— Pedagogia Empresarial

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July, 2009 Monthly archive
OS ALEGRES FEIRANTES
Maria Luiza Marins Holtz
A profissão de Feirante é antiqüíssima e tradicional no mundo todo e pelos registros encontrados ela já existia desde a época de Cristo, como está descrito em Marcos 11,17.
Dia 25 de Agosto é o Dia do Feirante.
As feiras sempre foram lugares muito movimentados e animados pela alegria contagiante bem característica dos feirantes…
Vários feirantes ao serem entrevistados expressaram… “Acordar de madrugada e continuar o trabalho braçal durante o dia fazem parte da nossa rotina diária”. Porém,
“É uma profissão cansativa, mas muito compensadora”, “É um trabalho bom e gratificante”, “Não penso em deixar esse trabalho”, “É gostoso trabalhar com pessoas e fazer muitos amigos…”
As feiras são as responsáveis pela formação e desenvolvimento dos feirantes e fundamentais para definir o mercado porque proporcionam o encontro de compradores e vendedores para trocarem seus produtos.
A origem do aparecimento das feiras e logicamente dos feirantes foi um fenômeno natural gerado pela necessidade urgente dos produtores conseguirem um ambiente onde reunisse todos os tipos de produtos disponíveis, para poderem trocar o seu excedente de produção com mercadorias que necessitavam. Com as sobras de uns e as faltas de outros se iniciou o intercambio de mercadorias, inicialmente num local móvel onde a busca de se conseguir o necessário era mais intensa e posteriormente num local fixo.
As atividades comerciais dos produtos do Oriente na Idade Média… Especiarias, perfumes, jóias, sedas, tapetes… Distribuídos através do Mar Mediterrâneo estimularam a maior formação e também a oficialização das feiras. As autoridades da época ofereciam benefícios aos feirantes em relação aos impostos e a segurança, para que instalassem feiras em suas regiões porque elas provocavam um grande fluxo dos recursos do próprio local e vindo também de outros. Assim, promoviam o progresso e desenvolvimento.
Em São Paulo há registros da existência das feiras livres semanais desde o século XVII.
Nas feiras livres, de todas as cidades a grande freguesia dos feirantes sempre foi composta de mulheres e o maior atrativo que fez com que as essas feiras milenares permaneçam no mundo, até hoje, é a diversidade de produtos e a alegria dos feirantes e o calor do relacionamento humano e da sociabilidade.
Atualmente no mundo os negócios as feiras continuam insubstituíveis, porém, já não são tão simples… Feiras bienais dos setores da indústria e do comércio… Feiras com exposição de animais e produtos agrícolas… Movimentam milhares de compradores e vendedores voluntários que realizam a melhor forma de mercado, a que atende a todos sem prejuízo de ninguém.
No dia 25 de Agosto, vamos parabenisar os alegres feirantes que nos oferecem semanalmente, produtos tão fresquinhos.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

A profissão de Feirante é antiqüíssima e tradicional no mundo todo e pelos registros encontrados ela já existia desde a época de Cristo, como está descrito em Marcos 11,17.

Dia 25 de Agosto é o Dia do Feirante.

As feiras sempre foram lugares muito movimentados e animados pela alegria contagiante bem característica dos feirantes…

Vários feirantes ao serem entrevistados expressaram… “Acordar de madrugada e continuar o trabalho braçal durante o dia fazem parte da nossa rotina diária”. Porém,

“É uma profissão cansativa, mas muito compensadora”, “É um trabalho bom e gratificante”, “Não penso em deixar esse trabalho”, “É gostoso trabalhar com pessoas e fazer muitos amigos…”

As feiras são as responsáveis pela formação e desenvolvimento dos feirantes e fundamentais para definir o mercado porque proporcionam o encontro de compradores e vendedores para trocarem seus produtos.

A origem do aparecimento das feiras e logicamente dos feirantes foi um fenômeno natural gerado pela necessidade urgente dos produtores conseguirem um ambiente onde reunisse todos os tipos de produtos disponíveis, para poderem trocar o seu excedente de produção com mercadorias que necessitavam. Com as sobras de uns e as faltas de outros se iniciou o intercambio de mercadorias, inicialmente num local móvel onde a busca de se conseguir o necessário era mais intensa e posteriormente num local fixo.

As atividades comerciais dos produtos do Oriente na Idade Média… Especiarias, perfumes, jóias, sedas, tapetes… Distribuídos através do Mar Mediterrâneo estimularam a maior formação e também a oficialização das feiras. As autoridades da época ofereciam benefícios aos feirantes em relação aos impostos e a segurança, para que instalassem feiras em suas regiões porque elas provocavam um grande fluxo dos recursos do próprio local e vindo também de outros. Assim, promoviam o progresso e desenvolvimento.

Em São Paulo há registros da existência das feiras livres semanais desde o século XVII.

Nas feiras livres, de todas as cidades a grande freguesia dos feirantes sempre foi composta de mulheres e o maior atrativo que fez com que as essas feiras milenares permaneçam no mundo, até hoje, é a diversidade de produtos e a alegria dos feirantes e o calor do relacionamento humano e da sociabilidade.

Atualmente no mundo os negócios as feiras continuam insubstituíveis, porém, já não são tão simples… Feiras bienais dos setores da indústria e do comércio… Feiras com exposição de animais e produtos agrícolas… Movimentam milhares de compradores e vendedores voluntários que realizam a melhor forma de mercado, a que atende a todos sem prejuízo de ninguém.

No dia 25 de Agosto, vamos parabenisar os alegres feirantes que nos oferecem semanalmente, produtos tão fresquinhos.

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Descrição
REDE GESITI.
*** Criada em 18 FEV/08 ***
GESITI: “GEstão dos SIstemas e Tecnologias de Informação em Organizações”
# – A Rede GESITI abrange o estudo inter e multidisciplinar dos Sistemas e Tecnologias de Informação e os aspectos humanos relacionados com o entendimento de como as pessoas procuram, obtém, avaliam, compartilham, classificam e fazem uso da informação.
ENFASE Atual (mas aberto): ASPECTOS SOCIOTÉCNICOS DAS TI
OBJETO DA LISTA:
promover o “encontro” de pesquisadores, educadores, empresários e gerentes de instituições públicas e privadas, visando proporcionar a troca de experiências e o debate sobre trabalhos prospectivos que possam indicar as tendências da área.
As discussões da Rede GESITI são editadas e lançadas no Jornal GESITI o qual você pode repassar via digital ou imprimir. Confira!
PÚBLICO ALVO:
Empresários, consultores e profissionais vinculados à Gestão de Organizações, profissionais de TI e Informática, professores, pesquisadores e outros interessados no tema.
# – Quer participar e inserir os seus pensamentos/insights para o Jornal GESITI? Contate: GESITI@cti.gov.br ou GESITIs-owner@yahoogrupos.com.br
# – Quer se associar? http://br.groups.yahoo.com/group/GESITIs/join
* – Projeto GESITI. Registrado no SIGTEC/CTI(2003)-www.cti.gov.br;
* – O Workshop GESITI (última edição realizada em 2007:
http://www.cti.gov.br/noticiaseeventos/2007/gesiti/index_gesiti.htm).

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GESITI: “GEstão dos SIstemas e Tecnologias de Informação em Organizações”

*** Criada em 18 FEV/08 ***

A Rede GESITI abrange o estudo inter e multidisciplinar dos Sistemas e Tecnologias de Informação e os aspectos humanos relacionados com o entendimento de como as pessoas procuram, obtém, avaliam, compartilham, classificam e fazem uso da informação.

ENFASE Atual (mas aberto): ASPECTOS SOCIOTÉCNICOS DAS TI

OBJETO DA LISTA: promover o “encontro” de pesquisadores, educadores, empresários e gerentes de instituições públicas e privadas, visando proporcionar a troca de experiências e o debate sobre trabalhos prospectivos que possam indicar as tendências da área.

As discussões da Rede GESITI são editadas e lançadas no Jornal GESITI o qual você pode repassar via digital ou imprimir. Confira!

PÚBLICO ALVO: Empresários, consultores e profissionais vinculados à Gestão de Organizações, profissionais de TI e Informática, professores, pesquisadores e outros interessados no tema.

Acesse o Jornal GESITI

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Na Teoria Sistêmica, também chamada de Organicista porque aplica nas Ciências Sociais algumas teorias das Ciências Biológicas (tomando como referência a relação Célula-Tecido-Órgão-Sistema-Organismo), o conceito de Administração pode ser dado pelo ato ou efeito de organizar, de criar organismos, que compreendem um conjunto de órgãos, que, por sua vez constituem uma empresa.

Uma empresa é um conjunto organizado de meios com vista a exercer qualquer atividade que produza e ofereça bens e/ou serviços, com o objetivo de atender a alguma necessidade humana.

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A concepção de uma empresa, seja ela grande ou pequena, com ou sem fins lucrativos, torna-se possível com a adoção de uma série de princípios administrativos que engendrarão a organização e o consequente desenvolvimento da empresa.

Sem fins lucrativos não significa que não deve haver superavit no exercício de sua atividade. Pense!

Segundo a Teoria Sistemica, esses princípios administrativos são dados por quatro fatores, os quatro passos para o sucesso (diriam os treineiros de plantão):

  • Planejamento,
  • Organização
  • Coordenação
  • Controle.

Existem muitos ‘quatros’, ‘cincos’, ‘setes’ alguma coisa. São artifícios mnemônicos — que ajuda a memória… Não pense muito!

A racionalização, importante fator de organização, é “toda ação reformadora que visa a substituir processos rotineiros e arcaicos por métodos baseados em raciocínios sistemáticos”. É comumente substituída pelo termo “Organização e Método” — O&M — nome bonito com objetivo expresso, mas que foi deposto por outros modismos.

Raciocínio sistemático também não quer dizer uma fórmula definitiva, uma receita de bolo que se reproduz em toda e qualquer cozinha.

Na boa e velha ISO 9000, tão cantada em verso e prosa, encontramos uma frase, logo no início, muitas vezes esquecida dos auditores e consultores ‘especializados’, que diz assim: “Não é intenção desta Norma impor uniformidade na estrutura de sistemas de gestão da qualidade ou uniformidade da documentação.”

Conclusão: Invente, tente, faça alguma coisa diferente.

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Walton (1994) cita investigações realizada em cinco empresas por pesquisadores associados ao Massachussetts Institute of Technology (MIT), para determinar se o uso da tecnologia proporcionava aumento de produtividade nas empresas, chegou-se à conclusão que as empresas que obtiveram melhores desempenhos foram as que tinham tecnologia associada a profundas mudanças na organização do trabalho. 

No tocante a mudança na organização do trabalho, Drucker (1995) observou que por mais de cem anos, todos os países desenvolvidos estavam se movendo firmemente na direção de uma sociedade de funcionários de organizações. Agora, cada vez mais pessoas trabalham de fato para organizações, mas cada vez menos elas são funcionárias dessas organizações. Forças tarefas podem agora ser montadas, para atingir um objetivo específico e depois desmontadas: são as Organizações Virtuais, afirma Laudon (2006). Essas organizações podem fazer alianças com fornecedores, clientes e até mesmo com os competidores mas uma questão surge: 

  • Como será avaliado o desempenho de alguém que está constantemente mudando de um grupo para outro grupo?

Outras, em consequência desta:

  • Como alguém pode saber como a sua carreira está sendo gerenciada nesta organização? 
  • Quem decide quem trabalha em qual time e por quanto tempo?

 * * *

Walton, R. E. (1994). Tecnologia de informação: o uso de TI pelas empresas que obtêm vantagem competitiva. São Paulo: Atlas.  

Drucker, P. F. (1995). Administrando em tempos de grandes mudanças. Tradução Nivaldo Montingelli Jr.; supervisão técnica Liliana Guazelli. São Paulo: Pioneira.  

Laudon, K. C. & Laudon, J. P (2006). Management Information Systems: Managing the Digital-Firm. 9/e. New Jersey: Prentice Hall.

Holtz, S. V. e Balloni, A. J. (2008). Aspectos sociotécnicos das TI & Relacionamento Humano & Sinergia. RISTI – Revista Ibérica de STI, Nº 1, p. 67 - 77.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

 

O pão é alimento universal que faz parte de todas as culturas. É o alimento mais querido e mais consumido em todo o mundo.

Dia 08 de Julho é o Dia de Santa Isabel de Portugal, a padroeira de todos os panificadores… Aqueles que fabricam pães… Industriais ou caseiros. 

Em 1333, houve uma fome terrível em Portugal, durante o reinado de D. Diniz, com a sua esposa a rainha D. Isabel, que penhorou todas as suas jóias para poder comprar farinha de trigo de outros países e melhorar a situação do povo do seu país e assim também manter o seu costume de distribuir pão aos pobres.

Num certo dia no momento de distribuir os pães, o rei apareceu de repente… Com medo de ser censurada D. Isabel escondeu os pães em seu colo. D. Diniz percebendo o gesto perguntou.;- Que tendes aí em seu colo? A rainha respondeu: – “São rosas, meu senhor”. Duvidando, o rei pediu para vê-las. Quando D. Isabel abriu os braços, para espanto de todos, rosas frescas e perfumadas caíram no chão. O rei emocionado beijou as mãos da esposa e a multidão de pobres gritava exaltando a rainha e dizendo:- “Milagre…Milagre…” Santa Isabel de Portugal foi canonizada em Maio de 1625.

Fabricar pães é uma atividade muito antiga. Inicialmente os pães eram assados sobre pedras quentes ou debaixo de cinzas. Os fornos de barro para assá-los foram utilizados primeiro pelos egípcios.

A Europa conheceu o pão como alimento levado pelos gregos. Em Roma os pães eram fabricados em casa, pelas mulheres romanas. 

As padarias públicas foram surgindo aos poucos juntamente com os primeiros padeiros que na França, no século XVI, iniciaram os processos modernos de panificação, com a fabricação de pães diferentes, considerados de luxo.

A panificação, aqui no Brasil, foi iniciada somente no século XIX quando a atividade de fazer pães e assá-los era uma espécie de cerimônia. Foi com a chegada dos imigrantes italianos que a panificação se expandiu e se espalhou…

Hoje, as padarias e o setor da panificação… É o setor de maior força e prestígio no meio do povo brasileiro, especialmente depois da redução de alguns impostos que favoreceram a baixa dos preços.

As Associações das Indústrias de Panificação sempre comemoram festivamente, no dia do 08 de Julho, a sua padroeira Santa Isabel de Portugal e também o Dia dos Panificadores… Elas se dedicam intensamente à formação de mão de obra para o trabalho de panificação, não importando se a padaria é pequena ou grande, e nem onde se localiza. O que importa é valorizar o profissional da panificação, os padeiros… E acreditar no seu talento e em suas criativas receitas.

O nosso Muito Obrigado a esses talentosos profissionais. Graças a eles nós temos o pão nosso de cada dia… Fresquinho e quentinho.

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