— Pedagogia Empresarial

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May, 2010 Monthly archive

1 – APRESENTAÇÃO

A Consultoria de Cultura Simulação utiliza elementos artísticos para o desenvolvimento e entretenimento dos colaboradores, fazendo, portanto, a união de gestão cultural com a gestão de RH.

Também realiza programas, projetos e eventos artístico-culturais junto ao departamento de marketing.

2 – OBJETIVOS

  • Atuar na solidificação da imagem empresarial para os colaboradores;
  • Ajudar a motivar os colaboradores a desempenharem melhor suas funções;
  • Tornar nítido, através das apresentações, os principais problemas organizacionais;
  • Homenagear colaboradores, parceiros ou datas especiais das empresas;
  • Enfatizar o clima organizacional desejado pelas empresas;
  • Fortalecer a Equipe de Teatro Simulação (EquiTeS) através dos desafios temáticos solicitados pelas empresas.
  • Desenvolver o espírito de criatividade e reflexão dos colaboradores em prol da ética profissional.
  • Colaborar para a solidificação da estratégia de desenvolvimento da organização contratante em termos idealistas, inspiradores e motivadores.
  • Valorizar o recurso humano interno das empresas contratantes, seja homenageando, divertindo ou educando.

3- JUSTIFICATIVA

  1. Através de apresentações de peças teatrais com os temas relacionados ao cotidiano profissional a empresa demonstra a sua preocupação com a gestão de pessoas, o desenvolvimento e a satisfação dos seus colaboradores;
  2. As manifestações artísticas desenvolvem a capacidade de imaginação e criatividade, tanto da parte dos espectadores quanto de quem as praticam.
  3. É uma forma de reunir os colaboradores através de eventos que preza o entretenimento, o didatismo e a interatividade;
  4. Manifestações artísticas têm um alto potencial de comunicação, podendo ser utilizado como ferramenta para elucidar e conduzir pensamentos e atitudes. Assim sendo pode fazer parte das estratégias e métodos para motivação e capacitação dos colaboradores;
  5. Também é  notável o caráter flexível das apresentações para cada cultura organizacional. Elas podem usar símbolos diferentes para cada grupo de espectadores, variando-os conforme a realidade das organizações presentes.

4- SERVIÇOS

  1. Elaboração e acompanhamento de planejamento e programa artístico-cultural. É o estabelecimento sistemático de atividades artístico-culturais para atender às metas dos Recursos Humanos e Marketing. Este serviço engloba o desenvolvimento cronológico de apresentações e oficinas sobre teatro, musica, e dança, bem como palestras sobre questões culturais. Também são traçados os possíveis projetos a serem elaborados para editais de Leis de Incentivo à Cultura e de apoio a atividades culturais. Para a devida elaboração do planejamento e programa artístico cultural são aplicadas entrevistas, questionários, observações e testes comportamentais para pesquisa de clima e avaliação de desempenho. A partir dos diagnósticos são propostas aplicações sistemáticas de ações artístico-culturais. O planejamento e programa artístico-cultural devem estar alinhados deve, preferencialmente, estarem alinhados com o planejamento de treinamento da organização contratante.
  2. Administração de projetos. A Simulação elabora, executa e presta contas de projetos de editais públicos e privados de incentivo à cultura, bem como faz captação de recursos. O seu desenvolvimento pode ser feito em conjunto com o departamento de marketing ou individualmente, idealizada pela Consultoria de Cultura ou a partir de uma idéia original da Marins Holtz, http://www.mh.etc.br.
  3. Produção de eventos artístico-culturais. Há a disponibilidade de músicos, bandas, atores, grupos teatrais, DJs e dançarinos através de uma série de parcerias destes artistas com a Consultoria de Cultura Simulação para a utilização de suas obras e serviços em eventos empresariais e treinamentos. Através de apresentações, oficinas e palestras estes artistas utilizam seus produtos como ferramentas na gestão de pessoas ou marketing externo.
  4. Utilização de arte como ferramenta para treinamento e desenvolvimento. Alinhar programas de treinamento utilizando elementos artísticos como teatro, música, dança e artes plásticas com o Plano de Treinamento e Desenvolvimento já estruturado pela MH – RELAÇÕES HUMANAS. Caso não haja este plano já implantado cabe à Simulação fazer a Pesquisa de Clima, bem como a Análise de desempenho. Em seguida será feito o Plano e os Programas de Treinamento e Desenvolvimento Artístico-Cultural.
  5. Palestras e Oficinas. A Simulação disponibiliza instrutores do seguimento artístico-cultural para a aplicação de palestras, cursos e oficinas para os colaboradores, seja em programas de treinamento, sejam em benefícios culturais.
  6. Estes serviços tendem a ter o efeito multiplicador, já que podem ser formadas bandas, grupos teatrais ou de dança bem como em apresentações dentro e fora da organização. Também podem ser feitas exposições de obras de arte com os colaboradores como artistas.

5 – PROPOSTA

Desconto de 20% para os clientes da Marins Holtz, http://www.mh.etc.br.

6 – BREVE HISTÓRICO

Agindo sistematicamente, a Simulação, idealiza, executa e acompanha projetos, eventos e programas tanto culturais como educacionais; complementa culturalmente festas; promove oficinas, cursos e palestras; terceiriza produtos culturais; oferece benefícios empresariais e educacionais; busca patrocínios; e, treina, desenvolve, informa e interliga artistas, desempenhando assim o papel de consultoria e produtora cultural.

Utilizando atividades artístico-culturais para o treinamento e desenvolvimento na gestão de pessoas, a Simulação se destaca pela inovação na área de Recursos Humanos e artístico-cultural.

O administrador e consultor cultural da Simulação Wellington Rodrigo é graduado em Tecnologia de Gestão de Recursos Humanos pela Faculdade Estácio de Sá de Juiz de Fora.

A Consultoria de Cultura Simulação atua desde janeiro de 2010 inserindo artistas no desenvolvimento de colaboradores, tendo participado de um curso sobre lideranças no Victory Hotel através da Equipe de Teatro Simulação com a peça Palavras Vazias.

Já a Equipe de Teatro Simulação (Equites) está presente no mercado cultural desde o ano de 2005, sendo que os quatro primeiros anos foram dedicados ao desenvolvimento de atividades infantis, em escolas, aniversários, eventos públicos e empresas com público infantil.

Algumas das principais apresentações em instituições e organizações reconhecidas em Juiz de Fora:

  • 9 apresentações na Livraria Leitura
  • 2 apresentações na Faculdade Estácio de Sá de Juiz de Fora
  • 7 apresentações em eventos da Prefeitura
  • 1 apresentação no Colégio Machado Sobrinho
  • 2 apresentações no Habibs

Neste último ano os trabalhos estão concentrados na aplicação de peças voltadas para teatro empresa. Durante este tempo houve pesquisas e experiências laboratoriais para a devida utilização desta ferramenta para o desenvolvimento dos colaboradores em organizações.

7 – CONTATOS

Rua Nelito dos Santos Nazareth, nº95/2 – Alto Jardim de Alá

36031-140 – Juiz de Fora – MG

Tel.: (32)3083-0758 / (32)8838-6610

e-mail: consultoriasimulacao@yahoo.com.br

Site: http://teatrosimulacao.vilabol.uol.com.br/

Blog: http://consultoriasimulacao.blogspot.com/

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Na hora do lanche, na hora do trabalho, na hora do lazer, na hora da família, no bar com os amigos, ganhando dinheiro, gastando dinheiro… Quem disse que Deus não está lá… Ou aqui… bem aqui… “Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’ ou: ‘está ali’, porque o Reino de Deus está dentro de vocês.” (conforme Lucas) Quem foi que tirou Deus das nossas vidas?

Entre tantos corinthianos e palmeirense, flamenguistas e botafoguenses, colorados e gremistas – eu não sou a pessoa mais indicada para discutir futebol — reconheço que as diferenças não diminuem a paixão pelo futebol, apesar de alguns maus exemplos de conduta. Soube que a FIFA reúne mais países do que a ONU, e considero as suas reuniões quadrianuais um bom exemplo de integração e elevam o valor do esporte ao de promotor da união entre os povos.

Assim, cada seita tem as suas características próprias, cada empresa tem as suas características próprias, e isso não diminui a busca pela excelência (s. f. Grau elevado de perfeição, de bondade; superioridade.), talvez porque isso seja natural.

Tenho estudado, mais para ordenar meus pensamentos do que para ensinar alguém, e, espero, isso oriente minha conduta nos trabalhos de consultoria e assessoramento que realizo. Nesse estudar, deparei-me com o livro “Jesus de Nazaré : primeira parte : do batismo no Jordão à transfiguração / Joseph Ratzinger ; tradução de  Jose Jacinto Ferreira de Farias. — São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2007.” e ouso deixar marcado um trecho que me impressionou, entre tantos outros.

Entretanto, desenvolveu-se em vastos círculos, especialmente da Teologia católica, uma interpretação secularista do pensamento do Reino, que originou uma nova visão do cristianismo, das religiões e da história em geral, e com esta profunda transformação o que se pretendia era tornar apropriável a alegada mensagem de Jesus. Diz-se então que antes do Concílio dominara uma perspectiva eclesiocêntrica, tendo sido a Igreja colocada como o ponto central do cristianismo. Depois, ter-se-ia passado para uma visão cristocêntrica e consequentemente se ensinaria Cristo como o ponto central de tudo. No entanto — diz-se –, não só a Igreja que é fator de divisão, mas também Cristo, na medida em que Ele pertence apenas aos cristãos. E assim se passou do cristocentrismo para o teocentrismo e pensava-se que se estaria mais próximo da comunidade das religiões. Mas com isto não fora ainda atingido o objetivo, porque também Deus  pode ser visto como fator de divisão entre as religiões e os homens.

Por isso deveria ser dado o passo para o reinocentrismo, para a centralidade do Reino. Este fora, de fato, o centro da mensagem de Jesus e este deveria ser o caminho certo para finalmente unir todas as forças positivas da humanidade para o acesso ao futuro mundo. “Reino”: isso significa simplesmente um mundo no qual domina o respeito pela criação, a justiça e a paz. Não se trata de mais nada. Este “Reino” devia ser constituído como objetivo final da história. E esta seria a verdadeira tarefa das religiões: o trabalho conjunto para a vinda do “Reino”. Elas poderiam, entretanto, conservar as suas tradições, cada qual viver a sua identidade, mas deveriam, com as suas respectivas diversidades, trabalhar juntas pelo “Reino”, isto é, por um mundo no qual são determinantes o respeito pela criação, a justiça e a paz.

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Que em tudo Deus seja glorificado.

Como em um só corpo temos muitos membros e cada um dos nossos membros tem diferente função, assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo, e cada um de nós é membro um do outro. Temos dons diferentes: Aquele que tem o dom da visão estratégica, exerça-o com confiança razoável. Aquele que tem gerência de negócios próprios, alheios ou políticos, dedique-se a administração. Se tem o dom de ensinar, que ensine; o dom de aconselhar, que aconselhe; aquele que distribui benefícios, faça-o com simplicidade, que não se espere retribuição; aquele que preside, presida com zelo; aquele que exerce a misericórdia, que o faça com afabilidade. Que vossa caridade não seja fingida. Aborrecei o mal, apegai-vos solidamente ao bem.

Não significa ficar rezando enquanto trabalho, mas que cada ato, que cada pensamento, cada palavra, cada silêncio, seja uma homenagem à uma Força Maior. Existe uma Força Maior!

Deve sim, caracterizar o comportamento no trabalho e na convivência com as pessoas. Que o próprio trabalho seja realizado numa atitude espiritual.

Não significa não ter lucro. Não significa deixar de receber seu salário – retribuição pecuniária do serviço executado. Não atarás a boca ao boi que debulha… A parte que te cabe deste latifúndio.

A cada um seja dado o que ele necessita, quer dizer, quem precisa mais dever receber mais, quem precisa de menos deve também receber menos. Parece uma coisa muito razoável. Assim, não haverá nenhum necessitado.

Repartia-se então a cada um deles conforme a sua necessidade.

Na Idade Antiga — ou Antiguidade, foi o período que se estendeu desde a invenção da escrita (4000 a.C. a 3500 a.C.) até a queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.) e início da Idade Média (século V), o serviço mútuo era considerado considerado coisa de escravo, e até hoje ainda existe um “vermezinho” desse preconceito.

Mas, o serviço mútuo é uma coisa natural e evidente. Justamente nos trabalhos simples cada um pode mostrar disposição para o serviço mútuo, e isso não diminui ninguém, ao contrário, aumenta seu tamanho, aumenta seu poder.

O amor não precisa estar aí no início. Pois se deve contar com a possibilidade de alguns realizarem este serviço a contragosto, ou de surgirem também coisas desagradáveis, podendo ocorrer que o serviço seja realizado com resistência e mau humor. Temos consciência das dificuldades que esta exigência implica, de certo porque para muitos ele não é natural.

É certo que com a prática, o exercício constante, o serviço simples, útil, também adquire um mérito especial, e que ele aumenta o amor. No início talvez a caridade do serviço não seja grande, talvez o serviço marcado mais pela obrigação do que pelo amor. Mas o amor pode crescer, por meio da ação.

Não escrevo para ensinar ninguém, mas para orientar meus pensamentos, e esclarecer minhas dúvidas e, tomara, conduzir minha conduta.

Orar e Trabalhar, Anselm Grün e Fidelis Ruppert, Editora Vozes, 2005

http://www.bibliacatolica.com.br/

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