— Pedagogia Empresarial

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August, 2000 Monthly archive

VOCAÇÃO significa chamamento,  pendor, talento,…o dom que recebemos. É uma força de atração que todos  nós sentimos por determinadas atividades, porque nos dão satisfação. São  aquelas atividades que nos atraem e despertam  o nosso interesse para tudo que se refere a elas. São as atividades para  as quais nascemos e para as quais temos jeito. São diferentes das profissões  que apenas servem  de canal para a  nossa vocação.

É claro que as pessoas que  deixam a sua vocação fluir e se manifestar, têm um comportamento mais alegre,  mais sociável, mais agradável.  Normalmente  são pessoas que se relacionam com os outros de maneira descontraída e nos dão  a nítida impressão de que são realizadas. E são.  São empolgadas com o que fazem.

Sim, ao decidirmos por uma  profissão que permita a expansão da nossa vocação, só temos razões para  nos sentirmos pessoas satisfeitas e realizadas. Encontramos o canal adequado  para a nossa energia mais preciosa, a nossa vocação.

As dificuldades de satisfação das nossas necessidades  naturais nos dão um sentimento de frustração que perturba a nossa alegria de  viver. Então, encontramos dificuldades também nos relacionamentos humanos.

Qual é a atividade que empolga você? Cuidar, Lidar com  pessoas, Servir, Escrever, Organizar, Controlar, Desenhar, Movimentar-se ao ar  livre, etc?  Pratique-a e sinta  realização.

Felicidades.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Hoje me mandaram um artigo que quero compartilhar com vocês.

“E o marketing? De que forma pode auxiliar? Como utilizar as suas orientações para posicionar-se, para enfrentar batalhas diárias?

Antes de fazer essa abordagem, é necessário algumas advertências e lembretes importantes para todas as organizações independentemente de tamanho e finalidades:

  1. Marketing não faz milagres.
  2. Marketing não é propaganda, e propaganda não é a alma do negócio. A propaganda é parte dos instrumentos de marketing.
  3. Nem todas as pessoas que se apresentam como profissionais de marketing são ou estão capacitadas. Muitas delas fazem o que chamamos de “auê”, ou seja, fazem apresentações e discursos bonitos sem conhecimento científico. Trabalham na base do empirismo, do “achômetro”. Iludem os incautos e fazem das organizações os seus laboratórios experimentais. Por esses detalhes, é fundamental que se tenha muito cuidado, verificando profundamente a pessoa contratada (como pessoa física e/ou jurídica).”

Trecho de artigo escrito por Nildo Leite, Mestrando em Marketing e Gestão Empresarial pela Universidade Internacional de Lisboa, Especialista em Marketing Estratégico pela ESPM, Especialista em Adm. de RH pela Universidade Estácio de Sá e Consultor de empresas para as áreas de Planejamento e Marketing Estratégico.

É isso aí!

Felicidades.

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Uma coisa que nos chama atenção, até com muito espanto, é  a mudança de vida das pessoas conhecidas que começam a freqüentar e se integrar num movimento religioso ou em uma religião.

À medida que o nosso pensamento vai se espiritualizando, o  nosso coração vai mudando, a nossa vida vai simplificando e muitas coisas,  antes consideradas importantes, tornam-se sem importância e desinteressantes.  Passamos gradualmente a conhecer pessoas diferentes, ler livros diferentes,  passar o tempo de maneira diferente e nossa conversa muda completamente de  qualidade. Todas essas mudanças acompanham a mudança do coração e nunca a  precede.

“….as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas….” ll Corintios 5-1

Descobrimos que a boa opinião das outras pessoas, que antes  considerávamos como coisa vantajosa, parece sem nenhuma importância. Os  aplausos por nossos atos exteriores passam a ter uma força muito fraca e  efêmera. Reconhecemos que os resultados que valem a pena são aqueles obtidos na nossa consciência.

A nossa motivação mais forte é o desejo de felicidade.  Quando espiritualizamos nosso pensamento esse desejo começa a ser satisfeito. Por isso mudamos tanto.

Experimente, e veja como as coisas mudam.

Felicidades.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Sob este título “EXAME News – 04/08/00″ publicou: “Uma recente pesquisa realizada pela subsidiária brasileira da PeopleSoft, uma dos maiores grupos de software do mundo, com 111 empresas revela: 62% delas não sabem quantos e muito menos por que clientes desistem de continuar comprando seus produtos e serviços.

A Revista Business, agosto/2000, publicação mensal da Equifax do Brasil, publicou um artigo do consultor Eduardo Botelho, onde ele propõe “brincar” com quatro importantes palavras do nosso idioma, todas elas começam com a letra “P” (preço, produto, propaganda e pessoas), concluindo que das quatro a única que realmente vende mais é a quarta palavra “pessoas”.

Finalmente concordamos (Botelho e eu), são as pessoas que fazem, ou não fazem as coisas acontecerem. Não são os preços, nem os produtos, nem a propaganda… É a sua cabeça que faz a diferença.
Pense nisso e faça alguma coisa (qualquer coisa).

Felicidades.

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