— Pedagogia Empresarial

Sergio Vieira Holtz Filho

A psicologia analítica faz parte essencial das ciências da natureza; entretanto, está submetida mais do que qualquer outra aos preconceitos e condicionamentos pessoais do observador (JUNG, 2006, p. 234).

Do outro lado do tempo, no mesmo planeta, alguém sugere uma solução…

Bert Hellinger propõe um exemplo de um cliente que reclama de seus pais ou do que ele ou ela vivenciou de ruim na sua infância — ou qualquer outra situação já passada–. Na mente comum temos vontade de diminuir ou de solidarizar com o sofrimento desse cliente e pensamos: “Vamos ajudá-lo.” Mas se pensarmos filosoficamente, através do espírito, “não existe nada de ruim“. Se existe uma força criativa, que suporta tudo, que atua em todos, não pode existir nada de ruim!

Agora, olhando filosoficamente para essa situação, podemos sugerir ao cliente que ele também veja a situação filosoficamente e diga: “Não importa o que tenha sido: Eu agradeço. Tomo isso como uma força. Eu tomo esses pais como especiais, que me dão forças especiais e essenciais para minha vida.” O que acontece? Pelo menos é o que tem acontecido! Incrivelmente, o resultado de tudo o que aconteceu se transforma; e com a mesma intensidade que forçava para “baixo”, impulsiona para “cima”. A situação permanece na memória, mas o resultado não é mais ruim, é criador, criativo. É riquíssimo!

Como o terapeuta se comporta então? Ele já não é mais um terapeuta, é agora, na verdade, um filósofo. Ele não tem nenhum pesar. Pelo contrário, concorda também com aquilo que é ou que foi. Com isso são liberadas forças que ultrapassam a psicoterapia (HELLINGER, 2005, p. 234).

Não se trata de filosofia que se estuda nas escolas, dessas que vemos por aí. Ao estudar as frases e ditos dos grandes filósofos, apreciamos e até admiramos onde eles chegaram, o resultado da sua filosofia; mas permanecemos distantes e isolados da própria filosofia que os fez ousar e “indignar” os seus contemporâneos com proposições novas e inovadoras. Muitos morreram por isso!

Referências

HELLINGER, Bert. Ordens da ajuda. Patos de Minas: Atman, 2005. 248p.

JUNG, C. G. Memórias, sonhos, reflexões. 13a. Ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006. 489 p.

 

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Sergio Vieira Holtz Filho

Esta semana dei uma entrevista para uma rádio local, aproveitando o gancho da notícia “alviçareira”: Região formaliza quase 10 mil empreendedores em 2011.

Na região de Sorocaba, considerados 28 municípios, foram registrados 9.865 novos empreendedores Individuais no decorrer do ano. No Estado de São Paulo foram mais de 300 mil profissionais formalizados, e no total, o Brasil já contabiliza quase 1,9 milhão de trabalhadores formalizados pelo Empreendedor Individual, desde o início do regime, em julho de 2009.

Aí vem a pergunta sobre o perfil das pessoas que me procuram, que procuram um Coach: são empregados à procura de um novo emprego? São empregados em busca de se tornar patrão? São desempregados que querem montar o negócio próprio? São jovens que precisam de orientação profissional?

Sim, também atendemos jovens pré-vestibulandos ou recém “vestibulados”, que precisam e querem orientação, através do treinamento pedagógico para a escolha da profissão.

Para começo de conversa eu não sou headhunter, não trabalho com recolocação profissional. Desenvolvo um trabalho de orientação e acompanhamento para o desenvolvimento pessoal, humano e profissional. O meu trabalho está focado na atividade profissional, no empreendedorismo e na pedagogia empresarial — plano de atividades de treinamento para conseguir mudança de comportamento dos colaboradores –, e muitas vezes também oriento a montar negócios e empresas, expandir mercado, desenvolver produtos e quejandos. Para entender um pouco melhor, tenho que esclarecer sobre três personagens independentes que podem estar presentes na mesma pessoa, ou não — o empresário, o empreendedor e o dono de empresa.

Três personagens diferentes que não dormem no mesmo quarto.

Empresário, se você procurar a palavra empresa no dicionário, pode encontrar a definição pupular como “especulação industrial ou mercantil”, ou “sociedade ou companhia que explora qualquer ramo de indústria ou comércio”. Mas, para o meu trabalho de coaching, considero empresário a personagem que ousa um “Cometimento ousado, intento, desígnio”.

Empreendedor é o cara que faz a roda girar: adj. s. m. Que ou aquele que empreende; que é animoso para empreender; trabalhador; amigo de ganhar a vida (traçando empresas novas).

Dono de empresa, para dar um exemplo, é aquele que fica atrás do balcão, quer controlar tudo: desde a compra de papel higiênico, até a embalagem e o troco. O dono de empresa é uma personagem que muitas vezes quer mandar, ele quer sentir que pode mandar e desmandar — e pode mesmo –. É a pessoa a quem pertence alguma coisa; senhorio. Dono da casa: chefe da família. O dono da empresa é que vai à falência enquanto seus diretores recebem dividendos… Ou coisa parecida — existem exceções –.

Bom! Definidas as personagens, sob este ponto de vista — porque existem outros –, podemos ver que você pode ser empregado e ser empreendedor; você pode ser empresário e não ser o dono da empresa; você pode até ser empresário, empreendedor e dono da empresa. Mas essas personas nem sempre dormem no mesmo quarto. Ficou claro?

Digo isto porque atendo pessoas que querem montar o seu negócio e já querem “abrir uma empresa”. Não! Não é por aí. Caminho errado. Primeiro você tem que definir o seu negócio, o objeto social da sua empresa, no que você pensa que é útil para o mercado — para a sociedade. De repente, você é um empresário mas não tem vocação para ser dono de empresa; ou você é empreendedor, mas não tem a vocação para o “cometimento ousado”; e isso não nega a possibilidade de montar um negócio. É uma questão de não colocar a carroça na frente do burro!

Na sequência, a pergunta foi sobre os planos e promessas de ano novo. “Por que os planos de ano novo não se realizam?”

Não me contive — quem me conhece já sabe da fama de humor ácido e interjeições contundentes –, e contei aquela historinha do cidadão que ia à igreja todos os dias e pedia para ganhar na loteria… Até que certo dia, a imagem do santo da devoção desce do altar, põe a mão no ombro do “solicitante” e fala: “Filho, por favor, compre o bilhete”. Isto para dizer que a maioria das frustrações com as proposições de ano novo não são seguidas do primeiro passo. Você tem que dar o primeiro passo. Quando você dá o primeiro passo, a Vida te dá um sinal, apontando o passo seguinte, e o seguinte, e o seguinte…

O velho Einstein dizia que quando você faz uma pergunta, o Universo responde imediatamente. Se Ele não respondeu é porque a sua pergunta não foi inteligente. Refaça a pergunta!

Feliz Ano Novo o Ano Todo.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

 

VOCÊ JÁ PODE SER UM ASTRONAUTA

SE PARTICIPAR DE UMA VIAGEM DE TURISMO NO ESPAÇO.

Astronauta é a denominação aplicada a qualquer pessoa que viaja no espaço… Cientistas, políticos, jornalistas e… Turistas.

Dia 09 de Janeiro é o DIA DO ASTRONAUTA

Deixando a parte as fantasias criadas pela mídia internacional… O Astronauta é um profissional que é preparado para dedicar a sua vida à humanidade. Geralmente é funcionário público, que deve ser bacharel em engenharia, ciências biológicas, ciências físicas ou matemática e ter realizado pelo menos 1000 horas de vôo como comandante-piloto de jato. Deve trabalhar de 30 a 35 anos como qualquer profissional e nesses anos de trabalho participa de treinamentos para uma viagem espacial – no máximo de 2 anos e meio – seja para comandar, pilotar, servir como membro da tripulação de uma nave espacial ou desempenhar atividades extra veiculares. No seu trabalho ele participa de reuniões, viaja pelo mundo e, quando é escalado, também viaja pelo espaço e então elabora e apresenta relatórios. É submetido a exames rigorosos de condicionamento físico, treinamento de sobrevivência em micro gravidade e na água… Deve ter altura de 1,63m a 1,93m.

Também é considerado Astronauta todo profissional que participa de projetos para uma viagem espacial. Pode ser de vôo sub-orbital (vôo de projetis sem entrar em órbita) ou vôo orbital de no mínimo 100 km de altitude (o limite externo da atmosfera).

Quando esse profissional é patrocinado por Fundos Privados é considerado Astronauta Comercial desde 2004, quando foi realizado o primeiro vôo sub-orbital do setor privado. Há registros de que 488 pessoas de 39 países, selecionadas e qualificadas, já alcançaram o espaço atingindo 100 km de altitude… E muitas vezes até mais, alcançando a órbita terrestre baixa e até a órbita lunar.

Astronauta, cosmonauta ou tayconauta são sinônimos e significam “viajante espacial” ou “profissional que viaja no espaço”. Astronauta, “navegante das estrelas” vem do grego “astron” = estrela e “nautes” = navegante… Cosmonauta, “navegante do universo”, termo usado pelos russos, vem do grego “Kosmos” = universo e “nautes” = navegante… “Taikonauta”, vem de “Taikong” = espaço, termo usado pela China desde 1988, quando começou a treinar tripulantes de naves espaciais.

Curiosidades… Os primeiros Astronautas foram selecionados em 1959 pela NASA e eram pilotos militares formados em engenharia e pilotagem de aviões militares a jato.

Em 1961 no dia 12 de Abril, o russo Iuri Gagarin, a bordo da Vostok I, foi a primeira pessoa a atingir o espaço. Quando vislumbrou a Terra exclamou: “A Terra é azul! Como é maravilhosa! É surpreendente!”. Até então não se sabia a cor do nosso planeta.

Em 1983 no dia 18 de Junho Sally Ride, foi a primeira mulher no espaço a bordo do ônibus espacial Challenger.

E para nosso orgulho, em 2006 no dia 30 de Março, o brasileiro Marcos Pontes foi selecionado para ser o primeiro homem do hemisfério sul no espaço, a bordo da nave russa Soyus TMA-8, em direção à Estação Espacial Internacional, na “Missão Centenário” levando 8 experimentos científicos brasileiros a serem executados em ambiente de micro gravidade. Emocionado ele expressou… “A minha grande emoção no espaço é ver a Terra, como é frágil e pequenina! Pensar sobre a vida e o que é realmente importante! Perceber que a arrogância e a discriminação não tem nenhum sentido! E como somos pequenos e vivemos tão pouco tempo!

Até hoje o Astronauta mais jovem foi Gherman S.Titov com 25 anos e o mais idoso foi John Gleen com 77 anos.

No dia 09 de Janeiro… Viva os Astronautas!

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Em 1999 publicamos gratuitamente o livro “Lições de Pedagogia Empresarial“, da Profa. Maria Luiza Marins Holtz, para divulgar o conceito e desenvolver profissionais, baseados na experiência em conceber, desenvolver e implantar projetos de formação de mão-de-obra, desde 1976.

Tá aí! A Profa. Maria Luiza conseguiu o seu objetivo. Parabéns!

 

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Sergio Vieira Holtz Filho

É quando se sente que seu caminho está bloqueado, ou quando se vivencia a sensação de limitação, sentimentos de cerceamento, de inadequação que impedem seu próprio processo natural de desenvolvimento e de crescimento, que se costuma buscar ajuda. Pais, parentes, amigos, padres, médicos, terapeutas, gurus, etc… Às vezes o que se busca é apenas o alívio imediato de um conflito, uma tensão; outras vezes busca-se o conselho ou aval do interlocutor para uma determinada atitude. Diferente de um conselheiro ou mentor, um Coach raramente oferece conselhos. Seu papel é o de fazer com que o coachee descubra seus potenciais, sua força pessoal e solucione as suas próprias questões.

Joseph Campbell, em “O Poder do Mito”, dá uma indicação do perfil de um orientador:

“Um bom treinador não diz a um corredor exatamente em que posição manter os braços ou coisas desse tipo. Ele o observa correr e depois o ajuda a corrigir sua maneira natural de própria de o fazer. Um bom professor está ali para identificar possibilidades e potencialidades, e em seguida dar conselhos, não ordens” (p. 152).

No ocidente, com ênfase na individualidade, o temperamento de cada indivíduo é valorizado. Assim, a orientação deve ser oferecida para a pessoa descobrir seu próprio poder pessoal, sua produtividade natural, preferencialmente a partir de sua própria vocação. Partindo do pressuposto que o organismo humano é orientado naturalmente para a auto-atualização, ou seja, o desenvolvimento e a manifestação das próprias potencialidades, seremos levados a considerar que o melhor preceptor que qualquer pessoa pode ter é aquele que a ajuda a ouvir a própria voz interior.

O papel do Coach no processo de auto-atualização é muito parecido com o do facilitador, da Abordagem Centrada na Pessoa, de Carl Rogers et alii, onde a chave para o sucesso terapêutico é o relacionamento estabelecido entre o cliente e o terapeuta, no caso, entre o coach e o coachee, baseado na compreensão empática, consideração positiva incondicional e congruência. Para ilustrar a questão, podemos comparar o facilitador com os xerpas, aqueles guias das expedições que se aventuram pelo Himalaia em busca de Shangrilá:

  • O guia sabe que a vigem não é dele, e sim do viajante e, por isso, respeita o destino e o caminho escolhidos, não impondo sua presença, mas fazendo companhia. Ele deve saber, também, que sua recompensa, além dos honorários, é a expansão de sua própria consciência na tarefa de guiar.
  • Conhece bem a região por onde o viajante quer transitar, embora talvez nunca tenha trilhado o caminho escolhido. É capaz de ver pistas onde o viajante não vê. Sabe instruir o viajante sobre as competências fundamentais e a destreza necessária para a jornada. Reconhece sinais de tempestades, encoraja e demonstra que é possível caminhar em altitudes elevadas, muito elevadas.
  • Em determinados momentos ajuda o viajante a carregar o fardo, ensinando como deve ser distribuída a carga na mochila.
  • Apesar de nunca haver estado em Shangrilá, acredita que ela está lá, em algum lugar, e que o viajante será capaz de chagar até ela a partir de suas próprias escolhas.

 

O melhor preceptor que qualquer pessoa pode ter é aquele que a ajuda a ouvir a própria voz interior.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Extraído na íntegra do blog do Kaká Werá, amigo de labuta, companheiro de jornada, recém nos reencontramos.

O aprendiz perguntou ao Velho Pajé qual o ritual mais poderoso, qual o grande ritual que poderia trazer benefícios para toda a vida, e qual o ritual que poderia derrubar inimigos.

O Velho Pajé acendeu o fogo no chão e jogou umas folhas secas que exalaram um perfume prazeroso e tranquilizador. O chão de terra batida e limpo da oca promovia o sagrado do clima. A luz do fogo clareou o ambiente, era um momento âmbar, quase dourado.

O Velho Pajé olhou para a ansiedade do jovem:

– Pequeno caminhante, antes de mais nada, um ritual é um diálogo que se realiza com o espírito do tempo, o espírito do espaço e o espírito das intenções que se promove. Toda intensão perversa, maledicente, vingativa, caluniadora, e outras procedências ruins, não possuem o verdadeiro e mais profunda poder, portanto, não são poderosas. Além disso, um ritual pode se transformar em um hábito, uma crença, ou uma tradição, ou seja, pode se transformar em uma ação contínua e degradante, se for mal intensionado.

– Então não existe ritual poderoso!

– Sim, existe. O ritual mais poderoso é o de poder ajudar alguém a se re-erguer nos momentos de debilidade ou desarmonia. E isto só é possível com um coração preenchido da compaixão, do amor incondicional, e da sabedoria para orientar de acordo com a necessidade e a possibilidade de cada momento. Este é o grande ritual da vida!

É isso!

\o/

 

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

Você sabia que a Ação de Graças a Deus é o exercício da nossa fé na Providencia Divina infalível e que nos prepara para receber os milagres divinos?

O DIA NACIONAL DE AÇÃO DE GRAÇAS

No Brasil o Dia Nacional de Ação de Graças foi instituído em 1949 pela Lei 781 de 17 de Agosto e foi regulamentado em 1966 pela Lei 5.110 para ser celebrado na…

4ª QUINTA FEIRA DO MÊS DE NOVEMBRO.

Porque um Dia Nacional de Ação de Graças? Porque quando enumeramos tudo de bom que Deus tem nos feito e nos concedido, o nosso coração se enche de imensa alegria e gratidão que nos possibilita receber cada vez mais. Ao focalizar especialmente a necessidade premente de agradecer sempre a Deus e a Sua Providencia Divina por todos os bens recebidos reconhecemos profundamente que na verdade é Ele quem nos sustenta e sempre sabe o que é melhor para nós… Ao invés de perdermos a força da fé em reclamações e lamentações pelo que, providencialmente, não recebemos.

 

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Esse dia foi Inspirado nas grandes comemorações e celebrações de Ação de Graças a Deus realizadas pelo povo dos dois países mais avançados do mundo… Os Estados Unidos e o Canadá. Lá o povo celebra a gratidão com feriado, festas, desfiles e jantares em todas as casas… Agradecendo a Deus tudo que receberam durante o ano… Os alimentos, o sol, a chuva, a água, os animais, a vegetação, os frutos, as flores, os vestuários, a habitação, a saúde, as escolas, o divertimento… Enfim, tudo que é lhes é concedido por Deus durante o ano todo.

Interessantíssimo… O jantar desse dia repete em todas as casas, até hoje, o mesmo cardápio do primeiro Dia de Ação de Graças celebrado, pelos primeiros ingleses com os índios. Quando eles chegaram à América do Norte, diante dos sofrimentos, especialmente a fome, receberam ajuda dos índios que os ensinaram a caçar e assar perus selvagens, cultivar e cozinhar o milho e colher amoras nativas. São os três componentes principais do cardápio dos jantares (peru assado, milho cosido e amoras) para a Celebração de Ação de Graças nesses dois países, até hoje. Será coincidência, um dia especial de Celebração de Ação de Graças fazer parte da cultura dos dois países mais avançados do mundo?

Celebrar Ação de Graças a Deus, Agradecer – em grego “Eucharisteo” e em português “Eucaristia” – nos torna abertos a receber os milagres divinos porque representa a forte manifestação da nossa fé, do nosso profundo reconhecimento e eterna gratidão a Providencia Divina que nos sustenta através dos vários canais que Ela escolhe… Seja o nosso trabalho profissional, os diversos serviços que prestamos, seja a benevolência alheia…

A Celebração de Ação de Graças mais completa e mais forte que se conhece é realizada diariamente pela Igreja Católica no mundo inteiro… A Celebração da Eucaristia. Na Oração Eucarística da celebração reza-se assim… “Na Verdade é justo e é necessário, é nosso dever e salvação DARMOS GRAÇAS sempre em todo o lugar ao Senhor Pai Santo, Deus Eterno Todo Poderoso…”. Por Cristo, com Cristo e em Cristo… Os Católicos do mundo inteiro tem a oportunidade de participar diariamente ou mesmo semanalmente dessa forte Celebração de Ação de Graças. Porem, nem todos reconhecem essa oportunidade e nem se lembram de enumerar tudo de bom que recebem e dar Ação de Graças a Deus Pai Provedor de tudo.

 

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Podemos oferecer diariamente singelas Ações de Graças a Deus demonstrando a nossa profunda gratidão… Quando damos atenção especial às pessoas queridas da nossa família, aos amigos e conhecidos… Quando cuidamos com capricho do nosso corpo, da nossa alimentação, da nossa saúde… Quando limpamos as coisas e locais que estão sujos… Quando consertamos o que está quebrado… Quando conservamos as coisas para que não se estraguem… Quando arrumamos e decoramos a nossa casa… Quando cuidamos, lavamos e limpamos as nossas roupas, os nossos sapatos, o nosso carro, o nosso jardim, os nossos vasos de flores… E bem dizemos todas as coisas que Deus nos concede e nos servem enquanto vivemos.

A História conta que O Dia de Ação de Graças a Deus sempre foi celebrado pelos povos mais antigos com profundo reconhecimento e gratidão por todos os bens recebidos… Chineses, Judeus, Gregos e Romanos sempre celebraram com muita festa o Dia de Ação de Graças reconhecendo principalmente a abundancia das colheitas e dos alimentos concedidos por Deus.

Especialmente no dia 27 de Novembro deste ano vamos lembrar… MUITO OBRIGADO SENHOR DEUS DO UNIVERSO!… Por TUDO o que nos concede diariamente e durante a nossa vida!

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A Profa. Maria Luiza Marins Holtz houve por bem publicar seus livros e artigos, gratuitamente na Internet, antes mesmo do advento dos blogues. Sua intenção foi, e ainda é, divulgar a Pedagogia Empresarial como instrumento de valorização e desenvolvimento do ser humano, promovendo a sua produtividade natural e, consequentemente, a sua auto-estima ou auto-atualização — o conceito de auto-atualização tem relevante papel na teoria de Maslow que o definiu como o uso e a exploração plenos de talentos, capacidades, …

 

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Além disso, o trabalho do pedagogo viabiliza o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos, facilitando o processo comunicativo entre a organização e os stakeholders — segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, Classificação Brasileira de Ocupações, http://www.mtecbo.gov.br/.

Para os trabalhos de conclusão de curso -TCC (somos muito procurados por alunos de todos os níveis), nós recomendamos o nosso blog (este que você está :-D ). Você pode usar a ferramenta “Pesquise aqui!” (ali em cima, à direita) e buscar os artigos relacionados com os termos inerentes ao seu TCC. A bibliografia recomendada ao final do livro “Lições de Pedagogia Empresarial” é, de fato, recomendada.

É importante ressaltar que não temos atuação acadêmica. Nosso trabalho é de consultoria, orientação e aconselhamento, coaching, para pessoas físicas e jurídicas, em situação de mudança.

Sucesso!
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Sergio Vieira Holtz Filho

Com esse título José Ultemar da Silva e Neusa Abbud Prado Garcia fizeram publicar na RIT – Revista Inovação Tecnológica um artigo que merece ser compartilhado. “Os resultados dessa pesquisa evidenciam a necessidade de implementação de novas estratégias pelas IESs (Instituições de Ensino Superior) na busca do empreendedor, enquanto se percebe uma grande lacuna destes nas empresas.

 

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Como não tenho atuação acadêmica — já tentei mas não me aceitaram porque não tenho título — posso errar e serei desculpado por causa da minha ignorância. Isto posto, recomendo a leitura do artigo. Vale ressaltar que quando cita Jacques Delors, que foi coordenador da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, da UNESCO, está usando Paulo Freire. Olha aqui - http://www.mh.etc.br/blog/desenvolvimento-organizacional/os-quatro-pilares-da-educacao-segundo-a-unesco

Cuidado com a míopia de Filion (1999), que afirma, segundo os autores, que “a idéia de empreendedorismo, e mais particularmente a idéia de criação de empresas, constitui uma peça chave no desenvolvimento de toda sociedade e a base de criação de sua riqueza”. Eu, na minha ingenuidade, proponho uma “vaquinha” para comprar um dicionário para Filion, quem sabe ele apreenda o que é empresa e, por conseguinte, empreendedorismo e não mais use o verbo criar de maneira tão displiscente.

Uma da premissas falsa que se baseiam tanto carcereiros quanto encarcerados nas (das) institucional de Ensino Superior é a tal da “produção de conhecimento”. Um defeito genético, talvez! Conhecimento não se produz. Lembra daquele que disse “… nada se cria, nada se perde, tudo se transforma“? Então! Conhecimento se desenvolve, descobre, desembrulha… Veja só para que serve o dicionário!

Do jeito que anda a carruagem “as exigências de sua construção a nível operativo, constitui-se em uma árdua tarefa, em tempos atuais, pois solicitam articulações com as quais ainda, não se tem uma ainda tradição cultural afinada.” É obvio que está falando dos residentes na ilha das IESs!

No final, exatamente na última frase, acertam evidenciando o óbvio. E isso é fundamental para obter algo a mais das IESs, que é o que se espera: “sensibilizando assim os processos criativos que possibilitem a inovação, no sentido da criação de novos modelos” — eu substituiria o verbo criar por ou obter ou desenvolver ou apreender ou… Sei lá! Deixa assim mesmo!

 

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RIT – REVISTA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, v. 1, n. 2 (2011), Disponível em: http://www.faculdadeflamingo.com.br/ojs/index.php/rit/article/view/12, acesso em: 05/10/2011.

Resumo

A proposta deste artigo consiste em discutir sobre as formas pelas quais as empresas enxergam as instituições de ensino e como gostariam que estas fossem. Os autores se propuseram analisar este processo investigativo em dois momentos. Primeiro, a questão dos currículos nas instituições em seus dimensionamentos conceituais e respectivas abordagens, bem como as relações entre as IESs e empresas. Segundo, o plano de ações, como momento investigativo e operativo de um processo balizador, que se constitui na formação da cultura empreendedora. Os resultados dessa pesquisa evidenciam a necessidade de implementação de novas estratégias pelas IESs na busca do empreendedor, enquanto se percebe uma grande lacuna destes nas empresas.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

Os admiráveis profissionais, peritos no manuseio das carnes que compõem nossos pratos mais saborosos.

OS AÇOUGUEIROS

É interessantíssima a atividade profissional dos valiosos e valorosos Açougueiros.

Os Açougueiros hoje são dos profissionais mais procurados pelo mercado de trabalho. Eles são formados e especializados para atuar com competência no imenso mercado de manipulação de produtos cárneos… Desde os açougues particulares, os açougues de supermercados, os estabelecimentos frigoríficos até as empresas de derivados de carne.

Dia 9 de Outubro é o Dia dos Açougueiros.

 

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É impressionante a alta qualificação exigida dos Açougueiros com relação… Ao uso correto de instrumentos e equipamentos específicos… De tecnologia apropriada para manipular, pré-preparar, temperar, talhar ou cortar partes específicas (e não qualquer parte) da carne dos diversos tipos de animais, que possam ser utilizadas adequadamente conforme a necessidade de preparo culinário e de acordo com os diferentes cardápios.

Em algumas regiões, os Açougueiros são conhecidos como “homem do talho”, porque é justamente quem sabe perfeitamente talhar (ou cortar) a carne em pedaços certos e próprios para serem utilizados pelos culinaristas mais exigentes.

Como os Açougueiros conhecem muito bem a qualidade dos diferentes tipos de carne e as técnicas especiais de armazenamento em locais próprios que impedem a sua deterioração, eles são os responsáveis pelo controle, pelo recebimento e verificação da qualidade e da quantidade de carne recebida pelos estabelecimentos especializados.

Além disso, os Açougueiros são responsáveis também pela guarda, conservação e manutenção permanente da higiene, limpeza e segurança do local, dos equipamentos, instrumentos e utensílios próprios do seu trabalho evitando acidentes, a proliferação de insetos e a contaminação.

Diante do imenso mercado de trabalho que necessita com urgência de excelentes profissionais do ramo de carnes, foram criados Cursos Profissionalizantes que procuram desenvolver competências oferecendo uma formação de alta qualidade. Esses cursos procuram formar profissionais conscientes e preocupados com a segurança da saúde humana, alimentação, nutrição, gastronomia e qualidade do atendimento ao cliente… Além de aprenderem a conhecer perfeitamente todos os tipos de carnes, aprendem todos os cuidados e técnicas de seu manuseio e o uso dos instrumentos e equipamentos específicos mais avançados. Eles são bem preparados para serem os proprietários do açougue e também desempenharem outras atividades que tenham relação com o ramo do comercio de produtos cárneos… E até sobre a necessidade do uso diário de sapatos de segurança e hidrofugados.

 

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Há Cursos Profissionalizantes de excelente qualidade oferecidos… Pelo Governo do Paraná através da Secretaria do Trabalho, Emprego e Promoção Social… Pelo SENAC… Por Internet, à distancia… Que fornecem certificados mediante a aprovação nas avaliações sobre os seguintes assuntos: Ciência e tecnologia de carnes; Segurança sanitária dos alimentos e legislação a respeito; Práticas em serviços de açougue; Gestão de estabelecimento comercial de carnes; Saúde, Alimentação, Nutrição e Gastronomia; Higiene pessoal, operacional e ambiental; Mercado de carnes; Insumos, equipamentos e utensílios específicos da profissão.

Aqui no Brasil, até a década de 1960 os açougues eram os únicos estabelecimentos comerciais onde se vendiam carnes… Foi quando os supermercados surgiram com a venda de uma imensa variedade de produtos e também de carnes. Então, os açougues brasileiros iniciaram a ampliação de grande número de itens diferenciados e especiais de carnes pré-preparadas e temperadas para elaboração de pratos mais saborosos… Como fazem até hoje.

Algumas curiosidades! Você sabia…

Que a palavra açougue vem de um vocábulo árabe (as-suq) que quer dizer “mercado”, “feira”? Que na Idade Média o açougue era o local onde se abatia animais e vendia a carne? Que William Shakespeare quando jovem abatia carneiros no açougue do seu pai? Que no Brasil antigo se falava “azougue”, depois “aaçougue”, e em seguida açougue? Que em Portugal usa-se até hoje a palavra “Talho” para significar o local onde se talha (corta) a carne de animais para comercializar? Que no início do século XX não existia indústria frigorífica e os animais eram transportados vivos para serem abatidos no açougue, quando a Swift teve a brilhante ideia de levar apenas as carcaças? E como a maior parte da carne não era consumida conseguiu reduzir seus custos e construiu o maior frigorífico da época? E que logo em seguida foram proibidos os abates de animais em açougues por falta de condições higiênico-sanitárias?

No dia 9 de Outubro… Parabéns a todos os admiráveis e tão valiosos e valorosos Açougueiros.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Temos visto muitos manuais de procedimentos bem encadernado, livros, apostilas e TCCs — e como abundam as apostilas e TCCs! Alguns até bem escritos! Vemos o orgulho e a satisfação ao apresentar para a sociedade os diplomas ou certificados por eles conferidos. Mais raro de se ver, é gente que dele usufrua. Sim, muitos planos e projetos, descrições da missão, política, objetivo, mas na prática…

Qualquer semelhança é mera coincidência! Para todos os efeitos, o que nós escrevemos aqui trata-se de obra de literatura pseudo-científica-ficcional. Ok?!

Será que a tradição bíblica, baseada num apanhado de livros todo-poderosos, confere ao papel — folha seca e fina feita com toda a espécie de substâncias vegetais reduzidas a massa, para escrever, imprimir, embrulhar, etc. — o poder de “resolver” todo nó, toda angústia e levar à satisfação dos desejos?

É claro que não! É preciso viver! Penso, na minha ignorância feliz, que a mensagem de Jesus, o nazareno — que não escreveu nenhum memorando, diga-se de passagem — era para vivermos O conhecimento. “Não vim revogar, vim promulgar!” — acho que era mais ou menos assim que ele dizia, viver O conhecimento que já estava disponível.

Mas não é possível! Esse cara está possuído! “Cortem-lhe a cabeça, cortem-lhe a cabeça!” diria a rainha de copas. “Se você voltasse agora, muitos lhe condenariam outra vez. / Com cabelos longos quem sabe, e a calça desbotada talvez. / E os jornais de certo iriam publicar / Que morreu um doido que não quis calar.” Diz Silvio Brito, grande menestrel contemporâneo.

Mas, um abismo iiimmmeeennnsssooo separa a letra do dia-a-dia!

Como transpor esse abismo? O que posso fazer para realmente viver aquilo que se escreve, e se pendura nas paredes de várias organizações? Como “estimular e fomentar o ideal de servir, como base de todo empreendimento digno, promovendo e apoiando: PRIMEIRO. O desenvolvimento do companheirismo como elemento capaz de proporcionar oportunidades de servir; SEGUNDO. O reconhecimento do mérito de toda ocupação útil e a difusão das normas de ética profissional; TERCEIRO. A melhoria da comunidade pela conduta exemplar de cada um em sua vida pública e privada; QUARTO. A aproximação dos profissionais de todo o mundo, visando à consolidação das boas relações, da cooperação e da paz entre as nações.

Já viram isto nalguma parede por aí! Quem sabe num manual!

A Prova, traduzida em mais de 100 idiomas, consiste nas seguintes perguntas: Do que nós pensamos, dizemos ou fazemos

  1. É a VERDADE?
  2. É JUSTO para todos os interessados?
  3. Criará BOA VONTADE e MELHORES AMIZADES?
  4. Será BENÉFICO para todos os interessados?

Ou ainda aquela outra, do “velho” Sócrates:

– Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?

– Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.

– A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?

Envergonhado, o homem respondeu:

– Devo confessar que não.

– A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?”

Então, tudo isso já está escrito. Tudo nós já sabemos. Sabemos, só nos falta aprender.

Meditando, meditando, estudando, procurando uma razão que me pareça razoável, lembro das aulas de história, ou de religião, onde ouvimos falar dos faraós, dos reis e imperadores. Sinceramente, eu penso que de fato eram representantes de Deus na terra. A bagunça começou quando generais, gente do povo, Zés Ninguéns como você e eu, usurparam o posto pelo poder que poderiam auferir. Tinham uma gana em mandar na vara — coletivo de porcos! Talvez Ramsés, tomado de ciúmes, tenha sido o primeiro a por fora toda sabedoria ancestral? Será que ele perseguiu Israel por causa da saudade do seu irmão Moisés? Foi só daí que Ramsés percebeu que havia perdido a “Jóia do Nilo”? Correu, correu, correu e se afogou nas águas profundas… Desde então, nós que não nos lançamos à travessia do mar, quando não nos afogamos, chafurdamos.

Veja só! Não é de hoje que a turma se perde nos manuais. A interpretação da letra não depende de ortografia e gramática, nem da qualidade do papel, mas da poesia que elas encerram. Sim, o entendimento de qualquer manual pressupõe a vivência; pressupõe um vocabulário advindo do resultado emotivo, psicológico, intelectual de uma experiência. Nessa linha de raciocínio, o melhor cardiologista deve ser aquele que já sofreu um enfarto. Os erros ensinam mais do que os acertos — dizem (?).

Onde está O conhecimento, então? Ele está no meio de nós. “O SENHOR teu Deus, o poderoso, está no meio de ti, ele salvará” (Sofonias, 3:17). “Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós” (Josué 3:10). “Está o SENHOR no meio de nós, ou não?” (Êxodo 17:7). “…porquanto rejeitastes ao SENHOR, que está no meio de vós” (Números 11:20). “Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós” (Lucas 17:21). “mas no meio de vós está um a quem vós não conheceis” (João 1:26). E assim por diante, muitas e muitas citações do Livro, já que a tradição diz que o Livro tem razão.

– Ah! Mas assim você está forçando a barra!

Então tá! Olha, no nosso trabalho, realizado em organizações de todos os tipos, oferecido às pessoas em situação de mudança, em busca de uma melhor condição de viver, cansadas de sobreviver, nós não temos como explicar, nós fazemos e mostramos o resultado intelectual, psicológico e emocional. A mudança que ocorre é resultado de aprendizado efetivo. Se não houve mudança, não houve aprendizado. Não é uma questão de adquirir mais conhecimento, desses que estão nos livros. Você nem imagina o que é elaborar o conhecimento. Preparar, organizar, ordenar, formar (a pouco e pouco e com trabalho). Isso é viver o evangelho! Na prática. Dia-a-dia.

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William James afirmava que a maioria das pessoas vive física, intelectual ou moralmente num círculo muito restrito do seu potencial de ser. Todos têm um reservatório de vida para evoluir, com o qual nem sonham. Faz-se uso de uma porção muito pequena das possibilidades dda consciência. Existem técnicas para se conscientizar desses reservatórios de vida ou potenciais transpessoais, as quais são parte de uma arte e de uma tecnologia que têm sido aprimoradas através de milênios em centenas de culturas e constituem o núcleo contemplativo das grandes tradições religiosas do mundo (James apue Fadiman; Frager, 1986).

Há dois princípios fundamentais e seis elementos em comum na arte da transcendência, constatados em diferentes enfoques. O primeiro princípio é o da percepção da realidade em estados de vigília é limitada. O estado usual de consciência é insatisfatório — apresenta obscuridade, distorção, ilusão, fascínio, descontrole. O segundo princípio é o de que a mente em consciência de vigília é parcial. Apesar disso, no entanto, existem técnicas para desenvolver e ampliar sua percepção e extensão. Ela não tem fronteiras. Pode ser treinada e clarificada, catalisando potenciais transpessoais (Saldanha, 2008, p.205).

Treinamento ético
Treinamento da atenção
Transformação emocional
Motivação
Percepção refinada
Sabedoria

Esses seis elementos da arte da transcendência podem ser estimulados na educação e na orientação Transpessoal. Essa perspectiva dá ao indivíduo condições de autonomia e discernimento mental, bem como a possibilidade de manter uma mente alerta e serena.

Abraham Maslow, em uma de suas publicações, escreveu mais de cem páginas sobre o tema da transcendência, pontuando esses aspectos e legitimando a humanidade por meio da própria transcendência, sem a qual o homem não seria plenamente e de fato humano (Maslow, 1990, apud Saldanha, 2008, p. 208).

Enquanto a transcendência não for objeto da sua atenção, a auto-imagem é alimentada pela mente coletiva e gera compulsão e angústia cada vez maiores. A carência e a insatisfação são profundas; surgem comportamentos patológicos, a normose e síndromes orgânicas. Mas nem tudo é mal em si mesmo: esses sintomas poderão servir de estímulos para a evolução. Poderão mobilizar o combustível da transformação. É preciso olhar para a pessoa humana que está por trás dos sintomas, dos conflitos, para identificar o que eles comunicam (idem, p. 240).

Não é fácil. Mas é simples.


Saldanha, Vera. Psicologia Transpessoal : abordagem integrativa : um conhecimento emergente em psicologia da consciência. Ijuí : Ed. Unijuí, 2008. 344 p.

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Sergio Vieira Holtz Filho

A imagem pública do ser humano — imposta à força pelo conteúdo da publicidade — é de uma máquina propensa a constantes avarias, se não for supervisionada por médicos e tratada com medicamentos. A noção do poder de auto-cura do organismo e a tendência natural para manter-se saudável não é comunicada nem nas escolas, onde se esperava que houvesse educação, não sendo valorizada a confiança do indivíduo em seu próprio organismo. Talvez possa parecer que já se começa a valorizar a relação entre saúde e hábitos de vida, mas, segundo a mesma publicidade, sempre acompanhada de uma drágea ou duas todos os dias, ou uma colher de uma mistura supehiperflagilistealidous sobre a sua salada de frutas matinal ou ainda de um equipamento revolucionário de ultra-tecnologia desenvolvida lá na terra da mesma publicidade, que pode ser inteiramente seu por muitas pequenas parcelas mensais no seu cartão de crédito. Lindo, não!

É desconcertante e até irônico que os próprios médicos sejam os que mais sofrem em decorrência da concepção mecanicista de saúde por desprezarem tal incoerência evidente e pelas circunstâncias estressantes de suas próprias vidas — existem excessões, é lógico! Só para ilustrar, a expectativa de vida entre os médicos é de dez a quinze anos menos que a da média da população, e eles apresentam taxas elevadas de doenças físicas, além de altos índices de alcoolismo, abuso de drogas, suicídio e outras patologias sociais[1].

 

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Ainda tem gente que considera todos os fenômenos associados a uma consciência humana, como mente ou idéias, entidades inexistentes, “inventadas para fornecer explicações espúrias”. Ainda tem muita gente pensando assim, e sofrendo as consequências desse pensamento — as únicas explicações sérias sãs as baseadas na concepção mecanicista dos organismos vivos.

Nas tradições filosóficas e religiosas sempre se considerou a mente e o corpo como unidade, por isso desde o oriente muitas técnicas foram desenvolvidas para abordar a consciência a partir do nível físico. O significado terapêutico dessas abordagens filosóficas e religiosas está cada vez mais sendo praticado, e muitos terapeutas estão incorporando técnicas meditativas de trabalho integrativo, como a Yoga, o Tai-Chi, a Capoeira, e, especialmente, a respiração. Tanto a respiração yogui tanto a holotrópica de Grof, adquirem reconhecida importância no processo de re-integração física e mental para obter saúde — física e mental –, ou seja, é possível sim atingir o equilíbrio psicossomático através da mente.

Temos que reconhecer plenamente o papel das substâncias e das intervenções cirúrgicas e ainda defendermos vigorosamente a implantação de uma política social de estímulo à saúde — diferente de uma política de prevenção às doenças. Mas, sabemos que um estado de desequilíbrio é gerado pelo estresse prolongado, que é canalizado através de uma determinada configuração da personalidade, dando origem a distúrbios específicos. No caso do câncer — um fenômeno típico, uma doença característica de nosso tempo –, as tensões cruciais parecem ser aquelas que ameaçam algum papel ou alguma relação central da identidade da pessoa, ou as que criam uma situação para a qual, aparentemente, não há escapatória.

Estudos detalhados do organismo físico, a partir dessa perspectiva, mostram que as distinções convencionais entre nervos, músculos, pele e ossos parecem não refletir nem mesmo a realidade física (Capra, p. 339). As manifestações dinâmicas do organismo humano — físico e mental, psíquico e emocional — seus movimentos contínuos e os vários processos de fluxo e flutuação, envolvem o sistema como um todo — indivíduo, indivisível –. Tensões críticas, podem gerar sentimentos de desespero, impotência e desesperança e em consequência, uma doença grave e até a morte podem tornar-se consciente ou inconscientemente aceitáveis como solução potencial (Capra, p. 347).

Embora muitos detalhes desse processo ainda estão por ser esclarecidos, é evidente que o estresse emocional tem dois efeitos principais: inibe o sistema imunológico e, ao mesmo tempo, acarreta desequilíbrios hormonais. Assim, estão criadas as condições excelentes para o desenvolvimento de doenças físicas — e psíquicas –.


[1] Sobaugh, Robert e Yergin, Daniel (orgs.). Energy future: report of the energy project at the Harvard Business School, Ballantine, Nova York, 1979. pp. 258 e ss. apud Capra, 1990. p. 139.

[2] Capra, Fritjof. O ponto de mutação : A ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo, Círculo do Livro e Cultrix, 1990. 449 p.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

O PROFISSIONAL FAMOSO QUE ESTUDA O MEIO AMBIENTE E O CRESCIMENTO DA ECONOMIA COM A PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS.

O BIÓLOGO

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Mas, quem é mesmo o Biólogo?

O Biólogo é justamente aquele profissional importantíssimo que atualmente tanto se destaca na vida da sociedade. É ele quem orienta a todos nós – e o público em geral – nos ensinando como preservar a natureza e o meio ambiente para que não seja destruído. Ele orienta as cidades, os parques naturais e zoológicos, os jardins, as escolas de todos os níveis, as indústrias, as empresas… Dedica-se ao árduo trabalho do controle da poluição do ar e das águas, no reflorestamento e recuperação de florestas e rios, de ambientes degradados… Pesquisa novos produtos de qualidade para indústria alimentícia, farmacêutica, de extração vegetal… Realiza análise genética, controle de pragas, controle de epidemias, vigilância sanitária…

Dia 3 de Setembro é o Dia do Biólogo.

Foi no dia 3 de Setembro de 1979 que a profissão de Biólogo foi regulamentada pela Lei 6.684 e desde então as suas atribuições estão bem definidas.

O Biólogo é um tipo de pessoa muito curiosa. É observadora, pesquisadora e investigadora, tem boa memória e capacidade de concentração. Gosta de estudar e tem facilidade de lidar com plantas, animais, corpo humano e tudo o que se relacione com a vida. É muito organizada, meticulosa e perseverante. Conhece muito bem todos os recursos naturais. Sabe trabalhar em equipe.
No seu trabalho profissional o Biólogo consegue excelente remuneração. Realiza projetos para a preservação de toda a natureza, para a proteção ambiental, para implantação da ISSO 14000. Realiza pesquisa científica nas instituições públicas e privadas, laboratórios de exames biológicos e patológicos. Além disso, também recombina DNA para descobrir medicamentos e estuda a ação de enzimas para produzir, por exemplo, um sabão em pó que torne a roupa mais limpa. Também pode trabalhar como professor de Biologia nos vários níveis de ensino e em museus da área biológica.

É por tudo isso que o Biólogo precisa ser formado pelo Curso Superior de Ciências Biológicas e obter o registro no CRBios (Conselho Regional de Biologia) que fiscaliza o seu trabalho.

Durante o Curso Superior de Ciências Biológicas ele é capacitado para pensar e executar em mais de 50 áreas, mostrando “O que” se deve fazer e “Como” se deve fazer para viver com respeito a todos os seres vivos. No curso ele estuda todos os organismos vivos sua origem, estrutura, evolução, processos de reprodução, classificação e distribuição das espécies no planeta Terra, suas diferentes formas de expressão e suas funções em relação a nós e a todo meio ambiente.

Atualmente, todas as pesquisas básicas na área das Ciências Biológicas, que utilizam técnicas aplicadas à biotecnologia são realizadas por Biólogos, nos Institutos de pesquisa, universidades, indústrias farmacêuticas, zoológicos… Para a medicina, a agricultura (no controle de pragas), a preservação da natureza na sua totalidade.

Hoje, estão em grande expansão, os serviços prestados pelo Biólogo na área ambiental das indústrias, do comercio, da reciclagem e outros tantos tipos de empresa. Para isso ele realiza cursos de pós-graduação e especializa-se em Zoologia, Zootecnia, Engenharia genética, Biologia Marítima, Biologia Celular, Botânica, Ecologia e meio ambiente… E pode trabalhar em todas as áreas de gestão ambiental: ecotoxicologia, ecoturismo, paisagismo e jardinagem, controle e licenciamento ambiental, bioinformática, engenharia genética, genômica, melhoramento genético ambiental e animal, reprodução humana assistida, biologia forense, banco de sangue, citopatologia…

No dia 03 de Setembro… Viva o Biólogo! Tão importante e indispensável para a nossa qualidade de vida.

Curso online de Manejo de Recursos Naturais

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

Eles têm habilidade especial em expressar o que é Belo e conseguem despertar emoções com a sua imaginação criadora.

OS ARTISTAS

A palavra arte é derivada do latim “ars” que significa habilidade. Habilidade de desenvolver inúmeras ações especializadas com o uso da imaginação criadora sempre em conexão com o belo, para um mundo melhor… Desde a jardinagem… Ao jogo de xadrez.

Dia 24 de Agosto é o Dia dos Artistas

Curso online de Arteterapia

Os Artistas são antes de tudo pessoas com vocação religiosa. A sua aguçada sensibilidade faz com que sintam necessidade de estarem permanentemente “re-ligados” ao Criador… A única fonte do belo e da criatividade. Através da sua arte eles conseguem trabalhar com leveza, e até humor sutil, o cotidiano da vida. Interpretam o mundo, os acontecimentos e as mudanças da sociedade buscando sempre “o diferente” onde todos veem “o igual”. São pessoas inconformadas e visionárias que, com a sua arte, procuram incomodar mostrando à sociedade o que ela ainda não consegue ver.

Os Artistas possuem grande inteligência e muita força da própria vontade. Com grande capacidade de reflexão realizam o seu trabalho artístico com paciência… Até chegarem ao que imaginaram… E depois, admiram com intensa alegria a obra criada com o seu eterno companheiro… O Criador. É assim que eles revelam engenho e talento ao expressar seus sentimentos e seu capricho na relação com o belo, sempre procurando provocar nas pessoas, emoções capazes de mudar o seu comportamento. Aliás, é a característica principal de um trabalho artístico… Mudar o modo de pensar e agir das pessoas.

Os Artistas dedicam a sua vida às belas artes – as mais variadas expressões do belo – com a intensão de disseminar a beleza e os maiores valores humanos ao maior número de pessoas. O seu enorme valor está justamente nessa capacidade de comunicar aos outros, os seus sentimentos e suas mensagens, através de algo concreto utilizando os seus órgãos dos sentidos… Música, dança, pintura, escultura, teatro, jardinagem, gastronomia, perfumaria, artesanato…

Os Artistas autênticos estão sempre interessados em que apareça primeiro a sua arte antes do seu nome. Sabem que a sua arte é sua companheira para sempre e que nunca o abandonará, até o fim da sua existência. Sabem também, que agindo com honestidade ela poderá lhes oferecer um caminho agradável de… Satisfação pessoal acima de tudo… Possível fama… Ganho financeiro.

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Assim, os Artistas põem em ação o seu engenho e o seu talento, altamente desenvolvidos, com a intensão de se impor como arte pura da expressão do belo e provocar o máximo de emoções e de mudanças. Daí, surgirem na História, movimentos de arte de acordo com os variados estilos de expressão… “O Maneirismo” com suas manias… ”O Barroco” com sua rudeza… “O Rococó” com seus exageros… “O Fauvismo” com a arte selvagem… “O Surrealismo” com a sua alienação da realidade…

Pablo Picasso, pintor espanhol famoso no mundo inteiro, define… “Os Artistas são ao mesmo tempo um ser político, sempre alerta aos acontecimentos tristes, alegres, violentos, aos quais reage de todas as maneiras. Não, a pintura não é feita para decorar apartamentos. É um instrumento de guerra para operações de defesa e ataque contra o inimigo”.

Os Artistas sabem que a sua missão é melhorar as pessoas e melhorar o mundo com a sua arte, através das manifestações do belo.

No dia 24 de Agosto… Parabéns a todos os Artistas… Pessoas especiais que sonham e trabalham por um mundo melhor.

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Sergio Vieira Holtz Filho

Herman Holtz foi um dos autores mais prolíficos de livros para o consultor. Ele é autor de mais de 70. Passou em fevereiro 2001. Seu conhecimento sobre consultoria e negócios se extende sobre todo o mundo dos negócios e que ele compartilhava generosamente com o leitor.

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Ele dizia que o adjunto adnominal torna-se importante na identificação de um consultor individual e na definição de sua especialidade ou campo profissional e serviços. Temos consultores de marketing, editoriais, administrativos e outros, mas estes adjuntos definidores muitas vezes são genéricos demais. Temos consultores de marketing de diversos tipos — de projetos, de mala direta, de publicidade, … “Você também pode ser um consultor ou uma consultora Jequiti… A única que oferece a oportunidade do consultor (a) e sua cliente participarem do programa Roda a Roda Jequiti e ganhar um prêmio extra de 1 milhão de reais em barras de ouro.” E viva o Silvio Santos!

Brincadeiras à parte, devemos ter em mente que a consultoria pode ser uma carreira alternativa viável para qualquer pessoa que exerça qualquer profissão. Embora continuemos a fazer referência à profissão de consultoria, é apenas por conveniência e não deve distorcer a compreensão do que realmente é: maneiras e métodos especiais de exercer uma determinada função útil ao meio.

Muitos profissionais relutam em se identificar como consultores, talvez por causa das zombarias e dos epítetos… Não faltam piadas sobre o consultor. Mesmo algumas grandes firmas — Deloitte Touche Tohmatsu, Ernst & Young, PwCKPMG, só para citas as Big4 — apresentan-se como serviços profissionais e contadores, embora sejam bem conhecidas como consultores administrativos.

 

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Esta é uma dica importante para definir um consultor: Identifica-o como um especialista em uma profissão, representa uma maneira de exercê-la mas não a profissão em si. No meu próprio caso, devo me identificar primeiro como especialista em planejamento, segundo como especialista em planejamento estratégico e sistemas de gestão e terceiro como especialista para outras atividades que precisem de planejamento e sistemas de gestão, especialmente para negócios em situação de mudança e particularmente no que se refere às pessoas que têm que gerir negócios em situação de mudança.

Também posso me considerar um escritor — blogueiro, que dá consultoria para outras pessoas que precisam de ajuda para desenvolver o seu negócio. Se você tem uma idéia na cabeça, eu ajudo a colocá-la na terceira dimensão!

Mas as diferenças são mais do que semânticas: tem muito a ver com o modo como os clientes vêem o que estou fazendo por eles — em que posso ajudar os clientes e o que eles percebem que faço por eles.

Bom! O importante é que a consultoria é uma maneira de exercer uma profissão — uma função útil ao meio. Isto é, não é realmente uma profissão em si e por si mesmo.

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Profa. Maria Luiza Marins Holtz

O aluno é uma pessoa em pleno desenvolvimento e necessita de muita atividade, participação, liberdade responsável, conhecimentos e esclarecimentos do porque de tudo o que lhe é ensinado, atribuído e exigido.

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O Orientador Pedagógico é responsável pela aprendizagem dos alunos, isto é, pela verificação da mudança de comportamento desejável a uma vida realizadora, em relação ao conteúdo ensinado em cada área de ensino. Então…

  1. O Orientador Pedagógico deve empenhar-se na sua atividade para que o ensino tenha uma direção orientada para a o desenvolvimento da vida pessoal, familiar e para o trabalho, preparando concretamente os alunos para um frutuoso futuro pessoal e profissional.
  2. Propor um sistema de ensino adequado aos objetivos educativos de formação de uma personalidade equilibrada e acompanhar o desempenho junto a cada professor e aos alunos, através dos resultados das mudanças de comportamento por aprendizagem.
  3. Realizar antes do ano letivo, reuniões de Planejamento do ensino como também da Orientação Pedagógica necessária a cada área do ensino esclarecendo aos professores a respeito da verdadeira mudança de comportamento por aprendizagem esperada dos alunos, em relação ao conteúdo que é ensinado.
  4. Promover atualização pedagógica e didática dos professores em sentido geral e específico de cada área de ensino ajudando-os a conseguirem mudanças de comportamento por aprendizagem, aplicando os “Três tempos do ensino”: concreto, semi-concreto e abstrato.
  5. Realizar “re-uniões” pedagógicas com a assiduidade necessária com atividades que proporcionem sempre mais união e amizade entre os professores.
  6. Promover o entrosamento dos professores e alunos com os trabalhos administrativos e serviços gerais da escola.
  7. Acompanhar de perto a estrutura e o funcionamento eficiente da biblioteca e estimular a frequência dos alunos nela.
  8. Manter cada área de ensino suficientemente provida de material didático, tanto as áreas “teóricas” como as indispensáveis e necessárias áreas práticas de atividades religiosas, artísticas e físicas que promovem o equilíbrio da personalidade.
  9. Vigiar para que as áreas de ensino estejam sempre integradas entre si e que as avaliações sejam honestas em relação ao progresso de cada aluno em relação a si mesmo, com o objetivo de prepara-lo para a vida real e aprender a vencer-se sempre e não a se comparar com os outros.
  10. Realizar Reuniões Festivas para os pais e familiares a cada encerramento periódico do ensino, apresentando e exibindo os resultados concretos da aprendizagem alcançada.

Ser uma alma livre, feliz no trabalho, feliz na amizade e feliz no amor aos outros; ou ser um miserável fardo de conflitos, odiando-se e odiando a humanidade – tanto uma coisa como outra são o legado que pais e professores dão a cada criança. Lembre-se de que a ação toca o inconsciente onde as palavras não podem chegar (Neill).

 

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Sergio Vieira Holtz Filho

Resposta a Cléo Valério – aluna  concluinte do curso de Pedagogia da URCAMP – Bagé/RS 1º semestre 2011.

A Profa. Maria Luiza me pediu que te respondesse excepcionalmente, na qualidade de editor e agente do trabalho de divulgação da Pedagogia Empresarial.

Curso online de Pedagogia Empresarial

Nossa sugestão é que você não dê atenção ao empecílio, porque todos (ou 99,99%) dos professores, inclusive os de pedagogia, não acreditam que a Pedagogia possa ser exercida noutro ambiente que não seja a sala de aula. Você já deu uma olhada no artigo “Existe vida além do quadro negro”? disponível em: http://www.mh.etc.br/blog/pedagogia-empresarial/83

Para começar a mudar esse conceito, mude-o em você. Veja, por exemplo, como os psicólogos atuam na ânsia de ser um pedagogo! Sim, porque todo psicólogo tem a pretensão (ou o desejo) de conduzir alguém, e é o pedagogo que tem os elementos científicos e cognitivos e intuitivo para “conduzir o menino”, a criança dentro de cada um de nós.

Dessa maneira, todo pedagogo poderia clinicar, atender às pessoas, no seu consultório, como faz a Profa. Maria Luiza, há mais de 30 anos; pessoas que precisassem — e quisessem — orientação para a sua vida. Não me refiro ao atendimento das psicopatologias, mas das dificuldades de aprendizagem perante a vida… Isso não tem nada a ver com a escola. Hoje em dia as escolas tornaram-se fábricas medíocres de contribuintes felizes para um governo qualquer, de um estado sabe-se lá para que serve! O sistema de educação vigente nas escolas é, na melhor das hipóteses, um embrião mal formado do sistema comunista, nazista ou fascista, com aquelas carteirinhas alinhadas, as aulas programadas por alguém a quilômetros de distância, a avaliação “exo-comparativa punitiva”… Você sabe do que eu estou falando!

A forma como a Profa. Maria Luiza tem auxiliado é através do atendimento individual — orientação pedagógica, coaching, consulta, etc… — ou com palestras em Universidades, para Prefeituras, ONGs, Cooperativas, Congressos e Seminários, quando convidada; além, é lógico, do trabalho incansável de divulgação na web, que fazemos desde 1998. Sim, a Profa. Maria Luiza já era blogueira antes de existir o blog.

Assim, aqui vai o nosso conselho e o exemplo da Profa. Maria Luiza Marins Holtz para que você ouse.

Fuce no nosso blog. Temos muitas dicas e orientações compartilhadas. Mas, pedagogicamente falando, não recomendamos nenhuma fórmula. Não trabalhamos com pacotes prontos, cada projeto é desenhado para cada cliente, dentro da sua capacidade, da sua possibilidade, da sua demanda.

Um abraço e Sucesso

 

Tecnologia associada a mudanças na organizacao do trabalho

Paulo Freire adaptado para administração de empresas

Aspectos sociotécnicos das TI & Relacionamento Humano & Sinergia

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