— Pedagogia Empresarial

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Empreendedorismo

Sergio Vieira Holtz Filho

Esta semana dei uma entrevista para uma rádio local, aproveitando o gancho da notícia “alviçareira”: Região formaliza quase 10 mil empreendedores em 2011.

Na região de Sorocaba, considerados 28 municípios, foram registrados 9.865 novos empreendedores Individuais no decorrer do ano. No Estado de São Paulo foram mais de 300 mil profissionais formalizados, e no total, o Brasil já contabiliza quase 1,9 milhão de trabalhadores formalizados pelo Empreendedor Individual, desde o início do regime, em julho de 2009.

Aí vem a pergunta sobre o perfil das pessoas que me procuram, que procuram um Coach: são empregados à procura de um novo emprego? São empregados em busca de se tornar patrão? São desempregados que querem montar o negócio próprio? São jovens que precisam de orientação profissional?

Sim, também atendemos jovens pré-vestibulandos ou recém “vestibulados”, que precisam e querem orientação, através do treinamento pedagógico para a escolha da profissão.

Para começo de conversa eu não sou headhunter, não trabalho com recolocação profissional. Desenvolvo um trabalho de orientação e acompanhamento para o desenvolvimento pessoal, humano e profissional. O meu trabalho está focado na atividade profissional, no empreendedorismo e na pedagogia empresarial — plano de atividades de treinamento para conseguir mudança de comportamento dos colaboradores –, e muitas vezes também oriento a montar negócios e empresas, expandir mercado, desenvolver produtos e quejandos. Para entender um pouco melhor, tenho que esclarecer sobre três personagens independentes que podem estar presentes na mesma pessoa, ou não — o empresário, o empreendedor e o dono de empresa.

Três personagens diferentes que não dormem no mesmo quarto.

Empresário, se você procurar a palavra empresa no dicionário, pode encontrar a definição pupular como “especulação industrial ou mercantil”, ou “sociedade ou companhia que explora qualquer ramo de indústria ou comércio”. Mas, para o meu trabalho de coaching, considero empresário a personagem que ousa um “Cometimento ousado, intento, desígnio”.

Empreendedor é o cara que faz a roda girar: adj. s. m. Que ou aquele que empreende; que é animoso para empreender; trabalhador; amigo de ganhar a vida (traçando empresas novas).

Dono de empresa, para dar um exemplo, é aquele que fica atrás do balcão, quer controlar tudo: desde a compra de papel higiênico, até a embalagem e o troco. O dono de empresa é uma personagem que muitas vezes quer mandar, ele quer sentir que pode mandar e desmandar — e pode mesmo –. É a pessoa a quem pertence alguma coisa; senhorio. Dono da casa: chefe da família. O dono da empresa é que vai à falência enquanto seus diretores recebem dividendos… Ou coisa parecida — existem exceções –.

Bom! Definidas as personagens, sob este ponto de vista — porque existem outros –, podemos ver que você pode ser empregado e ser empreendedor; você pode ser empresário e não ser o dono da empresa; você pode até ser empresário, empreendedor e dono da empresa. Mas essas personas nem sempre dormem no mesmo quarto. Ficou claro?

Digo isto porque atendo pessoas que querem montar o seu negócio e já querem “abrir uma empresa”. Não! Não é por aí. Caminho errado. Primeiro você tem que definir o seu negócio, o objeto social da sua empresa, no que você pensa que é útil para o mercado — para a sociedade. De repente, você é um empresário mas não tem vocação para ser dono de empresa; ou você é empreendedor, mas não tem a vocação para o “cometimento ousado”; e isso não nega a possibilidade de montar um negócio. É uma questão de não colocar a carroça na frente do burro!

Na sequência, a pergunta foi sobre os planos e promessas de ano novo. “Por que os planos de ano novo não se realizam?”

Não me contive — quem me conhece já sabe da fama de humor ácido e interjeições contundentes –, e contei aquela historinha do cidadão que ia à igreja todos os dias e pedia para ganhar na loteria… Até que certo dia, a imagem do santo da devoção desce do altar, põe a mão no ombro do “solicitante” e fala: “Filho, por favor, compre o bilhete”. Isto para dizer que a maioria das frustrações com as proposições de ano novo não são seguidas do primeiro passo. Você tem que dar o primeiro passo. Quando você dá o primeiro passo, a Vida te dá um sinal, apontando o passo seguinte, e o seguinte, e o seguinte…

O velho Einstein dizia que quando você faz uma pergunta, o Universo responde imediatamente. Se Ele não respondeu é porque a sua pergunta não foi inteligente. Refaça a pergunta!

Feliz Ano Novo o Ano Todo.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Herman Holtz foi um dos autores mais prolíficos de livros para o consultor. Ele é autor de mais de 70. Passou em fevereiro 2001. Seu conhecimento sobre consultoria e negócios se extende sobre todo o mundo dos negócios e que ele compartilhava generosamente com o leitor.

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Ele dizia que o adjunto adnominal torna-se importante na identificação de um consultor individual e na definição de sua especialidade ou campo profissional e serviços. Temos consultores de marketing, editoriais, administrativos e outros, mas estes adjuntos definidores muitas vezes são genéricos demais. Temos consultores de marketing de diversos tipos — de projetos, de mala direta, de publicidade, … “Você também pode ser um consultor ou uma consultora Jequiti… A única que oferece a oportunidade do consultor (a) e sua cliente participarem do programa Roda a Roda Jequiti e ganhar um prêmio extra de 1 milhão de reais em barras de ouro.” E viva o Silvio Santos!

Brincadeiras à parte, devemos ter em mente que a consultoria pode ser uma carreira alternativa viável para qualquer pessoa que exerça qualquer profissão. Embora continuemos a fazer referência à profissão de consultoria, é apenas por conveniência e não deve distorcer a compreensão do que realmente é: maneiras e métodos especiais de exercer uma determinada função útil ao meio.

Muitos profissionais relutam em se identificar como consultores, talvez por causa das zombarias e dos epítetos… Não faltam piadas sobre o consultor. Mesmo algumas grandes firmas — Deloitte Touche Tohmatsu, Ernst & Young, PwCKPMG, só para citas as Big4 — apresentan-se como serviços profissionais e contadores, embora sejam bem conhecidas como consultores administrativos.

 

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Esta é uma dica importante para definir um consultor: Identifica-o como um especialista em uma profissão, representa uma maneira de exercê-la mas não a profissão em si. No meu próprio caso, devo me identificar primeiro como especialista em planejamento, segundo como especialista em planejamento estratégico e sistemas de gestão e terceiro como especialista para outras atividades que precisem de planejamento e sistemas de gestão, especialmente para negócios em situação de mudança e particularmente no que se refere às pessoas que têm que gerir negócios em situação de mudança.

Também posso me considerar um escritor — blogueiro, que dá consultoria para outras pessoas que precisam de ajuda para desenvolver o seu negócio. Se você tem uma idéia na cabeça, eu ajudo a colocá-la na terceira dimensão!

Mas as diferenças são mais do que semânticas: tem muito a ver com o modo como os clientes vêem o que estou fazendo por eles — em que posso ajudar os clientes e o que eles percebem que faço por eles.

Bom! O importante é que a consultoria é uma maneira de exercer uma profissão — uma função útil ao meio. Isto é, não é realmente uma profissão em si e por si mesmo.

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Nas minhas andanças pelo empreendorismo de inovação, criei uma empresa com com Marcelo Morgan, para produção de podcasts, alguns meses depois do lançamento dessa tecnologia, ou seja, em setembro de 2004 Adam Curry lançou o RSS, em fevereiro de 2005 Marcelo e eu começamos o Ideiacast, em junho de 2005 a Apple atualizou o iTunes para suportar os podcasts. Portanto estamos entre pioneiro do desenvolvimento de podcasts (e videocasts).

Como no Brasil a disponibilidade de banda era (era?) limitada, optamos por um servidor mundial e tivemos que adquirir know-how para gerir essa tecnologia, tanto de produção dos podcasts e videocasts, como de gestão de servidores. Estudamos muito, fizemos parcerias sem fronteiras e passamos a participar de uma comunidade que desenvolve tecnologia a partir das experiências e das necessidades dos usuários — usabilidade. Encontramos o mundo hacker, e a ética hacker.

Com tudo isso passamos a prestar consultoria na crítica de conteúdo para Internet. Sim, não basta ter um site bonito, tem que funcionar! E funcionar na rede significa resultar em cliques, significa relacionamento humano. Veja o sucesso do Facebook! Óbvio! Não, não é tão óbvio assim. A Internet já desenvolveu a sua linguagem própria. Existe um roteiro que funciona na Internet, que é diferente do roteiro de rádio ou de TV. Também não funciona tratar o site como um folhetos eletrônico ou como outdoor. Fica bonitinho mas ordinário!

Esta semana mesmo, em visita a um grande e respeitadíssimo veículo de informação em Sorocaba, vi que eles ainda não tem uma estrutura funcional de gestão de correspondência eletrônica – o velho e-mail, que todo mundo usa e não sabe bem pra que que serve (além de mandar os PPS). Estão discutindo o layout da página e nem se dão conta das “barbaridades” visíveis que cometem na gestão da estrutura da informação — matéria prima do negócio. Digo isto não para falar mal, mas para mostrar que, mesmo empresas do ramo de comunicação ainda não entenderam o que é a Internet, para que serve, e como se servir dela a um custo razoável. Nada daqueles orçamentos estratosféricos!

Temos um cliente, um jovem empreendedor que nos contratou para gerir a estrutura funcional de comunicação das suas duas empresas, a partir das ferramentas já disponíveis e gratuitas. Somos os terrores da empresas que vendem “sistemas”. Mas, nós damos para os nossos clientes a funcionalidade que eles nunca terão com um pacote sapo, ou um dataisso ou um microqualquercoisa. Além de desenvolver autonomia. Sinto muito a sinceridade, mas temos que ser honestos com nossos clientes, assim exige a ética hacker.

E o que isso tem a ver coaching? Meu! Não dá para começar a falar em gestão da estrutura de comunicação sem antes “treinar” o cara. A primeira intervenção, é (tem que ser) uma verdadeira seção de coaching. Se nós não tirarmos os véus, não pusermos um pouco de luz naquilo que o indivíduo quer, a coisa não vai funcionar e ele vai cair no colo de uma dessas “fábricas de sites”. Tudo bem! É uma forma legítima de ganhar dinheiro, mas pode ser melhor! Bem melhor!

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Sergio Vieira Holtz Filho

O discurso que hoje desconhece a interdisciplinaridade não pode mais ser levado a sério.

Existem pessoas no campo da ciência que se fecham à espiritualidade; e pessoas de grupos religiosos que se fecham a qualquer abordagem da ciência. Em ambos os casos entendo que haja fanatismo, ou seja, falta-lhes a razão. “Ora, não somente um religioso pode se tornar fanático, reforçando somente suas idéias, seu ponto de vista, sua prática religiosa, quanto um cientista pode tornar-se fanático, quando se fecha a outros diálogos, a outras ‘escutas’, igualmente importantes e fundamentais sobre o ser humano (VALLE, 2011, p. 15)”

Andar com fé eu vou

Que a fé não costuma faiá…

Certo ou errado até

A fé vai onde quer que eu vá

Ôô, a pé ou de avião

Mesmo a quem não tem fé

A fé costuma acompanhar

Ôô, pelo sim, pelo não

Afinal de contas, quem foi que tirou Deus das nossas vidas?

VALLE, Isac Isaías. A cura do “eu” interior : o encontro e diálogo entre fé e ciência – São Paulo : Palavra & Prece, 2011. 119 p.

Cursos Online na área de Ciências Humanas e Sociais

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A propósito d0 trabalho de reorganização comercial que estou realizando para a Creato Ponto de Venda.

Coincidência ou não? Depois que “O Estadão” publicou reportagem que cita (entre outras coisas) o “potencial de expansão do segmento. O mercado de material para ponto de venda é estimado em R$ 2 bilhões ao ano” [1], a demanda já cresceu muito. Tivemos que renegociar prazos de entrega e até mexer na gestão da fábrica. O nosso pessoal passou o Natal e o Ano Novo, cortando, dobrando, soldando, pintando, embalando… Teve até uma multinacional aí que mandou ver um leilão eletrônico no dia 22 de dezembro. Acredita!

2011 promete dar muito trabalho, por isso convidamos nossos amigos e parceiros a planejar e programar com maior antecedência as aquisições de material de ponto de venda. A coisa vai pegar!

Para ajudar, aumentando a demanda de displays e expositores (com menos força que o Estadão :-/ ) o POPAI Brasil The Global Association For Marketing At Retail, afirma que profissionais apostam no aumento da demanda de material no ponto-de-venda e na integração entre fornecedores, agências, indústria e varejo. [2]

Acontece que a demanda cresceu mais rápido (muito mais rápido) do que a capacidade de oferta!

O nível de emprego e a renda dos brasileiros está no patamar mais elevado já registrado na série histórica do Índice do Sentimento dos Especialistas em Economia (ISE), aferido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil (OEB). Isto resulta em aumento da demanda.

A par disso, economia brasileira deverá continuar registrando uma forte expansão nos próximos dois anos, mas o país poderá ter uma inflação mais alta do que a prevista (por causa da demanda maior que oferta?), afirma a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em um relatório divulgado em início de dezembro.

Este ano, quem quiser aparecer bem no ponto de venda, tem que planejar e se programar com antecedência. Se não, vai ficar de fora, porque os “serralheiros” disponíveis (já não tão disponíveis) também não vão conseguir atender… :-P


[1] http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101108/not_imp636460,0.php
[2] http://popaibrasil.com.br/numerossetor/
[3] http://www.corcesp.org.br/revista/RC14.pdf

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Nós agradecemos o carinho e consideração de todos os que tem procurado a nossa “opinião” sobre seu TCC. Muito obrigado.

O nosso trabalho é empírico e fenomenológico. Não temos atuação acadêmica. Prestamos consultoria e assessoria para o desenvolvimento pessoal e profissional, nesta ordem. Atendemos pessoas físicas e jurídicas em busca de uma nova razão de ser e de estar, e disposto a construir um mundo bem melhor.

Vale salientar que a necessidade das empresas em qualificação profissional e investimento em treinamento, é uma pequena parte da Pedagogia que praticamos nas empresas. A orientação pedagógica para o sucesso do empreendimento é o nosso forte. Para isso, muitas vezes, vamos a campo executando tarefas junto com o pessoal para dimensionar o procedimento pedagógico e eleger a didática mais adequada para cada caso, inclusive para o desenvolvimento de multiplicadores dentro de cada organização. Sempre o melhor educador é o exemplo, como faziam os antigos pedagogos.

Para ilustrar o seu trabalho, talvez para definir melhor a hipótese, também é interessante você consultar a Classificação Brasileira de Ocupações, disponível em http://www.mtecbo.gov.br, que, entre outras coisas diz:

“Implementam, avaliam, coordenam e planejam o desenvolvimento de projetos pedagógicos/instrucionais nas modalidades de ensino presencial e/ou a distância, aplicando metodologias e técnicas para facilitar o processo de ensino e aprendizagem. Atuam em cursos acadêmicos e/ou corporativos em todos os níveis de ensino para atender as necessidades dos alunos, acompanhando e avaliando os processos educacionais. Viabilizam o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade escolar e as associações a ela vinculadas.”

Volto a salientar que não temos atuação acadêmica, e que nosso trabalho mais evidente é

“viabilizar o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos da/na empresa, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade (…) e as associações a ela vinculadas (os stakeholders*).”

* Stakeholder (em português, parte interessada ou interveniente), é um termo usado em administração que refere-se a qualquer pessoa ou entidade que afeta ou é afetada pelas atividades de uma empresa.

Sobre o seu trabalho de conclusão de curso, aconselhamos você manter um relacionamento estreito com a sua orientadora (seu orientador). Contudo, na nossa opinião (opinião não é para ser seguida, é para ser analisada):

  • (…) porque esse campo está cada dia mais em crescimento,
  • a necessidade das empresas em qualificação profissional,
  • investimento em treinamento entre outras…

parece-nos bastante interessante para a argumentação da hipótese e, portanto, a partir daí, desenvolver a tese (literalmente ‘posição’, do grego θέσις, é uma proposição intelectual), demonstrando ao final as qualidades, as virtudes, os carismas da pedagogia e do pedagogo, para o sucesso das atividades empresariais, através do desenvolvimento humano e profissional das pessoas que a constituem.

Atenciosamente.

Educação a Distância

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Empresário de sucesso, engenheiro civil, contou-me um fato que aconteceu com ele e uma grande operadora de TV, Internet e telefonia… Uma das poucas…

Você já deve estar imaginando! Qualquer pessoa que tenha um contrato com qualquer operadora do ramo já passou por isso, mas quero apontar um bom exemplo de burrice institucional. Sim, burrice porque não é possível que eles façam de propósito… A não ser que hajam outras intenções — e isso é provável — para tratar mal clientes “fiéis”.

O caso é simples: A sua conta mensal (a dele) era de R$ 240,00, e as promoções só são oferecidas para novos clientes. Você já deve ter sentido na pele esse desaforo, independente do valor monetário.

Então meu amigo empreiteiro de sucesso se dirigiu ao escritório da sua fornecedora (ninguém merece aqueles 0800!) e provocou uma negociação, que, obviamente não foi aceita. Ele, então, cancelou o contrato. Ponto!

No dia seguinte recebeu uma ligação do Departamento de Fidelização, com aquela conversa que você já deve estar imaginando:

Vimos o seu cadastro, e o Senhor é um cliente exemplar… blá, blá, blá… Está conosco há tanto tempo… blá, blá, blá… O Senhor não gostaria de permanecer conosco… blá, blá, blá… Nós temos outras opções de contrato… blá, blá, blá…

Na medida em que a conduta podia ser cortês, meu amigo falou para ela:

Mas por que vocês não ofereceram isso ontem?

Veja bem! É que é outro departamento… blá, blá, blá… Respondeu a mocinha, porque sempre é uma mocinha (des)preparada especialmente para a tarefa de limpar as cag… os percalços, os transtornos inerentes a “outro departamento“.

Outro departamenteo? Será que tem gente que engole isso? Ora! Outro departamento é a mesma empresa. Imagine você falando algo assim:

– Desculpe-me. Eu não sabia. Foi o meu pé que chutou o seu…

Outro departamento!

Departamentalização já é uma palavra não muito simpática. Tente pronunciá-la e sinta… Sinta quanta energia é necessária só pra pronunciá-la. Imagine para implantar e manter integrados todos os departamentos que o seu professor da faculdade, citando diversos autores, convenceu você de que isso é sinônimo de organização.

Aí o Departamento de Fidelização tem que resolver os transtornos do Departamento Comercial, que tem que suprir as deficiências do Departamento Financeiro, que, por falha do Departamento de Administração, precisa atender às elocubrações do Departamento de Marketing, que precisa de mais recursos para justificar as campanhas de… De que mesmo? E tem o Departamento de Recursos Humanos… Ah! Esse é só despesa! Pra que tanto treinamento? Se não funciona mesmo!

Durante uma consultoria para uma empresa de Goiânia, sugeri para o empresário que desmontasse o departamento de vendas. Nooossa! Foi um escândalo. Então negociei que ele passasse de 50 vendedores para 10.

– Nem pensar! Disse ele.

– Mas, imagine quanto papel higiênico você vai economizar… E cafezinho? E a conta telefônica? E papel, e horas-extras do pessoal da administração para concertar as cag…? Respondi em tom de brincadeira, porque não se pode falar algumas verdades assim, na lata.

Aquele empresário, consciente das necessidades de uma organização mercantil, ouviu atentamente o meu discurso sobre a empresa vendedora. Um discurso, a meu ver, muito simples! Em qualquer organização, todos são vendedores. As vendas são o combustível de toda organização. Mesmo as ONGs, precisam das vendas, precisam divugar o seu produto. Mas isso não pode ficar num departamento isolado. Isso seria um câncer: um grupo de célular que exercem suas funções para satisfazer-se a si mesmas, individualmente, em detrimento do organismo.

Como resultado, implantamos um sistema de gestão de vendas, envolvendo toda a empresa. Ameaçamos uma redução no percentual da comissão de vendas, o que facilitou o expurgo de alguns parasitas, enxugando a máquina. Permaneceram os que realmente tinham afinidade com a organização. Pasmem! Com isso, aquela organização obteve um aumento de 27% nas vendas, no primeiro mês.

Não recomendo que todos façam o expurgo dessa maneira. Cada caso é um caso!

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Resultado de uma pesquisa, feita por um grupo de filósofos-teólogos cristãos recém-formados em uma Universidade de Teologia dos Estados Unidos.
A idéia da pesquisa surgiu, depois de profundos questionamentos e discussões sobre a injusta distribuição de renda no mundo, e se haveria algum falso julgamento com relação às condutas dos grandes milionários. Afinal teriam que acreditar em Mateus 7:1-2 e Mateus 7: 12
“Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a MEDIDA com que tiverdes medido vos medirão também”Mateus 7, 1-2
“Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os profetas.” Mateus 7, 12
Foi entrevistada grande parte dos donos das grandes fortunas duradouras da atualidade.(cerca de 5.000 pessoas) durante 1 ano de trabalho.
Como suas fortunas se originaram e como se deu a sua multiplicação?
Como pensam e agem esses milionários?
Qual a semelhança existente em todos?
Há conselhos para todas as pessoas que gostariam de entender o dinheiro?
O título da pesquisa, depois dos resultados ficou:
A MÍSTICA (o segredo) DO DINHEIRO
Este é um resumo das explicações dadas pelos empresários mais ricos dos Estados Unidos:
O dinheiro é muito mais do que apenas o símbolo de papel ou moeda.
Como meio de troca entre as pessoas do mundo inteiro, possui um indisfarçável poder próprio, e quando o segredo desse poder é identificado e posto em uso, ele se multiplica por vários meios.
Uma coisa é aprender o segredo do dinheiro. Outra coisa é usar o conhecimento deste “segredo”, de difícil compreensão. Aplicar e usar o conhecimento deste segredo é o único meio para você conquistar a verdadeira segurança e liberdade financeira simultaneamente.
O seguinte poema antigo expressa o “segredo” do dinheiro:
“Ouça, se você quiser um pouco mais”,
Dê metade disso para alguém
Sem poupar para o dia chuvoso!
Porque chover rima com sofrer
…e dar com respirar!”
Para tudo precisamos de dinheiro. Principalmente para trabalhar contra a existência dos necessitados, precisamos de dinheiro.
Não podemos fugir ao fato de que tudo está ligado a um bom resultado, àquilo que para a maioria das pessoas significa dinheiro ou segurança financeira. Precisamos da “energia verde” do dinheiro, para fazermos uma diferença no tempo e neste momento.
Há dinheiro suficiente para todos no Planeta Terra, se for manejado de maneira diferente, em vez de entesourado.
Nada há de negativo em ter dinheiro, apenas no modo como é usado por quem o possua.
Existem apenas 3 motivos pelos quais uma pessoa trabalha:
A conquista do pão de cada dia para as necessidades básicas à sobrevivência e à capacidade de continuar trabalhando para as necessidades básicas.
O desejo de se tornar imensamente rica ou famosa.
“Amar” o que faz. Porque o nosso trabalho deve ser uma labuta de Amor e se ele for inteiramente dedicado ao nosso sonho de ajudar a humanidade (objetivo humano do nosso trabalho), alcançamos realização interior e o ganho de muito dinheiro, como conseqüência natural de uma Lei Universal.
Vejam bem:
As pessoas do grupo 1 não tem certeza daquilo que querem. Dão prioridade a apenas a necessidade de sobrevivência.
As pessoas do grupo 2 acham, enganosamente, que possuem a fórmula de ganhar dinheiro e fama.
As pessoas dos dois grupos 1 e 2 possuem a mesma cegueira para a realidade do segredo do Dinheiro.
A Lei Universal relacionada ao dinheiro é misteriosamente contraditória. “Não é trabalhando arduamente que você ganhará muito dinheiro”.
Atenção. As imensas fortunas de todos os países sempre foram e serão construídas sobre o alicerce de um sonho, por homens que labutam com amor obcecados por um ideal humano que finalmente, inevitavelmente e milagrosamente, produz benefícios para a humanidade, ao mesmo tempo em que produz um fluxo interminável de dinheiro.
Tais fortunas incalculáveis foram, e continuam sendo feitas, por homens que pouco se importam com o “ganhar dinheiro”. Sua única preocupação é o ideal, o sonho, adicionado com o amor ao que faz, e não por obrigação. Então, o dinheiro materializa–se em quantidades espantosas e sempre crescentes, sob o que a Ciência da Metafísica chama de Lei Universal Magnética.
Então, a primeira regra desta Lei é:
-TRABALHAR COM AMOR. Insistir em seu sonho, até que ele o leve a uma labuta de amor ao que faz, sem esforço desgastante nem sofrimento.
Vejam bem:- Quando o Segredo do Dinheiro é ignorado, seja por ambição ou ignorância da Lei, o dinheiro vai diminuindo aos poucos, ou fica acumulado, em nível de estagnação, dentro daquele espírito “preciso poupar”, “preciso guardar”, produzindo todas as angústias que acompanham o medo da perda.
A Lei Universal que diz respeito ao dinheiro é simples, como são simples todas as grandes verdades. Infelizmente, simplicidade é justamente a qualidade que tanto dificulta o domínio da sabedoria pelos humanos.
De fato, o Segredo do Dinheiro é tão simples que você se esforçará muito para seguí-lo e praticar suas regras, experimentando muito sofrimento mental e emocional, até por fim escapar à garra mortífera do medo da perda, e vencê-lo.
Para que você se torne um alegre membro da “fraternidade” do Segredo do Dinheiro, você precisará, antes de iniciar tudo, seguir as seguintes regras fundamentais:
1º – PAGUE TODAS AS SUAS DÍVIDAS.
2º – Descubra qual o tipo de trabalho irá permitir-lhe labutar COM AMOR ao que faz. Ao seguir esta regra já estará ganhando dinheiro muito além das necessidades básicas.
3º – Comece a DOAR com alegria, corajosamente, sem o medo da perda.
4º – Cuide de todas as necessidades essenciais para viver dignamente com qualidade, primeiramente com a sua família, incluindo férias, descansos, viagens, flores, presentes para as pessoas amadas, etc…
5º – Doe a metade do que sobrou de seus ganhos através do trabalho com Amor, para o bem da comunidade, depois de atender as suas necessidades e da sua família, citadas acima.
6º – Solte o dinheiro. Solte-o. Doe ou “gaste-o” e ele continuará a aumentar. Lembre-se que quando “gastamos” o dinheiro em compras, presentes, passeios, etc… Estamos beneficiando todas as pessoas que participam da produção dos bens e serviços do país; – os trabalhadores, operários, artesãos, prestadores de serviços, etc..
7º – Não se concentre em acumular dinheiro ou investir afim de que dinheiro faça dinheiro. Investimentos em Bolsas de Valores, não satisfazem os requisitos do Segredo do Dinheiro, sobre a circulação da “Energia Verde” do Universo.
8º – Jamais empreste dinheiro a alguém. Doe. Ele voltará, e sempre multiplicado, não necessariamente ou sempre da mesma fonte que o recebeu. Raramente da pessoa a quem o doou. Ele retornará do próprio Universo, que é sincronizado às consonâncias da Lei do Doar. A parte doada, em conjunto com o ato de soltar o dinheiro, “gastando-o” livremente, é uma injeção vital exigida pela Lei Universal do Retorno para a continuação do fluxo e para a felicidade pessoal e familiar, que é a recompensa dessa atitude espiritual.
A LEI DO DOAR
A Lei do Doar alegremente é tão absolutamente simples, que você terá grande dificuldade de compreendê-la, de acreditar nela e de praticá-la.
Depois que você, aberta e livremente experimentar a Lei do Doar, não precisará mais de palavras convincentes, porque ela começará a fazer efeito.
Dentro de um período espantosamente breve, o dinheiro que você doou ‘loucamente”, “ingenuamente”, “perdulariamente”, não apenas retornará às suas mãos, como retornará em doses aumentadas, freqüentemente triplicadas ou quadruplicadas….. de uma forma e de uma fonte toda inesperada.
A Natureza inteira doa livremente, sol, ar, água, flores, frutos, arvores, animais, etc… No processo da existência, tudo depende do doar para existir.
O Segredo do Dinheiro é que a “energia verde” do dinheiro “viaja” em um círculo magnético no Planeta Terra. Deixando que o dinheiro se vá, ele seguirá esse círculo invisível de pura e poderosa energia, retornando infalivelmente a nós, multiplicado, fluindo através de nossa pessoa e refluindo em sua trilha circular, para retornar a voltar. Mais e mais continuamente , sem fim, nós nos tornamos o centro dessa energia, os catalisadores do seu fluxo – e ele nunca cessará de voltar às nossas mãos, cada vez em maior quantidade. “Ë a multiplicação dos pães e dos peixes”.
ATENÇÃO: – O dinheiro só cessará quando você cessar de doar. Acontecerá um “curto circuito” no círculo magnético.
Nunca podemos permitir que a soma temporariamente pequena, nos impeça de doar. Se tivermos apenas R$ 1.00, devemos doá-lo, “gastá-lo” ou soltá-lo; fazer que ele circule. Nossa pequena soma será temporária.
É difícil desfazer-se subitamente do dinheiro e descobrir o “milagre” de como obtermos riqueza. Talvez achemos que o conselho de desfazer-se, doar, “gastar” lançando o dinheiro de alguma forma, novamente para o Bem da humanidade ao nosso redor, seja uma maneira ridícula de obter dinheiro.
Só estaremos convencidos da verdade do Segredo do Dinheiro, tão logo experimentemos.
É maravilhoso e estimulante nos sincronizarmos, através da DOAÇÃO, com a harmonia do Universo, que pulsa a nossa volta.
Há um sentimento de muita alegria e gratidão quando nos libertamos das correntes que nos prendem ao papel chamado dinheiro, quando compreendemos que a maneira mais segura e rápida de consegui-lo é doando-o. Isto é liberdade! Percepção arrebatadora – uma sabedoria – de que não mais estamos atados à desesperada necessidade de “temer” ou “adorar” o dinheiro. Ficaremos agradavelmente chocados ao perceber que aquilo é apenas papel que simboliza doação.
Precisamos experimentar e arriscar. Seguindo a Lei do Segredo do Dinheiro veremos as mudanças ocorridas dentro do nosso próprio “eu”, que imaginávamos conhecer.
Está provado que as pessoas muito ricas, sempre doaram e continuam doando, e, no entanto seu acúmulo de dinheiro nunca cessa. Basta pôr a “energia verde” do dinheiro, de volta ao Universo de onde proveio.
O motivo para doar, importa, ao progresso do coração e do espírito. Entretanto, o motivo não afeta a ação de bumerangue da rota circular e retorno multiplicador do dinheiro.
O próprio ato de deixar o dinheiro ir-se, cria uma energia tão intensa, que neutraliza os motivos, voltando-se para o Bem.
Compete a nós penetrarmos o Mistério, o Segredo do Dinheiro.
DESCUBRA QUAL É A SUA LABUTA DE AMOR PESSOAL, E, EM POUCO TEMPO INICIARÁ SEU PRÓPRIO CÍRCULO MAGNÉTICO DE DOAR.
PORQUE, AMOR É DOAÇÃO.

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Resultado de uma pesquisa, feita por um grupo de filósofos-teólogos cristãos recém-formados em uma Universidade de Teologia dos Estados Unidos.

A idéia da pesquisa surgiu, depois de profundos questionamentos e discussões sobre a injusta distribuição de renda no mundo, e se haveria algum falso julgamento com relação às condutas dos grandes milionários. Afinal teriam que acreditar em Mateus 7:1-2 e Mateus 7: 12

“Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a MEDIDA com que tiverdes medido vos medirão também”Mateus 7, 1-2

“Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os profetas.” Mateus 7, 12

Foi entrevistada grande parte dos donos das grandes fortunas duradouras da atualidade.(cerca de 5.000 pessoas) durante 1 ano de trabalho.

  • Como suas fortunas se originaram e como se deu a sua multiplicação?
  • Como pensam e agem esses milionários?
  • Qual a semelhança existente em todos?
  • Há conselhos para todas as pessoas que gostariam de entender o dinheiro?

O título da pesquisa, depois dos resultados ficou:

A MÍSTICA (o segredo) DO DINHEIRO

Este é um resumo das explicações dadas pelos empresários mais ricos dos Estados Unidos:

  • O dinheiro é muito mais do que apenas o símbolo de papel ou moeda.
  • Como meio de troca entre as pessoas do mundo inteiro, possui um indisfarçável poder próprio, e quando o segredo desse poder é identificado e posto em uso, ele se multiplica por vários meios.

Uma coisa é aprender o segredo do dinheiro. Outra coisa é usar o conhecimento deste “segredo”, de difícil compreensão. Aplicar e usar o conhecimento deste segredo é o único meio para você conquistar a verdadeira segurança e liberdade financeira simultaneamente.

O seguinte poema antigo expressa o “segredo” do dinheiro:

“Ouça, se você quiser um pouco mais,

Dê metade disso para alguém

Sem poupar para o dia chuvoso!

Porque chover rima com sofrer

…e dar com respirar!”

Para tudo precisamos de dinheiro. Principalmente para trabalhar contra a existência dos necessitados, precisamos de dinheiro.

Não podemos fugir ao fato de que tudo está ligado a um bom resultado, àquilo que para a maioria das pessoas significa dinheiro ou segurança financeira. Precisamos da “energia verde” do dinheiro, para fazermos uma diferença no tempo e neste momento.

Há dinheiro suficiente para todos no Planeta Terra, se for manejado de maneira diferente, em vez de entesourado.

Nada há de negativo em ter dinheiro, apenas no modo como é usado por quem o possua.

Existem apenas 3 motivos pelos quais uma pessoa trabalha:

  1. A conquista do pão de cada dia para as necessidades básicas à sobrevivência e à capacidade de continuar trabalhando para as necessidades básicas.
  2. O desejo de se tornar imensamente rica ou famosa.
  3. “Amar” o que faz. Porque o nosso trabalho deve ser uma labuta de Amor e se ele for inteiramente dedicado ao nosso sonho de ajudar a humanidade (objetivo humano do nosso trabalho), alcançamos realização interior e o ganho de muito dinheiro, como conseqüência natural de uma Lei Universal.

Vejam bem:

As pessoas do grupo 1 não tem certeza daquilo que querem. Dão prioridade a apenas a necessidade de sobrevivência.

As pessoas do grupo 2 acham, enganosamente, que possuem a fórmula de ganhar dinheiro e fama.

As pessoas dos dois grupos 1 e 2 possuem a mesma cegueira para a realidade do segredo do Dinheiro.

A Lei Universal relacionada ao dinheiro é misteriosamente contraditória. “Não é trabalhando arduamente que você ganhará muito dinheiro”.

Atenção. As imensas fortunas de todos os países sempre foram e serão construídas sobre o alicerce de um sonho, por homens que labutam com amor obcecados por um ideal humano que finalmente, inevitavelmente e milagrosamente, produz benefícios para a humanidade, ao mesmo tempo em que produz um fluxo interminável de dinheiro.

Tais fortunas incalculáveis foram, e continuam sendo feitas, por homens que pouco se importam com o “ganhar dinheiro”. Sua única preocupação é o ideal, o sonho, adicionado com o amor ao que faz, e não por obrigação. Então, o dinheiro materializa–se em quantidades espantosas e sempre crescentes, sob o que a Ciência da Metafísica chama de Lei Universal Magnética.

Então, a primeira regra desta Lei é:

TRABALHAR COM AMOR. Insistir em seu sonho, até que ele o leve a uma labuta de amor ao que faz, sem esforço desgastante nem sofrimento.

Vejam bem:- Quando o Segredo do Dinheiro é ignorado, seja por ambição ou ignorância da Lei, o dinheiro vai diminuindo aos poucos, ou fica acumulado, em nível de estagnação, dentro daquele espírito “preciso poupar”, “preciso guardar”, produzindo todas as angústias que acompanham o medo da perda.

A Lei Universal que diz respeito ao dinheiro é simples, como são simples todas as grandes verdades. Infelizmente, simplicidade é justamente a qualidade que tanto dificulta o domínio da sabedoria pelos humanos.

De fato, o Segredo do Dinheiro é tão simples que você se esforçará muito para seguí-lo e praticar suas regras, experimentando muito sofrimento mental e emocional, até por fim escapar à garra mortífera do medo da perda, e vencê-lo.

Para que você se torne um alegre membro da “fraternidade” do Segredo do Dinheiro, você precisará, antes de iniciar tudo, seguir as seguintes regras fundamentais:

  1. PAGUE TODAS AS SUAS DÍVIDAS.
  2. Descubra qual o tipo de trabalho irá permitir-lhe labutar COM AMOR ao que faz. Ao seguir esta regra já estará ganhando dinheiro muito além das necessidades básicas.
  3. Comece a DOAR com alegria, corajosamente, sem o medo da perda.
  4. Cuide de todas as necessidades essenciais para viver dignamente com qualidade, primeiramente com a sua família, incluindo férias, descansos, viagens, flores, presentes para as pessoas amadas, etc…
  5. Doe a metade do que sobrou de seus ganhos através do trabalho com Amor, para o bem da comunidade, depois de atender as suas necessidades e da sua família, citadas acima.
  6. Solte o dinheiro. Solte-o. Doe ou “gaste-o” e ele continuará a aumentar. Lembre-se que quando “gastamos” o dinheiro em compras, presentes, passeios, etc… Estamos beneficiando todas as pessoas que participam da produção dos bens e serviços do país; – os trabalhadores, operários, artesãos, prestadores de serviços, etc..
  7. Não se concentre em acumular dinheiro ou investir afim de que dinheiro faça dinheiro. Investimentos em Bolsas de Valores, não satisfazem os requisitos do Segredo do Dinheiro, sobre a circulação da “Energia Verde” do Universo.
  8. Jamais empreste dinheiro a alguém. Doe. Ele voltará, e sempre multiplicado, não necessariamente ou sempre da mesma fonte que o recebeu. Raramente da pessoa a quem o doou. Ele retornará do próprio Universo, que é sincronizado às consonâncias da Lei do Doar. A parte doada, em conjunto com o ato de soltar o dinheiro, “gastando-o” livremente, é uma injeção vital exigida pela Lei Universal do Retorno para a continuação do fluxo e para a felicidade pessoal e familiar, que é a recompensa dessa atitude espiritual.

A LEI DO DOAR

A Lei do Doar alegremente é tão absolutamente simples, que você terá grande dificuldade de compreendê-la, de acreditar nela e de praticá-la.

Depois que você, aberta e livremente experimentar a Lei do Doar, não precisará mais de palavras convincentes, porque ela começará a fazer efeito.

Dentro de um período espantosamente breve, o dinheiro que você doou ‘loucamente”, “ingenuamente”, “perdulariamente”, não apenas retornará às suas mãos, como retornará em doses aumentadas, freqüentemente triplicadas ou quadruplicadas….. de uma forma e de uma fonte toda inesperada.

A Natureza inteira doa livremente, sol, ar, água, flores, frutos, arvores, animais, etc… No processo da existência, tudo depende do doar para existir.

O Segredo do Dinheiro é que a “energia verde” do dinheiro “viaja” em um círculo magnético no Planeta Terra. Deixando que o dinheiro se vá, ele seguirá esse círculo invisível de pura e poderosa energia, retornando infalivelmente a nós, multiplicado, fluindo através de nossa pessoa e refluindo em sua trilha circular, para retornar a voltar. Mais e mais continuamente , sem fim, nós nos tornamos o centro dessa energia, os catalisadores do seu fluxo – e ele nunca cessará de voltar às nossas mãos, cada vez em maior quantidade. “Ë a multiplicação dos pães e dos peixes”.

ATENÇÃO: – O dinheiro só cessará quando você cessar de doar. Acontecerá um “curto circuito” no círculo magnético.

Nunca podemos permitir que a soma temporariamente pequena, nos impeça de doar. Se tivermos apenas R$ 1.00, devemos doá-lo, “gastá-lo” ou soltá-lo; fazer que ele circule. Nossa pequena soma será temporária.

É difícil desfazer-se subitamente do dinheiro e descobrir o “milagre” de como obtermos riqueza. Talvez achemos que o conselho de desfazer-se, doar, “gastar” lançando o dinheiro de alguma forma, novamente para o Bem da humanidade ao nosso redor, seja uma maneira ridícula de obter dinheiro.

Só estaremos convencidos da verdade do Segredo do Dinheiro, tão logo experimentemos.

É maravilhoso e estimulante nos sincronizarmos, através da DOAÇÃO, com a harmonia do Universo, que pulsa a nossa volta.

Há um sentimento de muita alegria e gratidão quando nos libertamos das correntes que nos prendem ao papel chamado dinheiro, quando compreendemos que a maneira mais segura e rápida de consegui-lo é doando-o. Isto é liberdade! Percepção arrebatadora – uma sabedoria – de que não mais estamos atados à desesperada necessidade de “temer” ou “adorar” o dinheiro. Ficaremos agradavelmente chocados ao perceber que aquilo é apenas papel que simboliza doação.

Precisamos experimentar e arriscar. Seguindo a Lei do Segredo do Dinheiro veremos as mudanças ocorridas dentro do nosso próprio “eu”, que imaginávamos conhecer.

Está provado que as pessoas muito ricas, sempre doaram e continuam doando, e, no entanto seu acúmulo de dinheiro nunca cessa. Basta pôr a “energia verde” do dinheiro, de volta ao Universo de onde proveio.

O motivo para doar, importa, ao progresso do coração e do espírito. Entretanto, o motivo não afeta a ação de bumerangue da rota circular e retorno multiplicador do dinheiro.

O próprio ato de deixar o dinheiro ir-se, cria uma energia tão intensa, que neutraliza os motivos, voltando-se para o Bem.

Compete a nós penetrarmos o Mistério, o Segredo do Dinheiro.

DESCUBRA QUAL É A SUA LABUTA DE AMOR PESSOAL, E, EM POUCO TEMPO INICIARÁ SEU PRÓPRIO CÍRCULO MAGNÉTICO DE DOAR.

PORQUE, AMOR É DOAÇÃO.

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Um dos sócio no projeto “O sequestro do rolo sagrado“, um capitalista, investidor, dono de uma empresa de representação, me procurou no escritório e começou com essa frase: “Vim porque me disseram que você tem uma consultoria diferente, e preciso de ajuda na minha empresa.

Sim, é diferente porque acredito que o que não nasce do espírito não tem existência real. Sem fanatismo, hein! Considero o que disse o apóstolo:

Romanos8:26 Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexplicáveis.

O procedimento que elegi é simples,  nem por isso fácil!

Hellinger, para um grupo:

Existe uma idéia bastante difundida de que, quando alguém faz uma formação como psicoterapeuta, assistente social ou professor sente que foi chamado, que tem o direito e também que precisa ser capaz de interfeir nos destinos e mudar o decurso da vida, e, na verdade, segundo a sua própria idéia.

… Quando se renuncia a essa idéia, pode-se viver bem tranquilo. [1]

Não quero interferir no destino de ninguém segundo a minha idéia própria. Por isso, começo o meu trabalho com uma consulta, no meu consultório, quando procuro ver qual é a ordem daquela alma. Ponho meu olhar no consulente e, relaxando, baixo o nível cerebral (sem fanatismo, hein!), e me pergunto: “Qual é a demanda?” Quando consigo permanecer despido de qualquer intenção, o consulente me mostra por onde começar. Se percebo em mim qualquer intenção de ajuda, mudo de assunto, para algo efêmero, até que consiga me concentrar novamente no vazio, na possibilidade que alimenta o Espírito e preencheria aquela Alma.

Dessa conversa surge uma pequena lista de tarefas, lições de casa, que o cliente deverá cumprir antes do retorno, que ocorre entre 15 e 30 dias depois da consulta. Dependendo do resultado, ou seja, do cumprimento da lição de casa, o cliente poderá seguir sozinho dali por diante, ou, em alguns casos, encaminhado para “cirurgia”, ou seja, demanda um projeto formal de  planejamento estratégico, de desenvolvimento organizacional, de sistema de gestão, assessoria, etc… Porque é preciso fazer a ligação do imaterial com o material, abrir um canal de manifestação da idéia perfeita, nesta dimensão imperfeita.

Salmos115:1 Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória, por amor de vossa misericórdia e fidelidade.

O ideal é que o cliente não precise de intervenção. Quando existe a necessidade de uma intervenção, preparo um plano de ação de três meses. Não adianta permanecer mais tempo com o cliente. Se em três meses, não houver sinal de mudança no sentido da demanda do cliente (não do consultor), ele não quer mudança. É hora de deixá-lo à sua própria sorte. E se houver sim qualquer mudança, o cliente já é capaz de seguir pelas próprias pernas e não precisa mais de intervenção. É hora de deixá-lo à sua própria sorte.

[1] HELLINGER, Bert. Ordens da ajuda; tradução de Tsuyuko Jinno-Spelter — Patos de Minas: Atman, 2005 – ISBN 978-85-98540-19-1

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Projeto Cliente

Uma metodologia simples para aumentar vendas, surpreender e encantar clientes.

Luiz Marins

Lançamento do Livro, 05 de junho, 6a. feira, 19 horas, Livraria Cultura, Conjunto Nacional, Av. Paulista, esquina com Rua Augusta

Editora Harbra

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São Paulo, 24 de abril de 2009.

À

Ilma. Sra.

MARIA LUIZA MARINS HOLTZ

DD. DIRETORA DA MARINS HOLTZ ASSESSORIA EMPRESARIAL

Sorocaba – SP.

O INSTITUTO CULTURAL DA FRATERNIDADE UNIVERSAL tem a satisfação de comunicar que a MARINS HOLTZ foi selecionada para receber este valioso Prêmio em reconhecimento ao trabalho desenvolvido em seu segmento, pautado na ética e competência, demonstrando a sua capacidade de empreender, contribuindo decisivamente para o crescimento e desenvolvimento do nosso País.

(…)

FORMA DE SELEÇÃO

Pesquisa multisetorial realizada por conceituados Institutos, considerando o destaque em seus segmentos de atuação, responsabilidade social, capacidade de empreender, avaliando a excelência e qualidade de seus produtos e serviços, atestando a credibilidade da premiação.

SÓ OS MELHORES SÃO LEMBRADOS. 

(…)

Engº. Valdeci de Oliveira – Diretor Executivo

E-mail: icfubr@yahoo.com.br Site: www.icfu.com.br

Sede: Av. Prestes Maia, 241 – 28º andar – conj. 2818 – Centro  - CEP. 01031-001 – São Paulo – SP

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As metástases do câncer e as filiais das empresas tem objetivos análogos: elas se esforçam para colocar o máximo possível de seu próprio programa sem dar a menor chance às forças locais.

Podemos ver o mesmo modelo do câncer no mapa-mundi de um escritório empresarial: um círculo vermelho no meio aponta a localização da empresa matriz, que se infiltra nas regiões circundantes com pequenas filiais marcadas também em vermelho, porém menores. Estas metástases diminuem em número na periferia. Alguns países ainda estão livres, enquanto em outros há grandes colônias. Esta imagem é semelhante às imagens de um corpo tomado pelo câncer, obtidas por procedimentos de diagnóstico tais como a cintilografia.

No âmbito econômico, os representantes da atitude correspondente são aplaudidos desde o início, já que o câncer evidencia a atitude que faz o êxito empresarial. O empreendedor típico da primeira fase do capitalismo ultrapassa as fronteiras estabelecidas e ataca a concorrência sem compaixão, expulsando-a da área, já que com o poder de seus cotovelos pressiona-a contra a parede e a tira do negócio, mina o seu terreno ou pelo menos se infiltra em seus mercados. Em lugar de metástases, sucursais, “filie” tornam-se aqui filiais, empresas afiliadas são fundadas. No princípio a matriz, como o tumor correspondente, cresce para além de si mesma, então ela se infiltra na vizinhança para finalmente tornar-se ativa por todo o país e, idealmente, no mundo todo. Estar presente em toda parte e ter tudo sob controle. Este é o comportamento tradicional das grandes empresas.

O crescimento das grande cidades modernas também oferece uma imagem explícita de ânsia de expansão de tipo canceromorfo. As fotos tiradas por satélites mostram como elas devoram e ulceram a paisagem circundante. Tal como um tumor canceroso, elas confiam no crescimento desalojador e infiltrante, enquanto ao mesmo tempo emissários isolados são enviados sob a forma de cidades-satélites, cidades-dormitórios, zonas industriais e outras atividades metrastáticas.

Quando se considera a Terra como um todo um todo, a maneira como por toda parte ela é cancerigenamente devorada, saqueada impiedosamente e privada de sua capacidade de reação, a imagem correspondente àquela de um corpo que sucumbiu ao câncer. Quanto à avaliação do estágio em que ela se encontra, se ainda pode lutar para defender-se ou se já está em estado terminal, os economistas, biólogos, teólogos e outros “istas” e “ólogos” não chegaram a um acordo. O correspondente estado de resignação do corpo frente à energia vital juvenil do câncer chama-se caquexia (enfraquecimento geral das funções vitais). Ele se entrega à consumação, demonstrando em sua atitude de entrega que está aberto para passar ao outro mundo. Como a nossa Terra continua tentando regenerar-se e se defender energicamente do pululante gênero humano, ainda há esperança.

Mas não somente os princípios de nossa maneira de pensar no que se refere à Terra assemelham-se àqueles da célula cancerígena, nós compartilhamos também um lapso decisivo, ou seja, não medimos consequências de nosso comportamento: a morte de todo o organismo implica inevitavelmente na morte de todas as suas células, inclusive as células do câncer.

(…) O crescimento degenerado e caótico em todas as direções mostra o perigo, que o progresso sem objetivo termina na morte.

(…) Este, entretanto, é o ponto final, ou melhor, o ponto do meio, que somente pode ser aberto pelo amor.

Baseado em:

A doença como linguagem da alma : os sintomas como oportunidade de desenvolvimento / Rüdiger Dahlke ; tradução Dante Pignatari. São Paulo, Cultrix, 2007.

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Eu já falei várias dessas coisas há anos“, dizia Peter Drucker. É verdade, não era nova a maioria de suas palavras nas conferências que proferia pelo mundo a fora.

Mas, veja que curioso, seus conselhos ainda são os mais atuais – e os mais necessários – para os homens (e mulheres) de negócio de todo o mundo.

Pra começarVocês têm menos informação do que seus pais tinham há 40 anos“, dizia Drucker. Sim, menos. Saia da sala. Ninguém entra na competição se não tiver informações. Esqueça essa conversa fiada sobre informação e era digital. Você tem menos informação “porque as informações de fora da empresa não estão organizadas“. Sem um sistema, informações são pura e simplesmente ruído.

O que fazer? Você precisa, segundo Drucker, entrar em contato com o mundo. “Isso não significa ir jogar golfe uma vez por semana. Significa ir para o chão de fábrica. Quando um vendedor sair de férias, um gerente, um vice-presidente, o presidente deve tomar o seu lugar. Ali, nas vendas, para ter contato com o mundo real.

Certifique-se de que o seu sistema financeiro lhe diga a verdade. Com isso, trabalhe sobre a produtividade de todos os recursos. “A minha produtividade e a de meus colegas (professores) não aumentou. Pelo contrário, caiu, depois que inventaram as reuniões para discussão teórica.” Drucker recomendava poucas reuniões, menos detalhes.

A seguir, alguns conselhos para administrar uma empresa num ambiente de incerteza:

  • A cada três anos, você deve analisar os seus processos, como se não os conhecesse. A pergunta a responder é: se tivéssemos que começar hoje, como faríamos? Seria do mesmo jeito? Se não for – e provavelmente não será -, mude.
  • Aposte no sucesso. O que está dando certo, continue a fazer. Não ponha muita gente de talento para tentar melhorar as coisas que estão dando errado. Seria desperdiçar seu pessoal de maior potencial.
  • Mantenha um sistema de recompensas e promoções para ideias novas, para as oportunidades concretizadas.

* baseado em artigo de David Cohen, Revista Exame, 23 de setembro de 1998, p. 133

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Um homem, um dia, resolveu empreender uma atividade mercantil (ou industrial, ou de prestação de serviço, ou qualquer coisa) e noutro dia essa mesma empresa cresceu e tomou proporções que escaparam das mãos do empresário. Ela cresceu!

O fluxo da vida pode conduzi-la (a empresa) com mais ou menos atritos e perturbações que outras empresas semelhantes, concorrentes (que correm juntas), companheiras. Algumas empresas, movidas pela maior ou menor capacidade de introspecção do seu criador, o dono (ou os diretores), só percebem que estão em movimento nas paradas, nas partidas e curvas súbitas, como numa viagem de trem, quando não se olha pela janela.

Mas pode acontecer da empresa crescer mais do que o seu criador e adquirir personalidade própria, a personalidade jurídica. É certo que esta personalidade sempre estará influenciada pela personalidade do criador, mas, num determinado momento ela adquire características próprias, levada, na maioria das vezes, pela inconsciência do empresário do fluxo da vida.

Muitos têm criticado este ponto de vista porque não apresenta um material sistematizado, Mas esquecem-se de que o material propriamente dito é a experiência viva, carregada de emoção, irracional e mutável por natureza, não se prestando a sistematizações a não ser de modo muito superficial. A administração experimental alcançou os mesmos limites que defrontam a física quântica: os cientistas têm de admitir que não sabem exatamente o que é a luz. Podem dizer apenas que em certas condições parece consistir de partículas, enquanto em outras parece consistir de ondas. Mas ignora-se o que é a luz “em si”.

Aquele processo, que Jung chamava de individuação, em geral começa infligindo uma lesão à personalidade (jurídica), acompanhada do consequente sofrimento. Sofre a empresa, sofre o empresário, sofrem todos que dela participam, todos os órgãos e todas as células daquele ser vivo de personalidade jurídica sofrem. Este choque inicial é uma espécie de “apelo”, apesar de nem sempre ser reconhecido como tal. Ao contrário, o ego (do dono, dos diretores e gerentes, gestores acadêmicos…) se sente tolhido nas suas vontades ou desejos e geralmente projeta esta frustração sobre qualquer objeto exterior. Isto é, o ego passa a acusar Deus, ou a situação econômica, ou o chefe, ou o cônjuge como responsável por esta frustração.

O remédio para afastar o mal é sempre único e difícil de ser encontrado. Muitos mitos e contos de fadas descrevem simbolicamente este estágio do processo de individuação. Observamos nos mitos que a magia ou o talismã capaz de curar a desgraça de um rei ou de seu país (leia-se empresa e empresário) é sempre alguma coisa muito peculiar: pode ser um peixe com um anel nas guelras, um cálice sagrado, três cabelos dourados da cabeça do Diabo. 

Acontece exatamente o mesmo na crise existencial de uma pessoa jurídica. Procura-se algo impossível de achar ou a respeito do qual nada se sabe. Nesses momentos, qualquer conselho bem-intencionado e sensato é completamente inútil – conselho para que a pessoa (jurídica) seja mais responsável, que diminua o ritmo (ou que aumente o ritmo), que analise seus balanços patrimoniais, que visite seus clientes regularmente, etc… Nada disso traz ajuda. Só há uma atitude que parece alcançar algum resultado: voltar-se para as trevas que se aproximam, sem nenhum preconceito e com a maior simplicidade, e tentar descobrir qual o seu objetivo secreto (objeto social) e o que ela precisa fazer para cumpri-lo.

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Consultoria não é uma profissão, mas uma forma de prestação de serviços. A consultoria sempre precisa do objeto. Qual é o objetivo da consulta? Um médico, através da consulta, obtém o diagnóstico e prescreve o tratamento para reestabelecer a saúde. Um engenheiro, através da consultoria, identifica a necessidade e apresenta o projeto da sua casa, por exemplo. Através da consultoria jurídica, o advogado orienta as condutas adequadas sob o aspecto jurídico, visando as melhores condições das relações sociais.

Sócrates proporciona um dos bons modelos para a consultoria empresarial, além de ser o “padrinho” da filosofia ocidental. O seu trabalho sobreviveu exclusivamente pelos textos de Platão, seu mais célebre discípulo. Segundo Sócrates, todos nós já temos o conhecimento e a solução que procuramos sempre está dentro da própria empresa, mas que podemos precisar de ajuda para trazê-la à tona. Uma contribuição importante de Sócrates é o chamado método socrático: fazer uma série de perguntas para se chegar às respostas definitivas. Não existe fórmula mágica, que venha de fora da empresa. Se a sua organização estiver lutando com uma questão importante, talvez precise de uma mãozinha filosófica para trabalhar com voces o despertar de “vossa própria sabedoria”.

Platão propôs a existência de formas puras e imutáveis, essenciais, e considera que vivemos num mundo mutável, onde os objetos são cópias imperfeitas dessas formas puras. Mas, com orientação apropriada, podemos alcançar o mundo das idéias e entender as formas puras da Verdade e da Justiça, e assim, fazer cópias melhores no mundo em que vivemos. Essa idéia também repercute na consultoria empresarial, pois se você não conhece as essências de algo, como reconhecer se as tem? O caminho mais rápido para o sucesso é trabalhar nas virtudes. Por exemplo, ao invés de “cortar custos”, talvez seja melhor aumentar as receitas e manter o equilíbio com as despesas. Parece simples?

Aristóteles desenvolveu a importância do pensamento crítico. Foi pioneiro de várias ciências físicas e sociais. Também “inventou” a lógica, que em sua forma mais elementar é muito útil para clientes com dificuldades que envolvem erros no pensamento crítico.

Carl Jung nos deixou algo, que na língua portuguesa deve ficar mais ou menos assim:

  • “Não podemos ignorar grandes mentes como Confúcio e Lao Tsé, se somos capazes de apreciar a qualidade dos pensamentos que representam; muito menos podemos desconsiderar o fato de que o I Ching foi a sua principal fonte de inspiração… Estou na minha oitava década de vida, e as opniões mutáveis dos homens raramente me impressionam; os pensamentos dos velhos mestres têm mais valor para mim do que os preconceitos filosóficos da Mente ocidental.”

Ao contrário dos médicos, engenheiros e advogados, cuja ajuda procuramos porque possuem conhecimento especializado que nós não temos, os consultores empresarias não contam necesariamente com uma perícia particular, mas com a sua capacidade geral de conduzir uma indagação. Não lhe damos respostas, mas o ajudamos a fazer as perguntas úteis. Não agimos necessariamente como autoridade que revelam informações totalmente desconhecidas para você, mas fornecemos a orientação que muitas empresas precisam, por terem esquecido ou negligenciado os meios de examinar a si mesmos.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Prezados,

Gostaria de notar, não para corrigir, sim para dar continuidade ao processo mental iniciado, que organizar é verbo transitivo, cujo objeto é organismo, e não ordem como possa parecer. Um pouco de academia é sempre bom para manter a forma!

Organismo por sua vez é “conjunto de órgãos que constituem um ser vivo”. Então, uma organização é um ser vivo, dinâmico e não estático, mutável e evolucionário. Ele(a) muda. Muda porque as pessoas (as células constituintes do organismo) mudam.

Interessante notar como a Rede GESITI (Gestão dos Sistemas e Tecnologias de Informação Em Organizações) tem focado as questões de TI!

O sucesso da implantação de SI é diretamente proporcional à diligência no tratamento das questões sociológicas, antropológicas, psicológicas, pedagógicas… sócio-técnicas.

 

Curso online de Pedagogia Empresarial

 

Quando o texto do Prof. Balloni sugere “capital e trabalho substituindo um ao outro”, gostaria de propor, numa revisão orgânica, que capital e trabalho complementem-se ao invés de “subsituir um ao outro”, jamais estimular qualquer imagem que possa sugerir confronto, prefiro cooperação ou concorrência, no sentido de que se corre junto.

De fato, todo processo de implantação, ou mesmo de atualização de SI muda o equilíbrio de uma organização, porque mexe nas estruturas orgânicas estabelecidas, da mesma forma como uma feijoada com caipirinha provoca uma mudança na disposição de quase todos os organismos, por melhor que seja a feijoada.

Então, como é que vamos abordar uma implantação de SI, quando temos que lidar com a “ignorância” do usuário?

Em todos os os setores da atividade humana, encontramos dificuldades de relações humanas, seja na vida social e familiar seja no relacionamento comercial e profissional. Há quem diga que o único problema que temos, na verdade, é o de relacionamento humano. Já ouvi até alguém dizer que “se tirar o ser humano tudo vai bem”. Um exagero didático, é lógico!

Curso online de Coaching

Na administração da empresa, da organização, no exército, marinha e aeronáutica, na administração pública ou privada, na liderança e na direção de seres humanos em geral, no comércio e na indústria, e por aí vai, até onde a sua criatividade o levar, se resolvermos, se administrarmos as relações humanas, tudo vai bem.

Onde se encontram dois indivíduos, há dificuldades de relações humanas.

Dentro de casa, apesar do entusiasmo do namoro e do noivado, das promessas e juras de amor, surgem frequentemente discussões, brigas, revoltas, que geram angústia e ansiedade… Dificuldades de relações humanas.

Nas organizações, se o professor, ou monitor não liderar, se os alunos não gostarem dele, se não houver admiração, ele não realizará o seu trabalho. A Pedagogia usa uma ferramenta que se chama “trabalho em grupo” para conseguir maior interesse dos alunos e, consequentemente, melhor relacionamento, rendimento e aprendizagem (mudança do comportamento).

Nas empresas, digo empresas como quaisquer organizações com finalidade lucrativa ou não, comercial, industrial, agropecuária, de prestação de serviços, administração pública, etc., acontece a mesma coisa, se um chefe não lidera, não obtém bom rendimento. Na melhor das hipóteses, quando obtém é às custas de muito esforço, muito de policiamento, horas e horas de ameaças e punições, que geram ansiedade e angústia… Dificuldades de relações humanas.

O estudo das Relações Humanas (agora em maiúsculas de propósito) constitui verdadeira ciência complementada por uma arte – a de obter e conservar a cooperação e a confiança dos membros do grupo. A parte da ciência abrange conhecimentos gerais e específicos de ordem psicológica, antropológica, sociológica, administrativa e legal. A parte da arte, as emoções. Bom! É uma arte!

Curso online de Relações Interpessoais no Trabalho

É ilusão acreditar simplesmente que juntar pessoas se constitui um grupo. A formação de um grupo para realizar trabalho coletivo, para atingir um objetivo comum, obedece leis psicossociais, que determinam regras a serem seguidas, regras que, quando desprezadas, levam em geral as empresas (organizações em geral) a fracassos totais… Talvez (quem sabe?) só fracassos parciais.

O trabalho coletivo depende de fatores complexos que determinam a ação do grupo sobre o indivíduo e do indivíduo sobre o grupo, aspectos de liderança. Apesar de complexos, não são difíceis de se entender, principalmente quando vivemos numa sociedade que é coletiva por natureza. Veja o sucesso dos “orkut” da vida. A dificuldade só acontece quando somos movidos por uma questão estética do que deve ser um SI ou um PDI, ou um ERP, do que representa trabalhar numa organização.

Vale lembrar (de forma simplista mas suficiente) que o computador está para a informática assim como a chuteira está para o jogador de futebol. Se o jogador não estiver preparado, não adianta a melhor chuteira do mundo.

Um cordial abraço.

Sergio Vieira Holtz Filho
www.mh.etc.br
Desenvolvimento Humano e Profissional


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Dia no 02 de Março é comemorado o Dia Nacional do Turismo.

 

E o que é o Turismo?

 

Turismo é uma atividade recreativa, de lazer, que tem o “poder” de re-criar no ser humano, o equilíbrio espiritual, mental e físico, anular o estresse, gerar alegria e descontração, através de viagens, excursões e passeios, de curta duração, em lugares que despertam interesse, curiosidade, diversão e cultura, mesmo que seja na própria cidade.

 

O Turismo nos permite satisfazer espontaneamente nossas necessidades inatas de religiosidade, de lazer, de distração, de ampliar nossos conhecimentos e de romper com a rotina diária.

 

No jornal oficial da Igreja Católica, L’Osservatore Romano, foi escrito um longo artigo, pedindo que “seja estimulado o turismo religioso no mundo”, por ser justamente a atividade econômica mais eficaz no que se refere à realização do desenvolvimento pessoal, da distribuição de renda e da difusão da Paz no nosso planeta.

 

Onde houver discórdia o Turismo religioso pode levar a Paz”.

 

Como um “milagre”, a atividade turística promove nas relações entre as pessoas um ambiente extremamente harmônico e amigo, pleno de amabilidade, de cortesia, de acolhimento, de hospitalidade e cooperação totalmente incompatível com ambientes de discórdias, tanto entre os turistas, como e especialmente, entre os turistas e os habitantes dos lugares turísticos.

 

O turismo no mundo e no Brasil realiza também verdadeiros “milagres” de ressurreição de cidades e regiões que estavam “morrendo”, com o abandono dos seus habitantes. Ao se integrarem no movimento turístico regional, com assessoria técnica de profissionais de turismo, seus habitantes experimentam uma espetacular mudança de comportamento num processo de renascimento e revitalização de si mesmos e da sua cidade e região.

 

O desenvolvimento da consciência dos benefícios da presença dos turistas gera também inúmeros benefícios pessoais, com uma verdadeira explosão da criatividade e hospitalidade que motiva os habitantes do local a conhecer a sua História, descobrir, embelezar e criar lugares e atrações turísticas, valorizar suas comidas típicas, artesanatos, atividades recreativas e prestar inúmeros serviços com especial qualidade de atendimento. Além de tudo isso, está trazendo de volta seus antigos habitantes, pois há oportunidades ilimitadas de trabalho.

 

Há milênios, as viagens e o lazer sempre foram atração para as pessoas humanas, motivadas pela necessidade de conquistas, de negócios, de descobertas, de expansão…

 

Na Grécia antiga o povo dava especial importância às viagens como oportunidades de diversão, de religiosidade, de esporte e cultura. Viajavam durante o ano para os santuários dos seus deuses e para Olímpia na época das olimpíadas.

 

Em Roma, o povo criou os primeiros lugares especiais para o turismo e o lazer – as arenas para competições esportivas e espetáculos teatrais e as termas e praias frias para fins terapêuticos.

 

Na Idade Média, com o Cristianismo, surge o turismo religioso na Europa toda, com as peregrinações para os vários santuários europeus, no Caminho de Santiago, para a Terra Santa, para Jerusalém.

 

Mas, somente em 1841 o turismo se torna atividade econômica e empresarial. O inglês Thomaz Cook, o pai do turismo moderno, foi a primeira pessoa que cobrou para organizar uma viagem de um dia, feita de trem, para 570 pessoas participarem de um congresso antialcool. O seu entusiasmo foi tal, que o transformou no primeiro agente de turismo.

 

Na segunda metade do século XX, o Turismo passa a ser atividade de massa. Em conseqüência, multiplicam-se as “indústrias” de alojamentos, de alimentação, dos vários tipos de transporte e de recreação. Esse desenvolvimento cria a necessidade urgente de profissionalização e provoca a difusão das escolas de turismo, hotelaria, gastronomia e educação física para as atividades de recreação. 

 

Hoje, o Turismo e o Lazer estão entre os campeões de crescimento e os mais promissores para o futuro, estimulando, cada vez mais, os investimentos mundiais na formação e administração de um número ainda maior de profissionais especializados e ligados à prestação dos seus serviços. No Brasil, multiplicam-se as atrações turísticas em todo o país, tanto no litoral como no interior, com estruturas de alta qualidade para atender os turistas.

 

O Turismo é a “indústria” mais desenvolvida do mundo e permite uma arrecadação de impostos, diretos e indiretos, para os países de mais de 350 bilhões de dólares. Na ONU há um organismo internacional específico para a organização do turismo mundial – a OMT (Organização Mundial do Turismo). Os dados oficiais mostram que o Turismo emprega no mundo, mais de 200 milhões de pessoas que equivale a mais de 9% do total de empregos do planeta. Até 2010, está previsto que o Turismo estará empregando mais de 600 milhões de pessoas.

 

Pelo desenvolvimento apresentado no mundo inteiro, incluindo o Brasil, o crescimento do Turismo chega a 10% do total das exportações mundiais e responde por 13% dos gastos anuais dos turistas, o que só perde para os gastos com alimentação.

 

Toda a mídia e a internet estão promovendo um desenvolvimento cultural e progresso econômico que cria a necessidade de conhecer mais, de saber mais, de ter mais prestígio social e, portanto de viajar mais, de fazer turismo, realizando o desenvolvimento pessoal, distribuindo renda e difundindo a Paz pelo nosso planeta. São os “milagres” do Turismo.

 

 

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A propósito do artigo “Quem foi que tirou Deus das nossas vidas“, espiritualidade e preocupações do dia-a-dia seguem, muitas vezes, percursos separados. Orat et labora – o convite para orar e trabalhar – é uma regra de vida beneditina que traduz uma sabedoria de 1500 anos e que une num mesmo caminho estes dois aspectos da vida.

Um grande mérito dessa sabedoria é a integração da espiritualidade no próprio trabalho cotidiano. De fato, a partir dessa mística, constata-se que não é preciso deixar para trás o mundo com suas preocupações para experimentar Deus em sua vida, pois Deus se deixa encontrar no centro da vida e dos afazeres do trabalho.

  • Orar e trabalhar / Anselm Grün, Fidelis Ruppert; tradução de Carlos Almeida Pereira. – Petrópolis, RJ : Vozes, 2005.

 

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