— Pedagogia Empresarial

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September, 2009 Monthly archive

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Um dos sócio no projeto “O sequestro do rolo sagrado“, um capitalista, investidor, dono de uma empresa de representação, me procurou no escritório e começou com essa frase: “Vim porque me disseram que você tem uma consultoria diferente, e preciso de ajuda na minha empresa.

Sim, é diferente porque acredito que o que não nasce do espírito não tem existência real. Sem fanatismo, hein! Considero o que disse o apóstolo:

Romanos8:26 Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexplicáveis.

O procedimento que elegi é simples,  nem por isso fácil!

Hellinger, para um grupo:

Existe uma idéia bastante difundida de que, quando alguém faz uma formação como psicoterapeuta, assistente social ou professor sente que foi chamado, que tem o direito e também que precisa ser capaz de interfeir nos destinos e mudar o decurso da vida, e, na verdade, segundo a sua própria idéia.

… Quando se renuncia a essa idéia, pode-se viver bem tranquilo. [1]

Não quero interferir no destino de ninguém segundo a minha idéia própria. Por isso, começo o meu trabalho com uma consulta, no meu consultório, quando procuro ver qual é a ordem daquela alma. Ponho meu olhar no consulente e, relaxando, baixo o nível cerebral (sem fanatismo, hein!), e me pergunto: “Qual é a demanda?” Quando consigo permanecer despido de qualquer intenção, o consulente me mostra por onde começar. Se percebo em mim qualquer intenção de ajuda, mudo de assunto, para algo efêmero, até que consiga me concentrar novamente no vazio, na possibilidade que alimenta o Espírito e preencheria aquela Alma.

Dessa conversa surge uma pequena lista de tarefas, lições de casa, que o cliente deverá cumprir antes do retorno, que ocorre entre 15 e 30 dias depois da consulta. Dependendo do resultado, ou seja, do cumprimento da lição de casa, o cliente poderá seguir sozinho dali por diante, ou, em alguns casos, encaminhado para “cirurgia”, ou seja, demanda um projeto formal de  planejamento estratégico, de desenvolvimento organizacional, de sistema de gestão, assessoria, etc… Porque é preciso fazer a ligação do imaterial com o material, abrir um canal de manifestação da idéia perfeita, nesta dimensão imperfeita.

Salmos115:1 Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória, por amor de vossa misericórdia e fidelidade.

O ideal é que o cliente não precise de intervenção. Quando existe a necessidade de uma intervenção, preparo um plano de ação de três meses. Não adianta permanecer mais tempo com o cliente. Se em três meses, não houver sinal de mudança no sentido da demanda do cliente (não do consultor), ele não quer mudança. É hora de deixá-lo à sua própria sorte. E se houver sim qualquer mudança, o cliente já é capaz de seguir pelas próprias pernas e não precisa mais de intervenção. É hora de deixá-lo à sua própria sorte.

[1] HELLINGER, Bert. Ordens da ajuda; tradução de Tsuyuko Jinno-Spelter — Patos de Minas: Atman, 2005 – ISBN 978-85-98540-19-1

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OS SAPATEIROS E OS SAPATOS
Maria Luiza Marins Holtz
Diz um ditado popular… “A dor nos pés é capaz de tirar a alegria de viver”.
Dia 25 de Outubro é o Dia do Sapateiro.
Os sapateiros sempre fizeram parte da história da humanidade. Apareceram no mundo juntamente com a necessidade das pessoas protegerem seus pés das agressões e da dor. Eles sempre foram, até hoje, verdadeiros artesãos… Profissionais que criam, fabricam, consertam, reformam, e vendem sapatos.
Pelos registros encontrados a profissão de sapateiro continua sempre em alta no mundo todo e os seus serviços só têm ampliado… Porque a grande maioria das pessoas prefere consertar ou reformar os sapatos que já estão amaciados e adaptados aos pés, mantendo-os sempre como novos.
Veja um pouquinho da história… Pesquisas em cavernas da Espanha e França mostram desenhos de sapatos de 10.000 anos a.C. Então… Os sapateiros já existiam nessa época.
Porém, a maioria dos pesquisadores afirma que, com certeza, na Mesopotâmia, hoje o Iraque, há 3.200 anos a.C, os sapateiros já criavam sapatos de couro para que as pessoas pudessem caminhar pelas trilhas montanhosas… No Egito, país de clima quente, entre 3.200 e 3.100 a.C, os sapateiros criavam sandálias de couro para os nobres… Na Grécia, os sapateiros criavam e faziam sapatos diferentes para cada pé… Em Roma, os sapateiros criavam e faziam os sapatos de couro para destacar o grupo social… Para os senadores, sapatos marrons amarrados na panturrilha… Para os cônsules, sapatos brancos… Para as legiões romanas, botas de cano curto… E para as mulheres, sapatos brancos, vermelhos, verdes e amarelos…
Na Idade Média, os sapateiros já criavam sapatos feitos com couro de vaca que eram parecidos com as sapatilhas de hoje. E para os nobres e cavaleiros criavam botas de couro de cabra, o de melhor qualidade… Entre 1272 a 1307, na Inglaterra, pela primeira vez na história, o rei Eduardo determinou para os sapateiros, a numeração dos sapatos usando a medida de 3 grãos de cevada juntos, equivalendo a 1 polegada. Foi lá que em 1642 que Thomas Pendleton com vários sapateiros produziu a primeira fabricação em massa de 4.000 pares de sapatos e 600 botas para o exército.
A população só teve acesso aos sapatos com a criação da máquina de costura no século XIX. Aqui no Brasil, em 1808, com a chegada da Família Real, os sapatos passaram a fazer parte dos costumes e até 1920 os sapateiros fabricavam botinas de camurça, de pelica e até de seda… O modelo básico para homens e mulheres da classe mais abastada… E para o restante da população fabricavam chinelos.
No século XX a partir da década de 1940, depois das duas grandes Guerras Mundiais… As roupas femininas já estavam mais curtas… As mulheres passaram a sair de casa, a trabalhar profissionalmente, a praticar esportes… Os sapatos se tornaram acessórios de enfeite e elegância… Tudo isso, estimulou a criatividade e a necessidade dos sapateiros realizarem as grandes mudanças nos sapatos… A troca do couro pela borracha e materiais sintéticos… A dedicação mais intensa à beleza dos sapatos… A criação do tênis…
Atualmente existem as “Sapatarias Expressas” empresas instaladas nos shoppings e grandes centros comerciais com sapateiros que trabalham em grupo. Eles recebem treinamentos especiais para a utilização de máquinas e materiais avançados de alta tecnologia. Além disso, podem também receber treinamento empresarial para montar, administrar e gerenciar uma dessas sapatarias.
No dia 25 de Outubro… Muito Obrigado e Parabéns aos artesãos sapateiros do mundo inteiro, por manterem a “cara nova” do nosso sapato gostoso e querido que dá alívio delicioso aos nossos pés.

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Diz um ditado popular… “A dor nos pés é capaz de tirar a alegria de viver”.

Dia 25 de Outubro é o Dia do Sapateiro.

Os sapateiros sempre fizeram parte da história da humanidade. Apareceram no mundo juntamente com a necessidade das pessoas protegerem seus pés das agressões e da dor. Eles sempre foram, até hoje, verdadeiros artesãos… Profissionais que criam, fabricam, consertam, reformam, e vendem sapatos.

Pelos registros encontrados a profissão de sapateiro continua sempre em alta no mundo todo e os seus serviços só têm ampliado… Porque a grande maioria das pessoas prefere consertar ou reformar os sapatos que já estão amaciados e adaptados aos pés, mantendo-os sempre como novos.

Veja um pouquinho da história… Pesquisas em cavernas da Espanha e França mostram desenhos de sapatos de 10.000 anos a.C. Então… Os sapateiros já existiam nessa época.

Porém, a maioria dos pesquisadores afirma que, com certeza, na Mesopotâmia, hoje o Iraque, há 3.200 anos a.C, os sapateiros já criavam sapatos de couro para que as pessoas pudessem caminhar pelas trilhas montanhosas… No Egito, país de clima quente, entre 3.200 e 3.100 a.C, os sapateiros criavam sandálias de couro para os nobres… Na Grécia, os sapateiros criavam e faziam sapatos diferentes para cada pé… Em Roma, os sapateiros criavam e faziam os sapatos de couro para destacar o grupo social… Para os senadores, sapatos marrons amarrados na panturrilha… Para os cônsules, sapatos brancos… Para as legiões romanas, botas de cano curto… E para as mulheres, sapatos brancos, vermelhos, verdes e amarelos…

Na Idade Média, os sapateiros já criavam sapatos feitos com couro de vaca que eram parecidos com as sapatilhas de hoje. E para os nobres e cavaleiros criavam botas de couro de cabra, o de melhor qualidade… Entre 1272 a 1307, na Inglaterra, pela primeira vez na história, o rei Eduardo determinou para os sapateiros, a numeração dos sapatos usando a medida de 3 grãos de cevada juntos, equivalendo a 1 polegada. Foi lá que em 1642 que Thomas Pendleton com vários sapateiros produziu a primeira fabricação em massa de 4.000 pares de sapatos e 600 botas para o exército.

A população só teve acesso aos sapatos com a criação da máquina de costura no século XIX. Aqui no Brasil, em 1808, com a chegada da Família Real, os sapatos passaram a fazer parte dos costumes e até 1920 os sapateiros fabricavam botinas de camurça, de pelica e até de seda… O modelo básico para homens e mulheres da classe mais abastada… E para o restante da população fabricavam chinelos.

No século XX a partir da década de 1940, depois das duas grandes Guerras Mundiais… As roupas femininas já estavam mais curtas… As mulheres passaram a sair de casa, a trabalhar profissionalmente, a praticar esportes… Os sapatos se tornaram acessórios de enfeite e elegância… Tudo isso, estimulou a criatividade e a necessidade dos sapateiros realizarem as grandes mudanças nos sapatos… A troca do couro pela borracha e materiais sintéticos… A dedicação mais intensa à beleza dos sapatos… A criação do tênis…

Atualmente existem as “Sapatarias Expressas” empresas instaladas nos shoppings e grandes centros comerciais com sapateiros que trabalham em grupo. Eles recebem treinamentos especiais para a utilização de máquinas e materiais avançados de alta tecnologia. Além disso, podem também receber treinamento empresarial para montar, administrar e gerenciar uma dessas sapatarias.

No dia 25 de Outubro… Muito Obrigado e Parabéns aos artesãos sapateiros do mundo inteiro, por manterem a “cara nova” do nosso sapato gostoso e querido que dá alívio delicioso aos nossos pés.

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Sem fanatismo! Transformar todas as coisas em exercícios de meditação se faz com o hábito. Percebemos que isto não despende nenhum esforço nem concentração, pelo contrário, sempre nos retira daquela atividade doentia, coloca-nos alertas, de novo em contato conosco mesmos, e promove a calma interior, a serenidade.

Ora et labora significa que nossa oração cresce de tal forma em nossa vida que passa a incluir também o trabalho, com naturalidade. Não significa orar durante o trabalho, também não significa não fazê-lo. Caracterizar sim, o comportamento no trabalho e na convivência com as pessoas. O próprio trabalho é realizado numa atitude espiritual.

Embora deseje que se trabalhe bem, o que importa a Bento de Núrsia não é a maior produtividade, mas sim que se trabalhe em clima humano, espiritual, porque o ser humano não é só corpo físico.

O trabalho pode servir à vida espiritual, porque é uma forma de expressão do Ser. Conhece-se uma pessoa pelas suas obras, pelo resultado da sua ação ou do seu trabalho.

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