— Pedagogia Empresarial

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Desenvolvimento Organizacional

Sergio Vieira Holtz Filho

Temos visto muitos manuais de procedimentos bem encadernado, livros, apostilas e TCCs — e como abundam as apostilas e TCCs! Alguns até bem escritos! Vemos o orgulho e a satisfação ao apresentar para a sociedade os diplomas ou certificados por eles conferidos. Mais raro de se ver, é gente que dele usufrua. Sim, muitos planos e projetos, descrições da missão, política, objetivo, mas na prática…

Qualquer semelhança é mera coincidência! Para todos os efeitos, o que nós escrevemos aqui trata-se de obra de literatura pseudo-científica-ficcional. Ok?!

Será que a tradição bíblica, baseada num apanhado de livros todo-poderosos, confere ao papel — folha seca e fina feita com toda a espécie de substâncias vegetais reduzidas a massa, para escrever, imprimir, embrulhar, etc. — o poder de “resolver” todo nó, toda angústia e levar à satisfação dos desejos?

É claro que não! É preciso viver! Penso, na minha ignorância feliz, que a mensagem de Jesus, o nazareno — que não escreveu nenhum memorando, diga-se de passagem — era para vivermos O conhecimento. “Não vim revogar, vim promulgar!” — acho que era mais ou menos assim que ele dizia, viver O conhecimento que já estava disponível.

Mas não é possível! Esse cara está possuído! “Cortem-lhe a cabeça, cortem-lhe a cabeça!” diria a rainha de copas. “Se você voltasse agora, muitos lhe condenariam outra vez. / Com cabelos longos quem sabe, e a calça desbotada talvez. / E os jornais de certo iriam publicar / Que morreu um doido que não quis calar.” Diz Silvio Brito, grande menestrel contemporâneo.

Mas, um abismo iiimmmeeennnsssooo separa a letra do dia-a-dia!

Como transpor esse abismo? O que posso fazer para realmente viver aquilo que se escreve, e se pendura nas paredes de várias organizações? Como “estimular e fomentar o ideal de servir, como base de todo empreendimento digno, promovendo e apoiando: PRIMEIRO. O desenvolvimento do companheirismo como elemento capaz de proporcionar oportunidades de servir; SEGUNDO. O reconhecimento do mérito de toda ocupação útil e a difusão das normas de ética profissional; TERCEIRO. A melhoria da comunidade pela conduta exemplar de cada um em sua vida pública e privada; QUARTO. A aproximação dos profissionais de todo o mundo, visando à consolidação das boas relações, da cooperação e da paz entre as nações.

Já viram isto nalguma parede por aí! Quem sabe num manual!

A Prova, traduzida em mais de 100 idiomas, consiste nas seguintes perguntas: Do que nós pensamos, dizemos ou fazemos

  1. É a VERDADE?
  2. É JUSTO para todos os interessados?
  3. Criará BOA VONTADE e MELHORES AMIZADES?
  4. Será BENÉFICO para todos os interessados?

Ou ainda aquela outra, do “velho” Sócrates:

– Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?

– Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.

– A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?

Envergonhado, o homem respondeu:

– Devo confessar que não.

– A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?”

Então, tudo isso já está escrito. Tudo nós já sabemos. Sabemos, só nos falta aprender.

Meditando, meditando, estudando, procurando uma razão que me pareça razoável, lembro das aulas de história, ou de religião, onde ouvimos falar dos faraós, dos reis e imperadores. Sinceramente, eu penso que de fato eram representantes de Deus na terra. A bagunça começou quando generais, gente do povo, Zés Ninguéns como você e eu, usurparam o posto pelo poder que poderiam auferir. Tinham uma gana em mandar na vara — coletivo de porcos! Talvez Ramsés, tomado de ciúmes, tenha sido o primeiro a por fora toda sabedoria ancestral? Será que ele perseguiu Israel por causa da saudade do seu irmão Moisés? Foi só daí que Ramsés percebeu que havia perdido a “Jóia do Nilo”? Correu, correu, correu e se afogou nas águas profundas… Desde então, nós que não nos lançamos à travessia do mar, quando não nos afogamos, chafurdamos.

Veja só! Não é de hoje que a turma se perde nos manuais. A interpretação da letra não depende de ortografia e gramática, nem da qualidade do papel, mas da poesia que elas encerram. Sim, o entendimento de qualquer manual pressupõe a vivência; pressupõe um vocabulário advindo do resultado emotivo, psicológico, intelectual de uma experiência. Nessa linha de raciocínio, o melhor cardiologista deve ser aquele que já sofreu um enfarto. Os erros ensinam mais do que os acertos — dizem (?).

Onde está O conhecimento, então? Ele está no meio de nós. “O SENHOR teu Deus, o poderoso, está no meio de ti, ele salvará” (Sofonias, 3:17). “Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós” (Josué 3:10). “Está o SENHOR no meio de nós, ou não?” (Êxodo 17:7). “…porquanto rejeitastes ao SENHOR, que está no meio de vós” (Números 11:20). “Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós” (Lucas 17:21). “mas no meio de vós está um a quem vós não conheceis” (João 1:26). E assim por diante, muitas e muitas citações do Livro, já que a tradição diz que o Livro tem razão.

– Ah! Mas assim você está forçando a barra!

Então tá! Olha, no nosso trabalho, realizado em organizações de todos os tipos, oferecido às pessoas em situação de mudança, em busca de uma melhor condição de viver, cansadas de sobreviver, nós não temos como explicar, nós fazemos e mostramos o resultado intelectual, psicológico e emocional. A mudança que ocorre é resultado de aprendizado efetivo. Se não houve mudança, não houve aprendizado. Não é uma questão de adquirir mais conhecimento, desses que estão nos livros. Você nem imagina o que é elaborar o conhecimento. Preparar, organizar, ordenar, formar (a pouco e pouco e com trabalho). Isso é viver o evangelho! Na prática. Dia-a-dia.

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Nas minhas andanças pelo empreendorismo de inovação, criei uma empresa com com Marcelo Morgan, para produção de podcasts, alguns meses depois do lançamento dessa tecnologia, ou seja, em setembro de 2004 Adam Curry lançou o RSS, em fevereiro de 2005 Marcelo e eu começamos o Ideiacast, em junho de 2005 a Apple atualizou o iTunes para suportar os podcasts. Portanto estamos entre pioneiro do desenvolvimento de podcasts (e videocasts).

Como no Brasil a disponibilidade de banda era (era?) limitada, optamos por um servidor mundial e tivemos que adquirir know-how para gerir essa tecnologia, tanto de produção dos podcasts e videocasts, como de gestão de servidores. Estudamos muito, fizemos parcerias sem fronteiras e passamos a participar de uma comunidade que desenvolve tecnologia a partir das experiências e das necessidades dos usuários — usabilidade. Encontramos o mundo hacker, e a ética hacker.

Com tudo isso passamos a prestar consultoria na crítica de conteúdo para Internet. Sim, não basta ter um site bonito, tem que funcionar! E funcionar na rede significa resultar em cliques, significa relacionamento humano. Veja o sucesso do Facebook! Óbvio! Não, não é tão óbvio assim. A Internet já desenvolveu a sua linguagem própria. Existe um roteiro que funciona na Internet, que é diferente do roteiro de rádio ou de TV. Também não funciona tratar o site como um folhetos eletrônico ou como outdoor. Fica bonitinho mas ordinário!

Esta semana mesmo, em visita a um grande e respeitadíssimo veículo de informação em Sorocaba, vi que eles ainda não tem uma estrutura funcional de gestão de correspondência eletrônica – o velho e-mail, que todo mundo usa e não sabe bem pra que que serve (além de mandar os PPS). Estão discutindo o layout da página e nem se dão conta das “barbaridades” visíveis que cometem na gestão da estrutura da informação — matéria prima do negócio. Digo isto não para falar mal, mas para mostrar que, mesmo empresas do ramo de comunicação ainda não entenderam o que é a Internet, para que serve, e como se servir dela a um custo razoável. Nada daqueles orçamentos estratosféricos!

Temos um cliente, um jovem empreendedor que nos contratou para gerir a estrutura funcional de comunicação das suas duas empresas, a partir das ferramentas já disponíveis e gratuitas. Somos os terrores da empresas que vendem “sistemas”. Mas, nós damos para os nossos clientes a funcionalidade que eles nunca terão com um pacote sapo, ou um dataisso ou um microqualquercoisa. Além de desenvolver autonomia. Sinto muito a sinceridade, mas temos que ser honestos com nossos clientes, assim exige a ética hacker.

E o que isso tem a ver coaching? Meu! Não dá para começar a falar em gestão da estrutura de comunicação sem antes “treinar” o cara. A primeira intervenção, é (tem que ser) uma verdadeira seção de coaching. Se nós não tirarmos os véus, não pusermos um pouco de luz naquilo que o indivíduo quer, a coisa não vai funcionar e ele vai cair no colo de uma dessas “fábricas de sites”. Tudo bem! É uma forma legítima de ganhar dinheiro, mas pode ser melhor! Bem melhor!

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Sergio Vieira Holtz Filho

O discurso que hoje desconhece a interdisciplinaridade não pode mais ser levado a sério.

Existem pessoas no campo da ciência que se fecham à espiritualidade; e pessoas de grupos religiosos que se fecham a qualquer abordagem da ciência. Em ambos os casos entendo que haja fanatismo, ou seja, falta-lhes a razão. “Ora, não somente um religioso pode se tornar fanático, reforçando somente suas idéias, seu ponto de vista, sua prática religiosa, quanto um cientista pode tornar-se fanático, quando se fecha a outros diálogos, a outras ‘escutas’, igualmente importantes e fundamentais sobre o ser humano (VALLE, 2011, p. 15)”

Andar com fé eu vou

Que a fé não costuma faiá…

Certo ou errado até

A fé vai onde quer que eu vá

Ôô, a pé ou de avião

Mesmo a quem não tem fé

A fé costuma acompanhar

Ôô, pelo sim, pelo não

Afinal de contas, quem foi que tirou Deus das nossas vidas?

VALLE, Isac Isaías. A cura do “eu” interior : o encontro e diálogo entre fé e ciência – São Paulo : Palavra & Prece, 2011. 119 p.

Cursos Online na área de Ciências Humanas e Sociais

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Nós agradecemos o carinho e consideração de todos os que tem procurado a nossa “opinião” sobre seu TCC. Muito obrigado.

O nosso trabalho é empírico e fenomenológico. Não temos atuação acadêmica. Prestamos consultoria e assessoria para o desenvolvimento pessoal e profissional, nesta ordem. Atendemos pessoas físicas e jurídicas em busca de uma nova razão de ser e de estar, e disposto a construir um mundo bem melhor.

Vale salientar que a necessidade das empresas em qualificação profissional e investimento em treinamento, é uma pequena parte da Pedagogia que praticamos nas empresas. A orientação pedagógica para o sucesso do empreendimento é o nosso forte. Para isso, muitas vezes, vamos a campo executando tarefas junto com o pessoal para dimensionar o procedimento pedagógico e eleger a didática mais adequada para cada caso, inclusive para o desenvolvimento de multiplicadores dentro de cada organização. Sempre o melhor educador é o exemplo, como faziam os antigos pedagogos.

Para ilustrar o seu trabalho, talvez para definir melhor a hipótese, também é interessante você consultar a Classificação Brasileira de Ocupações, disponível em http://www.mtecbo.gov.br, que, entre outras coisas diz:

“Implementam, avaliam, coordenam e planejam o desenvolvimento de projetos pedagógicos/instrucionais nas modalidades de ensino presencial e/ou a distância, aplicando metodologias e técnicas para facilitar o processo de ensino e aprendizagem. Atuam em cursos acadêmicos e/ou corporativos em todos os níveis de ensino para atender as necessidades dos alunos, acompanhando e avaliando os processos educacionais. Viabilizam o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade escolar e as associações a ela vinculadas.”

Volto a salientar que não temos atuação acadêmica, e que nosso trabalho mais evidente é

“viabilizar o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos da/na empresa, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade (…) e as associações a ela vinculadas (os stakeholders*).”

* Stakeholder (em português, parte interessada ou interveniente), é um termo usado em administração que refere-se a qualquer pessoa ou entidade que afeta ou é afetada pelas atividades de uma empresa.

Sobre o seu trabalho de conclusão de curso, aconselhamos você manter um relacionamento estreito com a sua orientadora (seu orientador). Contudo, na nossa opinião (opinião não é para ser seguida, é para ser analisada):

  • (…) porque esse campo está cada dia mais em crescimento,
  • a necessidade das empresas em qualificação profissional,
  • investimento em treinamento entre outras…

parece-nos bastante interessante para a argumentação da hipótese e, portanto, a partir daí, desenvolver a tese (literalmente ‘posição’, do grego θέσις, é uma proposição intelectual), demonstrando ao final as qualidades, as virtudes, os carismas da pedagogia e do pedagogo, para o sucesso das atividades empresariais, através do desenvolvimento humano e profissional das pessoas que a constituem.

Atenciosamente.

Educação a Distância

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Sir Ken Robinson defende de maneira divertida e profunda a criação de um sistema educacional que estimula (em vez de enfraquecer) a criatividade.

* Legendas disponíveis em 40 idiomas

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Quem ensina aprende duas vezes.

É importante que a organização desenvolva o seu próprio “sistema” de multiplicação de treinamento. Algumas pessoas da própria organização, aquelas que têm mais experiência, aquelas que conhecem o jeitão da empresa, podem ser preparadas para dar treinamento de uma forma simples, econômica e, portanto, eficiente (e barata). De uma forma Natural… Suave… Leve…

Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Mateus 11:30

Repare que isso já é feito nas organizações, mas de forma desordenada. Existe, em muitas empresas, uma “organização fantasma”, informal, que providencia o bom andamento das tarefas utilizando-se do “jeitinho”. Imagine que é possível coordenar essa organização informal!

Não precisa ser um bom orador. Não precisa saber escrever bem, nem ter a veia literária desenvolvida. Não precisa de Powerpoint, nem nada. Precisa conhecer a organização, o jeitão da empresa e a atividade que precisa ser executada pelos novatos.

Funciona melhor quando não se quer ter problemas de retrabalho no futuro. Seria muito bom que o “tempo perdido” com os novatos fosse convertido em eficácia e eficiência na consecução dos objetivos da organização. Aí o treinamento tem um objetivo maior do que o suborno de consciência, e seu resultado pode ser medido.

Para ajudar na formação dos multiplicadores, a Profa. Maria Luiza Marins Holtz, escreveu e fez publicar gratuitamente na Internet, um livrinho chamado “Seja um ótimo professor em 3 tempos“.

Um dos capítulos do livrinho trata da

Eficiência das mudanças por aprendizagem – Ótimo ensino em 3 tempos.

As três fases sequentes pelas quais todas as pessoas passam obrigatoriamente para aprender qualquer coisa.

Desde o nascimento aprendemos tudo, passando pela sequência destas três fases:

  1. Fase Concreta – Entramos em contato com o que deve ser aprendido e conhecido, no seu aspecto concreto, na sua utilidade para melhorar a nossa qualidade de vida em situações cotidianas reais. Assim, reconhecemos a possibilidade de satisfação das nossas necessidades naturais e motivações.
    Essa é a maneira bem sucedida do professor iniciar o ensino de qualquer assunto.
  2. Fase Semi-Concreta – Passamos em seguida, continuando a conhecer o assunto, nas formas de representações sensoriais, usando nossos 5 sentidos (visão, audição, olfato, tacto, paladar).
    Isso pode ser feito através de desenhos, gravuras, pinturas, filmes, vídeos, músicas, objetos representativos, alimentos relacionados, odores ligados ao assunto, etc…
  3. Fase Abstrata – Somente nesta fase temos condições de conhecer de forma abstrata, qualquer assunto que está sendo ensinado: – Históricos, Teorias, Pesquisas, Cálculos, Gráficos, Estatísticas, etc…

Se o professor/instrutor desprezar esta sequência de fases, seguramente terá muita dificuldade em satisfazer as necessidades e atingir as motivações dos alunos/aprendizes. Não conseguirá ensinar, isto é, não conseguirá aprendizagem. Aprendizagem que se manifesta nas mudanças desejáveis no comportamento dos alunos/aprendizes.

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A importância da frequência
Se você se propõe a fazer caminhadas, por exemplo, todos sabem que não adianta sair num domingo de manhã e correr 40 quilômetros. É preciso treinar, é necessário começar com o primeiro passo e ir aumentando o grau de dificuldade. É importantíssimo a frequência, a repetição, a repetição, a repetição… isto é treinamento. O resto é palestra.
O calendário de atividades de treinamento não precisa ser muito extenso. Basta um reforço a cada três meses para que uma equipe mostre resultados efetivos e permanentes em apenas um ou dois anos. Depois que uma equipe “pega o jeito”, até o treinamento dos novos passa a ser mais fácil.
Você pode começar com uma palestra e uma dinâmica de grupo para formalizar o início do treinamento, porque a maioria das pessoas estudaram em uma escola regular e têm subliminarmente definido que treinamento depende de um professor e alguns alunos.
Depois disso, vale programar aulas a distância, jogos presenciais, simulações, dias de campo, etc. sempre focando (mesmo que subliminar) onde se quer chegar.

A importância da frequência

Se alguém se propõe a fazer caminhadas, por exemplo, todos sabemos que não adianta sair num domingo de manhã e correr 40 quilômetros. É preciso treinar, é necessário começar com o primeiro passo e ir aumentando o grau de dificuldade. É importantíssimo a frequência, a repetição, a repetição, a repetição… isto é treinamento. O resto é palestra.

O calendário de atividades de treinamento (planejamento pedagógico) não precisa ser muito extenso. Basta um reforço a cada três meses para que uma equipe mostre resultados efetivos e permanentes em apenas um ou dois anos. Depois que uma equipe “pega o jeito”, até o treinamento dos novos passa a ser mais fácil.

Você pode começar com uma palestra e uma dinâmica de grupo para formalizar o início do treinamento, porque a maioria das pessoas estudaram em uma escola regular e têm subliminarmente definido que treinamento depende de um professor e alguns alunos. Fazemos assim para não “arrombar” os preconceitos sociais.

Depois disso, vale programar aulas a distância, jogos presenciais, simulações, dias de campo, etc. sempre focando onde se quer chegar, repetindo os conceitos, os princípios que a sua organização pretende seguir, de acordo com os objetivos que se quer alcançar, inclusive a formação profissional, ou seja, atividades que objetivam a preparação imediata para o trabalho de indivíduos, menores ou maiores, através da aprendizagem metódica, da qualificação profissional e do aperfeiçoamento e especialização técnica, em todos os níveis.


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Empresário de sucesso, engenheiro civil, contou-me um fato que aconteceu com ele e uma grande operadora de TV, Internet e telefonia… Uma das poucas…

Você já deve estar imaginando! Qualquer pessoa que tenha um contrato com qualquer operadora do ramo já passou por isso, mas quero apontar um bom exemplo de burrice institucional. Sim, burrice porque não é possível que eles façam de propósito… A não ser que hajam outras intenções — e isso é provável — para tratar mal clientes “fiéis”.

O caso é simples: A sua conta mensal (a dele) era de R$ 240,00, e as promoções só são oferecidas para novos clientes. Você já deve ter sentido na pele esse desaforo, independente do valor monetário.

Então meu amigo empreiteiro de sucesso se dirigiu ao escritório da sua fornecedora (ninguém merece aqueles 0800!) e provocou uma negociação, que, obviamente não foi aceita. Ele, então, cancelou o contrato. Ponto!

No dia seguinte recebeu uma ligação do Departamento de Fidelização, com aquela conversa que você já deve estar imaginando:

Vimos o seu cadastro, e o Senhor é um cliente exemplar… blá, blá, blá… Está conosco há tanto tempo… blá, blá, blá… O Senhor não gostaria de permanecer conosco… blá, blá, blá… Nós temos outras opções de contrato… blá, blá, blá…

Na medida em que a conduta podia ser cortês, meu amigo falou para ela:

Mas por que vocês não ofereceram isso ontem?

Veja bem! É que é outro departamento… blá, blá, blá… Respondeu a mocinha, porque sempre é uma mocinha (des)preparada especialmente para a tarefa de limpar as cag… os percalços, os transtornos inerentes a “outro departamento“.

Outro departamenteo? Será que tem gente que engole isso? Ora! Outro departamento é a mesma empresa. Imagine você falando algo assim:

– Desculpe-me. Eu não sabia. Foi o meu pé que chutou o seu…

Outro departamento!

Departamentalização já é uma palavra não muito simpática. Tente pronunciá-la e sinta… Sinta quanta energia é necessária só pra pronunciá-la. Imagine para implantar e manter integrados todos os departamentos que o seu professor da faculdade, citando diversos autores, convenceu você de que isso é sinônimo de organização.

Aí o Departamento de Fidelização tem que resolver os transtornos do Departamento Comercial, que tem que suprir as deficiências do Departamento Financeiro, que, por falha do Departamento de Administração, precisa atender às elocubrações do Departamento de Marketing, que precisa de mais recursos para justificar as campanhas de… De que mesmo? E tem o Departamento de Recursos Humanos… Ah! Esse é só despesa! Pra que tanto treinamento? Se não funciona mesmo!

Durante uma consultoria para uma empresa de Goiânia, sugeri para o empresário que desmontasse o departamento de vendas. Nooossa! Foi um escândalo. Então negociei que ele passasse de 50 vendedores para 10.

– Nem pensar! Disse ele.

– Mas, imagine quanto papel higiênico você vai economizar… E cafezinho? E a conta telefônica? E papel, e horas-extras do pessoal da administração para concertar as cag…? Respondi em tom de brincadeira, porque não se pode falar algumas verdades assim, na lata.

Aquele empresário, consciente das necessidades de uma organização mercantil, ouviu atentamente o meu discurso sobre a empresa vendedora. Um discurso, a meu ver, muito simples! Em qualquer organização, todos são vendedores. As vendas são o combustível de toda organização. Mesmo as ONGs, precisam das vendas, precisam divugar o seu produto. Mas isso não pode ficar num departamento isolado. Isso seria um câncer: um grupo de célular que exercem suas funções para satisfazer-se a si mesmas, individualmente, em detrimento do organismo.

Como resultado, implantamos um sistema de gestão de vendas, envolvendo toda a empresa. Ameaçamos uma redução no percentual da comissão de vendas, o que facilitou o expurgo de alguns parasitas, enxugando a máquina. Permaneceram os que realmente tinham afinidade com a organização. Pasmem! Com isso, aquela organização obteve um aumento de 27% nas vendas, no primeiro mês.

Não recomendo que todos façam o expurgo dessa maneira. Cada caso é um caso!

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E por falar em finados (data desta postagem), nós recebemos vários e-mails todas as semanas, de pessoas pedindo uma formulinha mágica para a gestão dos recursos humanos. Não existe fórmula mágica! Muitas vezes são estudantes de pedagogia, vilipendiados por seus orientadores de TCCs com seus questionários insossos, buscando não sabem o que. Da nossa parte, respondemos todos com consideração e respeito.

E para lembrar das coisas boas que os antepassados deixaram, nosso trabalho de consultoria serve ao desenvolvimento humano e profissional. É empírico, fenomenológico, sistêmico. Por isso atendemos pessoas, físicas e jurídicas, que desejam uma certa mudança. Quando nos procuram estão cansados da mesmidade, angustiados com o marasmo, desejosos de viver com prazer.

“Não é possível que a vida seja só isso!”

Preferimos o atendimento pessoal, mas, algumas vezes, atendemos ao “departamento de RH”, na posição de consultores, auxiliares, ajudantes para a sua competência, preparando calendário de atividades motivacionais e de integração, projetos de formação de mão-de-obra e educação continuada, etc… e para isso usamos Pedagogia.

Por isso “Pedagogia Empresarial

Não trabalhamos com pacotes prontos, porque cada um é cada um. [:-/] Por isso também trabalhamos com “homeopatia”. Calma, calma! Não, nós não ministramos medicamentos, nem aviamos receitas, mas sim, admiramos o conceito homeopático, similia similibus curantur.

A homeopatia compreende o mundo diferentemente tanto da medicina acadêmica como da medicina natural, formando a base espiritual para uma medicina realmente comprometida com Princípios de Vida. Trata de não combater um sintoma com seu contrário, mas sim de aliar-se ao sintoma e até mesmo apoiá-lo na sua tentativa de trazer cura ao doente. Como informação pura (acima da D23, não contém nada da substância original), o medicamento homeopático contribui para a cura quando o quadro do medicamento corresponde ao quadro de sintomas.

É nesse sentido que conduzimos o nosso trabalho de consultoria na Administração de Recursos Humanos, propondo não a extirpação dos vícios, mas a valorização das virtudes pré-existentes, similia similibus curantur, ministrando informação pura, conduzindo cada cliente, pelo seu próprio caminho, para encontrar a auto-realização, a via de acesso, a “veia do sucesso”.

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A ginástica laboral na prevenção de doenças ocupacionais vem sendo alvo de estudos e ganha terreno a partir do advento da era industrial, a acelerada incorporação das novas tecnologias de automação, associadas às novas
formas de organizar o trabalho e na medida em que as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) são evidenciados.

Também, a mudança do paradigma no setor de Benefícios com o intuito de diminuir os gastos com afastamentos previdenciários e/ou aposentadorias por doenças transformou a Perícia Médica num “caldeirão de pólvora”, diz o Dr. Cláudio Antonalia no seu livro “LER/DORT: Prejuízos sociais e fator multiplicador do custo Brasil” – 2a. ed. – São Paulo : LTr, 2008. ISBN 978-85-361-1215-2

Mas a prática pode levar muito além disso. A Profa. Maria Luiza Marins Holtz, no seu livrinho “Lições de Pedagogia Empresarial“, disponível gratuitamente na Internet em http://www.mh.etc.br/ebooks.html sugere atividades de recreação

Ação de “re-criar” o nosso equilíbrio emocional…

Propõe que se ofereça diariamente 60 a 90 minutos de prática de ATIVIDADES RECREATIVAS…

  • divididos em três períodos de 20 a 30 minutos…
  • com o auxílio de profissionais especializados…
  • porque o Pedagogo não é especialista em tudo.

E diz mais:

Há 3 Grupos de atividades re-criativas… que têm a força de recriar o nosso equilíbrio emocional e desenvolver a nossa PRODUTIVIDADE.

  • Atividades religiosas.
  • Atividades artísticas.
  • Atividades físicas.

ATIVIDADES RELIGIOSAS – 20 a 30 minutos

De preferência antes do expediente.

Atividades que (re-ligam) refazem a ligação do nosso pensamento com o Criador… Promovem tranquilidade, segurança e relacionamento agradável.

Sugestões…

  • Orações, cantadas ou faladas…
  • Pequenas cerimônias religiosas…
  • Leituras espirituais…

ATIVIDADES ARTÍSTICAS – 20 a 30 minutos

De preferência no intervalo das refeições.

Atividades que exaltam o O BELO… Promovem relaxamento, bem estar e estimulam o relacionamento humano agradável.

Sugestões…

  • Música – canto coral, conjunto instrumental…
  • Danças…
  • Artesanato em geral…

ATIVIDADES FÍSICAS – 20 a 30 minutos

De preferência no final do expediente.

Atividades que movimentam, exercitam, oxigenam todos os músculos do corpo e equilibram a circulação sanguínea… Promovem descontração, bem estar e estimulam o relacionamento humano agradável.

Sugestões…

  • Alongamentos, caminhadas…
  • Ginástica, musculação, aeróbica…
  • Esportes… Competições… Gincanas

Afortunadamente, a Yoga reúne os três grupos de atividades numa só.

Yoga (em sânscrito e páli: योग, IAST: yóga, AFI: [joːgə]) é um conceito que se refere às tradicionais disciplinas físicas e mentais originárias da Índia.

Os textos hindus que discutem aspectos da ioga incluem principalmente os Upanixades, o Bagavadguitá,o Hatha Yoga Pradipika e o texto mais importante de todos, o Yoga Sutra.

No Bagavadguitá:

“É dito que Yoga é equanimidade da mente”. (II, 48)

“Yoga é a excelência nas ações”. (II, 50)

No Yoga Sutra:

“Yoga é o recolhimento das atividades da mente” (I, 2)

Comentários de Vyasa aos Sutras de Patanjali:

“Yoga é Samadhi”. (I, 1)

Nos Upanixades:

“Não conhece doença, velhice nem sofrimento aquele que forja seu corpo no fogo do Yoga. Atividade, saúde, libertação dos condicionamentos, circunspecção, eloquência, cheiro agradável e pouca secreção, são os sinais pelos quais o Ioga manifesta seu poder.” Upanixade Shvetashvatara (II:12-13).

“A unidade da respiração, da consciência e dos sentidos, seguida pela aniquilação de todas as condições da existência: isso é o Yoga.” Upanixade Maitri, VI:25

“Quando os cinco sentidos e a mente estão parados, e a própria razão descansa em silêncio, então começa o caminho supremo. Essa firmeza calma dos sentidos chama-se Yoga. Mas deve-se estar atento, pois o Yoga vem e vai.” Upanixade Katha, VI

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ioga

  • Agradecemos especialmente à Dra. Sandra Campos Jordão, médica homeopata, acupunturista, musicoterapeuta e professora de Yoga.
  • Rua Saldanha da Gama, 287
  • 18035-130 Sorocaba (São Paulo)
  • Telefone : (15) 3232-0200
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Resultado de uma pesquisa, feita por um grupo de filósofos-teólogos cristãos recém-formados em uma Universidade de Teologia dos Estados Unidos.
A idéia da pesquisa surgiu, depois de profundos questionamentos e discussões sobre a injusta distribuição de renda no mundo, e se haveria algum falso julgamento com relação às condutas dos grandes milionários. Afinal teriam que acreditar em Mateus 7:1-2 e Mateus 7: 12
“Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a MEDIDA com que tiverdes medido vos medirão também”Mateus 7, 1-2
“Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os profetas.” Mateus 7, 12
Foi entrevistada grande parte dos donos das grandes fortunas duradouras da atualidade.(cerca de 5.000 pessoas) durante 1 ano de trabalho.
Como suas fortunas se originaram e como se deu a sua multiplicação?
Como pensam e agem esses milionários?
Qual a semelhança existente em todos?
Há conselhos para todas as pessoas que gostariam de entender o dinheiro?
O título da pesquisa, depois dos resultados ficou:
A MÍSTICA (o segredo) DO DINHEIRO
Este é um resumo das explicações dadas pelos empresários mais ricos dos Estados Unidos:
O dinheiro é muito mais do que apenas o símbolo de papel ou moeda.
Como meio de troca entre as pessoas do mundo inteiro, possui um indisfarçável poder próprio, e quando o segredo desse poder é identificado e posto em uso, ele se multiplica por vários meios.
Uma coisa é aprender o segredo do dinheiro. Outra coisa é usar o conhecimento deste “segredo”, de difícil compreensão. Aplicar e usar o conhecimento deste segredo é o único meio para você conquistar a verdadeira segurança e liberdade financeira simultaneamente.
O seguinte poema antigo expressa o “segredo” do dinheiro:
“Ouça, se você quiser um pouco mais”,
Dê metade disso para alguém
Sem poupar para o dia chuvoso!
Porque chover rima com sofrer
…e dar com respirar!”
Para tudo precisamos de dinheiro. Principalmente para trabalhar contra a existência dos necessitados, precisamos de dinheiro.
Não podemos fugir ao fato de que tudo está ligado a um bom resultado, àquilo que para a maioria das pessoas significa dinheiro ou segurança financeira. Precisamos da “energia verde” do dinheiro, para fazermos uma diferença no tempo e neste momento.
Há dinheiro suficiente para todos no Planeta Terra, se for manejado de maneira diferente, em vez de entesourado.
Nada há de negativo em ter dinheiro, apenas no modo como é usado por quem o possua.
Existem apenas 3 motivos pelos quais uma pessoa trabalha:
A conquista do pão de cada dia para as necessidades básicas à sobrevivência e à capacidade de continuar trabalhando para as necessidades básicas.
O desejo de se tornar imensamente rica ou famosa.
“Amar” o que faz. Porque o nosso trabalho deve ser uma labuta de Amor e se ele for inteiramente dedicado ao nosso sonho de ajudar a humanidade (objetivo humano do nosso trabalho), alcançamos realização interior e o ganho de muito dinheiro, como conseqüência natural de uma Lei Universal.
Vejam bem:
As pessoas do grupo 1 não tem certeza daquilo que querem. Dão prioridade a apenas a necessidade de sobrevivência.
As pessoas do grupo 2 acham, enganosamente, que possuem a fórmula de ganhar dinheiro e fama.
As pessoas dos dois grupos 1 e 2 possuem a mesma cegueira para a realidade do segredo do Dinheiro.
A Lei Universal relacionada ao dinheiro é misteriosamente contraditória. “Não é trabalhando arduamente que você ganhará muito dinheiro”.
Atenção. As imensas fortunas de todos os países sempre foram e serão construídas sobre o alicerce de um sonho, por homens que labutam com amor obcecados por um ideal humano que finalmente, inevitavelmente e milagrosamente, produz benefícios para a humanidade, ao mesmo tempo em que produz um fluxo interminável de dinheiro.
Tais fortunas incalculáveis foram, e continuam sendo feitas, por homens que pouco se importam com o “ganhar dinheiro”. Sua única preocupação é o ideal, o sonho, adicionado com o amor ao que faz, e não por obrigação. Então, o dinheiro materializa–se em quantidades espantosas e sempre crescentes, sob o que a Ciência da Metafísica chama de Lei Universal Magnética.
Então, a primeira regra desta Lei é:
-TRABALHAR COM AMOR. Insistir em seu sonho, até que ele o leve a uma labuta de amor ao que faz, sem esforço desgastante nem sofrimento.
Vejam bem:- Quando o Segredo do Dinheiro é ignorado, seja por ambição ou ignorância da Lei, o dinheiro vai diminuindo aos poucos, ou fica acumulado, em nível de estagnação, dentro daquele espírito “preciso poupar”, “preciso guardar”, produzindo todas as angústias que acompanham o medo da perda.
A Lei Universal que diz respeito ao dinheiro é simples, como são simples todas as grandes verdades. Infelizmente, simplicidade é justamente a qualidade que tanto dificulta o domínio da sabedoria pelos humanos.
De fato, o Segredo do Dinheiro é tão simples que você se esforçará muito para seguí-lo e praticar suas regras, experimentando muito sofrimento mental e emocional, até por fim escapar à garra mortífera do medo da perda, e vencê-lo.
Para que você se torne um alegre membro da “fraternidade” do Segredo do Dinheiro, você precisará, antes de iniciar tudo, seguir as seguintes regras fundamentais:
1º – PAGUE TODAS AS SUAS DÍVIDAS.
2º – Descubra qual o tipo de trabalho irá permitir-lhe labutar COM AMOR ao que faz. Ao seguir esta regra já estará ganhando dinheiro muito além das necessidades básicas.
3º – Comece a DOAR com alegria, corajosamente, sem o medo da perda.
4º – Cuide de todas as necessidades essenciais para viver dignamente com qualidade, primeiramente com a sua família, incluindo férias, descansos, viagens, flores, presentes para as pessoas amadas, etc…
5º – Doe a metade do que sobrou de seus ganhos através do trabalho com Amor, para o bem da comunidade, depois de atender as suas necessidades e da sua família, citadas acima.
6º – Solte o dinheiro. Solte-o. Doe ou “gaste-o” e ele continuará a aumentar. Lembre-se que quando “gastamos” o dinheiro em compras, presentes, passeios, etc… Estamos beneficiando todas as pessoas que participam da produção dos bens e serviços do país; – os trabalhadores, operários, artesãos, prestadores de serviços, etc..
7º – Não se concentre em acumular dinheiro ou investir afim de que dinheiro faça dinheiro. Investimentos em Bolsas de Valores, não satisfazem os requisitos do Segredo do Dinheiro, sobre a circulação da “Energia Verde” do Universo.
8º – Jamais empreste dinheiro a alguém. Doe. Ele voltará, e sempre multiplicado, não necessariamente ou sempre da mesma fonte que o recebeu. Raramente da pessoa a quem o doou. Ele retornará do próprio Universo, que é sincronizado às consonâncias da Lei do Doar. A parte doada, em conjunto com o ato de soltar o dinheiro, “gastando-o” livremente, é uma injeção vital exigida pela Lei Universal do Retorno para a continuação do fluxo e para a felicidade pessoal e familiar, que é a recompensa dessa atitude espiritual.
A LEI DO DOAR
A Lei do Doar alegremente é tão absolutamente simples, que você terá grande dificuldade de compreendê-la, de acreditar nela e de praticá-la.
Depois que você, aberta e livremente experimentar a Lei do Doar, não precisará mais de palavras convincentes, porque ela começará a fazer efeito.
Dentro de um período espantosamente breve, o dinheiro que você doou ‘loucamente”, “ingenuamente”, “perdulariamente”, não apenas retornará às suas mãos, como retornará em doses aumentadas, freqüentemente triplicadas ou quadruplicadas….. de uma forma e de uma fonte toda inesperada.
A Natureza inteira doa livremente, sol, ar, água, flores, frutos, arvores, animais, etc… No processo da existência, tudo depende do doar para existir.
O Segredo do Dinheiro é que a “energia verde” do dinheiro “viaja” em um círculo magnético no Planeta Terra. Deixando que o dinheiro se vá, ele seguirá esse círculo invisível de pura e poderosa energia, retornando infalivelmente a nós, multiplicado, fluindo através de nossa pessoa e refluindo em sua trilha circular, para retornar a voltar. Mais e mais continuamente , sem fim, nós nos tornamos o centro dessa energia, os catalisadores do seu fluxo – e ele nunca cessará de voltar às nossas mãos, cada vez em maior quantidade. “Ë a multiplicação dos pães e dos peixes”.
ATENÇÃO: – O dinheiro só cessará quando você cessar de doar. Acontecerá um “curto circuito” no círculo magnético.
Nunca podemos permitir que a soma temporariamente pequena, nos impeça de doar. Se tivermos apenas R$ 1.00, devemos doá-lo, “gastá-lo” ou soltá-lo; fazer que ele circule. Nossa pequena soma será temporária.
É difícil desfazer-se subitamente do dinheiro e descobrir o “milagre” de como obtermos riqueza. Talvez achemos que o conselho de desfazer-se, doar, “gastar” lançando o dinheiro de alguma forma, novamente para o Bem da humanidade ao nosso redor, seja uma maneira ridícula de obter dinheiro.
Só estaremos convencidos da verdade do Segredo do Dinheiro, tão logo experimentemos.
É maravilhoso e estimulante nos sincronizarmos, através da DOAÇÃO, com a harmonia do Universo, que pulsa a nossa volta.
Há um sentimento de muita alegria e gratidão quando nos libertamos das correntes que nos prendem ao papel chamado dinheiro, quando compreendemos que a maneira mais segura e rápida de consegui-lo é doando-o. Isto é liberdade! Percepção arrebatadora – uma sabedoria – de que não mais estamos atados à desesperada necessidade de “temer” ou “adorar” o dinheiro. Ficaremos agradavelmente chocados ao perceber que aquilo é apenas papel que simboliza doação.
Precisamos experimentar e arriscar. Seguindo a Lei do Segredo do Dinheiro veremos as mudanças ocorridas dentro do nosso próprio “eu”, que imaginávamos conhecer.
Está provado que as pessoas muito ricas, sempre doaram e continuam doando, e, no entanto seu acúmulo de dinheiro nunca cessa. Basta pôr a “energia verde” do dinheiro, de volta ao Universo de onde proveio.
O motivo para doar, importa, ao progresso do coração e do espírito. Entretanto, o motivo não afeta a ação de bumerangue da rota circular e retorno multiplicador do dinheiro.
O próprio ato de deixar o dinheiro ir-se, cria uma energia tão intensa, que neutraliza os motivos, voltando-se para o Bem.
Compete a nós penetrarmos o Mistério, o Segredo do Dinheiro.
DESCUBRA QUAL É A SUA LABUTA DE AMOR PESSOAL, E, EM POUCO TEMPO INICIARÁ SEU PRÓPRIO CÍRCULO MAGNÉTICO DE DOAR.
PORQUE, AMOR É DOAÇÃO.

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Resultado de uma pesquisa, feita por um grupo de filósofos-teólogos cristãos recém-formados em uma Universidade de Teologia dos Estados Unidos.

A idéia da pesquisa surgiu, depois de profundos questionamentos e discussões sobre a injusta distribuição de renda no mundo, e se haveria algum falso julgamento com relação às condutas dos grandes milionários. Afinal teriam que acreditar em Mateus 7:1-2 e Mateus 7: 12

“Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a MEDIDA com que tiverdes medido vos medirão também”Mateus 7, 1-2

“Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os profetas.” Mateus 7, 12

Foi entrevistada grande parte dos donos das grandes fortunas duradouras da atualidade.(cerca de 5.000 pessoas) durante 1 ano de trabalho.

  • Como suas fortunas se originaram e como se deu a sua multiplicação?
  • Como pensam e agem esses milionários?
  • Qual a semelhança existente em todos?
  • Há conselhos para todas as pessoas que gostariam de entender o dinheiro?

O título da pesquisa, depois dos resultados ficou:

A MÍSTICA (o segredo) DO DINHEIRO

Este é um resumo das explicações dadas pelos empresários mais ricos dos Estados Unidos:

  • O dinheiro é muito mais do que apenas o símbolo de papel ou moeda.
  • Como meio de troca entre as pessoas do mundo inteiro, possui um indisfarçável poder próprio, e quando o segredo desse poder é identificado e posto em uso, ele se multiplica por vários meios.

Uma coisa é aprender o segredo do dinheiro. Outra coisa é usar o conhecimento deste “segredo”, de difícil compreensão. Aplicar e usar o conhecimento deste segredo é o único meio para você conquistar a verdadeira segurança e liberdade financeira simultaneamente.

O seguinte poema antigo expressa o “segredo” do dinheiro:

“Ouça, se você quiser um pouco mais,

Dê metade disso para alguém

Sem poupar para o dia chuvoso!

Porque chover rima com sofrer

…e dar com respirar!”

Para tudo precisamos de dinheiro. Principalmente para trabalhar contra a existência dos necessitados, precisamos de dinheiro.

Não podemos fugir ao fato de que tudo está ligado a um bom resultado, àquilo que para a maioria das pessoas significa dinheiro ou segurança financeira. Precisamos da “energia verde” do dinheiro, para fazermos uma diferença no tempo e neste momento.

Há dinheiro suficiente para todos no Planeta Terra, se for manejado de maneira diferente, em vez de entesourado.

Nada há de negativo em ter dinheiro, apenas no modo como é usado por quem o possua.

Existem apenas 3 motivos pelos quais uma pessoa trabalha:

  1. A conquista do pão de cada dia para as necessidades básicas à sobrevivência e à capacidade de continuar trabalhando para as necessidades básicas.
  2. O desejo de se tornar imensamente rica ou famosa.
  3. “Amar” o que faz. Porque o nosso trabalho deve ser uma labuta de Amor e se ele for inteiramente dedicado ao nosso sonho de ajudar a humanidade (objetivo humano do nosso trabalho), alcançamos realização interior e o ganho de muito dinheiro, como conseqüência natural de uma Lei Universal.

Vejam bem:

As pessoas do grupo 1 não tem certeza daquilo que querem. Dão prioridade a apenas a necessidade de sobrevivência.

As pessoas do grupo 2 acham, enganosamente, que possuem a fórmula de ganhar dinheiro e fama.

As pessoas dos dois grupos 1 e 2 possuem a mesma cegueira para a realidade do segredo do Dinheiro.

A Lei Universal relacionada ao dinheiro é misteriosamente contraditória. “Não é trabalhando arduamente que você ganhará muito dinheiro”.

Atenção. As imensas fortunas de todos os países sempre foram e serão construídas sobre o alicerce de um sonho, por homens que labutam com amor obcecados por um ideal humano que finalmente, inevitavelmente e milagrosamente, produz benefícios para a humanidade, ao mesmo tempo em que produz um fluxo interminável de dinheiro.

Tais fortunas incalculáveis foram, e continuam sendo feitas, por homens que pouco se importam com o “ganhar dinheiro”. Sua única preocupação é o ideal, o sonho, adicionado com o amor ao que faz, e não por obrigação. Então, o dinheiro materializa–se em quantidades espantosas e sempre crescentes, sob o que a Ciência da Metafísica chama de Lei Universal Magnética.

Então, a primeira regra desta Lei é:

TRABALHAR COM AMOR. Insistir em seu sonho, até que ele o leve a uma labuta de amor ao que faz, sem esforço desgastante nem sofrimento.

Vejam bem:- Quando o Segredo do Dinheiro é ignorado, seja por ambição ou ignorância da Lei, o dinheiro vai diminuindo aos poucos, ou fica acumulado, em nível de estagnação, dentro daquele espírito “preciso poupar”, “preciso guardar”, produzindo todas as angústias que acompanham o medo da perda.

A Lei Universal que diz respeito ao dinheiro é simples, como são simples todas as grandes verdades. Infelizmente, simplicidade é justamente a qualidade que tanto dificulta o domínio da sabedoria pelos humanos.

De fato, o Segredo do Dinheiro é tão simples que você se esforçará muito para seguí-lo e praticar suas regras, experimentando muito sofrimento mental e emocional, até por fim escapar à garra mortífera do medo da perda, e vencê-lo.

Para que você se torne um alegre membro da “fraternidade” do Segredo do Dinheiro, você precisará, antes de iniciar tudo, seguir as seguintes regras fundamentais:

  1. PAGUE TODAS AS SUAS DÍVIDAS.
  2. Descubra qual o tipo de trabalho irá permitir-lhe labutar COM AMOR ao que faz. Ao seguir esta regra já estará ganhando dinheiro muito além das necessidades básicas.
  3. Comece a DOAR com alegria, corajosamente, sem o medo da perda.
  4. Cuide de todas as necessidades essenciais para viver dignamente com qualidade, primeiramente com a sua família, incluindo férias, descansos, viagens, flores, presentes para as pessoas amadas, etc…
  5. Doe a metade do que sobrou de seus ganhos através do trabalho com Amor, para o bem da comunidade, depois de atender as suas necessidades e da sua família, citadas acima.
  6. Solte o dinheiro. Solte-o. Doe ou “gaste-o” e ele continuará a aumentar. Lembre-se que quando “gastamos” o dinheiro em compras, presentes, passeios, etc… Estamos beneficiando todas as pessoas que participam da produção dos bens e serviços do país; – os trabalhadores, operários, artesãos, prestadores de serviços, etc..
  7. Não se concentre em acumular dinheiro ou investir afim de que dinheiro faça dinheiro. Investimentos em Bolsas de Valores, não satisfazem os requisitos do Segredo do Dinheiro, sobre a circulação da “Energia Verde” do Universo.
  8. Jamais empreste dinheiro a alguém. Doe. Ele voltará, e sempre multiplicado, não necessariamente ou sempre da mesma fonte que o recebeu. Raramente da pessoa a quem o doou. Ele retornará do próprio Universo, que é sincronizado às consonâncias da Lei do Doar. A parte doada, em conjunto com o ato de soltar o dinheiro, “gastando-o” livremente, é uma injeção vital exigida pela Lei Universal do Retorno para a continuação do fluxo e para a felicidade pessoal e familiar, que é a recompensa dessa atitude espiritual.

A LEI DO DOAR

A Lei do Doar alegremente é tão absolutamente simples, que você terá grande dificuldade de compreendê-la, de acreditar nela e de praticá-la.

Depois que você, aberta e livremente experimentar a Lei do Doar, não precisará mais de palavras convincentes, porque ela começará a fazer efeito.

Dentro de um período espantosamente breve, o dinheiro que você doou ‘loucamente”, “ingenuamente”, “perdulariamente”, não apenas retornará às suas mãos, como retornará em doses aumentadas, freqüentemente triplicadas ou quadruplicadas….. de uma forma e de uma fonte toda inesperada.

A Natureza inteira doa livremente, sol, ar, água, flores, frutos, arvores, animais, etc… No processo da existência, tudo depende do doar para existir.

O Segredo do Dinheiro é que a “energia verde” do dinheiro “viaja” em um círculo magnético no Planeta Terra. Deixando que o dinheiro se vá, ele seguirá esse círculo invisível de pura e poderosa energia, retornando infalivelmente a nós, multiplicado, fluindo através de nossa pessoa e refluindo em sua trilha circular, para retornar a voltar. Mais e mais continuamente , sem fim, nós nos tornamos o centro dessa energia, os catalisadores do seu fluxo – e ele nunca cessará de voltar às nossas mãos, cada vez em maior quantidade. “Ë a multiplicação dos pães e dos peixes”.

ATENÇÃO: – O dinheiro só cessará quando você cessar de doar. Acontecerá um “curto circuito” no círculo magnético.

Nunca podemos permitir que a soma temporariamente pequena, nos impeça de doar. Se tivermos apenas R$ 1.00, devemos doá-lo, “gastá-lo” ou soltá-lo; fazer que ele circule. Nossa pequena soma será temporária.

É difícil desfazer-se subitamente do dinheiro e descobrir o “milagre” de como obtermos riqueza. Talvez achemos que o conselho de desfazer-se, doar, “gastar” lançando o dinheiro de alguma forma, novamente para o Bem da humanidade ao nosso redor, seja uma maneira ridícula de obter dinheiro.

Só estaremos convencidos da verdade do Segredo do Dinheiro, tão logo experimentemos.

É maravilhoso e estimulante nos sincronizarmos, através da DOAÇÃO, com a harmonia do Universo, que pulsa a nossa volta.

Há um sentimento de muita alegria e gratidão quando nos libertamos das correntes que nos prendem ao papel chamado dinheiro, quando compreendemos que a maneira mais segura e rápida de consegui-lo é doando-o. Isto é liberdade! Percepção arrebatadora – uma sabedoria – de que não mais estamos atados à desesperada necessidade de “temer” ou “adorar” o dinheiro. Ficaremos agradavelmente chocados ao perceber que aquilo é apenas papel que simboliza doação.

Precisamos experimentar e arriscar. Seguindo a Lei do Segredo do Dinheiro veremos as mudanças ocorridas dentro do nosso próprio “eu”, que imaginávamos conhecer.

Está provado que as pessoas muito ricas, sempre doaram e continuam doando, e, no entanto seu acúmulo de dinheiro nunca cessa. Basta pôr a “energia verde” do dinheiro, de volta ao Universo de onde proveio.

O motivo para doar, importa, ao progresso do coração e do espírito. Entretanto, o motivo não afeta a ação de bumerangue da rota circular e retorno multiplicador do dinheiro.

O próprio ato de deixar o dinheiro ir-se, cria uma energia tão intensa, que neutraliza os motivos, voltando-se para o Bem.

Compete a nós penetrarmos o Mistério, o Segredo do Dinheiro.

DESCUBRA QUAL É A SUA LABUTA DE AMOR PESSOAL, E, EM POUCO TEMPO INICIARÁ SEU PRÓPRIO CÍRCULO MAGNÉTICO DE DOAR.

PORQUE, AMOR É DOAÇÃO.

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Um dos sócio no projeto “O sequestro do rolo sagrado“, um capitalista, investidor, dono de uma empresa de representação, me procurou no escritório e começou com essa frase: “Vim porque me disseram que você tem uma consultoria diferente, e preciso de ajuda na minha empresa.

Sim, é diferente porque acredito que o que não nasce do espírito não tem existência real. Sem fanatismo, hein! Considero o que disse o apóstolo:

Romanos8:26 Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexplicáveis.

O procedimento que elegi é simples,  nem por isso fácil!

Hellinger, para um grupo:

Existe uma idéia bastante difundida de que, quando alguém faz uma formação como psicoterapeuta, assistente social ou professor sente que foi chamado, que tem o direito e também que precisa ser capaz de interfeir nos destinos e mudar o decurso da vida, e, na verdade, segundo a sua própria idéia.

… Quando se renuncia a essa idéia, pode-se viver bem tranquilo. [1]

Não quero interferir no destino de ninguém segundo a minha idéia própria. Por isso, começo o meu trabalho com uma consulta, no meu consultório, quando procuro ver qual é a ordem daquela alma. Ponho meu olhar no consulente e, relaxando, baixo o nível cerebral (sem fanatismo, hein!), e me pergunto: “Qual é a demanda?” Quando consigo permanecer despido de qualquer intenção, o consulente me mostra por onde começar. Se percebo em mim qualquer intenção de ajuda, mudo de assunto, para algo efêmero, até que consiga me concentrar novamente no vazio, na possibilidade que alimenta o Espírito e preencheria aquela Alma.

Dessa conversa surge uma pequena lista de tarefas, lições de casa, que o cliente deverá cumprir antes do retorno, que ocorre entre 15 e 30 dias depois da consulta. Dependendo do resultado, ou seja, do cumprimento da lição de casa, o cliente poderá seguir sozinho dali por diante, ou, em alguns casos, encaminhado para “cirurgia”, ou seja, demanda um projeto formal de  planejamento estratégico, de desenvolvimento organizacional, de sistema de gestão, assessoria, etc… Porque é preciso fazer a ligação do imaterial com o material, abrir um canal de manifestação da idéia perfeita, nesta dimensão imperfeita.

Salmos115:1 Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória, por amor de vossa misericórdia e fidelidade.

O ideal é que o cliente não precise de intervenção. Quando existe a necessidade de uma intervenção, preparo um plano de ação de três meses. Não adianta permanecer mais tempo com o cliente. Se em três meses, não houver sinal de mudança no sentido da demanda do cliente (não do consultor), ele não quer mudança. É hora de deixá-lo à sua própria sorte. E se houver sim qualquer mudança, o cliente já é capaz de seguir pelas próprias pernas e não precisa mais de intervenção. É hora de deixá-lo à sua própria sorte.

[1] HELLINGER, Bert. Ordens da ajuda; tradução de Tsuyuko Jinno-Spelter — Patos de Minas: Atman, 2005 – ISBN 978-85-98540-19-1

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Descrição
REDE GESITI.
*** Criada em 18 FEV/08 ***
GESITI: “GEstão dos SIstemas e Tecnologias de Informação em Organizações”
# – A Rede GESITI abrange o estudo inter e multidisciplinar dos Sistemas e Tecnologias de Informação e os aspectos humanos relacionados com o entendimento de como as pessoas procuram, obtém, avaliam, compartilham, classificam e fazem uso da informação.
ENFASE Atual (mas aberto): ASPECTOS SOCIOTÉCNICOS DAS TI
OBJETO DA LISTA:
promover o “encontro” de pesquisadores, educadores, empresários e gerentes de instituições públicas e privadas, visando proporcionar a troca de experiências e o debate sobre trabalhos prospectivos que possam indicar as tendências da área.
As discussões da Rede GESITI são editadas e lançadas no Jornal GESITI o qual você pode repassar via digital ou imprimir. Confira!
PÚBLICO ALVO:
Empresários, consultores e profissionais vinculados à Gestão de Organizações, profissionais de TI e Informática, professores, pesquisadores e outros interessados no tema.
# – Quer participar e inserir os seus pensamentos/insights para o Jornal GESITI? Contate: GESITI@cti.gov.br ou GESITIs-owner@yahoogrupos.com.br
# – Quer se associar? http://br.groups.yahoo.com/group/GESITIs/join
* – Projeto GESITI. Registrado no SIGTEC/CTI(2003)-www.cti.gov.br;
* – O Workshop GESITI (última edição realizada em 2007:
http://www.cti.gov.br/noticiaseeventos/2007/gesiti/index_gesiti.htm).

GESITI_reduzido

GESITI: “GEstão dos SIstemas e Tecnologias de Informação em Organizações”

*** Criada em 18 FEV/08 ***

A Rede GESITI abrange o estudo inter e multidisciplinar dos Sistemas e Tecnologias de Informação e os aspectos humanos relacionados com o entendimento de como as pessoas procuram, obtém, avaliam, compartilham, classificam e fazem uso da informação.

ENFASE Atual (mas aberto): ASPECTOS SOCIOTÉCNICOS DAS TI

OBJETO DA LISTA: promover o “encontro” de pesquisadores, educadores, empresários e gerentes de instituições públicas e privadas, visando proporcionar a troca de experiências e o debate sobre trabalhos prospectivos que possam indicar as tendências da área.

As discussões da Rede GESITI são editadas e lançadas no Jornal GESITI o qual você pode repassar via digital ou imprimir. Confira!

PÚBLICO ALVO: Empresários, consultores e profissionais vinculados à Gestão de Organizações, profissionais de TI e Informática, professores, pesquisadores e outros interessados no tema.

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Educação a Distância

Minha amiga Mariangela Monezi, consultora há mais de vinte anos em Direito Societário, escreveu um artigo muito interessante:

Há cerca de dois mil anos os recrutamentos e seleções eram muito mais rígidos que hoje em dia.

Na porta de entrada do Instituto de Pitágoras lia-se.

Profanos, afastai-vos!

Um criterioso processo de seleção vetava muitos dos candidatos à escola. Pitágoras era extremamente difícil na admissão dos noviços, dizendo que

nem toda a madeira serve para esculpir um Mercúrio.”

Os jovens que queriam entrar na associação deveriam passar primeiro por um período de provas. Permitia-se, no começo, a entrada no ginásio pitagórico, onde se entregavam aos jogos próprios da sua idade.

O recém-chegado era convidado a tomar parte na conversação dos noviços, como se ele fosse já um dos seus. Animado, o pretendente mostrava depressa e abertamente a sua verdadeira maneira de ser.

Durante esse tempo, os mestres observavam-no de perto, sem o reprimirem. Pitágoras vinha de imprevisto estudar-lhe os gestos e as palavras, atentando particularmente ao modo de caminhar e de rir dos moços. O riso, dizia ele, manifesta o caráter por uma maneira indubitável, e não há dissimulação possível que embeleze o riso do mau. Fizera da fisionomia humana um estudo tão profundo que, por ela, desvendava o fundo das almas.

Passados alguns meses, vinham as provas decisivas, que lembravam as da iniciação egípcia, porém suavizadas e adaptadas à natureza grega. Aqueles que fossem aprovados, iam para a prova moral. Sem preparação prévia, trancava-se o candidato em uma cela triste e nua. Deixavam-lhe uma ardósia e ordenavam-lhe que descobrisse o sentido de um dos símbolos pitagóricos.

O neófito passava doze horas encerrado na cela com a sua ardósia e o seu problema, sem outra companhia mais que um jarro com água e pão seco. Depois, conduziam-no a uma sala, à presença de todos os noviços que, nessa circunstância, tinham ordem de escarnecerem sem piedade o infeliz. Era nesse momento que o mestre observava com uma atenção profunda a atitude e a fisionomia do candidato.

Irritado pela troça, machucado pelos sarcasmos, humilhado por não ter podido decifrar o enigma incompreensível, deveria fazer um esforço enorme para se subjugar. Alguns choravam de raiva; outros respondiam por palavras cínicas; outros, fora de si mesmos, partiam com furor a ardósia, cobrindo de injúrias a escola e o mestre.

Pitágoras aparecia então e dizia, cheio de calma, ao moço, que tendo ele suportado tão mal a prova do amor-próprio, lhe pedia para não voltar mais a uma escola, de que fazia uma opinião tão má, e na qual a amizade e o respeito do mestre deveriam constituir virtudes elementares. O candidato expulso retirava-se envergonhado, tornando-se por vezes um inimigo irredutível da ordem.

Aqueles que, pelo contrário, suportavam os ataques com firmeza, que respondiam às provocações por meio de reflexões justas e espirituosas, e declaravam que estariam prontos a recomeçarem cem vezes a prova, para obterem uma única parcela da sabedoria, eram solenemente admitidos ao noviciado recebendo felicitações entusiastas por parte dos seus novos condiscípulos. Só então começava o noviciado chamado “preparação”, que durava, no mínimo, dois anos, podendo prolongar-se até cinco.

Os noviços, ou “ouvintes” eram submetidos à regra absoluta do silencio, durante o tempo das lições: não tinham o direito de fazer uma única objeção aos seus mestres, ou de discutirem os seus ensinamentos. Deveriam recebê-los com respeito, e meditar longamente sobre eles depois, consigo mesmos.

Pitágoras acreditava que exercitar alguém na dialética e no raciocínio, antes de lhe dar o sentido da vida, só serviria para produzir cabeças ocas e sofistas pretensiosos. O que ele ambicionava desenvolver, antes de tudo, nos seus discípulos, era a faculdade primordial e superior do homem: a intuição.

Pitágoras dizia que para atingir a suprema sabedoria, era preciso amá-la, e aqueles que fossem amantes do saber, seriam filósofos. E neste caso, não basta apenas especular, pensar sobre a verdade. Tem de estar conectado com ela através do coração. A busca não pode ser apenas intelectual; ela tem de ser profundamente intuitiva, tem de alcançar o próprio centro do seu ser.

A passagem para o próximo grau, da “purificação”, era um dia feliz, um dia de ouro. Era quando Pitágoras recebia o noviço na sua moradia, consagrando-o solenemente como seu discípulo. Começava por entrar em relações diretas com o mestre, penetrava no interior da sua habitação, reservada unicamente aos seus fiéis. Essa relação consistia em iniciá-lo nos conhecimentos esotéricos mais profundos.

Pitágoras estabeleceu no seu Instituto uma seção para mulheres. As mulheres por ele iniciadas recebiam os princípios supremos da sua função – dando a elas a consciência do seu papel no mundo. Mostrava que o homem, pela sua vontade criadora, é capaz de fecundar a alma feminina, de a transformar pelo ideal divino. E esse ideal a mulher lhe devolve multiplicado nos seus pensamentos vibrantes, nas suas sensações sutis, nas suas adivinhações profundas: ela lhe devolve à sua imagem, transfigurada pelo entusiasmo, quer dizer, ela “torna-se” o seu ideal, porque o “realiza” na sua própria alma.

Os graus seguintes faziam parte da Grande Iniciação, da Suprema Instrução. Eram para aqueles que já tinham a visão do alto. Para esses, Pitágoras pregava os mais altos e belos ideais de aperfeiçoamento humano e espiritual. Era quando, então, o mestre gostava de dar as suas aulas longe do dia profano e indiscreto. Preferia a noite, à beira do mar, nos terraços do templo de Ceres, sob as longínquas luzes da Via Láctea.

Assim, o Instituto Pitagórico, sediado na Magna Grécia (Itália), em Crotona, tornou-se, ao mesmo tempo, uma academia de ciência, um colégio de educação e uma pequena cidade-modelo, sob o governo de um grande iniciado. O seu fim não era, simplesmente, o de ensinar a doutrina esotérica a um circulo de discípulos escolhidos, mas ainda o de aplicar os seus princípios à educação da mocidade e à vida do Estado.

Pitágoras dizia:

Educai as crianças e não será preciso punir os homens.

Seu objetivo era fundar uma escola de ciência e de vida, donde sairiam não políticos e sofistas, mas sim homens e mulheres iniciados, verdadeiras mães e puros heróis! Pitágoras partia dos sentimentos naturais, dos deveres primários do homem ao entrar na vida, mostrava-lhes a sua relação com as leis universais. Logo de início, procurava incutir no espírito dos jovens o amor pela família. Louvava a amizade. Ele dizia que “o amigo é um outro nós-mesmos. É necessário honrá-lo como a um deus”.

As energias individuais eram despertadas, a moral tornava-se viva e poética, a disciplina aceita com amor deixava de ser um constrangimento, tornando-se propriamente a afirmação de uma individualidade. Ele pretendia que a obediência fosse um assentimento. O ensino moral preparava o ensino filosófico, pois as relações que se estabeleciam entre os deveres sociais e a harmonia do Cosmos faziam pressentir uma lei maior. Era nessa lei que residia o princípio dos mistérios, da doutrina oculta e de toda a filosofia. O espírito do educando habituava-se, assim, a encontrar sob a realidade visível o cunho de uma ordem invisível. É como o inseto alado, agora verme da terra, logo borboleta celeste. Quantas vezes têm ela sido crisálida e quantas mariposa? Não o saberá nunca; porém, sente que tem asas!

Pitágoras representa, pois, o adepto de primeira ordem. Uma grande época tem sempre na sua origem um grande inspirador; e os seus discípulos e os discípulos daqueles formam a cadeia magnética que propagam o seu pensamento. A ordem subsistiu durante muitos anos e quanto às idéias do mestre, essas vivem ainda em nossos dias, pois a escola pitagórica conheceu a realização interna e viva da Verdade – pela fecundidade do exemplo!

Educação a Distância

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Enquanto isso os problemas continuam sem solução…

Temos a tendência inconsciente a nos defender da culpa culpando os outros. Também a tensão da culpa é mais suportável se encontrarmos colegas também culpados. Assumir responsabilidade parece uma virtude sobre humana.

Enquanto isso os problemas continuam sem solução…

A Bíblia registra essa tendência tão humana. Em Gênesis, 3, lemos que, quando o Senhor indagou Adão do motivo da sua desobediência, ele (Adão) imediatamente culpou “a mulher que me deste por companheira”, tentando assim, jogar a responsabilidade sobre outra pessoa, e mais sutilmente sobre Aquele que lhe presenteou a companheira. Eva, por sua vez, diante da mesma pergunta, apontou a serpente – que não apontou para mais ninguém, talvez por não ter dedo…

Enquanto isso os problemas continuam sem solução…

Cada vez que surge um problema na organização, há uma tendência espontânea a procurar culpados. Esta atitude de “crítica moralizante” provoca as tensões angustiantes contra as quais os candidatos à culpa se defendem normalmente:

  • através do raciocínio ou racionalizações, 
  • “viva a burocrática” (atrás dos regulamentos), 
  • dependência da autoridade (ninguém toma iniciativa por medo de levar a culpa), 
  • procura de bode expiatório (o mais fraco leva a culpa), 
  • hostilidade e agressões, 
  • fuga em outro emprego ou atividade de refúgio. 

Enquanto isso os problemas continuam sem solução…

Dentro de um ambiente de culpa, só se encontram pessoas tensas e que se defendem. 

Enquanto isso os problemas continuam sem solução…

Dentro de um ambiente de produtivo é possível encontrar soluções para os problemas administrativos com o mínimo de tensões negativas. Será que poderíamos dizer “soluções autossustentáveis, com o reaproveitamento da energia humana”?

Só num ambiente aberto, onde imperam críticas construtivas, em que se procura resolver o problema e não encontrar e se regozijar na culpa e no pseudo-poder da “crítica moralizante”, em que os próprios interessados promovem soluções, aprendendo com os erros (grandes mestres), é que se poderá evoluir. 

Isto exige evolução da própria humanidade que, embora tenha desenvolvido em certas áreas este espírito de autocrítica construtiva, na sua maior parte ainda está mergulhada nas trevas do  Universo Mórbido da Culpa.

Baseado em trecho do livro “Relações humanas na família e no trabalho“, Pierre Weil, 30a. edição, Vozes, Petrópolis, RJ, 1976. 

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Projeto Cliente

Uma metodologia simples para aumentar vendas, surpreender e encantar clientes.

Luiz Marins

Lançamento do Livro, 05 de junho, 6a. feira, 19 horas, Livraria Cultura, Conjunto Nacional, Av. Paulista, esquina com Rua Augusta

Editora Harbra

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São Paulo, 24 de abril de 2009.

À

Ilma. Sra.

MARIA LUIZA MARINS HOLTZ

DD. DIRETORA DA MARINS HOLTZ ASSESSORIA EMPRESARIAL

Sorocaba – SP.

O INSTITUTO CULTURAL DA FRATERNIDADE UNIVERSAL tem a satisfação de comunicar que a MARINS HOLTZ foi selecionada para receber este valioso Prêmio em reconhecimento ao trabalho desenvolvido em seu segmento, pautado na ética e competência, demonstrando a sua capacidade de empreender, contribuindo decisivamente para o crescimento e desenvolvimento do nosso País.

(…)

FORMA DE SELEÇÃO

Pesquisa multisetorial realizada por conceituados Institutos, considerando o destaque em seus segmentos de atuação, responsabilidade social, capacidade de empreender, avaliando a excelência e qualidade de seus produtos e serviços, atestando a credibilidade da premiação.

SÓ OS MELHORES SÃO LEMBRADOS. 

(…)

Engº. Valdeci de Oliveira – Diretor Executivo

E-mail: icfubr@yahoo.com.br Site: www.icfu.com.br

Sede: Av. Prestes Maia, 241 – 28º andar – conj. 2818 – Centro  - CEP. 01031-001 – São Paulo – SP

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As metástases do câncer e as filiais das empresas tem objetivos análogos: elas se esforçam para colocar o máximo possível de seu próprio programa sem dar a menor chance às forças locais.

Podemos ver o mesmo modelo do câncer no mapa-mundi de um escritório empresarial: um círculo vermelho no meio aponta a localização da empresa matriz, que se infiltra nas regiões circundantes com pequenas filiais marcadas também em vermelho, porém menores. Estas metástases diminuem em número na periferia. Alguns países ainda estão livres, enquanto em outros há grandes colônias. Esta imagem é semelhante às imagens de um corpo tomado pelo câncer, obtidas por procedimentos de diagnóstico tais como a cintilografia.

No âmbito econômico, os representantes da atitude correspondente são aplaudidos desde o início, já que o câncer evidencia a atitude que faz o êxito empresarial. O empreendedor típico da primeira fase do capitalismo ultrapassa as fronteiras estabelecidas e ataca a concorrência sem compaixão, expulsando-a da área, já que com o poder de seus cotovelos pressiona-a contra a parede e a tira do negócio, mina o seu terreno ou pelo menos se infiltra em seus mercados. Em lugar de metástases, sucursais, “filie” tornam-se aqui filiais, empresas afiliadas são fundadas. No princípio a matriz, como o tumor correspondente, cresce para além de si mesma, então ela se infiltra na vizinhança para finalmente tornar-se ativa por todo o país e, idealmente, no mundo todo. Estar presente em toda parte e ter tudo sob controle. Este é o comportamento tradicional das grandes empresas.

O crescimento das grande cidades modernas também oferece uma imagem explícita de ânsia de expansão de tipo canceromorfo. As fotos tiradas por satélites mostram como elas devoram e ulceram a paisagem circundante. Tal como um tumor canceroso, elas confiam no crescimento desalojador e infiltrante, enquanto ao mesmo tempo emissários isolados são enviados sob a forma de cidades-satélites, cidades-dormitórios, zonas industriais e outras atividades metrastáticas.

Quando se considera a Terra como um todo um todo, a maneira como por toda parte ela é cancerigenamente devorada, saqueada impiedosamente e privada de sua capacidade de reação, a imagem correspondente àquela de um corpo que sucumbiu ao câncer. Quanto à avaliação do estágio em que ela se encontra, se ainda pode lutar para defender-se ou se já está em estado terminal, os economistas, biólogos, teólogos e outros “istas” e “ólogos” não chegaram a um acordo. O correspondente estado de resignação do corpo frente à energia vital juvenil do câncer chama-se caquexia (enfraquecimento geral das funções vitais). Ele se entrega à consumação, demonstrando em sua atitude de entrega que está aberto para passar ao outro mundo. Como a nossa Terra continua tentando regenerar-se e se defender energicamente do pululante gênero humano, ainda há esperança.

Mas não somente os princípios de nossa maneira de pensar no que se refere à Terra assemelham-se àqueles da célula cancerígena, nós compartilhamos também um lapso decisivo, ou seja, não medimos consequências de nosso comportamento: a morte de todo o organismo implica inevitavelmente na morte de todas as suas células, inclusive as células do câncer.

(…) O crescimento degenerado e caótico em todas as direções mostra o perigo, que o progresso sem objetivo termina na morte.

(…) Este, entretanto, é o ponto final, ou melhor, o ponto do meio, que somente pode ser aberto pelo amor.

Baseado em:

A doença como linguagem da alma : os sintomas como oportunidade de desenvolvimento / Rüdiger Dahlke ; tradução Dante Pignatari. São Paulo, Cultrix, 2007.

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Nos sítios industrializados (país é um conceito abstrato em extinção), nosso relativo alto padrão de vida nos poupa de refletir sobre a dimensão existencial de nosas vidas. A maioria dos conflitos desenvolve-se em um caminho destrutivo porque as pessoas não são capazes de (ou não querem) assumir responsabilidades por sí próprias. Apenas a perspectiva da morte traz tais pensamentos.

Não coincidentemente, doenças sérias ou fatais estão entre as fontes mais poderosas de mudança, inspirando-nos a desafiar nossa própria boa criação. Confrontados com a morte, muitos de nós alteram, num instante, todos os nossos preconceitos elementares. Deixamos de ser extrinsecamente para ser intrinsecamente controlados.

Eu estimo que para cada cem adultos, vinte e quarenta anos de idade, talvez dois ou três sejam capazes de assumir resonsabilidade por suas próprias vidas. Tradicionalmente, a criação e as teorias educacionais enfatizam a responsabilidade social e nem citam a responsabilidade pessoal.

Quando as crianças são criadas para serem conscientes sobre sua responsabilidade social, elas frequentemente tornam-se socialmente responsáveis. De fato, muitas delas tornam-se até superresponsáveis. Ocorre que essas pessoas socialmente superdesenvolvidas, muitas vezes tem falta de responsabilidade pessoal. Por outro lado, quando as crianças são criadas para desenvolve sua responsabilidade pessoal, natural, elas também tendem a se tornar altamente responsáveis socialmente como parte do processo.

Esse fenômeno contradiz a crença de que a natureza egocêntrica da criança deve ser reprimida em consideração à comunidade. Também contradiz a crença daqueles que assumem que é necessário comprometer a integridade de uma pessoa para que ela seja de valor para a sua comunidade.

Redescobrimos, graças a Deus, o estreito relacionamento entre responsabilidade social e responsabilidade pessoal.

Talvez ainda haja tempo

Com essa nova compreensão do interrelacionamento entre responsabilidade pessoal e social, se você realmente quer contribuir para o crescimento e o desenvolvimento da sua comunidade, seja ela uma empresa, uma igreja, uma cooperativa, uma associação de bairro, ou um continente, não importa a extensão da tua consciência, ao trabalhar (carpe diem), conviver, você deve:

  • salvaguardar a integridade pessoal deles, e
  • intervir quando sentir que as pessoas estão cooperando em um grau excessivo.

Agindo assim, “adultos” garantem que suas “crianças” desenvolvam uma autoestima saudável e um bom grau de autorresponsabilidade… Lógico que social!

Baseado em Sua criança competente / Jasper Juul ; tradução de Marco Antônio Castilho. — Osasco : Editora Novo Século, 2002.

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JOÃO BOSCO LODI (1934-2002) - O filósofo que consertava empresas

Dono de uma sólida cultura filosófica e teológica (formou-se em Roma), tornou-se professor da FGV, administrador de empresas e reorganizou empresas importantes. Na qualidade de consultor ou diretor trabalhou na Editora Abril, Rede Globo, O Estado de S.Paulo e RBS. Tornou-se um dos poucos especialistas na matéria. Aqui a nossa homenagem.

João Bosco Lodi ensinou a classe emergente dos executivos, na década de 1960 em diante, o que era gestão, como se dividia o tempo em viver e trabalhar, o que e como ler, que era importante conhecer às necessidades dos clientes… Apostou na profissionalização das empresas familiares, num mercado dominado pela repetição do que era moda lá fora. O ensino planejado para despejar no colo dos alunos informações ralas. Ninguém à época escreveu tanto sobre gestão familiar. 

De Lodi, escutei pela primeira vez a citação ao ócio criativo. Pioneiro no Brasil da Administração por Objetivos e pela introdução e difusão da Governança Corporativa. 

Vê-se que a Filosofia está a serviço do bem estar pessoal, profissional e social, na prática, antes de Lou Marinoffa philosophical practitioner.

Generalizando, ouvi dizer que, se Machado de Assis não fosse “afrodescendente” e brasileiro, ele seria o pai da Psicanálise.

A solução dos teus problemas pode estar “no meio de vos“.

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