— Pedagogia Empresarial

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January, 2009 Monthly archive

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Um homem, um dia, resolveu empreender uma atividade mercantil (ou industrial, ou de prestação de serviço, ou qualquer coisa) e noutro dia essa mesma empresa cresceu e tomou proporções que escaparam das mãos do empresário. Ela cresceu!

O fluxo da vida pode conduzi-la (a empresa) com mais ou menos atritos e perturbações que outras empresas semelhantes, concorrentes (que correm juntas), companheiras. Algumas empresas, movidas pela maior ou menor capacidade de introspecção do seu criador, o dono (ou os diretores), só percebem que estão em movimento nas paradas, nas partidas e curvas súbitas, como numa viagem de trem, quando não se olha pela janela.

Mas pode acontecer da empresa crescer mais do que o seu criador e adquirir personalidade própria, a personalidade jurídica. É certo que esta personalidade sempre estará influenciada pela personalidade do criador, mas, num determinado momento ela adquire características próprias, levada, na maioria das vezes, pela inconsciência do empresário do fluxo da vida.

Muitos têm criticado este ponto de vista porque não apresenta um material sistematizado, Mas esquecem-se de que o material propriamente dito é a experiência viva, carregada de emoção, irracional e mutável por natureza, não se prestando a sistematizações a não ser de modo muito superficial. A administração experimental alcançou os mesmos limites que defrontam a física quântica: os cientistas têm de admitir que não sabem exatamente o que é a luz. Podem dizer apenas que em certas condições parece consistir de partículas, enquanto em outras parece consistir de ondas. Mas ignora-se o que é a luz “em si”.

Aquele processo, que Jung chamava de individuação, em geral começa infligindo uma lesão à personalidade (jurídica), acompanhada do consequente sofrimento. Sofre a empresa, sofre o empresário, sofrem todos que dela participam, todos os órgãos e todas as células daquele ser vivo de personalidade jurídica sofrem. Este choque inicial é uma espécie de “apelo”, apesar de nem sempre ser reconhecido como tal. Ao contrário, o ego (do dono, dos diretores e gerentes, gestores acadêmicos…) se sente tolhido nas suas vontades ou desejos e geralmente projeta esta frustração sobre qualquer objeto exterior. Isto é, o ego passa a acusar Deus, ou a situação econômica, ou o chefe, ou o cônjuge como responsável por esta frustração.

O remédio para afastar o mal é sempre único e difícil de ser encontrado. Muitos mitos e contos de fadas descrevem simbolicamente este estágio do processo de individuação. Observamos nos mitos que a magia ou o talismã capaz de curar a desgraça de um rei ou de seu país (leia-se empresa e empresário) é sempre alguma coisa muito peculiar: pode ser um peixe com um anel nas guelras, um cálice sagrado, três cabelos dourados da cabeça do Diabo. 

Acontece exatamente o mesmo na crise existencial de uma pessoa jurídica. Procura-se algo impossível de achar ou a respeito do qual nada se sabe. Nesses momentos, qualquer conselho bem-intencionado e sensato é completamente inútil – conselho para que a pessoa (jurídica) seja mais responsável, que diminua o ritmo (ou que aumente o ritmo), que analise seus balanços patrimoniais, que visite seus clientes regularmente, etc… Nada disso traz ajuda. Só há uma atitude que parece alcançar algum resultado: voltar-se para as trevas que se aproximam, sem nenhum preconceito e com a maior simplicidade, e tentar descobrir qual o seu objetivo secreto (objeto social) e o que ela precisa fazer para cumpri-lo.

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Vale a pena conhecer.

Miriam Pascoal, “por considerar que o pedagogo é um profissional necessário em todas as instâncias em que há ensino e aprendizagem“, reflete sobre “a existência de amplos campos de atuação pedagógica“, e traz para discussão “alguns sinais da adequação de seu trabalho profissional às empresas, na implementação do movimento Responsabilidade Social“.

PASCOAL, Miriam. O Pedagogo na Empresa e a Responsabilidade Social Empresarial — Educação: Teoria e Prática, Vol. 17, No 29 (2007), Rio Claro, SP, Brasil – eISSN:1981-8106 – sob Licença Creative Commons.

Curso online de Pedagogia Empresarial

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marialuiza1.gifO primeiro serviço organizado de mensageiros profissionais, para entrega de documentos, que se tem notícia, foi há 2.400 anos a.C, no Egito, criado para as comunicações dos faraós. Em seguida, o trabalho profissional dos mensageiros foi sendo aperfeiçoado sempre mais, que se tornaram os profissionais imprescindíveis e indispensáveis em todas as civilizações… Persas, Gregos, Cretences, Fenícios, Chineses, Romanos, Astecas, Incas e em todos os povos do mundo, até hoje.

25 de Janeiro é o Dia do Carteiro no Brasil.

Essa data é uma homenagem ao primeiro carteiro do Brasil o alferes João Cavalheiro Cardoso que nesse dia em 1663 foi nomeado pela Coroa Portuguesa, para prestar os serviços de correios aqui, na então Colônia de Portugal, para o recém criado Correio Mor do Brasil, Neste ano de 2008, os carteiros comemoraram então, 345 anos de profissão, desde a sua criação.

O carteiro é o ‘funcionário-simbolo”, é o personagem principal que tem um papel estratégico no cumprimento da missão dos Correios do Brasil.

Na História do Brasil, o carteiro esteve sempre muito presente. Paulo Bregaro é considerado o patrono dos carteiros do Brasil. Foi ele, o carteiro que entregou a tempo, em são Paulo, as cartas da princesa Leopoldina, dos ministros e das cortes de Lisboa a D.Pedro I, com as notícias da corte portuguesa que planejavam a ruptura dos laços políticos entre Brasil e Portugal e que influenciaram na Independência do Brasil.

Atualmente, a rotina diária dos carteiros brasileiros começa cedo quando chega no Centro de Distribuição Domiciliária e prepara as correspondências que irá distribuir na sua região. A seguir, sai para a rua carregando a sua sacola com um peso que não deve ultrapassar o limite determinado de 10kg. No final da jornada ele volta do CDD para processar as correspondências que não puderam ser entregues.

Os Correios do Brasil possuem mais de 108.000 funcionários, um número maior que os habitantes de muitas cidades. A maior categoria profissional dessa empresa é a de carteiro que em todo o Brasil são mais de 53.000 trabalhando – 47.000 homens e 6.000 mulheres – e esse número vem crescendo a cada ano com as novas cidades, novas ruas, novos assentamentos…

Seja com sol, com chuva, com frio, com calor… Os carteiros brasileiros são responsáveis pela entrega diária de mais de 32 milhões de objetos, cartas, telegramas e encomendas… Muito conscientes do dever da pontualidade, fazem seu serviço, a pé, de bicicleta, de barco, de moto, de avião… Levando também alegrias e esperanças às pessoas em todos os cantos do Brasil.

O serviço dos Correios do Brasil possui uma excelente qualidade e tecnologia, que é exemplo para muitos países da Europa, do Mercosul e do mundo, que vêm para cá, conhecer a sua estrutura e funcionamento, com o objetivo da aplicar nas suas cidades.

A empresa dos Correios do Brasil se dedica e realiza um ótimo trabalho de ergonomia baseado nas necessidades e na opinião dos funcionários considerando, o seu conforto, a sua saúde e a sua qualidade de vida… Fornecem, além de excelentes treinamentos periódicos, todo o equipamento necessário para a segurança do trabalho específico dos carteiros…

  • Uniformes – Com camisa confeccionada em malha fina térmica, de tecido que não desgasta, não desbota, não deforma, não amarrota, de cor azul predominante que contribui para diminuir a transparência em caso de chuva, alem das capas especiais para chuva.
  • Sacolas – Especiais para carregar peso até um limite saudável e que é trocada em postos auxiliares quando a encomenda ultrapassa esse peso.
  • Sapatos especiais – Um tênis que é resultado de estudos feitos pelos Correios em parceria com a Universidade Federal de S. Carlos e que foi certificado com o “Selo Conforto” pela Associação Brasileira da Industria de Calçados considerando a adequação da temperatura interna, a pressão do pé e do calcanhar durante a caminhada. A alta qualidade desses calçados fez com que fossem adquiridos também pela Petrobrás, pela Ipiranga, pela Ford e pela Sadia. Os estudos ainda continuam para os calçados especiais aos carteiros femininos.
  • Boné – Com material e ventilação especial adequada.
  • Óculos de sol – De tonalidade específica para o trabalho.
  • Protetor solar – Próprio e específico, com fator de proteção superior ao recomendado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Devido à excelente qualidade da prestação de serviços dos carteiros brasileiros, a empresa dos Correios do Brasil está entre as instituições de maior credibilidade entre o povo brasileiro. Na última pesquisa em 2007, sobre a confiança do público brasileiro, os Correios só perderam para a Família.

Parabéns aos nossos carteiros, os mensageiros profissionais do Brasil!

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Ano novo, e o clima de Natal, de Fraternidade, de Amizade e Respeito, já começa a se desfazer, dando lugar às agruras, amarguras do cotitiano no planeta Terra. Ao menos por enquanto! Afinal de contas temos que trabalhar, ressarcimento a um Deus colérico pelo pecado original. E a luta continua… Guerras, guerras e mais guerras, não apenas as guerras entre os patronos transnacionais (pode-se dizer países?), mas aquela guerra interna…

“Eu vim lançar fogo à terra, e que tenho eu a desejar se ele já está aceso?” (Lucas 12, 49)

E assim é, as empresas estão doentes. As pessoas estão doentes nas empresas… Em casa, no trabalho, na família (quando ainda resta uma família), as pessoas sofrem de angústia e ansiedade. Uma tensão desgraçada (sem graça mesmo!), uma correria desvairada em busca de nada. Relatórios e relatórios inúteis, e todo mundo sabe que não servem para nada, com seus prazos impossíveis, estão resultando em cardiopatas com 35 anos de idade, úlcera nervosa aos 21… Stress já virou conversa de botequim.

“Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade. Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?” (Ecl 1, 2-3)

Por vezes sinto que menos de 10% da nossa população pensa (concordando com Patch Adams, no Roda Viva).

“Nunca pensa. Nunca! Trezentos e sessenta e cinco dias por ano, acho que 90% da população (…) nunca faz o que se chama de “pensar”. (…) é preciso dizer “pensamento crítico”, porque nos distanciamos tanto do pensar que precisamos dar-lhe o apoio do pensamento crítico [risos]. Quando o pensamento não é crítico? Isso foi bem descrito pelo escritor tcheco Capek ou por Kafka. É o que temos: robôs a serviço da saúde. Estou aqui para incentivar as pessoas a ser a revolução na vida. Uma revolução é ser cordial.”

Meus queridos! Vamos usar de generalização e pensar um pouco e, talvez, admitir que o que temos são robôs a serviço da saúde, da indústria, do comércio,…

Imagine o seu ambiente de trabalho… Imagine todos aqueles programas de atividades do departamento de recursos humanos…

Na continuação da entrevista ao programa Roda Viva… continue formando as imagens do seu ambiente de trabalho…

Patch Adams: Não concordo com “rir é o melhor remédio”. Eu nunca disse isso. A amizade claramente é o melhor remédio. É a coisa mais importante na vida. São nossas relações com aqueles que amamos. Infelizmente, os meios de comunicação [os departamentos de RH nas empresas?], sendo como são, muito antes de me conhecer, imaginam que rir seja o melhor remédio. Então, quando escrevem o artigo, põem essa frase porque o fazem, na realidade, sem pensar. Também quero corrigir a idéia de que rir seja uma terapia. Também nunca penso em música como terapia, nem em arte, nem em dança. Nunca precisam da palavra “terapia”, que é pequena para ajudar. A arte não precisa de ajuda da palavra “terapia”. É a cultura humana. Não fazemos terapia de cultura. Se estamos saudáveis, fazemos cultura. Para mim, humor é contexto. No nosso hospital [como seria na nossa empresa?], exigimos que o pessoal seja alegre, gozado, carinhoso, cooperativo, criativo e atencioso. É um modo para uma comunidade humana saudável integrar-se, para não haver violência, para um cuidar do outro. Portanto, nunca penso… também nunca penso na diferença entre levar humor para uma criança moribunda e ser cordial com um homem de negócios no elevador. Para mim, são experiências iguais.

;-)

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