Com esse título José Ultemar da Silva e Neusa Abbud Prado Garcia fizeram publicar na RIT – Revista Inovação Tecnológica um artigo que merece ser compartilhado. “Os resultados dessa pesquisa evidenciam a necessidade de implementação de novas estratégias pelas IESs (Instituições de Ensino Superior) na busca do empreendedor, enquanto se percebe uma grande lacuna destes nas empresas.”
Como não tenho atuação acadêmica — já tentei mas não me aceitaram porque não tenho título — posso errar e serei desculpado por causa da minha ignorância. Isto posto, recomendo a leitura do artigo. Vale ressaltar que quando cita Jacques Delors, que foi coordenador da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, da UNESCO, está usando Paulo Freire. Olha aqui - http://www.mh.etc.br/blog/desenvolvimento-organizacional/os-quatro-pilares-da-educacao-segundo-a-unesco
Cuidado com a míopia de Filion (1999), que afirma, segundo os autores, que “a idéia de empreendedorismo, e mais particularmente a idéia de criação de empresas, constitui uma peça chave no desenvolvimento de toda sociedade e a base de criação de sua riqueza”. Eu, na minha ingenuidade, proponho uma “vaquinha” para comprar um dicionário para Filion, quem sabe ele apreenda o que é empresa e, por conseguinte, empreendedorismo e não mais use o verbo criar de maneira tão displiscente.
Uma da premissas falsa que se baseiam tanto carcereiros quanto encarcerados nas (das) institucional de Ensino Superior é a tal da “produção de conhecimento”. Um defeito genético, talvez! Conhecimento não se produz. Lembra daquele que disse “… nada se cria, nada se perde, tudo se transforma“? Então! Conhecimento se desenvolve, descobre, desembrulha… Veja só para que serve o dicionário!
Do jeito que anda a carruagem “as exigências de sua construção a nível operativo, constitui-se em uma árdua tarefa, em tempos atuais, pois solicitam articulações com as quais ainda, não se tem uma ainda tradição cultural afinada.” É obvio que está falando dos residentes na ilha das IESs!
No final, exatamente na última frase, acertam evidenciando o óbvio. E isso é fundamental para obter algo a mais das IESs, que é o que se espera: “sensibilizando assim os processos criativos que possibilitem a inovação, no sentido da criação de novos modelos” — eu substituiria o verbo criar por ou obter ou desenvolver ou apreender ou… Sei lá! Deixa assim mesmo!
Resumo
A proposta deste artigo consiste em discutir sobre as formas pelas quais as empresas enxergam as instituições de ensino e como gostariam que estas fossem. Os autores se propuseram analisar este processo investigativo em dois momentos. Primeiro, a questão dos currículos nas instituições em seus dimensionamentos conceituais e respectivas abordagens, bem como as relações entre as IESs e empresas. Segundo, o plano de ações, como momento investigativo e operativo de um processo balizador, que se constitui na formação da cultura empreendedora. Os resultados dessa pesquisa evidenciam a necessidade de implementação de novas estratégias pelas IESs na busca do empreendedor, enquanto se percebe uma grande lacuna destes nas empresas.







Eles disseram…