— Pedagogia Empresarial

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Pedagogia Empresarial

Sergio Vieira Holtz Filho

Esta semana dei uma entrevista para uma rádio local, aproveitando o gancho da notícia “alviçareira”: Região formaliza quase 10 mil empreendedores em 2011.

Na região de Sorocaba, considerados 28 municípios, foram registrados 9.865 novos empreendedores Individuais no decorrer do ano. No Estado de São Paulo foram mais de 300 mil profissionais formalizados, e no total, o Brasil já contabiliza quase 1,9 milhão de trabalhadores formalizados pelo Empreendedor Individual, desde o início do regime, em julho de 2009.

Aí vem a pergunta sobre o perfil das pessoas que me procuram, que procuram um Coach: são empregados à procura de um novo emprego? São empregados em busca de se tornar patrão? São desempregados que querem montar o negócio próprio? São jovens que precisam de orientação profissional?

Sim, também atendemos jovens pré-vestibulandos ou recém “vestibulados”, que precisam e querem orientação, através do treinamento pedagógico para a escolha da profissão.

Para começo de conversa eu não sou headhunter, não trabalho com recolocação profissional. Desenvolvo um trabalho de orientação e acompanhamento para o desenvolvimento pessoal, humano e profissional. O meu trabalho está focado na atividade profissional, no empreendedorismo e na pedagogia empresarial — plano de atividades de treinamento para conseguir mudança de comportamento dos colaboradores –, e muitas vezes também oriento a montar negócios e empresas, expandir mercado, desenvolver produtos e quejandos. Para entender um pouco melhor, tenho que esclarecer sobre três personagens independentes que podem estar presentes na mesma pessoa, ou não — o empresário, o empreendedor e o dono de empresa.

Três personagens diferentes que não dormem no mesmo quarto.

Empresário, se você procurar a palavra empresa no dicionário, pode encontrar a definição pupular como “especulação industrial ou mercantil”, ou “sociedade ou companhia que explora qualquer ramo de indústria ou comércio”. Mas, para o meu trabalho de coaching, considero empresário a personagem que ousa um “Cometimento ousado, intento, desígnio”.

Empreendedor é o cara que faz a roda girar: adj. s. m. Que ou aquele que empreende; que é animoso para empreender; trabalhador; amigo de ganhar a vida (traçando empresas novas).

Dono de empresa, para dar um exemplo, é aquele que fica atrás do balcão, quer controlar tudo: desde a compra de papel higiênico, até a embalagem e o troco. O dono de empresa é uma personagem que muitas vezes quer mandar, ele quer sentir que pode mandar e desmandar — e pode mesmo –. É a pessoa a quem pertence alguma coisa; senhorio. Dono da casa: chefe da família. O dono da empresa é que vai à falência enquanto seus diretores recebem dividendos… Ou coisa parecida — existem exceções –.

Bom! Definidas as personagens, sob este ponto de vista — porque existem outros –, podemos ver que você pode ser empregado e ser empreendedor; você pode ser empresário e não ser o dono da empresa; você pode até ser empresário, empreendedor e dono da empresa. Mas essas personas nem sempre dormem no mesmo quarto. Ficou claro?

Digo isto porque atendo pessoas que querem montar o seu negócio e já querem “abrir uma empresa”. Não! Não é por aí. Caminho errado. Primeiro você tem que definir o seu negócio, o objeto social da sua empresa, no que você pensa que é útil para o mercado — para a sociedade. De repente, você é um empresário mas não tem vocação para ser dono de empresa; ou você é empreendedor, mas não tem a vocação para o “cometimento ousado”; e isso não nega a possibilidade de montar um negócio. É uma questão de não colocar a carroça na frente do burro!

Na sequência, a pergunta foi sobre os planos e promessas de ano novo. “Por que os planos de ano novo não se realizam?”

Não me contive — quem me conhece já sabe da fama de humor ácido e interjeições contundentes –, e contei aquela historinha do cidadão que ia à igreja todos os dias e pedia para ganhar na loteria… Até que certo dia, a imagem do santo da devoção desce do altar, põe a mão no ombro do “solicitante” e fala: “Filho, por favor, compre o bilhete”. Isto para dizer que a maioria das frustrações com as proposições de ano novo não são seguidas do primeiro passo. Você tem que dar o primeiro passo. Quando você dá o primeiro passo, a Vida te dá um sinal, apontando o passo seguinte, e o seguinte, e o seguinte…

O velho Einstein dizia que quando você faz uma pergunta, o Universo responde imediatamente. Se Ele não respondeu é porque a sua pergunta não foi inteligente. Refaça a pergunta!

Feliz Ano Novo o Ano Todo.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

 

VOCÊ JÁ PODE SER UM ASTRONAUTA

SE PARTICIPAR DE UMA VIAGEM DE TURISMO NO ESPAÇO.

Astronauta é a denominação aplicada a qualquer pessoa que viaja no espaço… Cientistas, políticos, jornalistas e… Turistas.

Dia 09 de Janeiro é o DIA DO ASTRONAUTA

Deixando a parte as fantasias criadas pela mídia internacional… O Astronauta é um profissional que é preparado para dedicar a sua vida à humanidade. Geralmente é funcionário público, que deve ser bacharel em engenharia, ciências biológicas, ciências físicas ou matemática e ter realizado pelo menos 1000 horas de vôo como comandante-piloto de jato. Deve trabalhar de 30 a 35 anos como qualquer profissional e nesses anos de trabalho participa de treinamentos para uma viagem espacial – no máximo de 2 anos e meio – seja para comandar, pilotar, servir como membro da tripulação de uma nave espacial ou desempenhar atividades extra veiculares. No seu trabalho ele participa de reuniões, viaja pelo mundo e, quando é escalado, também viaja pelo espaço e então elabora e apresenta relatórios. É submetido a exames rigorosos de condicionamento físico, treinamento de sobrevivência em micro gravidade e na água… Deve ter altura de 1,63m a 1,93m.

Também é considerado Astronauta todo profissional que participa de projetos para uma viagem espacial. Pode ser de vôo sub-orbital (vôo de projetis sem entrar em órbita) ou vôo orbital de no mínimo 100 km de altitude (o limite externo da atmosfera).

Quando esse profissional é patrocinado por Fundos Privados é considerado Astronauta Comercial desde 2004, quando foi realizado o primeiro vôo sub-orbital do setor privado. Há registros de que 488 pessoas de 39 países, selecionadas e qualificadas, já alcançaram o espaço atingindo 100 km de altitude… E muitas vezes até mais, alcançando a órbita terrestre baixa e até a órbita lunar.

Astronauta, cosmonauta ou tayconauta são sinônimos e significam “viajante espacial” ou “profissional que viaja no espaço”. Astronauta, “navegante das estrelas” vem do grego “astron” = estrela e “nautes” = navegante… Cosmonauta, “navegante do universo”, termo usado pelos russos, vem do grego “Kosmos” = universo e “nautes” = navegante… “Taikonauta”, vem de “Taikong” = espaço, termo usado pela China desde 1988, quando começou a treinar tripulantes de naves espaciais.

Curiosidades… Os primeiros Astronautas foram selecionados em 1959 pela NASA e eram pilotos militares formados em engenharia e pilotagem de aviões militares a jato.

Em 1961 no dia 12 de Abril, o russo Iuri Gagarin, a bordo da Vostok I, foi a primeira pessoa a atingir o espaço. Quando vislumbrou a Terra exclamou: “A Terra é azul! Como é maravilhosa! É surpreendente!”. Até então não se sabia a cor do nosso planeta.

Em 1983 no dia 18 de Junho Sally Ride, foi a primeira mulher no espaço a bordo do ônibus espacial Challenger.

E para nosso orgulho, em 2006 no dia 30 de Março, o brasileiro Marcos Pontes foi selecionado para ser o primeiro homem do hemisfério sul no espaço, a bordo da nave russa Soyus TMA-8, em direção à Estação Espacial Internacional, na “Missão Centenário” levando 8 experimentos científicos brasileiros a serem executados em ambiente de micro gravidade. Emocionado ele expressou… “A minha grande emoção no espaço é ver a Terra, como é frágil e pequenina! Pensar sobre a vida e o que é realmente importante! Perceber que a arrogância e a discriminação não tem nenhum sentido! E como somos pequenos e vivemos tão pouco tempo!

Até hoje o Astronauta mais jovem foi Gherman S.Titov com 25 anos e o mais idoso foi John Gleen com 77 anos.

No dia 09 de Janeiro… Viva os Astronautas!

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Em 1999 publicamos gratuitamente o livro “Lições de Pedagogia Empresarial“, da Profa. Maria Luiza Marins Holtz, para divulgar o conceito e desenvolver profissionais, baseados na experiência em conceber, desenvolver e implantar projetos de formação de mão-de-obra, desde 1976.

Tá aí! A Profa. Maria Luiza conseguiu o seu objetivo. Parabéns!

 

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Sergio Vieira Holtz Filho

É quando se sente que seu caminho está bloqueado, ou quando se vivencia a sensação de limitação, sentimentos de cerceamento, de inadequação que impedem seu próprio processo natural de desenvolvimento e de crescimento, que se costuma buscar ajuda. Pais, parentes, amigos, padres, médicos, terapeutas, gurus, etc… Às vezes o que se busca é apenas o alívio imediato de um conflito, uma tensão; outras vezes busca-se o conselho ou aval do interlocutor para uma determinada atitude. Diferente de um conselheiro ou mentor, um Coach raramente oferece conselhos. Seu papel é o de fazer com que o coachee descubra seus potenciais, sua força pessoal e solucione as suas próprias questões.

Joseph Campbell, em “O Poder do Mito”, dá uma indicação do perfil de um orientador:

“Um bom treinador não diz a um corredor exatamente em que posição manter os braços ou coisas desse tipo. Ele o observa correr e depois o ajuda a corrigir sua maneira natural de própria de o fazer. Um bom professor está ali para identificar possibilidades e potencialidades, e em seguida dar conselhos, não ordens” (p. 152).

No ocidente, com ênfase na individualidade, o temperamento de cada indivíduo é valorizado. Assim, a orientação deve ser oferecida para a pessoa descobrir seu próprio poder pessoal, sua produtividade natural, preferencialmente a partir de sua própria vocação. Partindo do pressuposto que o organismo humano é orientado naturalmente para a auto-atualização, ou seja, o desenvolvimento e a manifestação das próprias potencialidades, seremos levados a considerar que o melhor preceptor que qualquer pessoa pode ter é aquele que a ajuda a ouvir a própria voz interior.

O papel do Coach no processo de auto-atualização é muito parecido com o do facilitador, da Abordagem Centrada na Pessoa, de Carl Rogers et alii, onde a chave para o sucesso terapêutico é o relacionamento estabelecido entre o cliente e o terapeuta, no caso, entre o coach e o coachee, baseado na compreensão empática, consideração positiva incondicional e congruência. Para ilustrar a questão, podemos comparar o facilitador com os xerpas, aqueles guias das expedições que se aventuram pelo Himalaia em busca de Shangrilá:

  • O guia sabe que a vigem não é dele, e sim do viajante e, por isso, respeita o destino e o caminho escolhidos, não impondo sua presença, mas fazendo companhia. Ele deve saber, também, que sua recompensa, além dos honorários, é a expansão de sua própria consciência na tarefa de guiar.
  • Conhece bem a região por onde o viajante quer transitar, embora talvez nunca tenha trilhado o caminho escolhido. É capaz de ver pistas onde o viajante não vê. Sabe instruir o viajante sobre as competências fundamentais e a destreza necessária para a jornada. Reconhece sinais de tempestades, encoraja e demonstra que é possível caminhar em altitudes elevadas, muito elevadas.
  • Em determinados momentos ajuda o viajante a carregar o fardo, ensinando como deve ser distribuída a carga na mochila.
  • Apesar de nunca haver estado em Shangrilá, acredita que ela está lá, em algum lugar, e que o viajante será capaz de chagar até ela a partir de suas próprias escolhas.

 

O melhor preceptor que qualquer pessoa pode ter é aquele que a ajuda a ouvir a própria voz interior.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Extraído na íntegra do blog do Kaká Werá, amigo de labuta, companheiro de jornada, recém nos reencontramos.

O aprendiz perguntou ao Velho Pajé qual o ritual mais poderoso, qual o grande ritual que poderia trazer benefícios para toda a vida, e qual o ritual que poderia derrubar inimigos.

O Velho Pajé acendeu o fogo no chão e jogou umas folhas secas que exalaram um perfume prazeroso e tranquilizador. O chão de terra batida e limpo da oca promovia o sagrado do clima. A luz do fogo clareou o ambiente, era um momento âmbar, quase dourado.

O Velho Pajé olhou para a ansiedade do jovem:

– Pequeno caminhante, antes de mais nada, um ritual é um diálogo que se realiza com o espírito do tempo, o espírito do espaço e o espírito das intenções que se promove. Toda intensão perversa, maledicente, vingativa, caluniadora, e outras procedências ruins, não possuem o verdadeiro e mais profunda poder, portanto, não são poderosas. Além disso, um ritual pode se transformar em um hábito, uma crença, ou uma tradição, ou seja, pode se transformar em uma ação contínua e degradante, se for mal intensionado.

– Então não existe ritual poderoso!

– Sim, existe. O ritual mais poderoso é o de poder ajudar alguém a se re-erguer nos momentos de debilidade ou desarmonia. E isto só é possível com um coração preenchido da compaixão, do amor incondicional, e da sabedoria para orientar de acordo com a necessidade e a possibilidade de cada momento. Este é o grande ritual da vida!

É isso!

\o/

 

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Sergio Vieira Holtz Filho

Com esse título José Ultemar da Silva e Neusa Abbud Prado Garcia fizeram publicar na RIT – Revista Inovação Tecnológica um artigo que merece ser compartilhado. “Os resultados dessa pesquisa evidenciam a necessidade de implementação de novas estratégias pelas IESs (Instituições de Ensino Superior) na busca do empreendedor, enquanto se percebe uma grande lacuna destes nas empresas.

 

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Como não tenho atuação acadêmica — já tentei mas não me aceitaram porque não tenho título — posso errar e serei desculpado por causa da minha ignorância. Isto posto, recomendo a leitura do artigo. Vale ressaltar que quando cita Jacques Delors, que foi coordenador da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, da UNESCO, está usando Paulo Freire. Olha aqui - http://www.mh.etc.br/blog/desenvolvimento-organizacional/os-quatro-pilares-da-educacao-segundo-a-unesco

Cuidado com a míopia de Filion (1999), que afirma, segundo os autores, que “a idéia de empreendedorismo, e mais particularmente a idéia de criação de empresas, constitui uma peça chave no desenvolvimento de toda sociedade e a base de criação de sua riqueza”. Eu, na minha ingenuidade, proponho uma “vaquinha” para comprar um dicionário para Filion, quem sabe ele apreenda o que é empresa e, por conseguinte, empreendedorismo e não mais use o verbo criar de maneira tão displiscente.

Uma da premissas falsa que se baseiam tanto carcereiros quanto encarcerados nas (das) institucional de Ensino Superior é a tal da “produção de conhecimento”. Um defeito genético, talvez! Conhecimento não se produz. Lembra daquele que disse “… nada se cria, nada se perde, tudo se transforma“? Então! Conhecimento se desenvolve, descobre, desembrulha… Veja só para que serve o dicionário!

Do jeito que anda a carruagem “as exigências de sua construção a nível operativo, constitui-se em uma árdua tarefa, em tempos atuais, pois solicitam articulações com as quais ainda, não se tem uma ainda tradição cultural afinada.” É obvio que está falando dos residentes na ilha das IESs!

No final, exatamente na última frase, acertam evidenciando o óbvio. E isso é fundamental para obter algo a mais das IESs, que é o que se espera: “sensibilizando assim os processos criativos que possibilitem a inovação, no sentido da criação de novos modelos” — eu substituiria o verbo criar por ou obter ou desenvolver ou apreender ou… Sei lá! Deixa assim mesmo!

 

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RIT – REVISTA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, v. 1, n. 2 (2011), Disponível em: http://www.faculdadeflamingo.com.br/ojs/index.php/rit/article/view/12, acesso em: 05/10/2011.

Resumo

A proposta deste artigo consiste em discutir sobre as formas pelas quais as empresas enxergam as instituições de ensino e como gostariam que estas fossem. Os autores se propuseram analisar este processo investigativo em dois momentos. Primeiro, a questão dos currículos nas instituições em seus dimensionamentos conceituais e respectivas abordagens, bem como as relações entre as IESs e empresas. Segundo, o plano de ações, como momento investigativo e operativo de um processo balizador, que se constitui na formação da cultura empreendedora. Os resultados dessa pesquisa evidenciam a necessidade de implementação de novas estratégias pelas IESs na busca do empreendedor, enquanto se percebe uma grande lacuna destes nas empresas.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Temos visto muitos manuais de procedimentos bem encadernado, livros, apostilas e TCCs — e como abundam as apostilas e TCCs! Alguns até bem escritos! Vemos o orgulho e a satisfação ao apresentar para a sociedade os diplomas ou certificados por eles conferidos. Mais raro de se ver, é gente que dele usufrua. Sim, muitos planos e projetos, descrições da missão, política, objetivo, mas na prática…

Qualquer semelhança é mera coincidência! Para todos os efeitos, o que nós escrevemos aqui trata-se de obra de literatura pseudo-científica-ficcional. Ok?!

Será que a tradição bíblica, baseada num apanhado de livros todo-poderosos, confere ao papel — folha seca e fina feita com toda a espécie de substâncias vegetais reduzidas a massa, para escrever, imprimir, embrulhar, etc. — o poder de “resolver” todo nó, toda angústia e levar à satisfação dos desejos?

É claro que não! É preciso viver! Penso, na minha ignorância feliz, que a mensagem de Jesus, o nazareno — que não escreveu nenhum memorando, diga-se de passagem — era para vivermos O conhecimento. “Não vim revogar, vim promulgar!” — acho que era mais ou menos assim que ele dizia, viver O conhecimento que já estava disponível.

Mas não é possível! Esse cara está possuído! “Cortem-lhe a cabeça, cortem-lhe a cabeça!” diria a rainha de copas. “Se você voltasse agora, muitos lhe condenariam outra vez. / Com cabelos longos quem sabe, e a calça desbotada talvez. / E os jornais de certo iriam publicar / Que morreu um doido que não quis calar.” Diz Silvio Brito, grande menestrel contemporâneo.

Mas, um abismo iiimmmeeennnsssooo separa a letra do dia-a-dia!

Como transpor esse abismo? O que posso fazer para realmente viver aquilo que se escreve, e se pendura nas paredes de várias organizações? Como “estimular e fomentar o ideal de servir, como base de todo empreendimento digno, promovendo e apoiando: PRIMEIRO. O desenvolvimento do companheirismo como elemento capaz de proporcionar oportunidades de servir; SEGUNDO. O reconhecimento do mérito de toda ocupação útil e a difusão das normas de ética profissional; TERCEIRO. A melhoria da comunidade pela conduta exemplar de cada um em sua vida pública e privada; QUARTO. A aproximação dos profissionais de todo o mundo, visando à consolidação das boas relações, da cooperação e da paz entre as nações.

Já viram isto nalguma parede por aí! Quem sabe num manual!

A Prova, traduzida em mais de 100 idiomas, consiste nas seguintes perguntas: Do que nós pensamos, dizemos ou fazemos

  1. É a VERDADE?
  2. É JUSTO para todos os interessados?
  3. Criará BOA VONTADE e MELHORES AMIZADES?
  4. Será BENÉFICO para todos os interessados?

Ou ainda aquela outra, do “velho” Sócrates:

– Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?

– Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.

– A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?

Envergonhado, o homem respondeu:

– Devo confessar que não.

– A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?”

Então, tudo isso já está escrito. Tudo nós já sabemos. Sabemos, só nos falta aprender.

Meditando, meditando, estudando, procurando uma razão que me pareça razoável, lembro das aulas de história, ou de religião, onde ouvimos falar dos faraós, dos reis e imperadores. Sinceramente, eu penso que de fato eram representantes de Deus na terra. A bagunça começou quando generais, gente do povo, Zés Ninguéns como você e eu, usurparam o posto pelo poder que poderiam auferir. Tinham uma gana em mandar na vara — coletivo de porcos! Talvez Ramsés, tomado de ciúmes, tenha sido o primeiro a por fora toda sabedoria ancestral? Será que ele perseguiu Israel por causa da saudade do seu irmão Moisés? Foi só daí que Ramsés percebeu que havia perdido a “Jóia do Nilo”? Correu, correu, correu e se afogou nas águas profundas… Desde então, nós que não nos lançamos à travessia do mar, quando não nos afogamos, chafurdamos.

Veja só! Não é de hoje que a turma se perde nos manuais. A interpretação da letra não depende de ortografia e gramática, nem da qualidade do papel, mas da poesia que elas encerram. Sim, o entendimento de qualquer manual pressupõe a vivência; pressupõe um vocabulário advindo do resultado emotivo, psicológico, intelectual de uma experiência. Nessa linha de raciocínio, o melhor cardiologista deve ser aquele que já sofreu um enfarto. Os erros ensinam mais do que os acertos — dizem (?).

Onde está O conhecimento, então? Ele está no meio de nós. “O SENHOR teu Deus, o poderoso, está no meio de ti, ele salvará” (Sofonias, 3:17). “Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós” (Josué 3:10). “Está o SENHOR no meio de nós, ou não?” (Êxodo 17:7). “…porquanto rejeitastes ao SENHOR, que está no meio de vós” (Números 11:20). “Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós” (Lucas 17:21). “mas no meio de vós está um a quem vós não conheceis” (João 1:26). E assim por diante, muitas e muitas citações do Livro, já que a tradição diz que o Livro tem razão.

– Ah! Mas assim você está forçando a barra!

Então tá! Olha, no nosso trabalho, realizado em organizações de todos os tipos, oferecido às pessoas em situação de mudança, em busca de uma melhor condição de viver, cansadas de sobreviver, nós não temos como explicar, nós fazemos e mostramos o resultado intelectual, psicológico e emocional. A mudança que ocorre é resultado de aprendizado efetivo. Se não houve mudança, não houve aprendizado. Não é uma questão de adquirir mais conhecimento, desses que estão nos livros. Você nem imagina o que é elaborar o conhecimento. Preparar, organizar, ordenar, formar (a pouco e pouco e com trabalho). Isso é viver o evangelho! Na prática. Dia-a-dia.

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William James afirmava que a maioria das pessoas vive física, intelectual ou moralmente num círculo muito restrito do seu potencial de ser. Todos têm um reservatório de vida para evoluir, com o qual nem sonham. Faz-se uso de uma porção muito pequena das possibilidades dda consciência. Existem técnicas para se conscientizar desses reservatórios de vida ou potenciais transpessoais, as quais são parte de uma arte e de uma tecnologia que têm sido aprimoradas através de milênios em centenas de culturas e constituem o núcleo contemplativo das grandes tradições religiosas do mundo (James apue Fadiman; Frager, 1986).

Há dois princípios fundamentais e seis elementos em comum na arte da transcendência, constatados em diferentes enfoques. O primeiro princípio é o da percepção da realidade em estados de vigília é limitada. O estado usual de consciência é insatisfatório — apresenta obscuridade, distorção, ilusão, fascínio, descontrole. O segundo princípio é o de que a mente em consciência de vigília é parcial. Apesar disso, no entanto, existem técnicas para desenvolver e ampliar sua percepção e extensão. Ela não tem fronteiras. Pode ser treinada e clarificada, catalisando potenciais transpessoais (Saldanha, 2008, p.205).

Treinamento ético
Treinamento da atenção
Transformação emocional
Motivação
Percepção refinada
Sabedoria

Esses seis elementos da arte da transcendência podem ser estimulados na educação e na orientação Transpessoal. Essa perspectiva dá ao indivíduo condições de autonomia e discernimento mental, bem como a possibilidade de manter uma mente alerta e serena.

Abraham Maslow, em uma de suas publicações, escreveu mais de cem páginas sobre o tema da transcendência, pontuando esses aspectos e legitimando a humanidade por meio da própria transcendência, sem a qual o homem não seria plenamente e de fato humano (Maslow, 1990, apud Saldanha, 2008, p. 208).

Enquanto a transcendência não for objeto da sua atenção, a auto-imagem é alimentada pela mente coletiva e gera compulsão e angústia cada vez maiores. A carência e a insatisfação são profundas; surgem comportamentos patológicos, a normose e síndromes orgânicas. Mas nem tudo é mal em si mesmo: esses sintomas poderão servir de estímulos para a evolução. Poderão mobilizar o combustível da transformação. É preciso olhar para a pessoa humana que está por trás dos sintomas, dos conflitos, para identificar o que eles comunicam (idem, p. 240).

Não é fácil. Mas é simples.


Saldanha, Vera. Psicologia Transpessoal : abordagem integrativa : um conhecimento emergente em psicologia da consciência. Ijuí : Ed. Unijuí, 2008. 344 p.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

O aluno é uma pessoa em pleno desenvolvimento e necessita de muita atividade, participação, liberdade responsável, conhecimentos e esclarecimentos do porque de tudo o que lhe é ensinado, atribuído e exigido.

Curso online de Educação para Era Digital

O Orientador Pedagógico é responsável pela aprendizagem dos alunos, isto é, pela verificação da mudança de comportamento desejável a uma vida realizadora, em relação ao conteúdo ensinado em cada área de ensino. Então…

  1. O Orientador Pedagógico deve empenhar-se na sua atividade para que o ensino tenha uma direção orientada para a o desenvolvimento da vida pessoal, familiar e para o trabalho, preparando concretamente os alunos para um frutuoso futuro pessoal e profissional.
  2. Propor um sistema de ensino adequado aos objetivos educativos de formação de uma personalidade equilibrada e acompanhar o desempenho junto a cada professor e aos alunos, através dos resultados das mudanças de comportamento por aprendizagem.
  3. Realizar antes do ano letivo, reuniões de Planejamento do ensino como também da Orientação Pedagógica necessária a cada área do ensino esclarecendo aos professores a respeito da verdadeira mudança de comportamento por aprendizagem esperada dos alunos, em relação ao conteúdo que é ensinado.
  4. Promover atualização pedagógica e didática dos professores em sentido geral e específico de cada área de ensino ajudando-os a conseguirem mudanças de comportamento por aprendizagem, aplicando os “Três tempos do ensino”: concreto, semi-concreto e abstrato.
  5. Realizar “re-uniões” pedagógicas com a assiduidade necessária com atividades que proporcionem sempre mais união e amizade entre os professores.
  6. Promover o entrosamento dos professores e alunos com os trabalhos administrativos e serviços gerais da escola.
  7. Acompanhar de perto a estrutura e o funcionamento eficiente da biblioteca e estimular a frequência dos alunos nela.
  8. Manter cada área de ensino suficientemente provida de material didático, tanto as áreas “teóricas” como as indispensáveis e necessárias áreas práticas de atividades religiosas, artísticas e físicas que promovem o equilíbrio da personalidade.
  9. Vigiar para que as áreas de ensino estejam sempre integradas entre si e que as avaliações sejam honestas em relação ao progresso de cada aluno em relação a si mesmo, com o objetivo de prepara-lo para a vida real e aprender a vencer-se sempre e não a se comparar com os outros.
  10. Realizar Reuniões Festivas para os pais e familiares a cada encerramento periódico do ensino, apresentando e exibindo os resultados concretos da aprendizagem alcançada.

Ser uma alma livre, feliz no trabalho, feliz na amizade e feliz no amor aos outros; ou ser um miserável fardo de conflitos, odiando-se e odiando a humanidade – tanto uma coisa como outra são o legado que pais e professores dão a cada criança. Lembre-se de que a ação toca o inconsciente onde as palavras não podem chegar (Neill).

 

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Sergio Vieira Holtz Filho

Resposta a Cléo Valério – aluna  concluinte do curso de Pedagogia da URCAMP – Bagé/RS 1º semestre 2011.

A Profa. Maria Luiza me pediu que te respondesse excepcionalmente, na qualidade de editor e agente do trabalho de divulgação da Pedagogia Empresarial.

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Nossa sugestão é que você não dê atenção ao empecílio, porque todos (ou 99,99%) dos professores, inclusive os de pedagogia, não acreditam que a Pedagogia possa ser exercida noutro ambiente que não seja a sala de aula. Você já deu uma olhada no artigo “Existe vida além do quadro negro”? disponível em: http://www.mh.etc.br/blog/pedagogia-empresarial/83

Para começar a mudar esse conceito, mude-o em você. Veja, por exemplo, como os psicólogos atuam na ânsia de ser um pedagogo! Sim, porque todo psicólogo tem a pretensão (ou o desejo) de conduzir alguém, e é o pedagogo que tem os elementos científicos e cognitivos e intuitivo para “conduzir o menino”, a criança dentro de cada um de nós.

Dessa maneira, todo pedagogo poderia clinicar, atender às pessoas, no seu consultório, como faz a Profa. Maria Luiza, há mais de 30 anos; pessoas que precisassem — e quisessem — orientação para a sua vida. Não me refiro ao atendimento das psicopatologias, mas das dificuldades de aprendizagem perante a vida… Isso não tem nada a ver com a escola. Hoje em dia as escolas tornaram-se fábricas medíocres de contribuintes felizes para um governo qualquer, de um estado sabe-se lá para que serve! O sistema de educação vigente nas escolas é, na melhor das hipóteses, um embrião mal formado do sistema comunista, nazista ou fascista, com aquelas carteirinhas alinhadas, as aulas programadas por alguém a quilômetros de distância, a avaliação “exo-comparativa punitiva”… Você sabe do que eu estou falando!

A forma como a Profa. Maria Luiza tem auxiliado é através do atendimento individual — orientação pedagógica, coaching, consulta, etc… — ou com palestras em Universidades, para Prefeituras, ONGs, Cooperativas, Congressos e Seminários, quando convidada; além, é lógico, do trabalho incansável de divulgação na web, que fazemos desde 1998. Sim, a Profa. Maria Luiza já era blogueira antes de existir o blog.

Assim, aqui vai o nosso conselho e o exemplo da Profa. Maria Luiza Marins Holtz para que você ouse.

Fuce no nosso blog. Temos muitas dicas e orientações compartilhadas. Mas, pedagogicamente falando, não recomendamos nenhuma fórmula. Não trabalhamos com pacotes prontos, cada projeto é desenhado para cada cliente, dentro da sua capacidade, da sua possibilidade, da sua demanda.

Um abraço e Sucesso

 

Tecnologia associada a mudanças na organizacao do trabalho

Paulo Freire adaptado para administração de empresas

Aspectos sociotécnicos das TI & Relacionamento Humano & Sinergia

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Nas minhas andanças pelo empreendorismo de inovação, criei uma empresa com com Marcelo Morgan, para produção de podcasts, alguns meses depois do lançamento dessa tecnologia, ou seja, em setembro de 2004 Adam Curry lançou o RSS, em fevereiro de 2005 Marcelo e eu começamos o Ideiacast, em junho de 2005 a Apple atualizou o iTunes para suportar os podcasts. Portanto estamos entre pioneiro do desenvolvimento de podcasts (e videocasts).

Como no Brasil a disponibilidade de banda era (era?) limitada, optamos por um servidor mundial e tivemos que adquirir know-how para gerir essa tecnologia, tanto de produção dos podcasts e videocasts, como de gestão de servidores. Estudamos muito, fizemos parcerias sem fronteiras e passamos a participar de uma comunidade que desenvolve tecnologia a partir das experiências e das necessidades dos usuários — usabilidade. Encontramos o mundo hacker, e a ética hacker.

Com tudo isso passamos a prestar consultoria na crítica de conteúdo para Internet. Sim, não basta ter um site bonito, tem que funcionar! E funcionar na rede significa resultar em cliques, significa relacionamento humano. Veja o sucesso do Facebook! Óbvio! Não, não é tão óbvio assim. A Internet já desenvolveu a sua linguagem própria. Existe um roteiro que funciona na Internet, que é diferente do roteiro de rádio ou de TV. Também não funciona tratar o site como um folhetos eletrônico ou como outdoor. Fica bonitinho mas ordinário!

Esta semana mesmo, em visita a um grande e respeitadíssimo veículo de informação em Sorocaba, vi que eles ainda não tem uma estrutura funcional de gestão de correspondência eletrônica – o velho e-mail, que todo mundo usa e não sabe bem pra que que serve (além de mandar os PPS). Estão discutindo o layout da página e nem se dão conta das “barbaridades” visíveis que cometem na gestão da estrutura da informação — matéria prima do negócio. Digo isto não para falar mal, mas para mostrar que, mesmo empresas do ramo de comunicação ainda não entenderam o que é a Internet, para que serve, e como se servir dela a um custo razoável. Nada daqueles orçamentos estratosféricos!

Temos um cliente, um jovem empreendedor que nos contratou para gerir a estrutura funcional de comunicação das suas duas empresas, a partir das ferramentas já disponíveis e gratuitas. Somos os terrores da empresas que vendem “sistemas”. Mas, nós damos para os nossos clientes a funcionalidade que eles nunca terão com um pacote sapo, ou um dataisso ou um microqualquercoisa. Além de desenvolver autonomia. Sinto muito a sinceridade, mas temos que ser honestos com nossos clientes, assim exige a ética hacker.

E o que isso tem a ver coaching? Meu! Não dá para começar a falar em gestão da estrutura de comunicação sem antes “treinar” o cara. A primeira intervenção, é (tem que ser) uma verdadeira seção de coaching. Se nós não tirarmos os véus, não pusermos um pouco de luz naquilo que o indivíduo quer, a coisa não vai funcionar e ele vai cair no colo de uma dessas “fábricas de sites”. Tudo bem! É uma forma legítima de ganhar dinheiro, mas pode ser melhor! Bem melhor!

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Muitos acontecimentos trazem muito conhecimento.

O acúmulo de conhecimento é sintoma de gula ou de avareza. Saber, saber e saber, e querer saber cada vez mais é sinal de fome. Fome crônica.

– Quando é que eu vou estar saciado?

– Quando passar a dar.

– Dar conhecimento?

– Não, nada disso! Vou estar saciado quando passar a dar o resultado do conhecimento elaborado em mim.

Não existe uma escola fora de mim que me dê o resultado do conhecimento adquirido. Dei uma olhada em volta… Quantos dos meus professores acredito que são felizes? Não, não! Não é sabendo mais que se consegue mais. É sim, fazendo mais, interagindo no meio.

– Mas eu já trabalho 18 horas por dia!

– Talvez esteja na hora de fazer a mesma coisa em menos horas. Sim, valorizar os elementos inteligentes que já fazem parte de mim. Isso mesmo! Sim, eu posso fazer aquele curso que tanto quero! Sim, eu posso fazer aquela viagem. Sim, eu posso…

– Ah! Mas isso e mais aquilo!… Entes, eu tenho que…

Estou diante de uma doença ocidental conhecida como normose.

– Então não faço nada. Acordo mais cedo, pra passar mais tempo reclamando que não tenho tempo.

R. D. Laing é, há muitos anos, uma das personalidades mais estimulantes e controversas da psiquiatria contemporânea. Desafiando tanto a psiquiatria tradicional como a sociedade ocidental, ele afirma que a sanidade da nossa cultura é, na melhor das hipóteses, uma “pseudo-sanidade” e que a chamada doença mental não é a verdadeira loucura. Sua contribuição para essa antologia, “A Relação entre a Experiência Transcendental, a Religião e a Psicose”, tem especial interesse por exprimir a atitude lainguiana diante das experiências místicas e da espiritualidade.

 

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Sergio Vieira Holtz Filho

 

Existem várias organizações que promovem cursos de formação em Coaching. Todas são excelentes na sua proposição!

Um coach deve ter experiência naquilo que ele orienta. Vamos emprestar alguns exemplos dos esportes, para ilustrar: um treinador de natação, por exemplo, não precisa ter sido um campeão olímpico, mas tem que ter experiência com natação, tem que ter entrado na água muitas vezes. Um treinador de volei, deve ter jogado volei, e assim por diante. Não adianta você assistir a todos os campeonatod de Judô, e nunca ter entrado no tatame!

Curso online de Coaching

Daí você já começa perceber que para ser médico, advogado, engenheiro, administrador de empresas, pedagogo, psicólogo, … qualquer profissão, precisa mais do que boas notas na faculdade! O Tempo ensina. Uma das maneiras de multiplicar o seu tempo disponível, é “conversar” com quem já percorreu um tempo, naquilo que você quer, naquilo que você precisa. Para isso você elege um coach.

Sabe, aquele antigo sistema de aprendiz, oficial e mestre? Quando o ajudante aprendia a assentar “uns tijolinhos” era chamado de “meia-colher”? Só era pedreiro depois de assentar muitos tijolos, ter feito a fundação, a cobertura, as esquadrias, hidráulica, elétrica… aí sim ele era “o Pedreiro”. Não, você não precisa voltar a fazer estágio, mas contratar, combinar com alguém que tem experiência naquilo que você deseja aprimorar, ou precisa resolver, ou quer desenvolver.

Existem muitas técnicas de ensino e aprendizagem, e muitas opiniões sobre qual é a melhor, e mais eficiente delas… Ainda não se chegou a um acordo. Cada professor professa a sua teoria baseada na colcha de retalhos das teorias de outros professores, no resultado da sua experiência, etc. Mas o coach que você escolher, pode não ter sido preparado para ensinar. Afinal de contas ele passou o tempo colhendo resultados de outras experiências, que não tinham nada a ver com ensino e aprendizagem… Mas o Tempo ensinou.

Talvez ele não saiba nada sobre inteligência emocional, sobre a quarta onda, sobre psicodinâmica do aprendizado…. Mas ele tem o resultado prático daquela experiência, o resultado bom e o não-bom. Claro! Nem nos contos de fadas a vida se expressa só de “cor-de-rosa”. Tem que ter a bruxa! Tem que ter o lado negro da Força!

 

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Sergio Vieira Holtz Filho

O discurso que hoje desconhece a interdisciplinaridade não pode mais ser levado a sério.

Existem pessoas no campo da ciência que se fecham à espiritualidade; e pessoas de grupos religiosos que se fecham a qualquer abordagem da ciência. Em ambos os casos entendo que haja fanatismo, ou seja, falta-lhes a razão. “Ora, não somente um religioso pode se tornar fanático, reforçando somente suas idéias, seu ponto de vista, sua prática religiosa, quanto um cientista pode tornar-se fanático, quando se fecha a outros diálogos, a outras ‘escutas’, igualmente importantes e fundamentais sobre o ser humano (VALLE, 2011, p. 15)”

Andar com fé eu vou

Que a fé não costuma faiá…

Certo ou errado até

A fé vai onde quer que eu vá

Ôô, a pé ou de avião

Mesmo a quem não tem fé

A fé costuma acompanhar

Ôô, pelo sim, pelo não

Afinal de contas, quem foi que tirou Deus das nossas vidas?

VALLE, Isac Isaías. A cura do “eu” interior : o encontro e diálogo entre fé e ciência – São Paulo : Palavra & Prece, 2011. 119 p.

Cursos Online na área de Ciências Humanas e Sociais

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

MILHARES DE PRODUTOS SÃO COMERCIALIZADOS NO BRASIL INTEIRO FATURANDO MILHÕES DE REAIS GRAÇAS AO

REVENDEDOR OU REPRESENTANTE COMERCIAL

Atualmente centenas de pessoas exercem a profissão de Revendedor ou Representante Comercial com uma renda mensal significativa. São profissionais de vendas que representam comercialmente uma empresa, sem vínculo empregatício com ela. E por isso, podem representar várias empresas ao mesmo tempo. Podem ter seu estabelecimento comercial, instalar escritório próprio, trabalhar “porta a porta” e através da internet.

Dia 20 de Junho é o Dia do Revendedor.

Curso online de Técnicas de Vendas

Os Revendedores ou Representantes Comerciais vêm oferecendo tantos benefícios, ao comércio e á indústria desde a década de 1960, que lhes garantem, cada vez mais, status elevado e muito prestígio na sociedade brasileira. Tornaram-se por isso, importantíssimos e de grande influencia nas relações comerciais entre as indústrias e os clientes. São Revendedores de combustíveis, de veículos, de imóveis… De inúmeros produtos.

O Revendedor ou Representante Comercial competente é interessado e extremamente dedicado. Por isso, se torna tão precioso para as indústrias e o comércio que chega a trabalhar para as mesmas empresas durante muitos anos… Até se aposentar. É o tipo de profissional que tem características muito especiais de personalidade… É honesto, responsável, muito organizado e de raciocínio rápido. Além disso, é alegre, simpático, paciente, e relaciona-se facilmente… Sabe cultivar amizade.

Não é exigida formação universitária para o Revendedor. Mas, os melhores profissionais geralmente frequentam Cursos de Propaganda e Marketing que proporcionam excelência ao seu trabalho.

Centenas de empresas sobrevivem espetacularmente faturando mensalmente milhões de Reais, graças ao trabalho “porta a porta” dos Revendedores ou Representantes Comerciais. São homens e mulheres que, com seu esforço e dedicação, conseguem ampliar satisfatoriamente sua renda mensal – muitas vezes maior que o próprio salário – utilizando as horas vagas da labuta diária para sair às ruas (ou mesmo dentro do local de trabalho)… E, vendem muito… Milhares de artigos, de inúmeras naturezas, até nos lugares mais difíceis de chegar, oferecendo produtos de beleza, artigos religiosos, utilidades domésticas, alimentos, roupas, materiais de limpeza, joias e bijuterias, livros…

O trabalho do Revendedor ou Representante Comercial é antiguíssimo. E aqui no Brasil já é conhecido desde o começo do século XX, porém não como profissão. Quando esse trabalho foi regulamentado por lei – como profissão – passou a haver um grande equilíbrio nas relações entre os Revendedores e as empresas… Foi com a Lei 4.886 de 09/12/65… “Exerce a representação comercial autônoma a pessoa jurídica ou a pessoa física, sem relação de emprego, que desempenha em caráter não eventual por conta de uma ou mais pessoas, a mediação para a realização de negócios mercantis, agenciando propostas ou pedidos, para transmiti-los aos representados, praticando ou não atos relacionados com a execução dos negócios.” Essa lei estimulou a criação do Conselho Federal dos Representantes Comerciais que fiscaliza e normatiza em todo o país a atividade profissional de milhares de Revendedores.

Os Revendedores ou Representantes Comerciais merecem mesmo a nossa admiração pois estão sempre nos proporcionando bem estar com sua simpatia e atenção, próprias do seu jeito de ser.

Dia 20 de Junho… Parabéns a todos os tipos de Revendedores do Brasil!

Curso online de Técnicas de Vendas

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Este livrinho, preparado e exaustivamente revisado pela própria professora, com muito carinho, é uma compilação de alguns dos artigos da Profa. Maria Luiza Marins Holtz, já publicados na Internet, que tratam dos aspectos das relações humanas (no trabalho, na sociedade, na família), que esperamos seja útil para o teu desenvolvimento humano e profissional. Primeiro você se desenvolve como ser humano, depois como profissional, porque o trabalho é a oportunidade da manifestação das tuas virtures, dos teus dons. Boa leitura.

Seja Bem Sucedido nas Relações Humanas

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Preciso agradecer ANA PAULA DE LIRA CABRAL e compartilhar com vocês o trabalho que ela nos mandou.

Trata-se de Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Pedagogia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais de Igarassu – FACIG, como requisito parcial para conclusão de curso sob a orientação do Professor Péricles Tavares Austregésiles Filho. Trabalho apresentado em Igarassu, 26, novembro de 2010.

Em 25 de janeiro de 2011 20:24, Paula Lira <pauladtt@hotmail.com> escreveu:
>
> Boa Noite!
> Estou escrevendo este e-mail para agradecer todo o apoio direto e indireto que a MH Consultoria me forneceu, seja pelo material disponibilizado no site da empresa, seja pela atenção das pessoas Sergio Holtz e da Professora Maria Luíza.
> Completei meu curso de pedagogia e realizei minha monografia com o tema ”Atuações de um Pedagogo da Empresa” e com o meu trabalho recebi vários elogios da Banca, e ao comentar que tive entre muitas felicidades o prazer de ter como questionada a Professora Maria Luíza a Mestra da Pedagogia Empresarial, recebi um destaque entre os alunos, que agora possuem maior conhecimento da área.
> Sendo assim, mais uma vez agradeço ao apoio desta instituição e fico no anseio de um dia poder conhecer a empresa e as pessoas tão atenciosas quem a compõem.
> Sem muitas palavras mais a dizer: OBRIGADA!!!!!
> P.S. envio em anexo a minha monografia, sei que preciso melhorar, mais não poderia de enviar a vocês.
>
> Paula Lira.

Perguntei se ela permitiria a publicação do trabalho e a resposta veio na hora:

Em 25 de janeiro de 2011 20:58, Paula Lira <pauladtt@hotmail.com> escreveu:

> Como descreve felicidade?

> Se souber me diz?

> se pudesse me ver agora veria uma aluna chorando, chorando de felicidade, pois seria um presente de DEUS, ter o meu simples trabalho publicado em um site de tanta importância para o meio como o de vocês.

> minhas noites e madrugadas estariam pagas com essa dádiva Divina.

> quando a autorização, se após ler, acreditar que ajudará alguém, Sim, pode Publicar.

>

> “OBRIGADA SENHOR MEU DEUS!”

> Paula Lira.

Então está publicado

Atuações do Pedagogo na Empresa

disponível em:

http://www.scribd.com/doc/47567548

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Pedagogia, a habilidade de ver a virtude de cada aluno e ordenar o seu (do aluno) conhecimento para manifestá-las (as virtudes). Melhor se essas virtudes estiverem a serviço de uma comunidade, de algo mais que o próprio indivíduo, para honra e glória da consciência que nele habita.

Educação a Distância

Um indivíduo que usa suas habilidade, suas virtudes, seu carisma para satisfazer apenas as próprias necessidades, não pode ser feliz. Não existe uma lei de homens, nem de qualquer instituição organizada, mas é uma questão de matemática: não dá pra ser feliz cercado de infelizes. Você tem que levar, pelo menos, mais um.

Cabe ao pedagogo – vamos deixar claro que não falo de alguém que freqüenta as faculdades de pedagogia. Falo da poesia, da habilidade, da virtude, do carisma da pedagogia. Porque eu conheço, e você também deve conhecer, muitos profissionais que exercem suas habilidades pedagogicamente. Eu conheço médicos, engenheiros, advogados – só para citar algumas ocupações estabelecidas, que agem pedagogicamente na liderança de uma equipe de trabalho, de um projeto, na solução de um problema, pois reconhecem as virtudes das pessoas que os rodeiam e, por atração, as colocam a serviço daquele trabalho (projeto, problema, etc).

Então, cabe ao líder liderar pedagogicamente.

Dá para perceber que já existe um conjunto de conhecimentos fundados sobre princípios certos (ciência), para o desenvolvimento geral do corpo e do espírito (educação). Esse conjunto de conhecimentos chama-se pedagogia.

Não custa consultar o dicionário de vez em quando. Quando nos referimos a alunos, bem pode ser um funcionário ou colaboradore ou stakeholder ou outro rótulo que invertarmos.

aluno, s. m., 1. O que recebe de outrem educação e instrução.

Então, se um chefe dá uma instrução ele se coloca na posição de instrutor e aquele que recebe a instrução, na posição de aprendiz. Se a instrução for entendida, o aprendiz passará, inexoravelmente, a dar o melhor de si no cumprimento daquela instrução. Então o chefe foi pedagogo. Se, ao contrário, o funcionário (colaborador, se vc preferir) não entender, consequentemente não colocará suas virtudes a serviço do cumprimento daquela instrução. Então, o chefe não agiu pedagogicamente e terá, a custa de muito esforço e sofrimento, dele e do funcionário (colaborador), que tentar e tentar e tentar outra vez e outra vez e outra vez… Até que consiga a mudança de comportamento condizente.

Mas a pedagogia não tem preferência de sentido e direção, de modo que se o funcionário (colaborador) agir pedagogicamente, obterá de seu chefe a conduta condizente com a “instrução” dada. Note que aqui parece um paradoxo, mas a instrução não precisa vir só de cima para baixo… Não vamos entrar nesse tema agora… Não é um tema para se tratar por carta.

Educação a Distância

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Provocado por Tânia Pfeuffer.

Nós indicamos qualquer faculdade de pedagogia, porque é a Ciência da Educação.

Depois de conhecer a pedagogia em geral, o trabalho de transferência que você saberá e poderá fazer é a aplicação da pedagogia no ambiente empresarial. A Profa. Maria Luiza Marins Holtz sempre diz que no ambiente empresarial, qualquer organização social com objetivo de oferecer à sociedade a satisfação de alguma necessidade, “nós temos que trabalhar com a criança que existe em cada um de nós”.

Curso online de Pedagogia Empresarial

Os profissionais que hoje comandam as grandes organizações sabem que, mais do que o acúmulo de diplomas e de habilidades técnicas, o que conta é a capacidade de adaptação às exigências do mercado e à realidade organizacional.

Note que na Classificação Brasileira de Ocupações – CBO, a ocupação é pedagogo, o “resto” é sinônimo:

  • Pedagogo… Ocupação
  • Pedagogo em educação especial de cegos… Sinônimo
  • Pedagogo em educação especial de surdos… Sinônimo
  • Pedagogo especializado em deficiência física… Sinônimo
  • Pedagogo especializado em deficiência mental… Sinônimo
  • Pedagogo especializado em deficientes da áudio-comunicação… Sinônimo
  • … por inferência, todo o mais é sinônimo.

Existem alguns pensadores que promovem a andragogia, que seria a educação de adultos, que poderia ser definida semanticamente como a educação dos homens, o que implicaria na adoção da ginecogogia (já que estamos inventando rótulo!), ou a educação da mulher, ou mudar o nome para antropogogia… Nós preferimos permanecer na Pedagogia que é a ciência ou disciplina cujo objetivo é a reflexão, ordenação, a sistematização e a crítica do processo educativo, ou seja, criar condições para o educando modificar para melhor seu comportamento.

Além da Pedagogia no âmbito escolar, o papel do pedagogo envolve outros ambientes:

  • A Pedagogia empresarial se ocupa de conhecimentos e competências necessárias à melhoria da produtividade. As habilidades são na qualificação, requalificação e treinamento dentro da empresa, nas atividades como coordenar equipe multidisciplinar, gerar mudanças culturais e acompanhar o desempenho de cada funcionário e de todos os funcionários.
  • O pedagogo social cuida da socialização do sujeito, em situações normalizadas ou especiais. Implica o conhecimento e a ação sobre os seres humanos, em atividades como crianças abandonadas, orientação profissional e atenção aos direitos da terceira idade.
  • O pedagogo hospitalar atende às necessidades educacionais de criança hospitalizada. Requer trabalho dos processos afetivos de construção cognitiva. Envolve atividades como promover a qualidade de vida de crianças hospitalizadas, propiciar uma rotina próxima ao período antes da internação e acesso à educação.
  • (…)

No nosso entender, o pedagogo, quando atuam numa organização empresarial,

viabiliza o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos empresariais, facilitando o processo comunicativo entre a organização e os ‘stakeholders‘ (em português, parte interessada ou interveniente, é um termo usado em administração que refere-se a qualquer pessoa ou entidade que afeta ou é afetada pelas atividades de uma empresa).

baseado em http://www.mtecbo.gov.br

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