— Pedagogia Empresarial

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January, 2010 Monthly archive

Sem qualquer ajuda, as crianças aprenderam 30% dos conteúdos de genética disponibilizados e, com o auxílio de um tutor, superaram os estudantes das melhores escolas da Índia.

A julgar pela resistência que as novas tecnologias encontram em nossas universidades, continuaremos a educar para o passado. A menos que aceitemos que se frustrem os nossos conceitos pré-estabelecidos, é urgente que professores sejam expostos a um agressivo choque de novas tecnologias, antes que caiam em descrédito pela sua incapacidade de educar para os novos tempos.

Ou seja, a educação terá que ter compromisso inarredável com a inovação! O que Biz Stone e Mitra propõem é um futuro que não mais replicará o presente e que trará à tona milhões de talentos que serão colocados a serviço da vida, com novas oportunidades para todos! Estará o Brasil em condições de preparar os jovens para as demandas de adaptabilidade que se apresentam?

Hoje importa menos quem você conhece e mais se você está ou não linkado. Estamos em uma nova era: o usuário linkado questiona, e não raro com razão, as recomendações do médico, a originalidade do artista, o conhecimento do professor.

O acesso fácil à informação gerou a era do espanto, da instabilidade de doutores, mestres e pseudoespecialistas! Não sabe? Não pergunte ao professor! Pergunte à inteligência democrática: pergunte ao google! Para que esta inteligência democrática possa ganhar escala e servir à humanidade, a Escola precisa tornar a inclusão digital a sua palavra de ordem. Para isso, terá que conviver com a aprendizagem auto-organizada e lidar com tecnologias que tolerem múltiplas trajetórias pedagógicas.

* Extraído de “17. A educação pós-Twitter, artigo de Dilvo Ristoff”
Jornal da Ciência
Órgão da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência
JC e-mail 3931, de 18 de Janeiro de 2010.
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Com nosso respeito, uma humilde homenagem
Rupert Sheldrake observou que um campo só pode mudar se é colocado em movimento por um novo impulso. Esse impulso é algo mental, isto é, provém de uma nova compreensão. Inicialmente o campo se defende contra ela e procura reprimi-la. Mas quando ela se apossa de um número suficiente de seus integrantes, o campo põe-se em movimento como um todo. Então, pode abrir-se às novas compressões, deixar para trás algo superado e mudar seu comportamento.
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Extraído do artigo do Prof. José Carlos Antonio. Muito interessante! Vale a pena ler mais…

À propósito, sempre foi muito comum a falta de recursos tecnológicos nas escolas, principalmente nas escolas públicas. Com o telefone celular passamos a ter muitos desses recursos disponíveis não apenas pela escola, mas também pelos alunos! Isso deveria ser comemorado, mesmo que não concordemos que os alunos prefiram ganhar celulares dos seus pais do que enciclopédias, pois com os celulares eles também ganham diversas possibilidades de aprendizagem que antes não tinham porque a própria escola não dispunha desses recursos. Isso é fascinante, não é?

Hoje em dia o telefone celular é um dos aparatos tecnológicos mais comuns. Segundo pesquisa do Núcleo Gestor da Internet no Brasil, em 2008 52% da população do Brasil já possuía telefone celular. Nos grandes centros urbanos já é quase impossível encontrar alguém com mais de 14 anos que não tenha um telefone celular.

Há uma infinidade de possibilidades de uso pedagógico dos telefones celulares modernos em sala de aula e fora dela. Quais lhe interessam? Isso certamente depende da forma como você, professor, usa a tecnologia para si mesmo, em suas aulas e com os seus alunos. Quem não vê nenhum uso pedagógico para o rádio, a televisão, a máquina fotográfica, a filmadora, o gravador, a calculadora, a agenda, etc., então também não verá nenhuma utilidade para o celular, pois é isso que ele representa hoje em dia: não é mais um simples telefone, o celular é uma central de multimídia computadorizada.

Desfazendo alguns mitos

Antes de propor usos pedagógicos para o telefone móvel celular atual é preciso desfazer alguns mitos sobre a presença do celular na escola e o principal deles é o que diz que o telefone celular é desnecessário na escola e, além disso, atrapalha o andamento das aulas.

Alguns professores se queixam que os telefones celulares distraem os alunos. É verdade. Mas antes dos telefones celulares eles também se distraiam. A única diferença é que se distraiam com outras coisas; como aliás, continuam fazendo nas escolas onde os telefones celulares foram proibidos. O que causa a distração nos alunos é o desinteresse pela aula e não a existência pura e simples de um telefone celular. Exemplo claro disso é que em muitas escolas e em muitas aulas os alunos não se distraem com seus celulares, apesar de estarem com eles em suas mochilas, nos bolsos ou mesmo sobre as carteiras.

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Não temos contatos para recomendar. Nosso trabalho é de desenvolvimento humano e profissional em organizações, e para isso usamos pedagogia, através da consultoria e aconselhamento. Atendemos pessoas físicas e jurídicas em situação de mudança. Você pode chamar de coaching, mentoring, tutoria, orientação pedagógica, enfim, qualquer etiqueta que mais se adequar ao modismo corrente, mas o nosso trabalho será sempre feito com vistas ao desenvolvimento humano e profissional, nessa ordem, e, consequentemente, o desenvolvimento organizacional sistêmico.

 

Curso online de Pedagogia Empresarial

 

Acreditamos sim, que um pedagogo tem condições de prestar um bom serviço a qualquer organização, mas não recomendamos a contratação a partir da avaliação exclusiva da formação acadêmica. Utilizamos outros recursos para avaliar o ser humano antes do ser profissional, porque sabemos que a formação acadêmica mantém certa distância das necessidades funcionais das organizações e da necessidade da educação continuada. Oferecemos uma consultoria de resultados práticos, por isso não trabalhamos com pacotes prontos, cada projeto tem a “cara” de cada cliente.

Uma das razões primordiais da potencial eficiência do pedagogo no ambiente organizacional, pode ser inferida a partir da descrição sumária, da Classificação Brasileira de Ocupações. Diz que o(s) pedagogo(s):

Implementam, avaliam, coordenam e planejam o desenvolvimento de projetos pedagógicos/instrucionais nas modalidades de ensino presencial e/ou a distância, aplicando metodologias e técnicas para facilitar o processo de ensino e aprendizagem. Atuam em cursos acadêmicos e/ou corporativos em todos os níveis de ensino para atender as necessidades dos alunos, acompanhando e avaliando os processos educacionais. Viabilizam o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade escolar e as associações a ela vinculadas.

Sugiro a leitura de tráz para frente, de forma que as funções do pedagogo serão mais importantes e reconhecidas no meio em que atuam se de fato conseguir

“viabilizar o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade (escolar, corporativa, organizacional, empresarial, …) e as associações a ela vinculadas (stakeholders*).”

* Stakeholder (em português, parte interessada ou interveniente), é um termo usado em administração que refere-se a qualquer pessoa ou entidade que afeta ou é afetada pelas atividades de uma empresa.

Espero ter contribuído de alguma forma.

Dê uma olhada no nosso artigo “Existe vida além do quadro negro“, e em outros também.

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Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade.

General Summary

Analyzed requests from Sat, Jan 20 2007 at 3:15 AM to Tue, Jan 05 2010 at 12:41 AM (1080.89 days).

Figures in parentheses refer to the 7-day period ending Jan 05 2010 at 3:07 AM.

  • Successful requests: 2,400,020 (7,737)
  • Average successful requests per day: 2,220 (1,105)
  • Successful requests for pages: 959,145 (4,837)
  • Average successful requests for pages per day: 887 (690)
  • Failed requests: 154,967 (125)
  • Redirected requests: 46,823 (101)
  • Data transferred: 57.73 gigabytes (370.05 megabytes)
  • Average data transferred per day: 54.69 megabytes (52.86 megabytes)

Yearly Report

Each unit (*) represents 100,000 requests for pages or part thereof.

  • year, #reqs, #pages
  • 2007, 722708, 250968 **
  • 2008, 805128, 298716 ***
  • 2009, 867398, 406515 ****

Busiest year: 2009 (406,515 requests for pages).

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