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Empreendedorismo

A propósito do artigo “Quem foi que tirou Deus das nossas vidas“, espiritualidade e preocupações do dia-a-dia seguem, muitas vezes, percursos separados. Orat et labora – o convite para orar e trabalhar – é uma regra de vida beneditina que traduz uma sabedoria de 1500 anos e que une num mesmo caminho estes dois aspectos da vida.

Um grande mérito dessa sabedoria é a integração da espiritualidade no próprio trabalho cotidiano. De fato, a partir dessa mística, constata-se que não é preciso deixar para trás o mundo com suas preocupações para experimentar Deus em sua vida, pois Deus se deixa encontrar no centro da vida e dos afazeres do trabalho.

  • Orar e trabalhar / Anselm Grün, Fidelis Ruppert; tradução de Carlos Almeida Pereira. – Petrópolis, RJ : Vozes, 2005.

 

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Talvez vc ainda não entenda, mas dá para sentir que o mundo já mudou, e que “seres não adaptados serão eliminados, por infertilidade ou morte”.

Assista ao video… só 5 minutinhos… :)

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“A forma mais eficiente de melhorar o processo decisório é aperfeiçoando a intuição. As pessoas que contam com grande repertório de cenários simples de gestão ou de jogos e suas respectivas análises têm intuição mais apurada e não se esquecem facilmente de aspectos importantes que devem ser considerados na decisão sobre um problema.”

* Reinhard Selten, economista alemão, prêmio Nobel de Economia, em entrevista publicada na revista HSM Management 57 julho-agosto 2006.

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De nada adianta levantar-vos cedo, retardar o vosso descanso, comer o pão das labutas! Ao seu amigo que dorme, Ele dará da mesma forma.

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Pena eu ainda não ter encontrado o Ricardo. Quando ele escreveu o seu primeiro livro, quase morri de inveja, era eu que queria escrevê-lo. Em 1989 estava em Anápolis, GO, para tentar um empreendimento imobiliário, junto com uma grande construtora de um grande grupo nacional (entre as 100 melhores e maiores da revista Exame, e que hoje já não existe mais). Enquanto isso eu continuo a empreender, do nosso jeito caipira, só que agora não só no ramo imobiliário.

Peço licença para citar alguns trechos do seu mais recente empreendimento editorial, do qual ainda quase morro de inveja :-P

“Os arquivos da Bell Labs, que registra e acompanha inovações há um século, incluindo milhares de patentes suas, prova que apenas 2% das inovações paradigmáticas vêm de uma empresa que está no ramo. A Polaroid, inventora da foto instantânea em 1947, não soube inventar a câmera digital. A Xerox não xoube inventar o escaneamento, nem a IBM, o laptop. A Sony fez o walkman (ela era de fora desse ramos à época), mas não soube fazer o iPod.”

“O que impede que as organizações inovem e se atualizem é a cristalização. Desde a escola… somos categorizados. Depois, na faculdade, aprendemos a ser homogêneos no pensar. Em seguida escolhemos uma carreira em uma organização. Lá aprendemos como “se faz por aqui”, uma cartilha totalmente baseada no passado… lemos os mesmos artigos e livros… Depois disso tudo é difícil entender porque a organização fica estagnada?”

“Do ponto de vista antropológico a coisa é simples: sobem ao topo das empresas os mais batalhadores, os guerreiros, os que se dispõem a fazer sacrifícios pessoais – e sacrificar os outros. Por essa razão, homens sensíveis e mulheres emocionalmente inteligentes deixam o poder das organizações para os guerreiros. Que, por sua vez, se destroem, bem como aos inimigos …”

“A intuição, porém, é relegada ao plano esotérico nas empresas, e isso explica porque, com guerreiros valentes e incansáveis no topo, com poucas mulheres e pouco espaço para questões intuitivas, as organizações fazem uma bobagem atrás da outra.”

Talvez por isso aquela grande construtora, e o grande grupo nacional, já não existam mais.

Vale a pena ler. Precisa coragem para acionar. “Você está louco! Uma vida administrada de outra forma/Ricardo Semler. – Rio de Janeiro: Rocco, 2006. ISBN 85-325-2094-4.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Muitas vezes não enxergamos ordem em uma organização, isso não quer dizer que não exista. “Para que as organizações funcionem de forma eficaz, elas têm que identificar e gerenciar processos inter-relacionados e interativos” (NBR ISO 9000:2000, item 2.4).

Identificar é o primeiro verbo=ação (“elas TÊM que identificar…”). Identificar os processo inter-relacionados e interativos. Isso quer dizer que já existem processos naturais em cada organização. É preciso identifica-los antes, para depois gerencia-los.

 

Cursos Online na Área de Administração

 

Organizar é verbo transitivo, que significa dispor as coisas de forma a que elas concorram para determinado fim.

Organizar vem de órgão, substantivo masculino, que se refere a cada uma das partes de um organismo que exerce uma função própria.

Organismo, também substantivo masculino, é conjunto de órgãos que constituem um ser vivo; corpo organizado que tem existência própria; conjunto de partes organizadas que tendem para determinado fim.

Assim, uma empresa, um negócio, uma organização tem o seu paralelo natural com um ser vivo. Ela é um ser vivo, uma pessoa (jurídica).

O coração não precisa pedir permissão para exercer a sua função. O coração, o fígado, os rins, o pulmão, “a turma toda”, são co-ordenados — apropriada combinação de meios – pelo cérebro, que analisa, identifica as necessidades prementes de cada processo e distribui endorfinas, para que o conjunto das partes tendam para determinado fim… Tudo em perfeita harmonia.

Se você já assistiu a qualquer um desses documentários sobre o corpo humano, talvez se lembre do caos que é o trânsito de glóbulos vermelhos na corrente sanguínea. Você consegue imaginar as hemácias alinhadas? Eu não. No entanto, existe ordem, porque elas concorrem — correm juntas — para determinado fim, regular, dispostas numa determinada forma. Mesmo que eu não a entenda, não quer dizer que não existe uma forma ordenada.

A endorfina é um neurotransmissor, é uma substância química utilizada pelos neurônios na comunicação do sistema nervoso.

A endorfina é produzida em resposta a um estímulo, visando relaxar e dar prazer, despertando uma sensação de euforia e bem estar.

Durante o orgasmo essa substância é liberada na corrente sanguínea, provocando uma intensa sensação de relaxamento. Alguns até adormecem…

Os efeitos principais das endorfinas são:

  • Melhoram a memória;
  • Melhoram o estado de espírito (bom humor);
  • Aumentam a resistência;
  • Aumentam a disposição física e mental;
  • Melhoram o nosso sistema imunológico;
  • Bloqueiam as lesões dos vasos sanguíneos;
  • Têm efeito antienvelhecimento, pois removem superóxidos (radicais livres);
  • Aliviam as dores.

Assim, numa organização  – grupo de pessoas com um conjunto de responsabilidades, autoridades e relações — um sistema de gestão deve(ria) proporcionar o mesmo efeito das endorfinas.

:-P

 

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goias_convite.pdf

ESTADO DE GOIÁS
GABINETE CIVIL DA GOVERNADORIA

SUBCHEFIA
GERÊNCIA DE QUALIDADE

Ofício n. 20/2007-GC
Goiânia, 20 de novembro de 2007.                                                        

Senhor Diretor,

O Programa de Qualidade no Serviço Público foi implantado, através do Decreto nº 5.091 de 23 de agosto de 1999, em todos os Órgãos Estaduais.
A preocupação primordial é a qualidade de vida dos servidores públicos, para tanto, se faz necessário o sistema de parcerias público-privadas.
Sendo esta Empresa, uma das mais conceituadas e qualificadas em Livros, a convidamos em ser parceira do Gabinete Civil da Governadoria, com doações de LIVROS.
Ressaltamos, que todas as parcerias feitas com este Gabinete, serão valorizadas e divulgadas pela Gerência de Qualidade.
Endereço: Palácio Pedro Ludovico Teixeira, rua 82, 8º andar, ala leste, Setor Sul.
Cep: 74.015-908
Fone: (062) 3201-5856
Fax: (062) 3201-5855
 
Atenciosamente, 
 
SURAMA PARREIRA FERNANDES
Gerente
Goiânia – GO
______________________________
Surama Parreira Fernandes
Gerente de Qualidade
Gabinete Civil
______________________________

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Usabilidoido

“A resposta para a pergunta “como fazer para o site da minha empresa ou produto aparecer em primeiro lugar nos resultados do Google?” é mais complexa do que parece. Não se trata só de um problema técnico, mas principalmente de um problema de encontrabilidade e de marketing. É preciso saber como apresentar seus produtos para as pessoas que estão interessadas neles.

Essa não é uma atividade trivial, pois os interesses se manifestam de diferentes formas (combinações de palavras-chave) em contextos distintos (situações em que os buscadores são acionados) e as formas como os produtos podem ser apresentados são muito variadas. Otimização para buscadores é, precisamente, fazer a correspondência entre essas duas variáveis.
Slides

Nos slides abaixo eu apresento o case da MH Assessoria Empresarial que, gentilmente, permitiu a divulgação de informações tão íntimas à empresa.”

Muito obrigado Fred.

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Prezado Sérgio,

Interessei-me muito em seu texto sobre artes nas empresas como meio de
desenvolvimento da criatividade.

Gostaria de me interar no assunto, pois, apesar de trabalhar num
ambiente organizacional, sou artista plástica.

Obrigada,
—–Mensagem original—–
De: Sergio Vieira Holtz Filho [mailto:sholtz@mh.etc.br]
Enviada em: sexta-feira, 27 de julho de 2007 00:22
Para: Denise
Assunto: Re: Arte nas empresas

Prezada Denise,
Pergunte o que quiser. Estou às suas ordens. Muito do que utilizo como
empreendedor e empresário, como consultor na gestão de empresas em
processo de mudança, adquiri tocando em orquestras, regendo corais,
compondo e dirigindo peças e produzindo shows. Sou artista também.

A sensibilidade para harmonizar equipes de trabalho e departamentos, no
sentido de atingir um resultado, tenho certeza que advém da minha
vivência artística. Meu método de liderança é o do maestro ou do
regente, onde os músicos obedecem porque querem a obra bem realizada,
ao contrário da liderança militar, onde os soldados obedecem por medo
da punição. Entende?

O exercício da arte nas empresas provoca um estado de espírito que
predispõe à solução criativa e dinâmica de problemas e dificuldades em
geral. Tudo passa a ser bem mais simples… Trabalhar tem mais sabor.

Mas, tem gente que não gosta do simples, e prefere aquele stress todo,
acredita que isso é trabalhar, talvez por atavismo judaico-cristão,
como uma forma de expiação do pecado original. Opa! Viajei na maionese!
Eu prefiro acreditar naquele que disse “eu vim para que todos tenham
vida, e que a tenham plenamente.”

Bem, como disse ali acima, estou à sua disposição.

Atenciosamente,

Sergio Vieira Holtz Filho
www.mh.etc.br
Em 27 de jul de 2007, às 09:03, Denise escreveu:

Sergio,

Obrigada por sua pronta resposta.
Gostei muito de suas comparações com relação à música. Eu, que tenho bastante afinidade com música, inclusive meu pai também é músico, já cantei em coral, todos dizem: “Você está no lugar errado”… Vejo que o Brasil ainda é um bebê em se tratando de arte, cultura e tudo o que está relacionado. Vejo que você tem um longo trabalho a fazer.
Desculpe a pergunta, mas, já que você foi tão bacana comigo, gostaria de saber mais a fundo o que você faz. No site não ficou muito claro se você é um consultor, um administrador que aplicou este preceito ou um estudioso na área. Ou todos?
Na verdade sempre quis trabalhar com empresas, prestando consultoria para motivação de pessoas, mas utilizando as artes como desenvolvimento, descobrimento de aptidões, quebra de paradigmas. Hoje vejo que este assunto está em alta e que é a chance de “linkar” meus conhecimentos administrativos com os de arte. Sou formada em artes
plásticas e estou concluindo o curso de administração. Aparentemente são dois extremos, mas pelo que li no seu artigo, a distância é menor do que todos pensam.
Você saberia me responder o que faço para aprimorar meus conhecimentos neste assunto? Quais empresas já trabalham com isso? Quais são os consultores que desenvolvem este tipo de treinamento? Como faço para entrar no ramo?
Não quero ser sua concorrente, hein? (risos)

Se você achar que estou indo longe demais com estas perguntas me avise, por favor.

Obrigada,

Denise
—–Mensagem original—–
De: Sergio Vieira Holtz Filho [mailto:sholtz@mh.etc.br]
Enviada em: sexta-feira, 27 de julho de 2007 10:41
Para: Denise
Assunto: Re: RES: Arte nas empresas

Oba! Quantas perguntas!

Denise,
vou tentar responder. Vc tem paciência?
O que eu faço?
Eu sou um gestor de empresas em situação de mudança. Por exemplo: Uma
empresa quer implantar um sistema de gestão, ou aprimorar o seu sistema
já existente, eu faço a interface, eu sou o chato que provoca as
mudanças necessárias, e depois vai embora. Muitas vezes atuo como um
tradutor e intérprete entre a empresa e seu fornecedor de software, por
exemplo, para que o software trabalhe para a empresa e não o contrário.

Uma vez um industrial me pediu que “pusesse fogo na cadeira daqueles
vagabundos”, ele se referia ao departamento comercial. Lá fui eu para a
rua, visitar clientes, questionar o diretor comercial, e seus miquinhos
adestrados, propus uma rotina simplificada de atendimento e de “ordem
de serviço”. Provoquei a integração entre os departamentos de
engenharia, de produção e comercial. Bom para todos! Minha visão
empresarial é orgânica, o coração não funciona bem sem o fígado, sem o
pâncreas, sem os intestinos.

A consultoria não é uma profissão, mas uma forma de prestar serviço.
Muitas vezes eu sou contratado para ser o gerente ou o diretor de uma
empresa, ou de um departamento. Acontece que eu não tenho a pretensão
de me eternizar em nenhuma organização específica. Quando a coisa já
está funcionando, eu parto para outra. Devolvo a empresa funcionando,
redondinha, para o dono.

Por conta disso, aconteceu naturalmente, faço também coaching, ou seja,
consultoria pessoal. Atendo pessoas em situação de mudança. Como é
isso? Primeiro eu faço a anamnese, é uma entrevista realizada por um
profissional da área da saúde com um paciente, rsrsrs… Chegamos
juntos a um diagnóstico, e eu prescrevo a receita. Nesse caso a receita
se trata de um planejamento estratégico, ou uma pequena lista de ações
que a pessoa deve tomar para atingir o seu objetivo (profissional e/ou
pessoal). A ordem das ações é que faz a diferença.

Conseqüência natural, acabei sendo convidado para participar de alguns
empreendimentos, algumas organizações, e adquiri participação
societária. Sempre uma pequena participação. Assim tenho (participação)
um hotel, em um escritório de advocacia, em uma indústria metalúrgica,
em uma empresa de empreendimentos imobiliários, uma produtora de
conteúdo para Internet. Minha função nessas empresas é manter a
organização (orgãnica para ter ordem). Estratégia e organização.

Tem uma empresa de TI que me pediu para ir uma vez por mês “só para
bater nas nossas cabeças”.

Nossa! Isto está ficando um livro… se estiver ficando muito chato, vc
deleta.

Continuando…

Para aprimorar seus conhecimentos neste assunto?
Tem que pedalar! Existem muitas escolas e cursos de pós graduação,
alguns são melhores que os outros, mas a estrutura acadêmica de
instrução cognitiva não promove o aprendizado eficaz porque lhe falta o
resultado emotivo da experiência vivida e resolvida.

Quais empresas já trabalham com isso?
Muitas empresas já trabalham com isso. Não dá para saber quantas. Como
vc falou, o assunto está em alta e existem muitas tentativas, e um
aprendizado constante.

Quais são os consultores que desenvolvem este tipo de treinamento?
Não sei. Veja, consultoria é uma forma de prestação de serviço. Ouvi
falar de um grupo de teatro que faz trabalho de motivação nas empresas,
seguindo o modelo dos “Doutores da Alegria”
. As possibilidades são
infinitas.

Como faço para entrar no ramo?
Monte o seu projeto. Cultive relacionamento. Diga para todos o que vc
faz. E ofereça o seu trabalho. Ofereça a utilidade do seu trabalho.

Não quero ser sua concorrente, hein? (risos)
Concorrer é correr junto. Junto é sempre melhor, como disse o Raul
“Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se
sonha junto é realidade.”

Muito obrigado,

Sergio Vieira Holtz Filho
www.mh.etc.br

Em 27 de jul de 2007, às 11:04, Denise escreveu:

Sergio,

Você foi perfeito. Obrigada por tudo!
Vou correr atrás.

Denise

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Sergio Vieira Holtz Filho

“As constantes mudanças no mundo corporativo exigem uma visão estratégica para enfrentar os desafios, buscando profissionais competentes com habilidade para a gestão em diferentes áreas. Com essa preocupação, cada vez mais os executivos procuram participar de Programas de Educação Continuada que melhor atendam às necessidades imediatas do mercado.”

Qualquer um já deve ter lido um parágrafo como esse milhares de vezes. E o que isso quer dizer? Nada! Meus querido, isso quer dizer: n-a-d-a.

A única coisa constante no Universo são as mudanças, e isso não exige nada de você nem de ninguém. Eu nasci criança e mudei um pouco… já não sou mais tão criança… ou, já sou criança há mais tempo que a metade da população. Com você é diferente?

Tenho trabalhado com jovens de 12 a 19 anos, com atividades de estímulo e orientação ao empreendedorismo e à elaboração de idéias, e posso dizer que estou muito satisfeito. Parece que agora de fato o fim do mundo já é uma realidade. Pelo menos o mundo como o conhecemos, dado pelos nossos avós, e pelos avós dos nossos avós… numa corrente que aprisionou nossos pensamentos durante séculos.

O melhor disso é que não foi preciso uma bomba, uma rebelião, nada disso que os mais velhos insistem em propagar. Um mundo novo já é realidade. “As constantes mudanças no mundo corporativo” são para eles tão natural que compreendem (no sentido real da palavra) a efemeridade do conhecimento estabelecido e a eternidade do aprendizado contínuo (apesar das instituições de ensino).

É só olhar ao seu redor e você verá esse mundo novo explodindo. Basta olhar com olhar de quem quer encontrar, e você verá.

Curso online de Empreendedorismo

.:.

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De: primax@marketingempreendedores.com
Assunto: convite marketing e empreendedores
Data: 09 de maio de 2007 15h52min38s GMT-03:00
Para: sholtz@mh.etc.br

Primax Eventos International – Porto Alegre – RS – Brasil
(51) 3028.2067 – 3013.5286

MH Assessoria Empresarial
A/C Diretoria/Marketing
Sorocaba – SP

Prezado(a)s Senhor(a)es:
Considerando critérios como filosofia empresarial, atendimento ao cliente, qualidade do(s) produto(s), credibilidade no mercado e eficácia das ações de marketing operacional, tático e/ou estratégico – posturas que caracterizam uma atitude empreendedora por excelência -, viemos comunicar através desta carta que a MH Assessoria Empresarial foi indicada para receber o Prêmio Marketing e Empreendedores 2007. Com projeção nacional e internacional, a entidade promotora deste evento objetiva incentivar e colocar em evidência empresas brasileiras que vêm se destacando no mercado graças à excelência do trabalho desenvolvido em âmbito nacional.

Como as empresas são selecionadas
Anualmente a Primax Eventos International, envia para empresas de vários segmentos de todo o Brasil questionários onde são solicitados a indicação de empreendedores / profissionais liberais. Nesse questionário as empresas contatadas também fazem indicação de clientes, fornecedores ou outras empresas que consideram que estejam atuando com qualidade em seus setores de atividades. Essas informações somadas as indicações via web, são utilizadas como ponto de partida para indicações ao Prêmio Marketing e Empreendedores. O prêmio também é conferido a pessoas físicas em reconhecimento à realizações e trabalhos desenvolvidos. . As empresas agraciadas fazem deste reconhecimento uma ferramenta de marketing capaz de incrementar e/ou solidificar sua marca ou produto.

Critérios
Obtenção de resultados positivos para a empresa através de ações de marketing e/ou outras estratégias que, devido ao seu caráter inovador e arrojado, distinguem-se como atitudes empreendedoras por excelência. Além disso, são consideradas: ações de responsabilidade social voltadas para o público interno, comunidade e preservação do meio ambiente, tecnologia e conhecimento científico envolvidos nas rotinas da empresa, atividades culturais e artísticas desenvolvidas,sejam elas de caráter comercial ou filantrópico.

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Maria Luiza Marins Holtz

Profa. Maria Luiza Marins Holtz

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Introdução

Estou convencida de que somos bons vendedores quando conseguimos demonstrar que somos bons amigos.

Sei que somos vendedores desde a infância, quando sabemos vender com sucesso, aos mais velhos, pai, mãe, avós, tios, professores… nossas idéias e consequentemente nossos desejos.

Percebemos desde cedo, que para convencer alguém do que queremos, precisamos antes conquistá-lo. E é o que praticamos procurando agradar aos mais velhos, antes de pedir alguma coisa.

Sabemos que primeiro temos que ser bonzinhos, para depois conseguir, com facilidade, “fazer a cabeça deles”.

Através de alguns conhecimentos de Psicologia Educacional, quero mostrar às pessoas de vendas, as bases científicas do processo de conquistar, para depois vender.

Vamos ver, o que determina o nosso comportamento e como podemos usar esses conhecimentos para conquistar amigos e vender melhor. Quero que ajude no seu dia a dia.

Maria Luiza Marins Holtz

O Cliente é um Amigo

Vamos focalizar o cliente como o amigo que compra o “nosso” produto.

Vamos também lembrar que somos um cliente, e gostamos de comprar os produtos que as pessoas que se mostram amigas, oferecem.

Pensando bem. Somos muito mais que meros compradores de produtos. Somos pessoas, que temos dentro de nós, um “mundo”, contendo necessidades, motivações, emoções positivas e negativas, pensamentos, inteligência….

Temos que considerar que todo esse “mundo” está envolvido, no processo de comprar alguma coisa.

Se conseguirmos sentir e compreender esse “mundo” do cliente, enquanto nos relacionamos com ele, nossa conduta o conquista, porque ele sente que somos amigos. E se isso não acontece, o decepcionamos e desestimulamos a compra.

Para isso, temos que saber, que somos diferentes uns dos outros. Temos gostos diferentes, desejos diferentes, nos vestimos diferente, nos relacionamos diferente, temos valores diferentes…

A Psicologia Educacional, ajuda a compreendermos as diferenças e semelhanças entre as pessoas, quando ensina os “determinantes do comportamento humano“. Considera esse aspecto, de fundamental importância.

Os determinantes do comportamento humano são as nossas necessidades naturais e as nossas motivações.

A Psicologia Educacional ensina também que as frustrações, são aqueles sentimentos que buscam a satisfação das nossas necessidades naturais, fisiológicas e psicológicas.

Esse anseio natural de satisfazer as nossas necessidades, (o estado de frustração), é um “impulso” que determina a direção do nosso comportamento. Esse “impulso” pode ser direcionado para a compra de produtos. E freqüentemente fazemos isso. Compramos por impulso.

Necessidades humanas

Relembrando. A Psicologia Educacional ensina que quando estamos em estado de necessidade, nos sentimos frustrados. A sensação de frustração produz um “impulso” , gerado pelo anseio de satisfazer uma ou mais necessidades, ora insatisfeitas.

No momento em que conseguimos satisfazer as necessidades, desaparece a sensação de frustração. Isso poderá acontecer, momentaneamente, no ato da compra de um produto.

Quais são as nossas necessidades? Para facilitar o conhecimento, a Psicologia Educacional classificou, as necessidades humanas , em 2 grupos: – necessidades fisiológicas e necessidades psicológicas.

1 – As necessidades fisiológicas – são as mais simples de serem satisfeitas. São:

  • necessidade de alimento (fome)
  • necessidades de líquido (sede)
  • necessidade de sono
  • necessidade de repouso (atividades relaxantes, recreativas…)
  • necessidade de atividade (ocupação que seja produtiva, com utilidade)
  • necessidade de abrigo e temperatura (roupas e habitações adequadas)
  • necessidade sexual (a convivência natural expontânea com o sexo oposto).

2 – As necessidades psicológicas – são mais complicadas de serem satisfeitas, e freqüentemente, procuramos satisfazê-las através da compra de objetos ou produtos, que nos agradam. São:

  • necessidade de afeto (atenção, compreensão, carinho, calor humano…)
  • necessidade de ser aceito (segurança emocional, sentir a aceitação do nosso jeito de ser, pelas pessoas importantes da nossa vida .)
  • necessidade de independência (ter opiniões, desejos., idéias próprias…)
  • necessidade de realização (dos próprios planos e sonhos… ),
  • necessidade de aprovação social ou status (de ser reconhecido e admirado pelos grupos da nossa convivência)
  • necessidade de auto-estima (gostar de si mesmo) a mais forte de todas as nossas necessidades.

Auto-Estima e Produtividade

As pesquisas sobre a necessidade de auto-estima nunca estiveram tão intensas. Principalmente depois das descobertas da PNI – Psiconeuroimunologia, que confirmam a força positiva das pessoas que reconhecem suas próprias qualidade e valores. Essas pessoas apresentam excelente saúde, ótima qualidade de vida, estilo sadio de viver e são bem sucedidas em suas atividades profissionais.

A PNI descobriu que antes dos 6 anos de idade, nós não sentimos necessidade de auto-estima. Somos felizes conosco, e nos aceitamos como somos, de maneira maravilhosa, apesar das críticas, acusações e condenações dos adultos. Até essa idade somos sempre alegres. As broncas dos adultos nos atingem apenas momentaneamente, e não guardamos mágoas nem ressentimentos. Sabemos perdoar verdadeiramente e por isso esquecemos com facilidade e voltamos rapidamente a ser alegres.

Depois de 6 anos aparece em nós, o sentimento de auto-rejeição. Parece que é somente nessa idade, que começamos a acreditar nas acusações e condenações que ouvimos. Ë nessa idade que começamos a nos sentir mais tristes conosco, passando a nos acusar.

Esse sentimento de auto-rejeição faz com que nos sintamos merecedores de “castigos”. E passamos a atrair situações de “castigos” para nós. Segundo a PNI esses castigos podem ter várias formas:- dificuldades na escola, doenças, dificuldades de fazer amigos, dificuldades financeiras, relacionamentos humanos difíceis, dificuldades nas atividades profissionais, etc…

Como a auto-estima é uma necessidade humana, um impulso forte dentro de nós, estamos sempre buscando satisfaze-la. A maior dificuldade é encontrarmos uma razão forte para conseguirmos voltar a gostar de nós.

A solução que tem dado excelentes resultados, no tratamento das doenças resistentes, na solução de dificuldades pessoais e profissionais, causadas pela auto-rejeição, é o reconhecimento da nossa origem divina. O reconhecimento de que fomos criados à imagem e semelhança de Deus, de que temos as qualidades divinas, precisando apenas exercitá-las para manifestá-las.

Os conhecimentos sobre Deus e as manifestações de Deus, e a consciência de que somos uma centelha Dele, são desenvolvidos através dos Exercícios da Auto-estima.

Motivações

Ao sentirmos as necessidades naturais durante a nossa vida e em busca da satisfação delas, criamos motivações (motivos para a ação), que determinam o tipo de comportamento que vamos assumir.

A grande motivação humana é o desejo de felicidade.

Para satisfazê-la criamos outras motivações que foram separadas em 3 grandes grupos.

São basicamente:

  • desejo de saúde (ânimo, disposição, beleza física…)
  • desejo de riqueza ( conforto material, bens móveis e imóveis, dinheiro…)
  • desejo de sucesso ( admiração, lideranca, aplausos, status, importância…)

Tudo que nos parece capaz de atingir esses motivos (desejos) nos levam à ação.

Existe uma ligação perfeita entre as nossas necessidades e as nossas motivações. Através de um “bate-papo”, conseguimos descobrir a motivação mais forte do nosso amigo-cliente, e as suas necessidades mais urgentes de satisfação. Podemos oferecer nosso produto como um meio dele se sentir melhor.

Esses conhecimentos ajudam o profissional de vendas a vender melhor. Dá a ele condições de compreender e respeitar os sentimentos envolvidos no relacionamento com o cliente-amigo, na hora da venda.

O Atendimento ao Amigo Cliente

Considero atendimento ao amigo-cliente, a nossa conduta em relação a ele, nos momentos antes da venda e depois da venda. Afinal ele compra de nós.

São os momentos em que dedicamos a ele, o nosso afeto e a nossa ATENÇÃO, (necessidade psicológica), fazendo-o sentir-se compreendido e aceito( necessidade psicológica). Sem julgá-lo,(certo, errado, bom, mal), nesses momentos nos mostramos amigos do cliente e ele se torna nosso cliente de sempre.

Diante dos conhecimentos vistos acima, conseguimos entender, respeitar e compreender o cliente como pessoa humana.

Temos condições de compreender porque muitas vezes compramos produtos, e muitas vezes não.

Sabemos quais são os verdadeiros “motivos” que nos levam a comprar.

Sabemos quais os argumentos que podemos usar para que uma compra seja feita, sem conflitos.

Agora, encontrando um cliente pela primeira vez, estamos preparados para entender que provavelmente é uma pessoa sentindo frustração em alguma necessidade.

Se tivermos o cuidado de percebermos durante a conversa, qual é a sua maior necessidade, psicológica ou fisiológica, podemos mostrar como o nosso produto poderá satisfazê-lo.

Conseguiremos, se formos peritos em ouvir mais, do que falar.

Ouvindo a maior parte do tempo, temos facilidade de identificar as necessidades frustradas. Se o produto apresentar possibilidade de satisfação, seguramente ele o comprará.

Um dos maiores segredos para vender bem, é comprar.

Já está provado que não conseguimos vender aquilo que não “compramos” primeiro. Sentir as qualidades do produto, quais as necessidades que poderão ser satisfeitas através dele, se fisiológicas ou psicológicas. Sentir quais as objeções que o produto pode sugerir e como as qualidades podem superar as objeções. Só conseguiremos tudo isso, se comprarmos antes, pelo menos que seja mentalmente.

É essencial sermos admiradores do produto que vendemos e da empresa que representamos.

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Em suma, talvez qualquer mudança de comportamento provocada por líderes, terapeutas ou coaches seja primariamente uma função de sua capacidade de induzir os outros a concentrar sua atenção em idéias específicas, com freqüência e por tempo suficiente (HSM Management 60 janeiro-fevereiro 2007, página 54).

Considere algumas premissas, que podem ser válidas para a sua organização (pessoal e profissional):

Cursos Online na Área de Gestão e Liderança

  1. A mudança é dolorida. Qualquer mudança é difícil porque provoca sensações de desconforto. As pessoas resistem à mudança, mesmo quando é do seu próprio interesse.
  2. Os esforços de mudança baseados em incentivos e ameaças raramente têm êxito em longo prazo. O custo de manutenção da chibata é maior do que os resultados que ela oferece, a longo prazo. O policial está preso na mesma algema que o bandido.
  3. A abordagem voltada para a pessoa, na auto-estima, na auto-realização, pode resultar eficaz. Contudo, raramente há tempo para aplicar esse processo com os funcionários e nenhuma garantia de que produzirá os resultados desejados. Talvez fosse melhor uma consulta ao psicanalista.

Percebemos diferenças significativas quando conversamos com diferentes especialistas: um advogado pensa diferente de um engenheiro, que pensa diferente de um médico, que pensa diferente de uma dona de casa, e assim por diante, de maneira que ninguém vê o mundo da mesma forma.

As pessoas são diferentes. Todos são diferentes. A única coisa que realmente somos iguais é que somos diferentes. Dessa forma, só no planeta Terra, existem 6 bilhões de possibilidades de incentivar e de ameaçar e de auto-estimar-se e de auto-realizer-se. Não seria muito produtivo percorrer cada uma dessas possibilidades.

O cérebro humano pode, às vezes, responder como uma criança: diga-lhe o que fazer e ela automaticamente age ao contrário. Em contra partida, quando você resolve um problema por si mesmo… Hum!… Fica gravado um ponto de luz, clareia, ilumina aquela atitude e conduta. Em vez de explicar ou dar soluções, fazer perguntas coerentes e dar apoio para que eles próprios descubram as soluções, pode ser eficaz. Não é difícil se você sabe onde quer chegar.

Há bem pouco tempo acreditava-se que as pessoas eram capazes de mudanças significativas em resposta a mudanças ambientais, ou seja, que o homem é produto do meio. Hoje sabemos que o cérebro muda em função do objeto no qual o indivíduo foca a sua atenção. A atenção forma padrões no cérebro, ou seja, o meio é produto do homem.

Uma maneira mais útil para concentrar a atenção, sua e de seus colaboradores, é focar nas atitudes e nas condutas que levam a atingir seus objetivos. Foque nos objetivos.

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Um apanhado para ordenar nossos pensamentos, atitudes e ações.

C.G. Jung, “O Homem e seus Símbolos”, 5a. Ed., Editora Nova Fronteira S.A.

(…) Talvez este ponto se torne mais claro se tomarmos consciência de que as idéias de que nos ocupamos na nossa vida diurna e aparentemente disciplinada não são tão precisas como queremos crer. Ao contrário, o seu sentido (e a importância emocional que têm para nós) torna-se cada vez mais vago à medida que as examinamos de mais perto. A razão para isto é que qualquer coisa que tenhamos ouvido ou experimentado pode tornar-se subliminar — isto é, passar ao inconsciente. E mesmo aquilo que retemos no nosso consciente e que podemos reproduzir à vontade adquire um meio-tom inconsciente que dá novo colorido à idéia, cada vez que ela é convocada. Nossas impressões conscientes, de fato, assumem rapidamente um elemento de sentido inconsciente que tem para nos uma significação psíquica, apesar de não estarmos conscientes da existência deste fator subliminar ou da maneira pela qual ambos ampliam e perturbam o sentido convencional.

Evidentemente estes meios-tons psíquicos diferem de pessoa para pessoa. Cada um de nós recebe noções gerais ou abstratas no contexto particular de sua mente e, portanto, entende e aplica estas noções também de maneira particular e individual. Quando, numa conversa, uso palavras como “estado”, “dinheiro”,”saúde” ou “sociedade”, parto do pressuposto de que os que me escutam dão a estes termos mais ou menos a mesma significação que eu. Mas a expressão “mais ou menos”é que importa aqui. Cada palavra tem um sentido ligeiramente diferente para cada pessoa, mesmo para os de um mesmo nível cultural. O motivo destas variações é que uma noção geral é percebida num contexto individual, particular e, portanto, é também compreendida e aplicada de um modo individual particular. As diferenças de sentido são maiores, naturalmente quando as pessoas têm experiências sociais, políticas, religiosas ou psicológicas de nível desigual.

Sempre que os conceitos são idênticos às palavras, a variação é quase imperceptível e não tem qualquer função prática. Mas quando se faz necessária uma definição exata ou uma explicação mais cuidada, podemos descobrir as variações mais extraordinárias, não só na compreensão puramente intelectual do termo, mas particularmente no seu tom emocional e na sua aplicação. Estas variações são sempre subliminares e, portanto, as pessoas não as percebem.

(…)

De fato, na vida cotidiana precisamos expor nossas idéias da maneira mais exata possível e prendermos a rejeitar os adornos da fantasia tanto na linguagem quanto nos pensamentos — perdendo, assim, uma qualidade ainda característica da mentalidade primitiva. A maioria de nós transfere para o inconsciente todas as fantásticas associações psíquicas inerentes a todo objeto e a toda idéia.

(…)

a tal ponto perdemos contato com ele que se o reencontramos nem o reconhecemos. Conosco, estes fenômenos situam-se abaixo do limite da consciência e quando, ocasionalmente, reaparecem insistimos em dizer que algo errado está ocorrendo.

(…)

Estamos de tal modo habituados à natureza aparentemente racional do nosso mundo que dificilmente podemos imaginar que nos aconteça alguma coisa impossível de ser explicada pelo bom senso comum.

(…)

As emoções que nos afetam são, no entanto, exatamente as mesmas.

(…)

na nossa vida civilizada despojamos tanto as idéias de sua energia emocional que já não reagimos mais a elas. Usamos estas idéias nos nossos discursos, reagimos convencionalmente quando outros as utilizam, mas elas não nos causam uma impressão profunda. É necessário haver alguma coisa mais eficaz para que mudemos de atitude ou de comportamento.

(…)

Quanto mais a consciência for influenciada por preconceitos, erros, fantasias e anseios infantis mais se dilata a fenda já existente, até chegar-se a uma dissociação neurótica e a uma vida mais ou menos artificial, em tudo distanciada dos instintos normais, da natureza e da verdade.

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“A impossibilidade é uma condição momentânea, e quem sabe disto não desiste. E nenhuma outra postura é tão instigadora de criatividade e intuição quanto o ‘não desistir’. O simples fato de permanecer no ‘jogo’ abre opções que, fora dele, ao se ‘jogar a toalha’, obviamente não existem.” Segundo Nilton Bonder, casado, engenheiro e rabino, no seu livro “Ídiche Kop : O segredo judaico de resolução de problemas” – Rio de Janeiro : Imago Ed., 1995. 168 p.

E diz mais, peço licença para citar, porque não tem como explicar:

… os segredos da recontextualização estão… observação cautelosa da realidade. Desde tempos muito antigos, a tradição cabalística afirmava que a realidade existe em camadas, como uma cebola. Desfazer uma a uma estas camadas permite dissecar a realidade com índices de eficácia muito maiores do que sua percepção reduzida a uma única dimensão.

A simplicidade que uma resolução pode assumir quando não comprometida com ‘resoluções estéticas’ chega a ser experimentada de forma cômica por um observador.

O que torna uma resolução tão difícil é não sabermos o que queremos e o quanto queremos.

Impossível não compartilhar.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Meu avô, velho tropeiro, com o quarto ano de grupo completo, dizia: “Só não cai quem nunca montou (a cavalo)”.

Esta semana numa das minhas consultas, a pessoa responsável pelas relações com os clientes, (não gosto de usar o nome marketing, fica tão vulgar nos dias de hoje!) me perguntou: “E se, quando eu ligar, a data do aniversário do cliente estiver errada no meu cadastro?”.

– Você fala: “Que Bom! Agora vamos poder atualizar o nosso cadastro.” E em seguida pede desculpas pela gafe, e segue com o script, ou o que você quiser, porque depois do “Que Bom!” qualquer pessoa do outro lado da linha vai dizer para você: “Não tem nada não!” e ainda agradecer. Experimente. O máximo que pode acontecer é dar errado. Mas pelo menos você ligou para o seu cliente. Pouquíssimas pessoas (físicas e jurídicas) fazem isso hoje.

Não deixe que o medo de errar iniba as suas ações, tente, experimente, faça alguma coisa, chega de muito planejar.

Experimente invocar o “que Bom!”. Ele conserta (e concerta) qualquer gafe.

Felicidades.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Um amigo meu, prefeito de uma cidade do interior paulista, contou-me que o seu assessor de marketing político usa uma estratégia de Maquiavel. Aquilo ficou “martelando na minha cabeça”, pois a estratégia era muito boa do ponto de vista de marketing e não tinha nada a ver com aquela imagem de perfídia, de um procedimento astucioso, velhaco, traiçoeiro. Fui reler “O Príncipe”.

Mais de quatro séculos nos separam da época em que viveu Maquiavel. Muitos leram e comentaram sua obra, mas, na maioria das vezes, Maquiavel é mal interpretado. Maquiavel, ao escrever sua principal obra, O PRÍNCIPE, criou um “manual da política”, que pode ser interpretado de muitas maneiras diferentes. Seu uso extrapola o mundo da política e habita sem nenhuma cerimônia o universo das relações privadas.

O que me chamou a atenção são os conceitos sobre a natureza humana que permanecem atuais e, atrocidades a parte, podem ser relembrados e utilizados sem medo de errar.

O título do Capítulo XXV – “DE QUANTO PODE A FORTUNA NAS COISAS HUMANAS E DE QUE MODO SE LHE DEVA RESISTIR“, já explica que quero mostrar a atitude dos que querem alcança-la, a fortuna.

Assim diz: “Considero seja melhor ser impetuoso do que dotado de cautela, porque a fortuna (…) se torna necessário, querendo dominá-la, bater-lhe e contrariá-la; e ela mais se deixa vencer por estes do que por aqueles que procedem friamente. A sorte, porém, (…), sempre é amiga dos jovens, porque são menos cautelosos, mais afoitos e com maior audácia a dominam.”

Pense nisto e afortune-se.

Felicidades.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Ontem minha mãe me pediu que a levasse ao médico (oftalmologista). E quem é que pode negar um pedido de mãe? No caminho ela foi me preparando para não estranhar o lugar, porque era nos fundos de uma loja de materiais hidráulicos, mas que aquele médico era muito bom, ele cuidava do meu avô e meus tios e minhas tias vão todos lá, meus irmãos também, etc.

Quando chegamos na tal “hidráulica” a gente pede licença pra um balconista (depois soube que era o filho do médico) e ele nos conduz loja a dentro, passando entre canos de PVC e louças sanitárias até uma porta de ferro fechada, que ele gentilmente abre e nos indica um corredor escuro a direita e uma escada, não mais iluminada, à direita. É no primeiro andar.

É o primeiro andar do que será um dia um hotel. Há muitos anos está em construção. Reboco aparente, lâmpada pendurada nos fios, o chão mal varrido e empoeirado com aquela poeira de construção. Acho que todos já sentiram o cheiro de construção, um cheiro que insiste em ficar impregnado nas nossas narinas por dias a fio. No final da escada, um espaço entre a escadaria e a porta do consultório, iluminada por lâmpadas incandescentes que mais pareciam lamparinas naquele imenso espaço sombrio, vazio. Alto, os corredores dos três andares de apartamentos dão varandas para esse átrio cobertos com telhas “eternit” alternadas com translúcidas já amarelecidas pelo tempo.

Sentamo-nos em cadeiras de plástico branco. Esperamos um pouco enquanto o “Dr.” terminava uma consulta. Ele saiu, cumprimentou cordialmente e acompanhou um casal até as escadas. Voltou-se para nós sorrindo, e desde longe ia perguntando da família, e, conversando, entramos na sala. A consulta transcorreu muito animada em conversas amenas e recordações dos tempos de estudante e dos amigos idos e vindos nesse tempo que a tudo e a todos perdoa. À saída uma senhora já esperava para ser atendida. Ele a cumprimentou cordialmente, e nos acompanhou até a escadaria, segurando os nossos braços até os primeiros degraus, cumprindo o seu ritual de atendimento.

Na saída o comentário: “Saí lá do centro e me escondi aqui para ver se não atendia mais. Não sei como é que as pessoas me acham aqui.” Minha mãe acrescentou: “Todas as vezes que estive aqui ele estava atendendo. Nunca vi esse consultório vazio”

Pense nisto e venda mais.

Felicidades.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Na semana passada visitei uma feira de artesanato, dessas que existem em todas as cidades do mundo, com barraquinhas, com pessoas falando muito, gritando para chamar a atenção, e etc. Parece que o ser humano tem verdadeira necessidade de “feirar”. O fenômeno da feira é tão antigo quanto o homo sapiens. O comportamento das pessoas nessas feiras é peculiar. Vale a pena visitar uma feira. Qualquer feira é boa, mas as menores são mais originais. O comportamento das pessoas é o mesmo, seja numa Condex, seja num Salão do Automóvel, seja numa feira de bairro, ou nessas de artesanato como aquela que eu visitei na semana passada.

São muitas feiras acontecendo ao mesmo tempo e todas elas cheias de gente. Eu recebi convites para 24 feiras diferentes em julho e 32 feiras diferentes em agosto, que vão desde a “Feira de serviços Financeiros, Crédito, Seguros, Investimentos e Mercado de Capitais para Micro, Pequenas e Médias Empresas (Finexpo)”, de 17 a 19 de julho de 2000, no Expo Center Norte, São Paulo/SP; até a “Feira de Negócios da Comunidade Evangélica (Fenoc)”, de 12 a 15 de agosto de 2000, no Pavilhão de Exposições Mart Center, São Paulo, SP; Passando pelo “Agrobusiness”, de 27 a 29 de julho em Arapongas/PR.

Aí eu resolvi perguntar para alguns dos “barraqueiro” como estavam os negócios na feira. E recebi todas as respostas possíveis: “Xiiih! Não vendi nada até agora.” disse um; “Ah! Estou recebendo até encomendas.” respondeu outro. Isso na mesma feira. Qual é a diferença? O que é que faz com que uma barraquinha de artesanato venda mais do que a quantidade que levou, e a outra não venda nada? Será que acontece a mesma coisa entre as grandes empresas também? Será que é por causa do tal do atendimento ao cliente? Benchmarking? ABC? 5S? ISO?…

Não meus amigos. Não é nenhuma dessas teorias modernas ou antigas que faz a diferença. Da próxima vez que você for a uma feira preste atenção e veja que o que faz a diferença é o Entusiasmo, é a energia do Prazer, a força da Vontade, que contagia, motiva e estimula.

Pense nisto “and do it now”.

Felicidades.

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 Maria Luiza Marins Holtz
Profa. Maria Luiza Marins Holtz

CONSTANCIA E PERSISTÊNCIA – Encontramos nos relacionamentos humanos, de maneira que nos causa muita admiração, certas pessoas que tem o dom de vencer. Parece que essas pessoas “nasceram com a estrela”, “são de muita sorte”, tudo dá certo para elas. Porém, é sabido que quando não se consegue encontrar explicações para as atitudes das pessoas bem sucedidas, usamos com freqüência a palavra “sorte”.

Resultados de pesquisas feitas entre pessoas empreendedoras, mostram a existência de algumas características comuns entre elas, que se costuma chamar de “sorte”. Todas elas,

  • Têm um objetivo definido e acreditam nele.
  • São disciplinadas.
  • Programam mentalmente a realização do objetivo em detalhes escritos.
  • Imaginam continuamente o objetivo já realizado.
  • Persistem até que o objetivo se realize.
  • Enfrentam os obstáculos serenamente até vencê-los.
  • São constantes, prosseguem, insistem e não desistem.

A PERSEVERANÇA SEMPRE TRAZ ÓTIMOS RESULTADOS

A regra é:

  • Saber que os objetivos de alto nível, aqueles que podem “curar” as situações de mal-estar da vida das pessoas e da nossa vida, tornando realidade o bem-estar de todos, se concretizam com maior freqüência.
  • Saber que a realização não vem imediatamente.
  • Saber que o trabalho mental continuado também é ação.
  • Saber que a fé, a convicção na realização do objetivo é a energia mais poderosa.
  • Saber que a persistência na visualização do objetivo já realizado é sinal de fé.
  • Saber que o desânimo é o nosso grande inimigo e significa ausência de fé.

Felicidades.

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