A propósito da reportagem na edição impressa do Jornal Ipanema, de 17 de março de 2012, p. A17, convém lembrar que a dificuldade de escolher e de encontrar uma atividade profissional que satisfaça, também assombra milhares de “nativos” que nunca deixaram a pátria amada.
Na reportagem, Marina Motta (Student Travel Bureau – STB), observa que leva vantagem quem conheceu mais lugares, e diz: “Nada como conhecer outro lugar para se desapegar do ‘primeiro amor’”. Afinal de contas, todo lugar tem pontos fortes e pontos fracos. É uma questão de repertório. É só sair um pouquinho mais para valorizar as oportunidades que esta terra de Pindorama oferece, onde o abraço é a saudação natural e encantadora.
A “Síndrome do Regresso”, segundo o psiquiatra Décio Nakagawa, rotula certo “jet-lag espiritual” que aflige ex-imigrantes. C. G. Jung afirmava anos antes que “entre todos os meus pacientes de mais de trinta e cinco anos não há nenhum cujo problema não fosse o da religação religiosa“.
Mas, Lulu Santos já cantou:
Primeiro era vertigem
Como em qualquer paixão
Era só fechar os olhos
E deixar o corpo ir
No ritmo
Hiê! Hiê!…Depois era um vício
Uma intoxicação
Me corroendo as veias
Me arrasando pelo chão
Mas sempre tinha
A cama pronta
E rango no fogão…Luz acesa
Me espera no portão
Prá você ver
Que eu tô voltando pra casa
Me vê!
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez…
Mas a fila anda! A lembrança da “cama pronta e rango no fogão…” gera mais frustração e angústia porque as imagens dessa lembrança, talvez um resultado da memória com esperança, precisam de integrar a sensação, com a emoção e a intuição, coordenadas pela razão, como sugere a Abordagem Integrativa Transpessoal, da Dra. Vera Saldanha. Talvez seja preciso ajuda profissional. Melhor se não precisar de psicofármacos!
Assim, o Renato Russo nos lembra que:
Mudaram as estações e nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Está tudo assim tão diferenteSe lembra quando a gente chegou um dia
Que tudo era pra sempre
Sem saber que o pra sempre, sempre acaba
Lembro-me também do “velho” Jung, que dizia que “Quem olha fora, sonha. Quem olha dentro, desperta.”
Falando em olhar dentro, na busca de algo mais abrangente, que realmente oferecesse algo às pessoas, autoconhecimento e realização, e mais oportunidades de prazer e satisfação no trabalho profissional, a Profa. Maria Luiza Marins Holtz encontrou entre os pesquisadores do comportamento humano, Pierre Weil, com um conteúdo muito completo e muito mais adequado à diversidade interior das pessoas humanas.
Inspirada nas pesquisas desse cientista do comportamento humano, e nos conhecimentos de Psicologia Educacional, ela criou e desenvolveu um caminho de orientação, o método de Orientação Profissional que aplicamos desde então, e que graças a Deus, tem ajudado muitas pessoas.
Há mais de 30 anos, temos atendido para orientação profissional não só adolescentes pré-vestibulandos, mas também recém formados e até aposentados que procuram aprender a decidir qual atividade profissional escolher. Pessoas em situação de mudança, em busca de uma transformação real e verdadeira.
Sim, não é fácil! Principalmente neste mundo em que as mudanças acontecem na velocidade da luz, conduzida por fibras óticas, satélites e outras vibrações perceptíveis. Mas é possível sim, e pode ser rápido e prático. Em uma única seção, de quatro horas, é possível aprender a escolher a atividade profissional que vai possibilitar o sucesso.
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Eles disseram…