— Pedagogia Empresarial

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July, 2008 Monthly archive

Pedagogia da Autonomia é um livro da autoria do educador brasileiro Paulo Freire, sua última obra publicada em vida. Apresenta propostas de práticas pedagógicas necessárias à educação como forma de construir a autonomia dos educandos, valorizando e respeitando sua cultura e seu acervo de conhecimentos empíricos junto à sua individualidade.

Nós aplicamos a pedagogia à gestão de organizações, através de consultoria e assessoria, inspirados pela Profa. Maria Luiza Marins Holtz, idealizadora da Pedagogia Empresarial. Nesse contexto substituímos a palavra educando por funcionário, só para facilitar o entendimento àqueles que têm alguma dificuldade em fazer a inferência, ou a transferência do conhecimento de uma para outra situação.

Aquela obra de Freire é uma reunião de experiências transformadas em pensamentos que buscam a integração do ser humano e a investigação de novos métodos, valorizando a curiosidade dos funcionários, gerentes e diretores, condenando a rigidez ética que se volta aos interesses capitalistas e neoliberais, que deixam à margem do processo de socialização os menos favorecidos.

Como eixo norteador de sua prática pedagógica, Freire defende que “formar” é muito mais que formar o ser humano em suas destrezas, atentando para a necessidade de formação ética dos empresários, conscientizando-os sobre a importância de estimular os funcionários a uma reflexão crítica da realidade em que estão inseridos.

Enfatiza alguns aspectos primordiais, porém nem sempre adotados pela sociedade atual, como: simplicidade, humanismo, bom senso (ética em geral) e esperança, já que na sua visão o capitalismo leva a sociedade a um consumismo exacerbado e a uma alienação coletiva, através, principalmente, dos veículos de comunicação de massa. O fracasso educacional deve-se em particular a técnicas de ensino ultrapassadas e sem conexão com o contexto social e econômico do aluno, mantendo-se assim o status quo, pois a escola ainda é um dos mais importantes aparelhos ideológicos do Estado. 

Inicimos nossas atividades em 1976, concebendo projeto de formação de mão-de-obra baseados na Lei 6.297, de 15 de dezembro de 1975, que dispõe sobre a dedução do lucro tributável para fins de imposto sobre a renda das pessoa jurídicas, do dobro das despesas realizadas em projetos de formação profissional; por isso recebemos registro no Conselho Federal de Mão-de-Obra, que avalizou nossa capacidades técnica e financeira. 

Desde então concebemos, implantamos e implementamos projetos de planejamento estratégico e de gestão para organizações empresariais, independente da ordem jurídica, que visem mudança de comportamento para excelência empresarial. Tais projetos prevêm atividades que objetivam preparação imediata para o trabalho de indivíduos, através de aprendizagem metódica, qualificação profissional, aperfeiçoamento e especialização técnica. 

Decorrência natural dessa atividade também somos requisitados para gerenciar empresas, negócios e produtos em processos de mudança. 

Baseado em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedagogia_da_Autonomia

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Este blog é o registro de fenômenos empiricamente observados, e vai muito além das convenções aceitas pela literatura científica. A linguagem da ciência requer uma precisão que não chega a persuadir a alma, ao passo que a poesia e o conto, repletos de metáforas, estimulam a alma a explorar conteúdos, mas estão sujeitos a múltiplas interpretações. A pesquisa científica depura as coisas até que reste apenas um ponto de concordância (assim se espera), enquanto que a poesia encerra todos os significados.

O gosto pela arte, pelo estudo de línguas, o interesse por filosofia, por narrativas e poesia, aumentam a capacidade de atingir os temas existenciais ocultos nas queixas diárias das pessoas, dão-nos imediato acesso não científico ao mundo das causas. Nesse sentido, fazemos literatura ou filosofia prática, visando quem quer que se interesse por relacionamentos… em especial as relações humanas no trabalho. Recusamo-nos também a separar a ciência e a literatura da espiritualidade. Em oposição à corrente dominante, usamos livremente as palavras “alma” e “coração”.

Nosso trabalho vem ensinando pessoas a distinguir das pressões do condicionamento social, preconceito religioso e ideologia política, o que a empresa realmente necessita… Alma. A espiritualidade faz parte, corporificada, apaixonada, abarca o cotidiano da gente comum em face das suas dores e grandezas. Mergulhamos na vida em vez de nos erguer acima dela. Celebramos o singelo e o comum, falando aos que lutam contra tudo o que impede a alma de concretiza seu potencial neste mundo.

Para lembrar que estamos tratando de pessoas reais, em relacionamentos reais, fruto de um esforço coletivo, por vezes fazemos transcrições de trabalhos pedagógicos (aplicados na empresa – pedagogia empresarial). Não propmos princípios éticos que tenhamos de seguir nem nos dirigimos ao superego de diretores e gerentes com mensagens como “você deve” ou “você não deve”. Buscamos um órgão de percepção diferente, que possa captar a ressonância da ordem natural das coisas.

Estudamos mais comumente culturas européias, e revisamos dados preliminares de culturas asiáticas, islâmicas e africanas. É possível que, também alí, obedeçam às mesmas leis sitêmicas, embora variem os papeis e costumes próprios.

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