, pela necessidade de mão de obra para a Limpeza Pública foram contratadas mulheres. O desempenho delas deu tal resultado positivo teve tanto sucesso e foi tão elogiado que muitas outras cidades repetiram a experiência. Elas receberam a denominação de “Margaridas” por ser a flor que simboliza a mulher e os uniformes brancos da cor que simboliza limpeza.

Hoje, graças a Deus, com o progresso da Ciência e Tecnologia, os “Lixeiros” os “Garis” e as “Margaridas” foram passando… Da coleta de lixo manual, para a coleta com tração animal, depois pela tração mecânica, em seguida para os caminhões de lixo e atualmente com a coleta semi automatizada dos conteiners, que mantém o lixo fechado, pelos caminhões compactadores e novos equipamentos e ferramentas de trabalho… Esses maravilhosos “Profissionais da Limpeza” cumprem a sua bela missão de defender e proteger a nossa saúde. Passam diariamente de casa em casa, em todas as ruas, jardins e locais públicos de todas as cidades… Sempre varrendo, limpando, lavando, desinfetando…

No dia 16 de Maio… O nosso Muito Obrigado e Parabéns a todos os “Lixeiros”, “Garis” e “Margaridas”.

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Nos sítios industrializados (país é um conceito abstrato em extinção), nosso relativo alto padrão de vida nos poupa de refletir sobre a dimensão existencial de nosas vidas. A maioria dos conflitos desenvolve-se em um caminho destrutivo porque as pessoas não são capazes de (ou não querem) assumir responsabilidades por sí próprias. Apenas a perspectiva da morte traz tais pensamentos.

Não coincidentemente, doenças sérias ou fatais estão entre as fontes mais poderosas de mudança, inspirando-nos a desafiar nossa própria boa criação. Confrontados com a morte, muitos de nós alteram, num instante, todos os nossos preconceitos elementares. Deixamos de ser extrinsecamente para ser intrinsecamente controlados.

Eu estimo que para cada cem adultos, vinte e quarenta anos de idade, talvez dois ou três sejam capazes de assumir resonsabilidade por suas próprias vidas. Tradicionalmente, a criação e as teorias educacionais enfatizam a responsabilidade social e nem citam a responsabilidade pessoal.

Quando as crianças são criadas para serem conscientes sobre sua responsabilidade social, elas frequentemente tornam-se socialmente responsáveis. De fato, muitas delas tornam-se até superresponsáveis. Ocorre que essas pessoas socialmente superdesenvolvidas, muitas vezes tem falta de responsabilidade pessoal. Por outro lado, quando as crianças são criadas para desenvolve sua responsabilidade pessoal, natural, elas também tendem a se tornar altamente responsáveis socialmente como parte do processo.

Esse fenômeno contradiz a crença de que a natureza egocêntrica da criança deve ser reprimida em consideração à comunidade. Também contradiz a crença daqueles que assumem que é necessário comprometer a integridade de uma pessoa para que ela seja de valor para a sua comunidade.

Redescobrimos, graças a Deus, o estreito relacionamento entre responsabilidade social e responsabilidade pessoal.

Talvez ainda haja tempo

Com essa nova compreensão do interrelacionamento entre responsabilidade pessoal e social, se você realmente quer contribuir para o crescimento e o desenvolvimento da sua comunidade, seja ela uma empresa, uma igreja, uma cooperativa, uma associação de bairro, ou um continente, não importa a extensão da tua consciência, ao trabalhar (carpe diem), conviver, você deve:

  • salvaguardar a integridade pessoal deles, e
  • intervir quando sentir que as pessoas estão cooperando em um grau excessivo.

Agindo assim, “adultos” garantem que suas “crianças” desenvolvam uma autoestima saudável e um bom grau de autorresponsabilidade… Lógico que social!

Baseado em Sua criança competente / Jasper Juul ; tradução de Marco Antônio Castilho. — Osasco : Editora Novo Século, 2002.

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