— Pedagogia Empresarial

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August, 2006 Monthly archive

“A impossibilidade é uma condição momentânea, e quem sabe disto não desiste. E nenhuma outra postura é tão instigadora de criatividade e intuição quanto o ‘não desistir’. O simples fato de permanecer no ‘jogo’ abre opções que, fora dele, ao se ‘jogar a toalha’, obviamente não existem.” Segundo Nilton Bonder, casado, engenheiro e rabino, no seu livro “Ídiche Kop : O segredo judaico de resolução de problemas” – Rio de Janeiro : Imago Ed., 1995. 168 p.

E diz mais, peço licença para citar, porque não tem como explicar:

… os segredos da recontextualização estão… observação cautelosa da realidade. Desde tempos muito antigos, a tradição cabalística afirmava que a realidade existe em camadas, como uma cebola. Desfazer uma a uma estas camadas permite dissecar a realidade com índices de eficácia muito maiores do que sua percepção reduzida a uma única dimensão.

A simplicidade que uma resolução pode assumir quando não comprometida com ‘resoluções estéticas’ chega a ser experimentada de forma cômica por um observador.

O que torna uma resolução tão difícil é não sabermos o que queremos e o quanto queremos.

Impossível não compartilhar.

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Durante muitos anos viemos desenvolvendo, estudando, aprimorando técnicas e procedimentos de administração, de organização, de ordenamento, na busca de dar bom andamento às atividades das empresas e negócios. Desde Smith, Ford, Taylor e Fayol, passando por Peter Druker, Domenico de Massi, e outros pensadores, inclusive os modernos profissionais do show business, artistas excepcionais, que provocam emocionantes palestras e vendem livros (muitos livros) onde evidenciam o óbvio para a turba incauta. Nós preferimos trabalhar na infantaria, para fazer a coisa acontecer, estudando sempre, e estudamos muito.

Chagamos então a uma época conturbada, onde a concorrência é tamanha, que as possibilidades do novo desaparecem do mundo tridimensional e pousam noutra dimensão, numa dimensão intangível, por enquanto. Dessa forma, as formas não mais devolvem os efeitos que dela se esperam.

Assim, temos aplicado com muito sucesso o Método Tropeiro, de uma precisão tão impressionante que os mais céticos observadores, aqueles que ficam do lado de fora apontando o dedo indicador, dizem que o resultado é só um golpe de sorte. Hum! Afinal de contas como é que pode alguma coisa dar certo sem ter sido avalizada por uma instituição (norte)americana?

O Método Tropeiro tem uma característica que é ser um sistema de gestão natural, fruto de experiência secular, da transmissão de conhecimento, do Conhecimento. A ciência da computação, que tem tanto a ver com computadores quanto a astronomia tem com telescópios, se utiliza da mesma premissa que os tropeiros usaram durante séculos. E o conceito é simples. Tão simples que parece mentira. Mentira até você acreditar, porque depois passa a ser verdade. hehehe

Abre parêntesis: “A Ciência da Computação trata da sistematização do que chamamos de conhecimento imperativo, ou seja, o conhecimento do “Como Fazer”. Ela trata basicamente de codificar em uma linguagem padronizada e sistemática os mais diversos processos.” (Introdução à Programação Python: aula 1, Gustavo Noronha, Agosto/2005, www.hackerteen.com.br)

Bom! O Método Tropeiro é definido por uma frase: “Você sorta a burrada na estrada, e vai apertando a barrigueira pelo caminho.”

É isso! Em burro chucro, se você apertar a barrigueira ele pula e não anda. Se esperar amansar, não viaja, porque burro não amansa, acostuma. Então você só encosta a barrigueira e “sorta na estrada”. Lá de quando em quando, o burro sua um pouquinho e a barrigueira afrouxa. Você para e encosta um pouco mais. Anda mais um pouquinho e aperta a barrigueira.

Gostou?

Abraço.

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