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Pedagogia Empresarial

Sergio Vieira Holtz Filho

 

Existem várias organizações que promovem cursos de formação em Coaching. Todas são excelentes na sua proposição!

Um coach deve ter experiência naquilo que ele orienta. Vamos emprestar alguns exemplos dos esportes, para ilustrar: um treinador de natação, por exemplo, não precisa ter sido um campeão olímpico, mas tem que ter experiência com natação, tem que ter entrado na água muitas vezes. Um treinador de volei, deve ter jogado volei, e assim por diante. Não adianta você assistir a todos os campeonatod de Judô, e nunca ter entrado no tatame!

Curso online de Coaching

Daí você já começa perceber que para ser médico, advogado, engenheiro, administrador de empresas, pedagogo, psicólogo, … qualquer profissão, precisa mais do que boas notas na faculdade! O Tempo ensina. Uma das maneiras de multiplicar o seu tempo disponível, é “conversar” com quem já percorreu um tempo, naquilo que você quer, naquilo que você precisa. Para isso você elege um coach.

Sabe, aquele antigo sistema de aprendiz, oficial e mestre? Quando o ajudante aprendia a assentar “uns tijolinhos” era chamado de “meia-colher”? Só era pedreiro depois de assentar muitos tijolos, ter feito a fundação, a cobertura, as esquadrias, hidráulica, elétrica… aí sim ele era “o Pedreiro”. Não, você não precisa voltar a fazer estágio, mas contratar, combinar com alguém que tem experiência naquilo que você deseja aprimorar, ou precisa resolver, ou quer desenvolver.

Existem muitas técnicas de ensino e aprendizagem, e muitas opiniões sobre qual é a melhor, e mais eficiente delas… Ainda não se chegou a um acordo. Cada professor professa a sua teoria baseada na colcha de retalhos das teorias de outros professores, no resultado da sua experiência, etc. Mas o coach que você escolher, pode não ter sido preparado para ensinar. Afinal de contas ele passou o tempo colhendo resultados de outras experiências, que não tinham nada a ver com ensino e aprendizagem… Mas o Tempo ensinou.

Talvez ele não saiba nada sobre inteligência emocional, sobre a quarta onda, sobre psicodinâmica do aprendizado…. Mas ele tem o resultado prático daquela experiência, o resultado bom e o não-bom. Claro! Nem nos contos de fadas a vida se expressa só de “cor-de-rosa”. Tem que ter a bruxa! Tem que ter o lado negro da Força!

 

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Sergio Vieira Holtz Filho

O discurso que hoje desconhece a interdisciplinaridade não pode mais ser levado a sério.

Existem pessoas no campo da ciência que se fecham à espiritualidade; e pessoas de grupos religiosos que se fecham a qualquer abordagem da ciência. Em ambos os casos entendo que haja fanatismo, ou seja, falta-lhes a razão. “Ora, não somente um religioso pode se tornar fanático, reforçando somente suas idéias, seu ponto de vista, sua prática religiosa, quanto um cientista pode tornar-se fanático, quando se fecha a outros diálogos, a outras ‘escutas’, igualmente importantes e fundamentais sobre o ser humano (VALLE, 2011, p. 15)”

Andar com fé eu vou

Que a fé não costuma faiá…

Certo ou errado até

A fé vai onde quer que eu vá

Ôô, a pé ou de avião

Mesmo a quem não tem fé

A fé costuma acompanhar

Ôô, pelo sim, pelo não

Afinal de contas, quem foi que tirou Deus das nossas vidas?

VALLE, Isac Isaías. A cura do “eu” interior : o encontro e diálogo entre fé e ciência – São Paulo : Palavra & Prece, 2011. 119 p.

Cursos Online na área de Ciências Humanas e Sociais

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

MILHARES DE PRODUTOS SÃO COMERCIALIZADOS NO BRASIL INTEIRO FATURANDO MILHÕES DE REAIS GRAÇAS AO

REVENDEDOR OU REPRESENTANTE COMERCIAL

Atualmente centenas de pessoas exercem a profissão de Revendedor ou Representante Comercial com uma renda mensal significativa. São profissionais de vendas que representam comercialmente uma empresa, sem vínculo empregatício com ela. E por isso, podem representar várias empresas ao mesmo tempo. Podem ter seu estabelecimento comercial, instalar escritório próprio, trabalhar “porta a porta” e através da internet.

Dia 20 de Junho é o Dia do Revendedor.

Curso online de Técnicas de Vendas

Os Revendedores ou Representantes Comerciais vêm oferecendo tantos benefícios, ao comércio e á indústria desde a década de 1960, que lhes garantem, cada vez mais, status elevado e muito prestígio na sociedade brasileira. Tornaram-se por isso, importantíssimos e de grande influencia nas relações comerciais entre as indústrias e os clientes. São Revendedores de combustíveis, de veículos, de imóveis… De inúmeros produtos.

O Revendedor ou Representante Comercial competente é interessado e extremamente dedicado. Por isso, se torna tão precioso para as indústrias e o comércio que chega a trabalhar para as mesmas empresas durante muitos anos… Até se aposentar. É o tipo de profissional que tem características muito especiais de personalidade… É honesto, responsável, muito organizado e de raciocínio rápido. Além disso, é alegre, simpático, paciente, e relaciona-se facilmente… Sabe cultivar amizade.

Não é exigida formação universitária para o Revendedor. Mas, os melhores profissionais geralmente frequentam Cursos de Propaganda e Marketing que proporcionam excelência ao seu trabalho.

Centenas de empresas sobrevivem espetacularmente faturando mensalmente milhões de Reais, graças ao trabalho “porta a porta” dos Revendedores ou Representantes Comerciais. São homens e mulheres que, com seu esforço e dedicação, conseguem ampliar satisfatoriamente sua renda mensal – muitas vezes maior que o próprio salário – utilizando as horas vagas da labuta diária para sair às ruas (ou mesmo dentro do local de trabalho)… E, vendem muito… Milhares de artigos, de inúmeras naturezas, até nos lugares mais difíceis de chegar, oferecendo produtos de beleza, artigos religiosos, utilidades domésticas, alimentos, roupas, materiais de limpeza, joias e bijuterias, livros…

O trabalho do Revendedor ou Representante Comercial é antiguíssimo. E aqui no Brasil já é conhecido desde o começo do século XX, porém não como profissão. Quando esse trabalho foi regulamentado por lei – como profissão – passou a haver um grande equilíbrio nas relações entre os Revendedores e as empresas… Foi com a Lei 4.886 de 09/12/65… “Exerce a representação comercial autônoma a pessoa jurídica ou a pessoa física, sem relação de emprego, que desempenha em caráter não eventual por conta de uma ou mais pessoas, a mediação para a realização de negócios mercantis, agenciando propostas ou pedidos, para transmiti-los aos representados, praticando ou não atos relacionados com a execução dos negócios.” Essa lei estimulou a criação do Conselho Federal dos Representantes Comerciais que fiscaliza e normatiza em todo o país a atividade profissional de milhares de Revendedores.

Os Revendedores ou Representantes Comerciais merecem mesmo a nossa admiração pois estão sempre nos proporcionando bem estar com sua simpatia e atenção, próprias do seu jeito de ser.

Dia 20 de Junho… Parabéns a todos os tipos de Revendedores do Brasil!

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Este livrinho, preparado e exaustivamente revisado pela própria professora, com muito carinho, é uma compilação de alguns dos artigos da Profa. Maria Luiza Marins Holtz, já publicados na Internet, que tratam dos aspectos das relações humanas (no trabalho, na sociedade, na família), que esperamos seja útil para o teu desenvolvimento humano e profissional. Primeiro você se desenvolve como ser humano, depois como profissional, porque o trabalho é a oportunidade da manifestação das tuas virtures, dos teus dons. Boa leitura.

Seja Bem Sucedido nas Relações Humanas

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Preciso agradecer ANA PAULA DE LIRA CABRAL e compartilhar com vocês o trabalho que ela nos mandou.

Trata-se de Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Pedagogia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais de Igarassu – FACIG, como requisito parcial para conclusão de curso sob a orientação do Professor Péricles Tavares Austregésiles Filho. Trabalho apresentado em Igarassu, 26, novembro de 2010.

Em 25 de janeiro de 2011 20:24, Paula Lira <pauladtt@hotmail.com> escreveu:
>
> Boa Noite!
> Estou escrevendo este e-mail para agradecer todo o apoio direto e indireto que a MH Consultoria me forneceu, seja pelo material disponibilizado no site da empresa, seja pela atenção das pessoas Sergio Holtz e da Professora Maria Luíza.
> Completei meu curso de pedagogia e realizei minha monografia com o tema ”Atuações de um Pedagogo da Empresa” e com o meu trabalho recebi vários elogios da Banca, e ao comentar que tive entre muitas felicidades o prazer de ter como questionada a Professora Maria Luíza a Mestra da Pedagogia Empresarial, recebi um destaque entre os alunos, que agora possuem maior conhecimento da área.
> Sendo assim, mais uma vez agradeço ao apoio desta instituição e fico no anseio de um dia poder conhecer a empresa e as pessoas tão atenciosas quem a compõem.
> Sem muitas palavras mais a dizer: OBRIGADA!!!!!
> P.S. envio em anexo a minha monografia, sei que preciso melhorar, mais não poderia de enviar a vocês.
>
> Paula Lira.

Perguntei se ela permitiria a publicação do trabalho e a resposta veio na hora:

Em 25 de janeiro de 2011 20:58, Paula Lira <pauladtt@hotmail.com> escreveu:

> Como descreve felicidade?

> Se souber me diz?

> se pudesse me ver agora veria uma aluna chorando, chorando de felicidade, pois seria um presente de DEUS, ter o meu simples trabalho publicado em um site de tanta importância para o meio como o de vocês.

> minhas noites e madrugadas estariam pagas com essa dádiva Divina.

> quando a autorização, se após ler, acreditar que ajudará alguém, Sim, pode Publicar.

>

> “OBRIGADA SENHOR MEU DEUS!”

> Paula Lira.

Então está publicado

Atuações do Pedagogo na Empresa

disponível em:

http://www.scribd.com/doc/47567548

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Pedagogia, a habilidade de ver a virtude de cada aluno e ordenar o seu (do aluno) conhecimento para manifestá-las (as virtudes). Melhor se essas virtudes estiverem a serviço de uma comunidade, de algo mais que o próprio indivíduo, para honra e glória da consciência que nele habita.

Educação a Distância

Um indivíduo que usa suas habilidade, suas virtudes, seu carisma para satisfazer apenas as próprias necessidades, não pode ser feliz. Não existe uma lei de homens, nem de qualquer instituição organizada, mas é uma questão de matemática: não dá pra ser feliz cercado de infelizes. Você tem que levar, pelo menos, mais um.

Cabe ao pedagogo – vamos deixar claro que não falo de alguém que freqüenta as faculdades de pedagogia. Falo da poesia, da habilidade, da virtude, do carisma da pedagogia. Porque eu conheço, e você também deve conhecer, muitos profissionais que exercem suas habilidades pedagogicamente. Eu conheço médicos, engenheiros, advogados – só para citar algumas ocupações estabelecidas, que agem pedagogicamente na liderança de uma equipe de trabalho, de um projeto, na solução de um problema, pois reconhecem as virtudes das pessoas que os rodeiam e, por atração, as colocam a serviço daquele trabalho (projeto, problema, etc).

Então, cabe ao líder liderar pedagogicamente.

Dá para perceber que já existe um conjunto de conhecimentos fundados sobre princípios certos (ciência), para o desenvolvimento geral do corpo e do espírito (educação). Esse conjunto de conhecimentos chama-se pedagogia.

Não custa consultar o dicionário de vez em quando. Quando nos referimos a alunos, bem pode ser um funcionário ou colaboradore ou stakeholder ou outro rótulo que invertarmos.

aluno, s. m., 1. O que recebe de outrem educação e instrução.

Então, se um chefe dá uma instrução ele se coloca na posição de instrutor e aquele que recebe a instrução, na posição de aprendiz. Se a instrução for entendida, o aprendiz passará, inexoravelmente, a dar o melhor de si no cumprimento daquela instrução. Então o chefe foi pedagogo. Se, ao contrário, o funcionário (colaborador, se vc preferir) não entender, consequentemente não colocará suas virtudes a serviço do cumprimento daquela instrução. Então, o chefe não agiu pedagogicamente e terá, a custa de muito esforço e sofrimento, dele e do funcionário (colaborador), que tentar e tentar e tentar outra vez e outra vez e outra vez… Até que consiga a mudança de comportamento condizente.

Mas a pedagogia não tem preferência de sentido e direção, de modo que se o funcionário (colaborador) agir pedagogicamente, obterá de seu chefe a conduta condizente com a “instrução” dada. Note que aqui parece um paradoxo, mas a instrução não precisa vir só de cima para baixo… Não vamos entrar nesse tema agora… Não é um tema para se tratar por carta.

Educação a Distância

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Provocado por Tânia Pfeuffer.

Nós indicamos qualquer faculdade de pedagogia, porque é a Ciência da Educação.

Depois de conhecer a pedagogia em geral, o trabalho de transferência que você saberá e poderá fazer é a aplicação da pedagogia no ambiente empresarial. A Profa. Maria Luiza Marins Holtz sempre diz que no ambiente empresarial, qualquer organização social com objetivo de oferecer à sociedade a satisfação de alguma necessidade, “nós temos que trabalhar com a criança que existe em cada um de nós”.

Curso online de Pedagogia Empresarial

Os profissionais que hoje comandam as grandes organizações sabem que, mais do que o acúmulo de diplomas e de habilidades técnicas, o que conta é a capacidade de adaptação às exigências do mercado e à realidade organizacional.

Note que na Classificação Brasileira de Ocupações – CBO, a ocupação é pedagogo, o “resto” é sinônimo:

  • Pedagogo… Ocupação
  • Pedagogo em educação especial de cegos… Sinônimo
  • Pedagogo em educação especial de surdos… Sinônimo
  • Pedagogo especializado em deficiência física… Sinônimo
  • Pedagogo especializado em deficiência mental… Sinônimo
  • Pedagogo especializado em deficientes da áudio-comunicação… Sinônimo
  • … por inferência, todo o mais é sinônimo.

Existem alguns pensadores que promovem a andragogia, que seria a educação de adultos, que poderia ser definida semanticamente como a educação dos homens, o que implicaria na adoção da ginecogogia (já que estamos inventando rótulo!), ou a educação da mulher, ou mudar o nome para antropogogia… Nós preferimos permanecer na Pedagogia que é a ciência ou disciplina cujo objetivo é a reflexão, ordenação, a sistematização e a crítica do processo educativo, ou seja, criar condições para o educando modificar para melhor seu comportamento.

Além da Pedagogia no âmbito escolar, o papel do pedagogo envolve outros ambientes:

  • A Pedagogia empresarial se ocupa de conhecimentos e competências necessárias à melhoria da produtividade. As habilidades são na qualificação, requalificação e treinamento dentro da empresa, nas atividades como coordenar equipe multidisciplinar, gerar mudanças culturais e acompanhar o desempenho de cada funcionário e de todos os funcionários.
  • O pedagogo social cuida da socialização do sujeito, em situações normalizadas ou especiais. Implica o conhecimento e a ação sobre os seres humanos, em atividades como crianças abandonadas, orientação profissional e atenção aos direitos da terceira idade.
  • O pedagogo hospitalar atende às necessidades educacionais de criança hospitalizada. Requer trabalho dos processos afetivos de construção cognitiva. Envolve atividades como promover a qualidade de vida de crianças hospitalizadas, propiciar uma rotina próxima ao período antes da internação e acesso à educação.
  • (…)

No nosso entender, o pedagogo, quando atuam numa organização empresarial,

viabiliza o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos empresariais, facilitando o processo comunicativo entre a organização e os ‘stakeholders‘ (em português, parte interessada ou interveniente, é um termo usado em administração que refere-se a qualquer pessoa ou entidade que afeta ou é afetada pelas atividades de uma empresa).

baseado em http://www.mtecbo.gov.br

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Educação a Distância

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Nós agradecemos o carinho e consideração de todos os que tem procurado a nossa “opinião” sobre seu TCC. Muito obrigado.

O nosso trabalho é empírico e fenomenológico. Não temos atuação acadêmica. Prestamos consultoria e assessoria para o desenvolvimento pessoal e profissional, nesta ordem. Atendemos pessoas físicas e jurídicas em busca de uma nova razão de ser e de estar, e disposto a construir um mundo bem melhor.

Vale salientar que a necessidade das empresas em qualificação profissional e investimento em treinamento, é uma pequena parte da Pedagogia que praticamos nas empresas. A orientação pedagógica para o sucesso do empreendimento é o nosso forte. Para isso, muitas vezes, vamos a campo executando tarefas junto com o pessoal para dimensionar o procedimento pedagógico e eleger a didática mais adequada para cada caso, inclusive para o desenvolvimento de multiplicadores dentro de cada organização. Sempre o melhor educador é o exemplo, como faziam os antigos pedagogos.

Para ilustrar o seu trabalho, talvez para definir melhor a hipótese, também é interessante você consultar a Classificação Brasileira de Ocupações, disponível em http://www.mtecbo.gov.br, que, entre outras coisas diz:

“Implementam, avaliam, coordenam e planejam o desenvolvimento de projetos pedagógicos/instrucionais nas modalidades de ensino presencial e/ou a distância, aplicando metodologias e técnicas para facilitar o processo de ensino e aprendizagem. Atuam em cursos acadêmicos e/ou corporativos em todos os níveis de ensino para atender as necessidades dos alunos, acompanhando e avaliando os processos educacionais. Viabilizam o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade escolar e as associações a ela vinculadas.”

Volto a salientar que não temos atuação acadêmica, e que nosso trabalho mais evidente é

“viabilizar o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos da/na empresa, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade (…) e as associações a ela vinculadas (os stakeholders*).”

* Stakeholder (em português, parte interessada ou interveniente), é um termo usado em administração que refere-se a qualquer pessoa ou entidade que afeta ou é afetada pelas atividades de uma empresa.

Sobre o seu trabalho de conclusão de curso, aconselhamos você manter um relacionamento estreito com a sua orientadora (seu orientador). Contudo, na nossa opinião (opinião não é para ser seguida, é para ser analisada):

  • (…) porque esse campo está cada dia mais em crescimento,
  • a necessidade das empresas em qualificação profissional,
  • investimento em treinamento entre outras…

parece-nos bastante interessante para a argumentação da hipótese e, portanto, a partir daí, desenvolver a tese (literalmente ‘posição’, do grego θέσις, é uma proposição intelectual), demonstrando ao final as qualidades, as virtudes, os carismas da pedagogia e do pedagogo, para o sucesso das atividades empresariais, através do desenvolvimento humano e profissional das pessoas que a constituem.

Atenciosamente.

Educação a Distância

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QUE “FAZEM A LIGAÇÃO” ENTRE AS PESSOAS

Com a invenção (ou seria descoberta?) do telefone, a comunicação entre as pessoas se tornou muito mais rápida, mais intensa e muito mais agradável do que quando eram feitar apenas por carta.

O telefone “faz a ligação”… Aproxima as pessoas, ao possibilitar ouvir sua voz.

E… Para utilizar essa invenção maravilhosa surgiu a necessidade do trabalho profissional de Telefonista… Profissional extraordinária que nem sempre temos a consciência da sua enorme importância.

Dia 29 de Junho é o Dia da Telefonista, porque o trabalho dela foi assemelhado ao de São Pedro que “atende e recebe as pessoas no céu”.

No inicio do século XX, depois da Segunda Guerra Mundial, as mulheres foram entrando no mercado de trabalho, e para proteger-se dos perigos das influencias negativas, inicialmente trabalhavam em ambientes fechados, iniciando pelas salas de aula, depois as fábricas de fiação e tecelagem e logo exerceram a profissão de Telefonistas, que se harmonizava com a sua natureza feminina… Trabalhavam em mesas telefônicas com até 100 linhas telefônicas e a possibilidade de ligar 8 pares de cada vez. Tinham que ser habilidosas com as mãos para passarem horas “a fio” ligando e desligando cabos telefônicos… Tinham que ser discretas porque somente elas podiam fazer as ligações dos dois cabos telefônicos que “faziam as ligações” das poucas pessoas que possuíam telefone. Para saber se a ligação terminava tinham que interromper a conversa… E, se quisessem, podiam ouvi-la.

Assim foi… Até o desenvolvimento dos telefones automáticos.

Com o desenvolvimento e o progresso da sociedade e da expansão do mercado, as organizações foram se obrigando a adquirir cada vez mais linhas telefônicas, estimulando também a expansão da telefonia.

Então!… As Telefonistas foram se tornando profissionais cada vez mais necessárias e indispensáveis e, por isso, muito valorizadas e prestigiadas no mercado de trabalho pelo seu serviço essencial de recepção, atendimento e intermediação das ligações, efetuando e transferindo chamadas telefônicas locais e internacionais, tanto particulares como empresariais.

Atualmente, a Telefonista é a profissional sempre muito necessária e muito prestigiada em milhares de organizações, no mundo inteiro: hotéis, hospitais, comércio, grandes magazines, clínicas, igrejas, escritórios de empresas, turismo, indústria, companhias telefônicas… etc.

Mas… O que será que faz a excelência de uma Telefonista?

Veja que é extraordinário!

Além de precisar de qualidades morais: Responsabilidade, Fidelidade, Cordialidade, Paciência, Calma, Disponibilidade, Sociabilidade, tem que saber ouvir as pessoas e… Trabalhar sob pressão…

No seu superativo trabalho diário opera mesas telefônicas eletrônicas e computadores. Usa o correio de voz, agenda reuniões, , anota recados de telefonemas recebidos, conhece os valores das tarifas dos serviços telefônicos, processa o débito das ligações efetuadas, avisa sobre as falhas dos equipamentos de telefonia, sabe utilizar os serviços das concessionárias de atendimento telefônico, sabe utilizar os procedimento de emergência…

Então, para conseguir que todo esse seu serviço tenha boa qualidade precisa de boa memória, boa comunicação oral, boa dicção, boa audição, coordenação motora, habilidade em digitação, leitura fluente, fluência na Língua Portuguesa e pelo menos em uma língua estrangeira…

Além de tudo isso, em inúmeras organizações ela também enriquece seu trabalho com o desempenho da função de recepcionista…

Dedica-se com ética em relação à sua própria imagem, à imagem da empresa, aos sigilos profissionais, ao relacionamento cordial com todas as pessoas – diretores, gerentes, colegas, visitantes, clientes, fornecedores… Dá informações sobre os serviços da organização e conhece os cargos e as responsabilidades do pessoal da empresa.

Geralmente a Telefonista trabalha nos horários normais das empresas, mas poderá ser requisitada para feriados, fins de semana e à noite – por causa da diferença de fuso horário – dependendo do tamanho da organização e da intensidade do seu relacionamento internacional.

Todos esses serviços repetitivos e responsabilidades exigem que o local de trabalho da Telefonista seja bem iluminado, bem arejado e com móveis confortáveis… Para não causar tensão e cansaço e não provocar desconforto visual e dores nas costas.

No Dia 29 de Junho… Parabéns às Super Telefonistas.

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Que em tudo Deus seja glorificado.

Como em um só corpo temos muitos membros e cada um dos nossos membros tem diferente função, assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo, e cada um de nós é membro um do outro. Temos dons diferentes: Aquele que tem o dom da visão estratégica, exerça-o com confiança razoável. Aquele que tem gerência de negócios próprios, alheios ou políticos, dedique-se a administração. Se tem o dom de ensinar, que ensine; o dom de aconselhar, que aconselhe; aquele que distribui benefícios, faça-o com simplicidade, que não se espere retribuição; aquele que preside, presida com zelo; aquele que exerce a misericórdia, que o faça com afabilidade. Que vossa caridade não seja fingida. Aborrecei o mal, apegai-vos solidamente ao bem.

Não significa ficar rezando enquanto trabalho, mas que cada ato, que cada pensamento, cada palavra, cada silêncio, seja uma homenagem à uma Força Maior. Existe uma Força Maior!

Deve sim, caracterizar o comportamento no trabalho e na convivência com as pessoas. Que o próprio trabalho seja realizado numa atitude espiritual.

Não significa não ter lucro. Não significa deixar de receber seu salário – retribuição pecuniária do serviço executado. Não atarás a boca ao boi que debulha… A parte que te cabe deste latifúndio.

A cada um seja dado o que ele necessita, quer dizer, quem precisa mais dever receber mais, quem precisa de menos deve também receber menos. Parece uma coisa muito razoável. Assim, não haverá nenhum necessitado.

Repartia-se então a cada um deles conforme a sua necessidade.

Na Idade Antiga — ou Antiguidade, foi o período que se estendeu desde a invenção da escrita (4000 a.C. a 3500 a.C.) até a queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.) e início da Idade Média (século V), o serviço mútuo era considerado considerado coisa de escravo, e até hoje ainda existe um “vermezinho” desse preconceito.

Mas, o serviço mútuo é uma coisa natural e evidente. Justamente nos trabalhos simples cada um pode mostrar disposição para o serviço mútuo, e isso não diminui ninguém, ao contrário, aumenta seu tamanho, aumenta seu poder.

O amor não precisa estar aí no início. Pois se deve contar com a possibilidade de alguns realizarem este serviço a contragosto, ou de surgirem também coisas desagradáveis, podendo ocorrer que o serviço seja realizado com resistência e mau humor. Temos consciência das dificuldades que esta exigência implica, de certo porque para muitos ele não é natural.

É certo que com a prática, o exercício constante, o serviço simples, útil, também adquire um mérito especial, e que ele aumenta o amor. No início talvez a caridade do serviço não seja grande, talvez o serviço marcado mais pela obrigação do que pelo amor. Mas o amor pode crescer, por meio da ação.

Não escrevo para ensinar ninguém, mas para orientar meus pensamentos, e esclarecer minhas dúvidas e, tomara, conduzir minha conduta.

Orar e Trabalhar, Anselm Grün e Fidelis Ruppert, Editora Vozes, 2005

http://www.bibliacatolica.com.br/

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Sir Ken Robinson defende de maneira divertida e profunda a criação de um sistema educacional que estimula (em vez de enfraquecer) a criatividade.

* Legendas disponíveis em 40 idiomas

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Conflito e paz : uma resposta /  Bert Hellinger ; tradução Newton A. Queiroz. — São Paulo : Cultrix, 2007. p.59

Nada é mais difícil de suportar do que a felicidade.

Muitos suportam facilmente a desgraça; não porém, a felicidade. Os infelizes, em sua maioria, sentem-se ligados à própria família por sua própria infelicidade. Sentem-se inocentes e com boa consciência, e isso é um grande consolo em sua desgraça. Inversamente, quem está feliz enquanto pessoas de sua família estão sofrendo, costuma sentir consciência pesada. Então faz todo o possível para voltar a ser infeliz, e acaba ficando feliz na desgraça.

Assim, quando alguém está feliz ou obteve alguma vantagem, ao mesmo tempo em que outros em volta dele estão infelizes ou ficaram em desvantagem, ele se sente culpado em relação a eles. E também se sente culpado em relação ao destino ou a Deus. Quando alguém fica feliz porque se curou de uma doença grava, o que faz ele se for devoto? Oferece a Deus um sacrifício para pagar por sua felicidade. Muita gente acha que sua felicidade será tanto maior quanto mais ele pague por ela. Nunca pude confirmar a verdade dessa crença. Quem paga muito perdeu muito mas dificilmente ganhou algo, exceto sua sensação de inocência.

O que se deve fazer então para conservar a felicidade?

Primeiro, é preciso agradecer, pois a felicidade geralmente não é merecida. Ela é uma dádiva. Aceitá-la simplesmente como tal, sem contrapartida, é difícil para nós. Mas é mais fácil aceitá-la quando o fazemos com gratidão.

Para que ousemos conservar a felicidade precisamos fazer algo mais: que os outros compartilhem dela. Quando passamos um pouco de felicidade adiante deixamos também felizes outras pessoas. Assim a felicidade aumenta e pode permanecer. Esse é um de seus segredos.

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A maior dificuldade é a de ensinar aos pedagogos escolásticos que

existe vida além do quadro negro.

As empresas querem, precisam, desejam ardentemente, desesperadamente, funcionários estimulados, motivados, instruídos e educados, e para isso contratam especialistas em legislação trabalhista e psicólogos para os seus departamentos de RH … É evidente que existe um abismo a ser transposto. Deixe para aqueles profissionais as tarefas burocráticas, fiscais, tributárias e trabalhistas (que não são poucas), e assuma as funções pedagógicas de fato. — primeira dica.

Faltam, no meio acadêmico e científico, modelos de propostas de trabalho. As faculdades tornaram-se fornecedores de mão-de-obra cada vez mais barata, e as universidades deixaram de produzir conhecimento e tecnologia (com raríssimas exceções), e passaram a tentar explicar o que aconteceu nos últimos cinco anos, jogando perfume sobre um cadáver cada vez mais pútrido.

– Mais vale um boleto bancário pago em dia, do que um ser humano educado.

Todo conhecimento já está disponível. Ouse.

Valorize os componentes inteligentes que te constituem e proponha. Não adianta esperar da faculdade, do governo ou de qualquer instituição. O mercado tem sede e fome! Se for preciso não fale em pedagogia. Não precisa falar! Seja pedagoga. Não fale em pedagogia… Tá bom! Cite en passant. Se você perceber que existe um certo preconceito, não use a palavra, mostre tua disposição, teu desempenho, tua vontade de colaborar, de contribuir.

Quero citar a Classificação Brasileira de Ocupações – CBO <http://www.mtecbo.gov.br>, para mostrar que não existe nada de novo. Falta iniciativa pessoal. Esta é a parte que te cabe deste latifúndio.

Podemos encontrar na CBO, a “Descrição Sumária” sobre o pedagogo, que entre outras coisas diz: “… Viabilizam o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, facilitando o processo comunicativo entre a” organização e os “stakeholders” (em português, parte interessada ou interveniente).

Mas, a maioria dos pedagogos escolásticos querem dar aulas em sala de aula, nas empresas. Dá pra perceber o disparate! Parem com essa mania de querer ensinar. Eduquem.

Mais dicas explorando a CBO:

São áreas de atividade do pedagogo:

a) Implementar a execução do projeto pedagógico/instrucional

b) Avaliar o desenvolvimento do projeto pedagógico instrucional

c) Viabilizar o trabalho coletivo

d) Coordenar a (re)construção do projeto pedagógico/instrucional

e) Elaborar projeto instrucional

f) Desenvolver projeto pedagógico/instrucional

g) Promover a formação contínua dos profissionais

y) Comunicar-se

As competências pessoais devem ser:

  1. Compreender o contexto
  2. Respeitar as diversidades
  3. Criar espaços para o exercício da diversidade
  4. Respeitar a autoria
  5. Respeitar a autonomia
  6. Criar clima favorável de trabalho
  7. Demonstrar capacidade de observação
  8. Trabalhar em equipe
  9. Administrar conflitos
  10. Intermediar conflitos entre a organização e a família
  11. Interagir com os pais (& filhos)
  12. Coordenar reuniões
  13. Dimensionar os problemas
  14. Estimular a solidariedade
  15. Respeitar a alteridade
  16. Estimular a criatividade
  17. Estimular o senso de justiça
  18. Estimular o senso crítico
  19. Estimular o respeito mútuo
  20. Estimular valores estéticos
  21. Desenvolver a auto-estima
  22. Estimular a cooperação
  23. Administrar tempo
  24. Auto-avaliar-se
  25. criatividade
  26. Demonstrar pró-atividade
  27. Demonstrar versatilidade
  28. Demonstrar flexibilidade

Ainda precisa de mais?

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Conflito e paz : uma resposta /  Bert Hellinger ; tradução Newton A. Queiroz. — São Paulo : Cultrix, 2007. p.68

Os bons, os pretensos bons que desejam ir para o céu, não querem absolutamente encontrar lá pessoas diferentes deles. Isso ocorre sob o influxo da consciência. Ela cria o céu e o inferno. Ao desejar o inferno para os maus, os pretensos bons também se revelam maus.

Essa é uma das formas do “mau”, e tem um caráter mais ou menos pessoal.

Quando olhamos para Jesus e pensamos no que ele fez, como homem de bem, e no grande amor que nos manifestou, e em sua maravilhosa sentença: “Sede misericordiosos como meu pai no céu é misericordioso para com todos, pois faz brilhar o sol sobre bons e maus e faz chover sobre justos e injustos”, temos que reconhecer que para ele não havia bons e maus. Entretanto como terminou ele? Na cruz. Ali atuou uma força adversa, contrária?

Sempre que alguém cresce demais, a Força traz ao equilíbrio — para glória de Deus. Portanto, de onde vem as forças (adversas?), esse grande “Mal”? De Deus.

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Conflito e paz : uma resposta / Bert Hellinger ; tradução Newton A. Queiroz. — São Paulo : Cultriz, 2007. p. 54 – 55 – 56

O movimento profundo da alma é sempre um movimento de amor, onde tudo finalmente se une. Quando permitimos aos movimentos da alma que se desenvolvam e se desdobrem, eles sempre unem alguma coisa, conectando o que estava separado.

Assim, esses movimentos profundos da alma não temem o sofrimento e a morte. Sua dinâmica é totalmente diferente. Um movimento como esse é incompatível com o movimento habitual da consciência.

Fomos educados para ser responsáveis. Mas, justamente esse traço é a causa de muitas desgraças, fracassos, acidentes e suicídios… Para escapar dessas conseqüências, o indivíduo precisa submeter-se a uma purificação, que lhe permita transpor os limites impostos por essa consciência e ingressar noutro espaço onde reinam outras leis que o ajudam nessa superação. Esse é o espaço da alma, num sentido mais amplo, o espaço dos movimentos da alma.

A Moral

Muitas pessoas dizem: “Eu sou melhor” ou “Eu sou bom e o outro é mau“. O que significa isso, na prática?

Quem se considera melhor afirma: “Tenho mais direito de pertencer do que você. Você tem menos direito de pertencer do que eu.” Ou, até mesmo: “Você não tem o direito de pertencer.

Isso é o que se chama moral. Nela estão as raízes de todos os grandes conflitos.

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Hoje, o meio de comunicação social – a mídia – tem enorme influencia sobre a opinião das pessoas, que sentem necessidade diária de saber notícias a respeito de todos os assuntos… Acontecimentos… Moda… Saúde… Religião… Finanças… Leis… Educação… Lazer… Turismo…  Para não se sentirem “por fora”.  Todas essas notícias são enviadas sempre por um Repórter.

Dia 16 de Fevereiro é o Dia do Repórter.

Repórter é  o profissional formado em Jornalismo, – atividade da área de Comunicação, – que consiste em… Lidar com notícias – a sua matéria prima mais valiosa – quando acabam de acontecer… Coletar dados sobre os fatos atuais e divulgar as informações… Apresentar para o público, num formato atraente.

As tão esperadas notícias chegam a nós através dos veículos de comunicação social graças ao insubstituível Repórter, que faz as reportagens, isto é… Informa-se a respeito da notícia… Pesquisa sobre ela… E, transmite ao público, através dos noticiários da mídia… Jornais, revistas, rádios, televisões e… Web com sua tecnologia que permite rapidez e qualidade, com textos sons e imagens ao mesmo tempo.

Atualmente as exigências de alta qualidade profissional para um Repórter, aumentam cada vez mais.  Só no Brasil há mais de 35.000 jornalistas que geralmente trabalham em equipe de Reportagem quando tem vínculo empregatício, ou como “free lancer” quando é autônomo.

Para conquistar a sua excelência profissional é imprescindível que um Repórter ..  Goste muito de ler sobre vários assuntos… Conheça bem a Língua Portuguesa…. Saiba escrever e falar corretamente… Organize suas as idéias e expresse-as claramente…. Consiga assumir suas inúmeras atribuições.

O trabalho diário de um Repórter, considerado de alta qualidade profissional consiste em… Coletar informações buscando fontes fidedignas, apurando e confrontando dados e fatos… Informar o público com responsabilidade e veracidade sem manipular e nem mascarar os fatos… Elaborar e executa pauta (ordem do dia)… Selecionar e escolher assuntos apropriados para publicação final… Registrar as informações, fotografando e gravando imagens, redigindo textos, gravando entrevistas, ilustrando matérias, revisando os registros, editando as informações… Qualificar as informações, analisando o contexto dos fatos, questionando e organizando, acessando bancos de dados, imagens, sons…  E, sempre avaliar os resultados.

Há várias áreas de atuação disponíveis para um bom Repórter… Repórter Cinematográfico que opera externamente com câmera portátil… Repórter Correspondente que viaja para outros lugares colhendo e enviando notícias… Repórter Especial que atua em situações específicas… Repórter de Área que atua em uma área determinada (moda, celebridades…) Repórter Investigativo que atua na investigação sobre as dúvidas na ocorrência dos fatos…

E, ainda existe a possibilidade de um bom Repórter trabalhar em Agencia de Notícias… Assessoria de Imprensa…  Websites…Weblogs….

Repórteres do Brasil… Hoje não dá mais para viver sem vocês.

Parabéns pelo seu dia 16 de Fevereiro.

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Com nosso respeito, uma humilde homenagem
Rupert Sheldrake observou que um campo só pode mudar se é colocado em movimento por um novo impulso. Esse impulso é algo mental, isto é, provém de uma nova compreensão. Inicialmente o campo se defende contra ela e procura reprimi-la. Mas quando ela se apossa de um número suficiente de seus integrantes, o campo põe-se em movimento como um todo. Então, pode abrir-se às novas compressões, deixar para trás algo superado e mudar seu comportamento.
Hellinger, Bert. Conflito e paz : uma resposta / Bert Hellinger ; tradução Newton A. Queiroz. — São Paulo : Cultrix, 2007. p. 22
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Extraído do artigo do Prof. José Carlos Antonio. Muito interessante! Vale a pena ler mais…

À propósito, sempre foi muito comum a falta de recursos tecnológicos nas escolas, principalmente nas escolas públicas. Com o telefone celular passamos a ter muitos desses recursos disponíveis não apenas pela escola, mas também pelos alunos! Isso deveria ser comemorado, mesmo que não concordemos que os alunos prefiram ganhar celulares dos seus pais do que enciclopédias, pois com os celulares eles também ganham diversas possibilidades de aprendizagem que antes não tinham porque a própria escola não dispunha desses recursos. Isso é fascinante, não é?

Hoje em dia o telefone celular é um dos aparatos tecnológicos mais comuns. Segundo pesquisa do Núcleo Gestor da Internet no Brasil, em 2008 52% da população do Brasil já possuía telefone celular. Nos grandes centros urbanos já é quase impossível encontrar alguém com mais de 14 anos que não tenha um telefone celular.

Há uma infinidade de possibilidades de uso pedagógico dos telefones celulares modernos em sala de aula e fora dela. Quais lhe interessam? Isso certamente depende da forma como você, professor, usa a tecnologia para si mesmo, em suas aulas e com os seus alunos. Quem não vê nenhum uso pedagógico para o rádio, a televisão, a máquina fotográfica, a filmadora, o gravador, a calculadora, a agenda, etc., então também não verá nenhuma utilidade para o celular, pois é isso que ele representa hoje em dia: não é mais um simples telefone, o celular é uma central de multimídia computadorizada.

Desfazendo alguns mitos

Antes de propor usos pedagógicos para o telefone móvel celular atual é preciso desfazer alguns mitos sobre a presença do celular na escola e o principal deles é o que diz que o telefone celular é desnecessário na escola e, além disso, atrapalha o andamento das aulas.

Alguns professores se queixam que os telefones celulares distraem os alunos. É verdade. Mas antes dos telefones celulares eles também se distraiam. A única diferença é que se distraiam com outras coisas; como aliás, continuam fazendo nas escolas onde os telefones celulares foram proibidos. O que causa a distração nos alunos é o desinteresse pela aula e não a existência pura e simples de um telefone celular. Exemplo claro disso é que em muitas escolas e em muitas aulas os alunos não se distraem com seus celulares, apesar de estarem com eles em suas mochilas, nos bolsos ou mesmo sobre as carteiras.

Leia mais…

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Não temos contatos para recomendar. Nosso trabalho é de desenvolvimento humano e profissional em organizações, e para isso usamos pedagogia, através da consultoria e aconselhamento. Atendemos pessoas físicas e jurídicas em situação de mudança. Você pode chamar de coaching, mentoring, tutoria, orientação pedagógica, enfim, qualquer etiqueta que mais se adequar ao modismo corrente, mas o nosso trabalho será sempre feito com vistas ao desenvolvimento humano e profissional, nessa ordem, e, consequentemente, o desenvolvimento organizacional sistêmico.

 

Curso online de Pedagogia Empresarial

 

Acreditamos sim, que um pedagogo tem condições de prestar um bom serviço a qualquer organização, mas não recomendamos a contratação a partir da avaliação exclusiva da formação acadêmica. Utilizamos outros recursos para avaliar o ser humano antes do ser profissional, porque sabemos que a formação acadêmica mantém certa distância das necessidades funcionais das organizações e da necessidade da educação continuada. Oferecemos uma consultoria de resultados práticos, por isso não trabalhamos com pacotes prontos, cada projeto tem a “cara” de cada cliente.

Uma das razões primordiais da potencial eficiência do pedagogo no ambiente organizacional, pode ser inferida a partir da descrição sumária, da Classificação Brasileira de Ocupações. Diz que o(s) pedagogo(s):

Implementam, avaliam, coordenam e planejam o desenvolvimento de projetos pedagógicos/instrucionais nas modalidades de ensino presencial e/ou a distância, aplicando metodologias e técnicas para facilitar o processo de ensino e aprendizagem. Atuam em cursos acadêmicos e/ou corporativos em todos os níveis de ensino para atender as necessidades dos alunos, acompanhando e avaliando os processos educacionais. Viabilizam o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade escolar e as associações a ela vinculadas.

Sugiro a leitura de tráz para frente, de forma que as funções do pedagogo serão mais importantes e reconhecidas no meio em que atuam se de fato conseguir

“viabilizar o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade (escolar, corporativa, organizacional, empresarial, …) e as associações a ela vinculadas (stakeholders*).”

* Stakeholder (em português, parte interessada ou interveniente), é um termo usado em administração que refere-se a qualquer pessoa ou entidade que afeta ou é afetada pelas atividades de uma empresa.

Espero ter contribuído de alguma forma.

Dê uma olhada no nosso artigo “Existe vida além do quadro negro“, e em outros também.

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